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Cartas
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"Equilíbrio
mental é aprender a ser feliz sem ferir o outro, mesmo
que ambos tenham conceitos diferentes de felicidade."
Bruno Tillmann
Rio
de Janeiro, RJ |
Equilíbrio
emocional
Surpreendi-me com a riqueza das informações da reportagem
"A conquista do equilíbrio da mente" (17 de setembro). Tenho
31 anos, sofro de depressões muito fortes, trato-me há
mais de dez anos. Não li a matéria apenas porque ela
fala do meu problema, mas pela carga de informações
construtivas, atuais, que nos enriquecem e nos deixam antenados
com tudo o que acontece no Brasil e no mundo. Parabéns, VEJA,
pelo belíssimo trabalho.
Geraldo Duarte Pinheiro Jr.
Natal,
RN
Martin
Seligman e George Valliant estão com toda a razão.
Sou um exemplo vivo de toda essa "teoria". Antes eu era um adolescente
com um nível de timidez extremo, patológico mesmo.
Beirava o pânico, nas situações em que tinha
de me relacionar com muita gente. Hoje, aos 42 anos, tiro isso de
letra: administro uma pousada de minha propriedade onde minha "matéria-prima"
de trabalho é gente. Tornei-me também professor, profissão
em que a comunicação "desenrolada" é primordial.
Quer dizer: vivo cercado de pessoas e me comunico com todas elas
sem nenhum entrave. Tudo isso sem medos nem inseguranças.
Francisco
Antonio Nilber Santiago Barroso
Canindé, CE
Não
é à custa da prescrição e do consumo
de medicamentos para depressão, ansiolíticos etc.
que tornaremos melhor a saúde pública ou o mundo.
Esquecem esses profissionais os inúmeros efeitos adversos
que cada medicamento possui? Esquecem que esses medicamentos são
indicados, preferencialmente, para curto período de tratamento?
Maike L.F. Krausser
Blumenau,
SC
Ainda
existem pessoas que torcem o nariz quando o assunto é livro
de auto-ajuda. Pensam que tais livros são coisa redundante,
óbvia e inútil. Mesmo assim, quando resolvem arriscar,
ficam surpresas: eles realmente funcionam! Consigo controlar a ansiedade
e, conseqüentemente, ser uma pessoa melhor graças a
esse tipo de leitura. Procurar ajuda quando ela é necessária
é sinal de saúde. São matérias como
essa que fazem de VEJA uma revista maravilhosa.
Marcelo de Oliveira
Barretos,
SP
"A
conquista do equilíbrio da mente" deveria ser uma prática
obrigatória em toda e qualquer idade. Só quando os
homens serenarem sua mente e aquietarem seus pensamentos brotará,
em cada um, a ternura, esse sentimento capaz de modificar os seres
no que eles têm de mais precioso: a vida e seu sentido.
Mirna Machado
Guarulhos,
SP
Parabéns,
VEJA, por sua ousadia! Há muitas famílias que querem
adotar crianças grandes mas temem pelos seus traumas passados,
que, segundo Freud, afetam toda a vida adulta das pessoas. A ousadia
dos psicólogos que negam os dogmas de Freud é bem-vinda
em favor também das crianças que foram negligenciadas
por longos anos e, no entanto, se adaptaram às famílias
que as acolheram, seguindo seu desenvolvimento saudável,
conforme pesquisa recém-concluída por mim.
Rejane
Pires
João
Pessoa, PB
Alan
Dershowitz
Cesare Beccaria, filósofo italiano, foi a primeira voz a
se levantar contra práticas de tortura e outras aberrações
jurídicas às quais a humanidade estava submetida em
meados do século XVIII. Eis que agora, em pleno século
XXI, o dito "mais célebre advogado americano", Alan Dershowitz,
vem dizer através de um infeliz eufemismo que "regras democráticas
para o uso da força física nos interrogatórios"
devem ser adotadas. O senhor Dershowitz se esquece de que a tortura,
além de inútil e hedionda, é inadmissível
em qualquer situação. Precisamos de justiça
e paz por meio de métodos limpos e eficazes, não de
um retorno à barbárie (Amarelas, 17 de setembro).
Károly Agra
Campina
Grande, PB
Parabéns,
doutor Dershowitz. Somente pessoas maduras e corajosas como o senhor
para fazer declarações desse tipo. Tomara que suas
palavras cheguem a muita gente que merece ver e ouvir tudo isso.
