Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 723 - 24 de outubro de 2001
Artes e Espetáculos Cinema
 

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Geral
Internacional
Especial
Guia
Artes e Espetáculos
  O rap cubano do grupo Orishas
O Clone: boa audiência e produção ruim
Gugu diz que recebeu carta de Nossa Senhora
O dublê do saci do Sítio do Picapau Amarelo
Lavoura Arcaica, de Luiz Fernando Carvalho
A Conspiração, com Jeff Bridges
JK - O Artista do Impossível
Uma biografia do jornalista David Nasser

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Hipertexto
VEJA on-line
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Digite uma ou mais palavras:

Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Reportagens de capa 2000 | 2001
Entrevistas
2000 | 2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

Sexo e política

A Conspiração suscita
questões interessantes

Isabela Boscov

Joan Allen: a senadora da orgia

Na trama fictícia de A Conspiração (The Contender, Estados Unidos, 2000), o vice-presidente americano morre e o presidente tem de indicar um substituto. Num lance que cheira a demagogia, ele descarta os nomes mais prováveis e escolhe uma mulher – Laine Hanson, uma senadora que trocou o Partido Republicano pelo Democrata. Só falta o Congresso ratificar a decisão. E aí a coisa pega: um adversário desencava fotos que mostram Laine em uma orgia sexual, nos tempos de faculdade. Argüida a esse respeito, contudo, ela só tem uma resposta: nada a declarar. Rigorosamente nada – e a crise está armada. Convém ignorar o tom edificante e mão-pesada do filme, que estréia nesta sexta-feira em São Paulo e no Rio. Por trás dele há questões de interesse genuíno – as diferentes medidas aplicadas a homens e mulheres, ou a legitimidade de julgar a carreira pública segundo o que ocorre entre quatro paredes. Joan Allen mostra competência no papel da senadora, e o inglês Gary Oldman se diverte como o político conservador que arquiteta a destruição da rival. O melhor de todos, porém, é Jeff Bridges. Ele dá um baile como o presidente que fornece a corda a quem queira enforcar-se e disfarça sua argúcia sob a aparência de um sujeito guloso e bonachão.



   
canaldecompras
O que é canal de compras
CDs DVDs Vídeos
Saraiva.com.br
 
Livros
Saraiva.com.br
Livraria Nobel
 
Ingressos
Fun by Net
 
   
  voltar
   
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS