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Cartas
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"A
reportagem não poderia ter vindo em melhor hora para
quem enfrenta a guerra da busca de um emprego."
Giordano Bruno Helce Fava do Carmo
Fortaleza, CE
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Emprego
Foi com grata satisfação que li a reportagem "O desafio
de arranjar emprego" (17 de dezembro) e constatei a preocupação
de VEJA com nossos jovens que deixam as salas de aula das faculdades
para se lançar no mercado de trabalho cada vez mais globalizado.
Como presidente da Associação dos Antigos Alunos da
Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), tenho
participado de reuniões com a diretoria mantenedora e as
diretorias das faculdades com o objetivo de avaliar os desafios
de entrar no mercado de trabalho. A relação candidato-vaga
nos programas de trainee preocupa a todos. Analisando essa realidade,
tomou-se a decisão de criar um Centro de Criatividade e Empreendedorismo.
Essa iniciativa objetiva potencializar o perfil empreendedor dos
alunos de graduação. Vários ex-alunos que alcançaram
sucesso profissional hoje são tutores desses jovens empreendedores.
Se o pensamento de Tom Peters for correto, as escolas de graduação
precisam se adaptar para a possibilidade real de trabalho na prestação
de serviços sem vínculo empregatício e para
o potencial empregatício dessas novas pequenas empresas.
Espero que a experiência da Faap, que envolve diretores, professores,
alunos e ex-alunos, possa contribuir como efeito demonstração.
Rafael Abrão Possik Jr.
Associação dos Antigos Alunos da Faap
www.aaafaap.org.br
O
maior medo do brasileiro, nos dias de hoje, é não
conseguir um emprego e se tornar mais um dos milhares de desempregados
neste país desestruturado econômica e socialmente.
Até os que estão cursando uma faculdade e poderão
obter um diploma já temem não conseguir sua vaga no
mercado de trabalho. É por isso que não se pode estacionar
nos estudos, e sim adquirir cada vez mais conhecimentos para garantir
um emprego.
Lilian Maria Malzoni
Sorocaba, SP
Como
consultora de recursos humanos, na área de planejamento de
carreiras, cumprimento VEJA pela seriedade da reportagem. Gostaria
de aproveitar para fazer uma crítica às faculdades
de psicologia que não vêm se preparando para formar
profissionais para o mercado de recursos humanos e de educação
com a força e a competência que deveriam, o que limita
o campo de visão e a abrangência técnica dos
recém-formados à área clínica.
Constança Meirelles Vieira
Diretora da I Nove Tecnologia em Recursos Humanos
Por e-mail (i.nove@terra.com.br)
Agradeço
por me ajudarem com dicas sobre emprego e vestibular. Além
de ser minha revista preferida, VEJA pode ser um diferencial no
mundo corporativo.
Ricardo Martini Kato
Ourinhos, SP
Tom
Peters
O guru corporativo americano Tom Peters (Amarelas, 17 de dezembro)
é um gênio para os EUA. Aqui no Brasil, a sensação
é que somos especialistas e gerenciadores de drásticas
mudanças, todos os dias estamos preparados para enfrentar
desafios como verdadeiros guerreiros. Os governantes brasileiros
são eleitos a cada quatro anos por um povo que tem fome,
tem frio, tem sede de justiça, por muitos que não
sabem ler nem escrever, cuja maioria está desempregada e
ganha menos de um salário mínimo. Quando essa situação
estiver minimizada e todos os políticos brasileiros praticarem
a famosa "funcionalidade cruzada", estaremos mais preparados para
ler e entender o até aqui utópico Tom Peters.
Bruno G. Buzzulini
Campinas, SP
Na
entrevista, Tom Peters afirma que Freud acreditava muito que no
futuro se compreenderia como funciona a mente no nível biológico.
Está certo, porém não é verdade que
a psicanálise foi ultrapassada pelo mundo moderno. É
claro que a medicina está compreendendo célula a célula
e molécula a molécula como a mente funciona. Isso
tem prevenido doenças e estabelecido tratamentos mais eficazes,
porém não tem diminuído os sofrimentos humanos.
Novas doenças surgem (depressão, toxicomania, obesidade
etc.) e o ser humano continua a sofrer. Enquanto o homem continuar
com seu mal-estar, a psicanálise proporá que só
há uma saída: falar, falar e elaborar. Já que
o ser humano não consegue ser presidente de si mesmo como
de uma empresa e o mundo está um caos, a psicanálise
continua bem viva.