Marcio Maurino Ferreira
Lages,
SC
O brilhante advogado americano Dershowitz, de origem judaica, mostra
por que é um guerrilheiro dos tribunais internacionais: pela
sua enorme capacidade de torcer ou omitir fatos. Dizer que Arafat
é um assassino de massas é tão hipócrita
quanto negar simultaneamente o terrorismo dos terroristas da Havanag
e Irgum, nos idos de 1945 até 1948. Comparar o Tibete e seu
povo ao povo palestino demonstra mais ainda a falta de cultura oriental
desse senhor, pois os soldados chineses não entravam no Tibete
para matar civis, derrubar seus prédios, hospitais, escolas
e assaltar os bancos como o exército de Israel faz nas cidades
de Jenin, Gaza, Ramallah, Tulkarem.
Nabil Sayegh
Brasília,
DF
À
primeira vista, as opiniões do advogado Alan Dershowitz parecem
ser corajosas, mas uma das respostas em especial dá uma pista
de que suas bravatas podem ser apenas declarações
inconseqüentes de um franco-atirador que vive da badalação
em torno de seu nome. Questionado sobre o atentado que matou o embaixador
Sérgio Vieira de Mello, em Bagdá, o advogado diz que
o brasileiro foi morto porque o Brasil tem ações que
encorajam o terrorismo. Ora, todo mundo sabe que o atentado em questão
não foi contra o Brasil. Possivelmente, seus idealizadores
nem soubessem da nacionalidade de Sérgio Vieira de Mello.
O alvo era a ONU (que permitiu o embargo de dez anos ao Iraque),
os Estados Unidos ou o Ocidente como um todo.
Luiz Carlos Gonçalves
Divinópolis,
MG
Não
gostei do que li. Entretanto, serve como parâmetro para o
leitor mais astuto saber o que não deve apoiar. Yasser Arafat
é criminoso? E o que dizer do Menahem Beguin, guerrilheiro
da fundação do Estado de Israel? Daquele sob cujo
manto protetor houve o massacre de civis e de cavalos (cavalos,
sim!) palestinos de Shabra e Chatila, no sul do Líbano, no
início dos anos 80? Claro que Yasser Arafat não é
um santo. Mas devemos ter muito cuidado ao estimular o ódio
com esse tipo de opinião.
Constantinos
Dimitrios Lambrinidis
São Paulo, SP
Vinho
Com satisfação, li a matéria sobre vinhos argentinos
("O sucesso do vizinho", 17 de setembro). Recentemente, em viagem
ao país vizinho, pude constatar que lá existem ótimas
alternativas a preços muito razoáveis. Por outro lado,
no Brasil, a maioria dos restaurantes ainda não compreendeu
que nem todos os apreciadores da bebida são milionários.
Por pura ganância, aplicam margens de até 300% nos
preços dos mesmos produtos que encontramos nos supermercados.
Perdem os clientes, que não podem apreciar a refeição
acompanhada de um bom vinho, e perdem os próprios estabelecimentos,
que poderiam lucrar com uma margem mais razoável.
José Eduardo Haerdy
Rio
de Janeiro, RJ
Turismo
Enquanto há crianças, velhos e jovens passando fome,
sem tomar banho nem ter casa para morar, tem cachorros em hotéis
cinco-estrelas, com perfumes, babá e cama. Eu prefiro pagar
para humanos a paparicar cachorro ("Na Europa, com lulu", 17 de
setembro).
Filipe
Augusto Pinhatti
Caraguatatuba, SP
Animais
também têm vida. Se uma pessoa pode pagar grande quantia
para ter luxo, por que não fazê-lo para seu animal
também? Concordo que existem muitas pessoas que não
têm conforto e muito menos comida, mas, se uma pessoa ama
seu animal e pode pagar, acho que tem o direito de usufruir o próprio
conforto com o bichinho de estimação.
Ingrid Amaral Louro
Caraguatatuba,
SP
Na
Alemanha, a grande maioria de pousadas, pensões e até
hotéis de luxo aceita cães como hóspede sem
problemas. Os animais podem nos acompanhar a quase todos os lugares.
Vamos à praia com nosso cachorro, a restaurantes, barzinhos,
e geralmente os garçons lhes trazem uma vasilha com água.
Além disso, andamos com eles de trem, metrô e ônibus.
Condição importante é que o animal, não
importa raça ou tamanho, tenha bons modos. Por isso, as escolas
para cães aqui são levadas a sério e se investe
pesado em educação do cão em seu primeiro ano
de vida, de modo que ele possa nos acompanhar em todos esses lugares.
Exceções são museus, supermercados, padarias,
açougues, mercearias e hospitais ou consultórios médicos.
Monica
Holtz
Darmstadt, Alemanha
Governo
Fiquei indignado ao ler que o PT partidariza a máquina administrativa
do Brasil. Foi o que fez o PRI no México e o Pasok (Partido
Socialista) no meu país, a Grécia. A lógica
por trás dessas ações tem a ver com a natureza
da esquerda e sua ideologia, nada democrática, cujas origens
se encontram na infame ditadura do proletariado, que Lênin
impôs à Rússia em 1917. O triste resultado,
se o Brasil seguir nesse caminho, será um país mais
corrupto e mais injusto que nunca.
