Edição 1821 . 24 de setembro de 2003

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Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
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Cartas

 
"Equilíbrio mental é aprender a ser feliz sem ferir o outro, mesmo que ambos tenham conceitos diferentes de felicidade."
Bruno Tillmann
Rio de Janeiro, RJ

 

Equilíbrio emocional

Surpreendi-me com a riqueza das informações da reportagem "A conquista do equilíbrio da mente" (17 de setembro). Tenho 31 anos, sofro de depressões muito fortes, trato-me há mais de dez anos. Não li a matéria apenas porque ela fala do meu problema, mas pela carga de informações construtivas, atuais, que nos enriquecem e nos deixam antenados com tudo o que acontece no Brasil e no mundo. Parabéns, VEJA, pelo belíssimo trabalho.
Geraldo Duarte Pinheiro Jr.
Natal, RN

Martin Seligman e George Valliant estão com toda a razão. Sou um exemplo vivo de toda essa "teoria". Antes eu era um adolescente com um nível de timidez extremo, patológico mesmo. Beirava o pânico, nas situações em que tinha de me relacionar com muita gente. Hoje, aos 42 anos, tiro isso de letra: administro uma pousada de minha propriedade onde minha "matéria-prima" de trabalho é gente. Tornei-me também professor, profissão em que a comunicação "desenrolada" é primordial. Quer dizer: vivo cercado de pessoas e me comunico com todas elas sem nenhum entrave. Tudo isso sem medos nem inseguranças.
Francisco Antonio Nilber Santiago Barroso
Canindé, CE

Não é à custa da prescrição e do consumo de medicamentos para depressão, ansiolíticos etc. que tornaremos melhor a saúde pública ou o mundo. Esquecem esses profissionais os inúmeros efeitos adversos que cada medicamento possui? Esquecem que esses medicamentos são indicados, preferencialmente, para curto período de tratamento?
Maike L.F. Krausser
Blumenau, SC

Ainda existem pessoas que torcem o nariz quando o assunto é livro de auto-ajuda. Pensam que tais livros são coisa redundante, óbvia e inútil. Mesmo assim, quando resolvem arriscar, ficam surpresas: eles realmente funcionam! Consigo controlar a ansiedade e, conseqüentemente, ser uma pessoa melhor graças a esse tipo de leitura. Procurar ajuda quando ela é necessária é sinal de saúde. São matérias como essa que fazem de VEJA uma revista maravilhosa.
Marcelo de Oliveira
Barretos, SP

"A conquista do equilíbrio da mente" deveria ser uma prática obrigatória em toda e qualquer idade. Só quando os homens serenarem sua mente e aquietarem seus pensamentos brotará, em cada um, a ternura, esse sentimento capaz de modificar os seres no que eles têm de mais precioso: a vida e seu sentido.
Mirna Machado
Guarulhos, SP

Parabéns, VEJA, por sua ousadia! Há muitas famílias que querem adotar crianças grandes mas temem pelos seus traumas passados, que, segundo Freud, afetam toda a vida adulta das pessoas. A ousadia dos psicólogos que negam os dogmas de Freud é bem-vinda em favor também das crianças que foram negligenciadas por longos anos e, no entanto, se adaptaram às famílias que as acolheram, seguindo seu desenvolvimento saudável, conforme pesquisa recém-concluída por mim.
Rejane Pires
João Pessoa, PB

 

Alan Dershowitz

Cesare Beccaria, filósofo italiano, foi a primeira voz a se levantar contra práticas de tortura e outras aberrações jurídicas às quais a humanidade estava submetida em meados do século XVIII. Eis que agora, em pleno século XXI, o dito "mais célebre advogado americano", Alan Dershowitz, vem dizer através de um infeliz eufemismo que "regras democráticas para o uso da força física nos interrogatórios" devem ser adotadas. O senhor Dershowitz se esquece de que a tortura, além de inútil e hedionda, é inadmissível em qualquer situação. Precisamos de justiça e paz por meio de métodos limpos e eficazes, não de um retorno à barbárie (Amarelas, 17 de setembro).
Károly Agra
Campina Grande, PB

Parabéns, doutor Dershowitz. Somente pessoas maduras e corajosas como o senhor para fazer declarações desse tipo. Tomara que suas palavras cheguem a muita gente que merece ver e ouvir tudo isso.
Marcio Maurino Ferreira
Lages, SC