Andréa Brunetto
Psicanalista e professora de psicopatologia da Unigran
Campo Grande, MS
Turnê
de Lula
Ao ler a reportagem "A turnê de Lula pelas ditaduras" (17
de dezembro) firmei ainda mais minha visão do governo Lula.
Um governo igual ao de Fernando Henrique no campo econômico
(e superior em termos de viagens) e um governo totalmente desastrado
no campo diplomático. Ver Lula apertando a mão do
coronel Kadafi só não me doeu mais que ver os velhinhos
com mais de 90 anos fazendo fila para se recadastrar no INSS. Penso
que a única vantagem de ter o PT no governo é ter
uma oposição séria e dinâmica, o que
não tivemos durante o governo FHC.
Leonardo Custódio do Amaral
Belo Horizonte, MG
A
viagem do presidente Lula ao Oriente Médio foi extremamente
proveitosa, levando-se em consideração que, desde
dom Pedro II, um presidente não visitava aquela região.
Isso demonstra que nosso presidente é uma pessoa que está
comprometida em fazer do Brasil uma nação extremamente
aberta a negociar com outros países, sendo portanto livre
de qualquer tipo de preconceito. O presidente Lula, ao visitar o
Oriente Médio, abre um amplo canal de negociação
com aqueles países e mostra que o mundo não é
apenas Estados Unidos e Europa.
Alberto do Nascimento Filho
Rio de Janeiro, RJ
Não
votei nesse cidadão para presidente. No entanto, infelizmente
ele me representa. Mas isso não o autoriza a apertar a mão
de um monstro assassino como Kadafi. Ou ele não sabe o significado
desse aperto de mão ou sabe muito bem.
Zebino Brasil Pereira
Santa Maria, RS
Ótima
a foto de Lula com Kadafi, mais uma para a galeria do nosso presidente.
Primeiro foi com Hugo Chávez, depois com Fidel. Faltam Fujimori,
Arafat, Bin Laden. Saddam Hussein, infelizmente, agora não
dá mais. Caro presidente, ditadura por ditadura, faça
como os EUA: vá para a China. Pelo menos rola uma grana.
Marcelo L. Menezes
Porto Ferreira, SP
É
incrível como Lula vem superando seu antecessor na área
internacional. Além de bater o recorde em horas de vôo
e gastos, está desfazendo em menos de um ano a imagem do
Brasil que FHC construiu em oito no exterior.
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT
Provão
Sobre a reportagem "A média foi só 3,6" (17 de dezembro),
os estudantes não são os culpados. Tome-se o exemplo
dos cursos de medicina, aos quais chegam os melhores estudantes
brasileiros, pois costumam ter o vestibular mais concorrido. Deveríamos
ter excelente desempenho no Provão, e isso infelizmente não
acontece. Se temos os melhores estudantes, com certeza o problema
está nas universidades, em seus métodos e em seus
docentes. Na mesma edição (1 833) de VEJA, na página
176, os empregadores apontam algumas das deficiências do ensino
superior brasileiro: os jovens saem da faculdade sem competências
essenciais para o trabalho, boa parte dos cursos universitários
não é capaz de combinar excelência acadêmica
com visão prática da profissão, a maioria das
instituições adota métodos pedagógicos
baseados apenas em aulas expositivas e a adoção de
literatura atualizada é demorada. No ensino médico
utiliza-se modelo pedagógico preconizado pelo relatório
Flexner de 1910, que é hospitalocêntrico, centrado
no professor, substitui respostas erradas por certas e o estudante
deve memorizar fatos para responder a questões de prova.
Exige-se dele passar de ano, e não o desenvolvimento de competências
para o mundo do trabalho.
Newton Carlos Polimeno
Médico e professor de medicina
Sorocaba, SP
História
Angustia-me perceber a incapacidade dos alemães de aceitar
que também foram vítimas durante e após a guerra.
Depois da lavagem cerebral e da armadilha à qual foram levados
pela propaganda nazista, tiveram de passar pelas mesmas atrocidades
pelas quais só são acusados. O livro mostra mais uma
vez que quem conta a história é o vencedor. Para coroar
a situação, a imprensa alemã teima em dar continuidade
ao complexo e à falta de honra dos alemães ("As vítimas
do outro lado", 17 de dezembro).