Stergios
Kaprinis
Thessaloniki, Grécia
Ministério
Não acho "confuso" o processo democrático. Acho dialético.
O que o ministro Cristovam Buarque vive é a contradição
entre o que é ideologicamente desejável para a educação
(e isso ele sabe como ninguém) e o que é burocraticamente
possível dentro das limitações orçamentárias
da máquina administrativa do governo. Passeatas de estudantes
(que por sinal estão bem mais raras ultimamente do que no
tempo em que eu estudava e elas eram proibidas) são manifestações
bem-vindas num país que busca a excelência de um sistema
de ensino garantidor de um futuro digno para todos ("O governo de
oposição", 17 de setembro).
Maria Silvia Gonçalves
São Paulo, SP
Roraima
É
nauseante ler mais uma vez sobre a malversação do
dinheiro público. Num Estado (ou na prática seria
ainda um Território?) que em nada colabora para o crescimento
do país, vemos os políticos de sempre apropriando-se
do (escasso) dinheiro que seria usado em benefício da população.
O Ministério Público precisa agir rápido ("Um
governo infestado de gafanhotos", 17 de setembro).
Emerson
Zanoni
Curitiba, PR
O
que mais me deixa indignada é saber que todas essas cifras
desviadas não retornarão aos cofres públicos,
como tantas já furtadas em outras localidades de nosso Brasil.
Denúncias são formalizadas, comprovadas, mas tudo
termina em pizza, mesmo que os responsáveis sejam identificados.
O povo honesto e trabalhador é que fica lesado. E os hospitais,
as escolas, a segurança pública funcionando em condições
precárias. Onde está a Justiça deste país?
Magnolia
Rocha
Boa Vista, RR
Na
reportagem "Um governo infestado de gafanhotos", VEJA cita três
conselheiros do Tribunal de Contas de Roraima envolvidos com o noticiado
esquema sem, entretanto, nominá-los, causando constrangimento
a todos os magistrados que integram esta corte e que mantêm
uma conduta ilibada. Em 18 de setembro de 2002 este presidente,
enquanto conselheiro na função de relator, propôs
a instalação de auditoria nas folhas de pagamento
do governo do Estado de Roraima, após tomar conhecimento,
via internet, das supostas irregularidades, que consubstanciou no
processo nº 0594/2002-TCE/RR, cuja relatoria pertence ao digno
membro desta Casa de Contas, conselheiro Lauro Moreira. Cumpre acrescentar
que, como é cediço, os processos de apuração
de irregularidades têm prazos constitucionais e legais que
não podem ser descumpridos, daí o não julgamento
até a presente data; sobretudo, faz-se necessário
destacar que os trabalhos estão bastante adiantados e que
em breve este areópago divulgará o julgamento do mesmo.
Assim, imputar conduta delituosa a quem quer que seja constitui
ofensa ao princípio da presunção de inocência,
resguardado pela Carta Republicana de 1988, posto que a reportagem
em comento se refere a informações obtidas por meio
de inquérito ainda não concluído, o que nos
faz crer ser imprudente a divulgação das mesmas. Além
disso, para que possamos considerar qualquer um dos supostos envolvidos
culpado, a Procuradoria Geral da República deverá
ajuizar ação judicial e esta ser julgada, o que não
ocorreu até o presente momento.
Essen
Pinheiro Filho
Conselheiro-presidente do TCE/RR
Boa Vista, RR
Tratamento
dentário
A tecnologia não eliminará o medo do tratamento. Só
um trabalho individualizado é que fará o paciente
se sentir melhor diante da situação ("O fim da tortura.
Ou quase", 17 de setembro). O tratamento odontológico pode
ser realizado sem "a tortura", se o profissional fizer um trabalho
personalizado, respeitando a individualidade de cada pessoa. Podendo-se,
também, utilizar de técnicas de relaxamento ou mesmo
da hipnose, se for o caso. O elo de confiança entre o profissional
e o paciente ajuda a acabar com o medo do tratamento. Duas situações
são bastante freqüentes entre os pacientes: uma é
o medo natural com relação ao tratamento odontológico,
a outra é a vergonha de demonstrar esse medo. Mais sobre
o assunto no site (http://www.
dentistasemmedo.kit.net).
Doutora
Marly da Silva Rodrigues, cirurgiã-dentista
São Paulo, SP
O
custo dessa aparelhagem para o cirurgião-dentista, e conseqüentemente
para o cliente, com certeza é bastante elevado e não
condiz com a realidade da maioria dos brasileiros. Felizmente, nós,
profissionais da saúde bucal, podemos proporcionar à
população tratamentos de altíssima qualidade
graças a essas "geringonças" e ao alto nível
da odontologia brasileira. Nesse caso, o cliente deveria amar o
dentista, e não odiá-lo.
