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Edição 2092

24 de dezembro de 2008
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Ex-marido dá tombo em Madonna

E aconteceu – MADONNA veio, dançou, posou e abalou dois estádios de futebol. Distribuiu beijinhos na boca aos poucos e belos que se aproximaram de sua majestade, inclusive o jovem modelo carioca que atende pelo incrivelmente iluminado nome de Jesus Luz. Os admiradores brasileiros se lembrarão para sempre da visita dela e ela se lembrará para sempre do Brasil como o lugar onde estava quando saiu seu acordo de divórcio – que mulher se esquece disso? Mas, nessas horas, poder demais atrapalha. A assessoria da cantora, que plantava por todo lado que o ex-marido, Guy Ritchie, queria sair do casamento com um caminhão de dinheiro, precisou se retratar. "Não é verdade" que ele levará o equivalente a 120 milhões de reais pelo acordo, desdisseram, sob ameaça da parte inimiga. Qual é a graça de ser Madonna se não dá nem para falar mal do ex-marido?

 

Consolo no colo da mãe

Zuhair Mohamad/Jornal O Popular

Desde a morte do namorado, Marcelo Silva, ex de Susana Vieira, a nutricionista FERNANDA CUNHA, 23, perdeu 4 quilos. "Ela não come nem dorme", preocupa-se a mãe, a psicóloga TEREZINHA CUNHA, 53. É Terezinha o maior apoio da filha neste momento: "Fernanda precisa de muito amor. Agora, vive agarrada a um cachorro de pelúcia que Marcelo deu a ela". Além de unidas, mãe e filha têm físico, queda por decotes e gosto por estampas vívidas muito similares. "Todos dizem que somos parecidas. Fui mãe muito jovem", diz Terezinha. A rotina de Fernanda, garante, tem sido ir à igreja e ao analista. Uma anunciada viagem ao exterior foi adiada – a família deve virar o ano em apartamento de férias em Caldas Novas, em Goiás.

 

Não parece, mas é o Tom

MM/Abacapress.com

Onipresente na ronda de promoções de seu novo filme, TOM CRUISE, 46, leva por onde passa uma mesma exclamação de espanto: o que ele fez no rosto? Alguma coisa aconteceu. Basta comparar a foto de novembro do ano passado com a atual. Parece que ele entrou na máquina de enxugamento de pessoas normalmente usada pelas atrizes de Hollywood. Também aboliu a franja, e isso ajudou muito. Mas o contorno afinado da face sugere mais intervenção estética (lipo para fazer o encovadinho igual ao da Madonna? Preenchimento nas maçãs?) do que sonha a vã cientologia. A desculpa oficial é uma graça: Cruise rejuvenesceu "por causa do papel" do oficial nazista que em 1944 trama o assassinato de Adolf Hitler. Não adiantou muito.– as primeiras críticas são arrasadoras.

 

Mais dourado ainda

Tony Andrade/Ag. News

À extravagância das camisas e das correntes douradas que ornam MURILO BENÍCIO, o vilão Dodi em A Favorita, se somará um elemento de peso: cabelo, barba e bigode descoloridos em quatro longas horas no cabeleireiro. "Enquanto estava ruivo, ele até gostou. Mas o texto mandava ficar amarelo-dourado", relata a supervisora de caracterização, Gilvete Santos. A um mês do fim da novela, Dodi muda o visual para tentar fugir do país. Seu personagem vai deixar saudade pela mais improvável das razões: o figurino de cafajeste é um sucesso. "Sempre ligam querendo saber as marcas", diz a figurinista Marie Salles. Não é qualquer malandro que pode imitar: as jóias são Kamille Bernard; as camisas, Hobi Club; os ternos, BMG, Versace e Armani.

 

A real vítima das sapatadas

Mike Theiler/Reuters

Todo mundo com peninha do jornalista Muntader al-Zaidi – e uma relutante admiração pelos reflexos do presidente George W. Bush diante do célebre ataque do podófobo. Guarda-costas mesmo que é bom, nada. Quem levou, se não uma bala, uns golpes baixos em nome do presidente foi sua loura porta-voz, DANA PERINO. Sentada perto de Bush na infame coletiva em Bagdá, ela foi atingida no rosto por um pedestal de microfone. Ganhou um corte na sobrancelha e mancha roxa sob o olho. "Não gostei, não foi bonito, mas não me preocupa", disse Dana, também conhecida como a face mais amena do governo Bush. Al-Zaidi, que nos tempos de Saddam Hussein não juntaria mais a cabeça ao resto do corpo, continuava preso, mas mandou um pedido de desculpas de espontaneidade algo duvidosa.

Editado por Lizia Bydlowski
Colaboraram Bel Moherdaui, Carlos Giffoni e Juliana Linhares

 



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