O brilhante advogado americano Dershowitz, de origem judaica, mostra por que é um guerrilheiro dos tribunais internacionais: pela sua enorme capacidade de torcer ou omitir fatos. Dizer que Arafat é um assassino de massas é tão hipócrita quanto negar simultaneamente o terrorismo dos terroristas da Havanag e Irgum, nos idos de 1945 até 1948. Comparar o Tibete e seu povo ao povo palestino demonstra mais ainda a falta de cultura oriental desse senhor, pois os soldados chineses não entravam no Tibete para matar civis, derrubar seus prédios, hospitais, escolas e assaltar os bancos como o exército de Israel faz nas cidades de Jenin, Gaza, Ramallah, Tulkarem.
Nabil Sayegh
Brasília, DF

À primeira vista, as opiniões do advogado Alan Dershowitz parecem ser corajosas, mas uma das respostas em especial dá uma pista de que suas bravatas podem ser apenas declarações inconseqüentes de um franco-atirador que vive da badalação em torno de seu nome. Questionado sobre o atentado que matou o embaixador Sérgio Vieira de Mello, em Bagdá, o advogado diz que o brasileiro foi morto porque o Brasil tem ações que encorajam o terrorismo. Ora, todo mundo sabe que o atentado em questão não foi contra o Brasil. Possivelmente, seus idealizadores nem soubessem da nacionalidade de Sérgio Vieira de Mello. O alvo era a ONU (que permitiu o embargo de dez anos ao Iraque), os Estados Unidos ou o Ocidente como um todo.
Luiz Carlos Gonçalves
Divinópolis, MG

Não gostei do que li. Entretanto, serve como parâmetro para o leitor mais astuto saber o que não deve apoiar. Yasser Arafat é criminoso? E o que dizer do Menahem Beguin, guerrilheiro da fundação do Estado de Israel? Daquele sob cujo manto protetor houve o massacre de civis e de cavalos (cavalos, sim!) palestinos de Shabra e Chatila, no sul do Líbano, no início dos anos 80? Claro que Yasser Arafat não é um santo. Mas devemos ter muito cuidado ao estimular o ódio com esse tipo de opinião.
Constantinos Dimitrios Lambrinidis
São Paulo, SP

 

Vinho

Com satisfação, li a matéria sobre vinhos argentinos ("O sucesso do vizinho", 17 de setembro). Recentemente, em viagem ao país vizinho, pude constatar que lá existem ótimas alternativas a preços muito razoáveis. Por outro lado, no Brasil, a maioria dos restaurantes ainda não compreendeu que nem todos os apreciadores da bebida são milionários. Por pura ganância, aplicam margens de até 300% nos preços dos mesmos produtos que encontramos nos supermercados. Perdem os clientes, que não podem apreciar a refeição acompanhada de um bom vinho, e perdem os próprios estabelecimentos, que poderiam lucrar com uma margem mais razoável.
José Eduardo Haerdy
Rio de Janeiro, RJ

 

Turismo

Enquanto há crianças, velhos e jovens passando fome, sem tomar banho nem ter casa para morar, tem cachorros em hotéis cinco-estrelas, com perfumes, babá e cama. Eu prefiro pagar para humanos a paparicar cachorro ("Na Europa, com lulu", 17 de setembro).
Filipe Augusto Pinhatti
Caraguatatuba, SP

Animais também têm vida. Se uma pessoa pode pagar grande quantia para ter luxo, por que não fazê-lo para seu animal também? Concordo que existem muitas pessoas que não têm conforto e muito menos comida, mas, se uma pessoa ama seu animal e pode pagar, acho que tem o direito de usufruir o próprio conforto com o bichinho de estimação.
Ingrid Amaral Louro
Caraguatatuba, SP

Na Alemanha, a grande maioria de pousadas, pensões e até hotéis de luxo aceita cães como hóspede sem problemas. Os animais podem nos acompanhar a quase todos os lugares. Vamos à praia com nosso cachorro, a restaurantes, barzinhos, e geralmente os garçons lhes trazem uma vasilha com água. Além disso, andamos com eles de trem, metrô e ônibus. Condição importante é que o animal, não importa raça ou tamanho, tenha bons modos. Por isso, as escolas para cães aqui são levadas a sério e se investe pesado em educação do cão em seu primeiro ano de vida, de modo que ele possa nos acompanhar em todos esses lugares. Exceções são museus, supermercados, padarias, açougues, mercearias e hospitais ou consultórios médicos.
Monica Holtz
Darmstadt, Alemanha

 