Carlos F.A. Metzler
Münster, Alemanha
Sob
o pretexto de "desenvolvimento de uma raça superior", Adolf
Hitler destruiu e dividiu a Alemanha, desencadeou a morte de 50
milhões de pessoas em combates diretos. Estima-se que tenham
morrido 6, 13 e 20 milhões de judeus (somente na Europa),
alemães e russos, respectivamente, entre outros desastres
irreparáveis. O lado mais negro dessa história é
que a maioria das mortes aconteceu na população civil,
especialmente crianças, mulheres, idosos, das mais diferentes
etnias e de todas as faixas etárias. Infelizmente, o mundo
moderno não tem evoluído para a paz na mesma velocidade
com que se presencia o atual e extraordinário progresso econômico,
tecnológico e científico.
Wiliam Tabchoury
Piracicaba, SP
Stephen
Kanitz
A exposição de idéias do senhor Stephen Kanitz
em "O ano de quatro meses" (Ponto de vista, 17 de dezembro) foi
quase um adendo à entrevista com Tom Peters. Um verdadeiro
workshop, concluído com o especial de capa "Os segundo vestibular".
Parabéns a VEJA, que com essa edição deu orientações,
explicações e dicas ao leitor sobre como enfrentar
as constantes mudanças do mundo globalizado. Assim fica bem
mais fácil achar o "queijo"!
Marcelo de Oliveira
Barretos, SP
Guerra
das cervejas
Fiquei
satisfeito ao ver que VEJA aborda assuntos realmente importantes
e divulga fatos que a maioria da população desconhece.
Muito se fala em sonegação, mas o público consumidor
às vezes não sabe onde ela se concentra, quais são
as empresas envolvidas etc. VEJA esclarece e dá voz a milhares
de pessoas e empresas que, mesmo massacradas pela intensa carga
tributária, como os revendedores da Ambev, pagam duramente
seus impostos, trabalhando como podem dentro da margem imposta pelo
acúmulo de tributos. É preciso denunciar, investigar
e punir quem não trilha as vias legais. Parabéns,
VEJA ("A real guerra das cervejas", 17 de dezembro).
Norberto Soares Leite
Campo Grande, MS
Competir
é saudável e o país ganha, mas nada justifica
uma concorrência desleal, venha ela de onde vier. A competição
torna o mercado saudável, mas precisa ser justa. Não
podemos deixar um comercial "bonitinho" esconder a possibilidade
de estarmos perdendo escolas, hospitais ou até mesmo o pagamento
de funcionários. Espero que o governo fiscalize o mercado
de cerveja, assim como tantos outros que sofrem sonegação
de impostos. Nosso bolso agradece.
Saulo Vilela Morais
Belo Horizonte, MG
VEJA
só merece elogios ao trazer a público a questão
da sonegação no setor de cervejas. Quando a AmBev
revela abertamente o drama da concorrência desleal no setor,
é preciso lembrar que esse é um problema que não
atinge uma empresa ou um segmento empresarial, mas todo o país.
Afinal, são os recursos dos impostos que bancam investimentos
públicos no desenvolvimento do Brasil e de sua população.
Marcos Mesquita
Superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja
São Paulo, SP
A
Abiplast representa todas as indústrias de transformação
de plásticos do Brasil, inclusive os fabricantes de embalagens
para alimentos e de frascos para bebidas de PET, polietileno de
alta densidade e PVC. É a pedido deles que desejamos registrar
nossos cumprimentos pela reportagem de Leandra Peres, que abordou
com propriedade e oportunidade a existência de sonegação
e concorrência desleal dela decorrente, num setor específico,
mas que é uma realidade em quase todos os setores de produção
de bens de consumo. A livre concorrência é um atributo
da democracia e do capitalismo saudável que todos desejamos
preservar, sempre quando praticada com lealdade e dentro dos parâmetros
éticos. Assim todos se beneficiam e quem ganha é um
mercado sadio e honesto. A guerra fiscal, a concessão desordenada
de incentivos e a sonegação fiscal acabam por estimular
uma concorrência desleal que prejudica o industrial sério
e honesto e o governo, que não arrecada aquilo de que precisa.
