Edição 1834 . 24 de dezembro de 2003

Índice
A semana
Retrospectiva 2003
Carta ao leitor
Cartas
Holofote
Contexto
VEJA Recomenda
Carta do Editor
 
 

Cartas

 

"A reportagem não poderia ter vindo em melhor hora para quem enfrenta a guerra da busca de um emprego."
Giordano Bruno Helce Fava do Carmo
Fortaleza, CE

Emprego

Foi com grata satisfação que li a reportagem "O desafio de arranjar emprego" (17 de dezembro) e constatei a preocupação de VEJA com nossos jovens que deixam as salas de aula das faculdades para se lançar no mercado de trabalho cada vez mais globalizado. Como presidente da Associação dos Antigos Alunos da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), tenho participado de reuniões com a diretoria mantenedora e as diretorias das faculdades com o objetivo de avaliar os desafios de entrar no mercado de trabalho. A relação candidato-vaga nos programas de trainee preocupa a todos. Analisando essa realidade, tomou-se a decisão de criar um Centro de Criatividade e Empreendedorismo. Essa iniciativa objetiva potencializar o perfil empreendedor dos alunos de graduação. Vários ex-alunos que alcançaram sucesso profissional hoje são tutores desses jovens empreendedores. Se o pensamento de Tom Peters for correto, as escolas de graduação precisam se adaptar para a possibilidade real de trabalho na prestação de serviços sem vínculo empregatício e para o potencial empregatício dessas novas pequenas empresas. Espero que a experiência da Faap, que envolve diretores, professores, alunos e ex-alunos, possa contribuir como efeito demonstração.
Rafael Abrão Possik Jr.
Associação dos Antigos Alunos da Faap
www.aaafaap.org.br

O maior medo do brasileiro, nos dias de hoje, é não conseguir um emprego e se tornar mais um dos milhares de desempregados neste país desestruturado econômica e socialmente. Até os que estão cursando uma faculdade e poderão obter um diploma já temem não conseguir sua vaga no mercado de trabalho. É por isso que não se pode estacionar nos estudos, e sim adquirir cada vez mais conhecimentos para garantir um emprego.
Lilian Maria Malzoni
Sorocaba, SP

Como consultora de recursos humanos, na área de planejamento de carreiras, cumprimento VEJA pela seriedade da reportagem. Gostaria de aproveitar para fazer uma crítica às faculdades de psicologia que não vêm se preparando para formar profissionais para o mercado de recursos humanos e de educação com a força e a competência que deveriam, o que limita o campo de visão e a abrangência técnica dos recém-formados à área clínica.
Constança Meirelles Vieira
Diretora da I Nove Tecnologia em Recursos Humanos
Por e-mail (i.nove@terra.com.br)

Agradeço por me ajudarem com dicas sobre emprego e vestibular. Além de ser minha revista preferida, VEJA pode ser um diferencial no mundo corporativo.
Ricardo Martini Kato
Ourinhos, SP

 

Tom Peters

O guru corporativo americano Tom Peters (Amarelas, 17 de dezembro) é um gênio para os EUA. Aqui no Brasil, a sensação é que somos especialistas e gerenciadores de drásticas mudanças, todos os dias estamos preparados para enfrentar desafios como verdadeiros guerreiros. Os governantes brasileiros são eleitos a cada quatro anos por um povo que tem fome, tem frio, tem sede de justiça, por muitos que não sabem ler nem escrever, cuja maioria está desempregada e ganha menos de um salário mínimo. Quando essa situação estiver minimizada e todos os políticos brasileiros praticarem a famosa "funcionalidade cruzada", estaremos mais preparados para ler e entender o até aqui utópico Tom Peters.
Bruno G. Buzzulini
Campinas, SP

Na entrevista, Tom Peters afirma que Freud acreditava muito que no futuro se compreenderia como funciona a mente no nível biológico. Está certo, porém não é verdade que a psicanálise foi ultrapassada pelo mundo moderno. É claro que a medicina está compreendendo célula a célula e molécula a molécula como a mente funciona. Isso tem prevenido doenças e estabelecido tratamentos mais eficazes, porém não tem diminuído os sofrimentos humanos. Novas doenças surgem (depressão, toxicomania, obesidade etc.) e o ser humano continua a sofrer. Enquanto o homem continuar com seu mal-estar, a psicanálise proporá que só há uma saída: falar, falar e elaborar. Já que o ser humano não consegue ser presidente de si mesmo como de uma empresa e o mundo está um caos, a psicanálise continua bem viva.
Andréa Brunetto
Psicanalista e professora de psicopatologia da Unigran
Campo Grande, MS