Karina
Monney Peixoto Ferrão de Azevedo, cirurgiã-dentista
São Paulo, SP
Diogo
Mainardi
A coluna de Diogo Mainardi ("Petista à força", 17
de setembro) traz um esclarecimento valioso para quem se entrega
aos duvidosos métodos de conversão. E remete os leitores
para o dilema: o "dízimo petista" provoca esses estragos
compulsórios. E quais não serão os danos das
doações de campanhas políticas, geradoras de
influências administrativas, corrupção pública
e impunidade de seus agentes?
Espedito Tavares
Natal, RN
Diogo
Mainardi é essencial. Com percepção e sarcasmo
paquidérmico, leva-nos a refletir sobre fatos ridículos,
que transformam nosso cotidiano num circo. Provoca, ao mesmo tempo,
indignação e risos. Às vezes, gargalhadas histéricas.
Allan
Robert Paula de Jesus
Piacenza,
Itália
Na
edição 1 814, Diogo Mainardi realizou em sua coluna
("Estou com os paraplégicos", 6 de agosto) um excelente relato
comparativo do desempenho das atletas paraolímpicas Ádria
Santos e Roseane Ferreira dos Santos em Sydney em relação
ao dos atletas olímpicos. Sua coluna sem dúvida foi
grande aliada para divulgar o desporto paraolímpico.
Gisliene
Hesse
Coordenadora
de comunicação do CPB
comunicacao@cpb.org.br
Gugu
e PCC
Além do PCC Primeiro Comando da Capital , existe
no Brasil outra facção não tão divulgada
como a referida, mas nem por isso menos prejudicial. É o
PCA Primeiro Comando da Audiência ("Domingo ilegal",
17 de setembro)!
Patrick
Gleber
Cajazeiras, PB
Roberto
Pompeu de Toledo
O 11 de setembro, durante quase toda a história moderna,
é lembrado por acontecimentos desastrosos, mas aqui, no Brasil,
ele tem um gostinho muito especial: o nascimento de uma super-revista,
a nº 1 do Brasil. Esse, sim, é o melhor dos motivos
para nós, brasileiros, recordarmos com grande satisfação
(Ensaio "O outro 11 de setembro", 17 de outubro).
Vitor
Oliveira Ferri
Cariacica, E.S.
Stephen
Kanitz
O brilhante Stephen Kanitz nos brinda com um artigo inteligente
e, ao mesmo tempo, um alerta ao mundo ("O perigo dos '6 Sigma'",
Ponto de vista, 17 de setembro). Estamos literalmente em cima de
um barril de pólvora, que a qualquer momento pode explodir,
dizimando por completo a espécie humana. Só Deus pode
segurar o ímpeto doentio provocado por um fanatismo tão
grande.
Antonio
Néres
Dourados, MS
Os
35 anos de VEJA
Por acompanhar com precisão e argúcia os fatos que
moveram as coisas de nosso país e de parte do mundo, numa
rica trajetória de 35 anos de história, sejam destinados
a VEJA os mais efusivos aplausos.
Ivonilson
Magalhães, professor e escritor
Criciúma, SC
Senhor
Roberto Civita, receba os cumprimentos da diretoria da Aplub pela
passagem do aniversário de fundação da revista
VEJA, extensivo a sua equipe, com votos de sucesso crescente.
Luiz
Ernesto Both
Diretor-presidente
Porto Alegre, RS
CORREÇÕES: Antonio Carlos
Magalhães é senador (PFL-BA), e não deputado
federal, como informou a coluna Veja essa (17 de setembro).
Diferentemente do que foi publicado na seção Datas
(17 de setembro), a jogadora Leila foi parceira de Sandra Pires
quando começou a jogar vôlei de praia. Mônica
Rodrigues foi sua última parceira.
O nome da organização citada pelo leitor Nabil Sayegh
nesta seção (pág. 27) é Haganah, e não
Havanag, como foi grafado.
| No
rastro da gata |
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A
nota "Mostrando o jogo" (Gente,
10 de setembro) informou que Milene Domingues,
mulher do craque Ronaldo, do Real Madrid e da seleção
brasileira, em breve mostraria nas páginas da
revista VIP "o rastro de duas patinhas" tatuadas
logo acima de sua perna esquerda. Atento, o leitor Almir
Esquárcio, de Belo Horizonte (MG), percebeu que
a trilha ia além: "um olhar aguçado identifica
três patinhas". Errou, mas está na pista
certa. Quem comprar a edição de outubro
da revista (nas bancas nesta quarta-feira) poderá
confirmar que são quatro, e não três
ou duas, as patinhas tatuadas.
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