Merheg Cachum
Presidente da Abiplast
São Paulo, SP
Agradeço
a menção elogiosa feita pela revista à campanha
publicitária produzida pela FischerAmérica para um
de seus clientes, o Grupo Schincariol, mas gostaria de ressaltar
que a realização de um importante trabalho criativo
não pode ser creditada a uma só pessoa. Quero destacar
que a "brilhante campanha de propaganda feita para a Nova Schin",
como a própria VEJA definiu, é fruto da competência,
envolvimento e ativa participação de toda a equipe
de criação da agência FischerAmérica,
da qual muito me orgulho, em especial do diretor de criação,
Átila Francucci.
Eduardo Fischer
Presidente da FischerAmérica
São Paulo, SP
Diogo
Mainardi
Esse
é o exemplo que os governantes dão à nação
que está agonizando em meio a uma estagnação
econômica das piores já enfrentadas neste país.
Os sábios da diplomacia brasileira ou estão tentando
desviar o presidente da República para bem longe, porque
não amam este país e desejam ver seu nome enlameado,
ou os inimigos do país pretendem vê-lo infinitamente
no rol das potências do Terceiro Mundo.
Jaqueline Oltramari
Porto Alegre, RS
O Brasil,
realmente, necessita baixar os preços de nossos produtos
para, só assim, torná-los competitivos lá fora.
Porém, discordo quando Diogo Mainardi diz que "o Brasil não
precisa de política externa". Precisamos, sim, só
que ela tem de ser realizada de forma coesa e inteligente. A viagem
presidencial às Arábias é um exemplo de política
externa incoerente e mal planejada. O Brasil não necessitava
barganhar por um "quibe" de 200 bilhões (PIB somado dos cinco
países árabes) se temos toda uma América Latina
com um "tempero" de 12 trilhões de dólares (PIB somado
dos países da América Latina) a ser conquistada.
Adriano Diógenes
Portalegre, RN
Roberto
Pompeu de Toledo
Apenas
para complementar as aguçadas farpas lançadas por
Roberto Pompeu de Toledo em seu "Memoráveis aventuras nas
Arábias" (Ensaio, 17 de dezembro): se nosso presidente tivesse
perguntado, talvez não descesse a rampa para o interior da
pirâmide. Em sua imaginação pensou que sob aquelas
pedras, genialmente empilhadas, iria encontrar os enfeitiçantes
corpos embalsamados de Lênin e Stalin, representativos do
fascínio por uma vitalícia estabilidade no poder.
Pedro Luís de Campos Vergueiro
São Paulo, SP
Cinema
Obrigada
a VEJA pela belíssima reportagem "Como se ergue um reino"
(17 de dezembro), sobre o fantástico filme O Senhor dos
Anéis. Como todos os fãs da obra de J.R.R. Tolkien,
estou louca para assistir a O Retorno do Rei, que encerra
a trilogia da saga heróica.
Juanele Lima
Jaboatão do Guararapes, PE
Marcelo
Saliola
Como
fã do tênis, por algum tempo fiquei me perguntando
onde estaria aquele menino que aos 14 anos conseguiu a façanha
de ser o mais jovem jogador a figurar no ranking da ATP. Foi uma
pena para o esporte brasileiro não tê-lo visto dar
continuidade a sua carreira. Mas é gratificante ver que ele
optou por ser feliz ("O peso de não ser Guga", Perfil, 17
de dezembro).
Cairo A. Correa Junior
Brasília, DF
Cartas
Em
novembro, VEJA publicou reportagem elogiando o foie gras produzido
em Santa Catarina, ignorando o sofrimento dos gansos. Recebeu protestos
de vários leitores. Em Cartas ("Amigos do fígado do
ganso", 17 de dezembro), os produtores citados na reportagem comunicaram
que não maltratam os gansos para obter o foie gras. Bastou
os criadores informarem que aqueles animais não padecem para
produzir fígado para o foie gras para VEJA repassar essa
informação aos leitores. E convidá-los à
mesa. Antes de fazer esse convite, a revista não deveria
verificar a informação?
Carlos Bruno Mundstock
Santa Rosa, RS
O foie
gras é resultado de um processo em que gansos e patos de
3 a 4 meses são submetidos por duas a três semanas
a uma alimentação forçada de 1 quilo por dia,
entre cereais e banha, com o auxílio de uma bomba e um tubo
enfiado em sua garganta. Obviamente, os animais sentem vontade de
expelir o alimento, porém um anel impede que isso aconteça.
Dessa forma, após esse período, caso o animal não
morra de pneumonia ou falência múltipla, os criadores
"sacrificam-no", quando ele já mal consegue caminhar e respirar.