 

Turnê de Lula

Ao ler a reportagem "A turnê de Lula pelas ditaduras" (17 de dezembro) firmei ainda mais minha visão do governo Lula. Um governo igual ao de Fernando Henrique no campo econômico (e superior em termos de viagens) e um governo totalmente desastrado no campo diplomático. Ver Lula apertando a mão do coronel Kadafi só não me doeu mais que ver os velhinhos com mais de 90 anos fazendo fila para se recadastrar no INSS. Penso que a única vantagem de ter o PT no governo é ter uma oposição séria e dinâmica, o que não tivemos durante o governo FHC.
Leonardo Custódio do Amaral
Belo Horizonte, MG

A viagem do presidente Lula ao Oriente Médio foi extremamente proveitosa, levando-se em consideração que, desde dom Pedro II, um presidente não visitava aquela região. Isso demonstra que nosso presidente é uma pessoa que está comprometida em fazer do Brasil uma nação extremamente aberta a negociar com outros países, sendo portanto livre de qualquer tipo de preconceito. O presidente Lula, ao visitar o Oriente Médio, abre um amplo canal de negociação com aqueles países e mostra que o mundo não é apenas Estados Unidos e Europa.
Alberto do Nascimento Filho
Rio de Janeiro, RJ

Não votei nesse cidadão para presidente. No entanto, infelizmente ele me representa. Mas isso não o autoriza a apertar a mão de um monstro assassino como Kadafi. Ou ele não sabe o significado desse aperto de mão ou sabe muito bem.
Zebino Brasil Pereira
Santa Maria, RS

Ótima a foto de Lula com Kadafi, mais uma para a galeria do nosso presidente. Primeiro foi com Hugo Chávez, depois com Fidel. Faltam Fujimori, Arafat, Bin Laden. Saddam Hussein, infelizmente, agora não dá mais. Caro presidente, ditadura por ditadura, faça como os EUA: vá para a China. Pelo menos rola uma grana.
Marcelo L. Menezes
Porto Ferreira, SP

É incrível como Lula vem superando seu antecessor na área internacional. Além de bater o recorde em horas de vôo e gastos, está desfazendo em menos de um ano a imagem do Brasil que FHC construiu em oito no exterior.
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

 

Provão

Sobre a reportagem "A média foi só 3,6" (17 de dezembro), os estudantes não são os culpados. Tome-se o exemplo dos cursos de medicina, aos quais chegam os melhores estudantes brasileiros, pois costumam ter o vestibular mais concorrido. Deveríamos ter excelente desempenho no Provão, e isso infelizmente não acontece. Se temos os melhores estudantes, com certeza o problema está nas universidades, em seus métodos e em seus docentes. Na mesma edição (1 833) de VEJA, na página 176, os empregadores apontam algumas das deficiências do ensino superior brasileiro: os jovens saem da faculdade sem competências essenciais para o trabalho, boa parte dos cursos universitários não é capaz de combinar excelência acadêmica com visão prática da profissão, a maioria das instituições adota métodos pedagógicos baseados apenas em aulas expositivas e a adoção de literatura atualizada é demorada. No ensino médico utiliza-se modelo pedagógico preconizado pelo relatório Flexner de 1910, que é hospitalocêntrico, centrado no professor, substitui respostas erradas por certas e o estudante deve memorizar fatos para responder a questões de prova. Exige-se dele passar de ano, e não o desenvolvimento de competências para o mundo do trabalho.
Newton Carlos Polimeno
Médico e professor de medicina
Sorocaba, SP

 

História

Angustia-me perceber a incapacidade dos alemães de aceitar que também foram vítimas durante e após a guerra. Depois da lavagem cerebral e da armadilha à qual foram levados pela propaganda nazista, tiveram de passar pelas mesmas atrocidades pelas quais só são acusados. O livro mostra mais uma vez que quem conta a história é o vencedor. Para coroar a situação, a imprensa alemã teima em dar continuidade ao complexo e à falta de honra dos alemães ("As vítimas do outro lado", 17 de dezembro).
Carlos F.A. Metzler
Münster, Alemanha

Sob o pretexto de "desenvolvimento de uma raça superior", Adolf Hitler destruiu e dividiu a Alemanha, desencadeou a morte de 50 milhões de pessoas em combates diretos. Estima-se que tenham morrido 6, 13 e 20 milhões de judeus (somente na Europa), alemães e russos, respectivamente, entre outros desastres irreparáveis. O lado mais negro dessa história é que a maioria das mortes aconteceu na população civil, especialmente crianças, mulheres, idosos, das mais diferentes etnias e de todas as faixas etárias. Infelizmente, o mundo moderno não tem evoluído para a paz na mesma velocidade com que se presencia o atual e extraordinário progresso econômico, tecnológico e científico.
Wiliam Tabchoury
Piracicaba, SP

 

Stephen Kanitz

A exposição de idéias do senhor Stephen Kanitz em "O ano de quatro meses" (Ponto de vista, 17 de dezembro) foi quase um adendo à entrevista com Tom Peters. Um verdadeiro workshop, concluído com o especial de capa "Os segundo vestibular". Parabéns a VEJA, que com essa edição deu orientações, explicações e dicas ao leitor sobre como enfrentar as constantes mudanças do mundo globalizado. Assim fica bem mais fácil achar o "queijo"!
Marcelo de Oliveira
Barretos, SP

 

Guerra das cervejas

Fiquei satisfeito ao ver que VEJA aborda assuntos realmente importantes e divulga fatos que a maioria da população desconhece. Muito se fala em sonegação, mas o público consumidor às vezes não sabe onde ela se concentra, quais são as empresas envolvidas etc. VEJA esclarece e dá voz a milhares de pessoas e empresas que, mesmo massacradas pela intensa carga tributária, como os revendedores da Ambev, pagam duramente seus impostos, trabalhando como podem dentro da margem imposta pelo acúmulo de tributos. É preciso denunciar, investigar e punir quem não trilha as vias legais. Parabéns, VEJA ("A real guerra das cervejas", 17 de dezembro).
Norberto Soares Leite

Campo Grande, MS

Competir é saudável e o país ganha, mas nada justifica uma concorrência desleal, venha ela de onde vier. A competição torna o mercado saudável, mas precisa ser justa. Não podemos deixar um comercial "bonitinho" esconder a possibilidade de estarmos perdendo escolas, hospitais ou até mesmo o pagamento de funcionários. Espero que o governo fiscalize o mercado de cerveja, assim como tantos outros que sofrem sonegação de impostos. Nosso bolso agradece.
Saulo Vilela Morais
Belo Horizonte, MG

VEJA só merece elogios ao trazer a público a questão da sonegação no setor de cervejas. Quando a AmBev revela abertamente o drama da concorrência desleal no setor, é preciso lembrar que esse é um problema que não atinge uma empresa ou um segmento empresarial, mas todo o país. Afinal, são os recursos dos impostos que bancam investimentos públicos no desenvolvimento do Brasil e de sua população.
Marcos Mesquita
Superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja
São Paulo, SP

A Abiplast representa todas as indústrias de transformação de plásticos do Brasil, inclusive os fabricantes de embalagens para alimentos e de frascos para bebidas de PET, polietileno de alta densidade e PVC. É a pedido deles que desejamos registrar nossos cumprimentos pela reportagem de Leandra Peres, que abordou com propriedade e oportunidade a existência de sonegação e concorrência desleal dela decorrente, num setor específico, mas que é uma realidade em quase todos os setores de produção de bens de consumo. A livre concorrência é um atributo da democracia e do capitalismo saudável que todos desejamos preservar, sempre quando praticada com lealdade e dentro dos parâmetros éticos. Assim todos se beneficiam e quem ganha é um mercado sadio e honesto. A guerra fiscal, a concessão desordenada de incentivos e a sonegação fiscal acabam por estimular uma concorrência desleal que prejudica o industrial sério e honesto e o governo, que não arrecada aquilo de que precisa.
Merheg Cachum
Presidente da Abiplast
São Paulo, SP

Agradeço a menção elogiosa feita pela revista à campanha publicitária produzida pela FischerAmérica para um de seus clientes, o Grupo Schincariol, mas gostaria de ressaltar que a realização de um importante trabalho criativo não pode ser creditada a uma só pessoa. Quero destacar que a "brilhante campanha de propaganda feita para a Nova Schin", como a própria VEJA definiu, é fruto da competência, envolvimento e ativa participação de toda a equipe de criação da agência FischerAmérica, da qual muito me orgulho, em especial do diretor de criação, Átila Francucci.
Eduardo Fischer
Presidente da FischerAmérica
São Paulo, SP

 

Diogo Mainardi

Esse é o exemplo que os governantes dão à nação que está agonizando em meio a uma estagnação econômica das piores já enfrentadas neste país. Os sábios da diplomacia brasileira ou estão tentando desviar o presidente da República para bem longe, porque não amam este país e desejam ver seu nome enlameado, ou os inimigos do país pretendem vê-lo infinitamente no rol das potências do Terceiro Mundo.
Jaqueline Oltramari
Porto Alegre, RS

O Brasil, realmente, necessita baixar os preços de nossos produtos para, só assim, torná-los competitivos lá fora. Porém, discordo quando Diogo Mainardi diz que "o Brasil não precisa de política externa". Precisamos, sim, só que ela tem de ser realizada de forma coesa e inteligente. A viagem presidencial às Arábias é um exemplo de política externa incoerente e mal planejada. O Brasil não necessitava barganhar por um "quibe" de 200 bilhões (PIB somado dos cinco países árabes) se temos toda uma América Latina com um "tempero" de 12 trilhões de dólares (PIB somado dos países da América Latina) a ser conquistada.
Adriano Diógenes
Portalegre, RN

 

Roberto Pompeu de Toledo

Apenas para complementar as aguçadas farpas lançadas por Roberto Pompeu de Toledo em seu "Memoráveis aventuras nas Arábias" (Ensaio, 17 de dezembro): se nosso presidente tivesse perguntado, talvez não descesse a rampa para o interior da pirâmide. Em sua imaginação pensou que sob aquelas pedras, genialmente empilhadas, iria encontrar os enfeitiçantes corpos embalsamados de Lênin e Stalin, representativos do fascínio por uma vitalícia estabilidade no poder.
Pedro Luís de Campos Vergueiro
São Paulo, SP

 

Cinema

Obrigada a VEJA pela belíssima reportagem "Como se ergue um reino" (17 de dezembro), sobre o fantástico filme O Senhor dos Anéis. Como todos os fãs da obra de J.R.R. Tolkien, estou louca para assistir a O Retorno do Rei, que encerra a trilogia da saga heróica.
Juanele Lima
Jaboatão do Guararapes, PE

 

Marcelo Saliola

Como fã do tênis, por algum tempo fiquei me perguntando onde estaria aquele menino que aos 14 anos conseguiu a façanha de ser o mais jovem jogador a figurar no ranking da ATP. Foi uma pena para o esporte brasileiro não tê-lo visto dar continuidade a sua carreira. Mas é gratificante ver que ele optou por ser feliz ("O peso de não ser Guga", Perfil, 17 de dezembro).
Cairo A. Correa Junior
Brasília, DF

 

Cartas

Em novembro, VEJA publicou reportagem elogiando o foie gras produzido em Santa Catarina, ignorando o sofrimento dos gansos. Recebeu protestos de vários leitores. Em Cartas ("Amigos do fígado do ganso", 17 de dezembro), os produtores citados na reportagem comunicaram que não maltratam os gansos para obter o foie gras. Bastou os criadores informarem que aqueles animais não padecem para produzir fígado para o foie gras para VEJA repassar essa informação aos leitores. E convidá-los à mesa. Antes de fazer esse convite, a revista não deveria verificar a informação?
Carlos Bruno Mundstock
Santa Rosa, RS

O foie gras é resultado de um processo em que gansos e patos de 3 a 4 meses são submetidos por duas a três semanas a uma alimentação forçada de 1 quilo por dia, entre cereais e banha, com o auxílio de uma bomba e um tubo enfiado em sua garganta. Obviamente, os animais sentem vontade de expelir o alimento, porém um anel impede que isso aconteça. Dessa forma, após esse período, caso o animal não morra de pneumonia ou falência múltipla, os criadores "sacrificam-no", quando ele já mal consegue caminhar e respirar. O foie gras não é um alimento saudável, como os produtores Marcondes Aurélio Moser e André Grutzmacher afirmam, pois 85% das calorias são oriundas da gordura, ou seja, é um prato "sofisticado" cheio de colesterol. Tanta é a tortura que a Alemanha, a Dinamarca, a Noruega e a Polônia baniram o foie gras, e Israel fará o mesmo a partir de 2005.
Helen Hwang
São Paulo, SP