O foie gras não é um alimento saudável, como
os produtores Marcondes Aurélio Moser e André Grutzmacher
afirmam, pois 85% das calorias são oriundas da gordura, ou
seja, é um prato "sofisticado" cheio de colesterol. Tanta
é a tortura que a Alemanha, a Dinamarca, a Noruega e a Polônia
baniram o foie gras, e Israel fará o mesmo a partir de 2005.
Helen Hwang
São Paulo, SP
VEJA
Gostaria
de parabenizá-los pela edição 1.833
(17 de dezembro), excepcional. A revista, de cabo a rabo, revelou-se
extremamente interessante em todas as reportagens, em suas 206 páginas!
Oxalá continuem nos brindando com edições de
mesmo quilate.
Marcos Vinicio Fernandes Lage
São Luís, MA
CORREÇÕES:
Diferentemente do que foi publicado na edição regional
Veja Mais Curitiba (dezembro de 2003), o preço do
pacote Dimagrire, da clínica Dicorp, é 1.350
reais, e não 2.416. O preço
da papete Rider Sander Expedition é 49,90 reais, e não
36,90. As locações na loja Planeta DVD
custam 3,50 e 4,50 reais, e não apenas 3,50, conforme publicado
na regional Veja Mais Belo Horizonte (dezembro de 2003).
O Movimento em Prol da Vida (www.movitae.bio.br)
é uma associação civil sem fins lucrativos
de estudantes, familiares, pacientes e cientistas que luta pela
liberação das células embrionárias para
fins terapêuticos, e não uma instituição
que aceita deficientes (Cartas, 17 de dezembro).
| DIETA
DE SOUTH BEACH |
Onze
leitores escreveram para tecer comentários ou solicitar
outras informações sobre a dieta de South
Beach, criada pelo cardiologista americano Arthur Agatston
(Amarelas,
10 de dezembro). "Gostaria de saber onde pode ser encontrada
a dieta que faz tanto sucesso nos Estados Unidos", escreveu
Marília Alves de Oliveira, de Caçapava,
São Paulo. Flávio Mascarenhas, de Votorantim,
interior paulista, também demonstrou interesse:
"Como podemos conseguir mais informações
sobre esse regime? A entrevista não informa os
possíveis 'canais' ou 'vias' para obter mais dados".
A dieta está no livro A Dieta de South Beach,
que figura pela sétima semana na coluna Os Mais
Vendidos, elaborada por VEJA. A obra pode ser adquirida
no site da editora Sextante, responsável pela edição:
www.esextante.com.br.
A reportagem "Minha
proteína é melhor que a sua"
(3 de setembro) faz um comparativo com o regime de Atkins.
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| FALTOU
UMA ESTRELA |
O
leitor Julio Cesar Campanhã notou uma falha no
material de divulgação do game Fifa 2004
citado na reportagem "O
campeão do lazer" (26 de novembro).
"A foto de Ronaldinho Gaúcho mostra apenas quatro
estrelas na camiseta. Essa edição do jogo
é o Fifa 2004, então ele deveria
estar com cinco estrelas na camiseta", reclamou, com razão,
Julio Cesar. "No caso de Ronaldinho, a Electronic Arts
optou por utilizar a camisa usada por ele na Copa de 2002,
representando o momento em que seu talento foi reconhecido
pelo mundo todo. Por isso, aparecem quatro estrelas, e
não as cinco atuais", explica Daddy Mallagoli,
da assessoria brasileira da empresa. Maiores informações
sobre o jogo podem ser obtidas no site oficial: www.fifa2004.ea.com.
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| LFI
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Na
seção VEJA
Recomenda da edição de 26 de
novembro foi mencionado o DVD Live 2003 (EMI),
da banda de rock inglesa Coldplay. A legenda da foto
que ilustrou a nota causou espanto entre os fãs
do grupo. "A foto mostra o guitarrista Jonny Buckland,
e não Chris Martin", escreveu o leitor Leonardo
Atem, de Fortaleza. Anna Lemos Aguiar, de Monte Dourado,
no Pará, também percebeu o erro e observou
que "Chris Martin não é guitarrista, e sim
pianista". Na realidade o cantor e líder do Coldplay
toca os dois instrumentos, como explica a leitora Carolina
Toscano, de São Paulo: "Além de vocalista
e guitarrista, Martin é também o pianista
da banda". O site www.coldplay.com
traz informações sobre shows, discografia
e fotos do grupo. |
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