 

VEJA

Gostaria de parabenizá-los pela edição 1.833 (17 de dezembro), excepcional. A revista, de cabo a rabo, revelou-se extremamente interessante em todas as reportagens, em suas 206 páginas! Oxalá continuem nos brindando com edições de mesmo quilate.
Marcos Vinicio Fernandes Lage
São Luís, MA

 

CORREÇÕES: Diferentemente do que foi publicado na edição regional Veja Mais Curitiba (dezembro de 2003), o preço do pacote Dimagrire, da clínica Dicorp, é 1.350 reais, e não 2.416. O preço da papete Rider Sander Expedition é 49,90 reais, e não 36,90. As locações na loja Planeta DVD custam 3,50 e 4,50 reais, e não apenas 3,50, conforme publicado na regional Veja Mais Belo Horizonte (dezembro de 2003). O Movimento em Prol da Vida (www.movitae.bio.br) é uma associação civil sem fins lucrativos de estudantes, familiares, pacientes e cientistas que luta pela liberação das células embrionárias para fins terapêuticos, e não uma instituição que aceita deficientes (Cartas, 17 de dezembro).

 

 
DIETA DE SOUTH BEACH

Onze leitores escreveram para tecer comentários ou solicitar outras informações sobre a dieta de South Beach, criada pelo cardiologista americano Arthur Agatston (Amarelas, 10 de dezembro). "Gostaria de saber onde pode ser encontrada a dieta que faz tanto sucesso nos Estados Unidos", escreveu Marília Alves de Oliveira, de Caçapava, São Paulo. Flávio Mascarenhas, de Votorantim, interior paulista, também demonstrou interesse: "Como podemos conseguir mais informações sobre esse regime? A entrevista não informa os possíveis 'canais' ou 'vias' para obter mais dados". A dieta está no livro A Dieta de South Beach, que figura pela sétima semana na coluna Os Mais Vendidos, elaborada por VEJA. A obra pode ser adquirida no site da editora Sextante, responsável pela edição: www.esextante.com.br. A reportagem "Minha proteína é melhor que a sua" (3 de setembro) faz um comparativo com o regime de Atkins.

 

FALTOU UMA ESTRELA

O leitor Julio Cesar Campanhã notou uma falha no material de divulgação do game Fifa 2004 citado na reportagem "O campeão do lazer" (26 de novembro). "A foto de Ronaldinho Gaúcho mostra apenas quatro estrelas na camiseta. Essa edição do jogo é o Fifa 2004, então ele deveria estar com cinco estrelas na camiseta", reclamou, com razão, Julio Cesar. "No caso de Ronaldinho, a Electronic Arts optou por utilizar a camisa usada por ele na Copa de 2002, representando o momento em que seu talento foi reconhecido pelo mundo todo. Por isso, aparecem quatro estrelas, e não as cinco atuais", explica Daddy Mallagoli, da assessoria brasileira da empresa. Maiores informações sobre o jogo podem ser obtidas no site oficial: www.fifa2004.ea.com.

 

LFI

Na seção VEJA Recomenda da edição de 26 de novembro foi mencionado o DVD Live 2003 (EMI), da banda de rock inglesa Coldplay. A legenda da foto – que ilustrou a nota – causou espanto entre os fãs do grupo. "A foto mostra o guitarrista Jonny Buckland, e não Chris Martin", escreveu o leitor Leonardo Atem, de Fortaleza. Anna Lemos Aguiar, de Monte Dourado, no Pará, também percebeu o erro e observou que "Chris Martin não é guitarrista, e sim pianista". Na realidade o cantor e líder do Coldplay toca os dois instrumentos, como explica a leitora Carolina Toscano, de São Paulo: "Além de vocalista e guitarrista, Martin é também o pianista da banda". O site www.coldplay.com traz informações sobre shows, discografia e fotos do grupo.

 

 
 
 
 
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