Governo

Fiquei indignado ao ler que o PT partidariza a máquina administrativa do Brasil. Foi o que fez o PRI no México e o Pasok (Partido Socialista) no meu país, a Grécia. A lógica por trás dessas ações tem a ver com a natureza da esquerda e sua ideologia, nada democrática, cujas origens se encontram na infame ditadura do proletariado, que Lênin impôs à Rússia em 1917. O triste resultado, se o Brasil seguir nesse caminho, será um país mais corrupto e mais injusto que nunca.
Stergios Kaprinis
Thessaloniki, Grécia

 

Ministério

Não acho "confuso" o processo democrático. Acho dialético. O que o ministro Cristovam Buarque vive é a contradição entre o que é ideologicamente desejável para a educação (e isso ele sabe como ninguém) e o que é burocraticamente possível dentro das limitações orçamentárias da máquina administrativa do governo. Passeatas de estudantes (que por sinal estão bem mais raras ultimamente do que no tempo em que eu estudava e elas eram proibidas) são manifestações bem-vindas num país que busca a excelência de um sistema de ensino garantidor de um futuro digno para todos ("O governo de oposição", 17 de setembro).
Maria Silvia Gonçalves
São Paulo, SP

 

Roraima

É nauseante ler mais uma vez sobre a malversação do dinheiro público. Num Estado (ou na prática seria ainda um Território?) que em nada colabora para o crescimento do país, vemos os políticos de sempre apropriando-se do (escasso) dinheiro que seria usado em benefício da população. O Ministério Público precisa agir rápido ("Um governo infestado de gafanhotos", 17 de setembro).
Emerson Zanoni
Curitiba, PR

O que mais me deixa indignada é saber que todas essas cifras desviadas não retornarão aos cofres públicos, como tantas já furtadas em outras localidades de nosso Brasil. Denúncias são formalizadas, comprovadas, mas tudo termina em pizza, mesmo que os responsáveis sejam identificados. O povo honesto e trabalhador é que fica lesado. E os hospitais, as escolas, a segurança pública funcionando em condições precárias. Onde está a Justiça deste país?
Magnolia Rocha
Boa Vista, RR

Na reportagem "Um governo infestado de gafanhotos", VEJA cita três conselheiros do Tribunal de Contas de Roraima envolvidos com o noticiado esquema sem, entretanto, nominá-los, causando constrangimento a todos os magistrados que integram esta corte e que mantêm uma conduta ilibada. Em 18 de setembro de 2002 este presidente, enquanto conselheiro na função de relator, propôs a instalação de auditoria nas folhas de pagamento do governo do Estado de Roraima, após tomar conhecimento, via internet, das supostas irregularidades, que consubstanciou no processo nº 0594/2002-TCE/RR, cuja relatoria pertence ao digno membro desta Casa de Contas, conselheiro Lauro Moreira. Cumpre acrescentar que, como é cediço, os processos de apuração de irregularidades têm prazos constitucionais e legais que não podem ser descumpridos, daí o não julgamento até a presente data; sobretudo, faz-se necessário destacar que os trabalhos estão bastante adiantados e que em breve este areópago divulgará o julgamento do mesmo. Assim, imputar conduta delituosa a quem quer que seja constitui ofensa ao princípio da presunção de inocência, resguardado pela Carta Republicana de 1988, posto que a reportagem em comento se refere a informações obtidas por meio de inquérito ainda não concluído, o que nos faz crer ser imprudente a divulgação das mesmas. Além disso, para que possamos considerar qualquer um dos supostos envolvidos culpado, a Procuradoria Geral da República deverá ajuizar ação judicial e esta ser julgada, o que não ocorreu até o presente momento.
Essen Pinheiro Filho
Conselheiro-presidente do TCE/RR
Boa Vista, RR

 

Tratamento dentário

A tecnologia não eliminará o medo do tratamento. Só um trabalho individualizado é que fará o paciente se sentir melhor diante da situação ("O fim da tortura. Ou quase", 17 de setembro). O tratamento odontológico pode ser realizado sem "a tortura", se o profissional fizer um trabalho personalizado, respeitando a individualidade de cada pessoa. Podendo-se, também, utilizar de técnicas de relaxamento ou mesmo da hipnose, se for o caso. O elo de confiança entre o profissional e o paciente ajuda a acabar com o medo do tratamento. Duas situações são bastante freqüentes entre os pacientes: uma é o medo natural com relação ao tratamento odontológico, a outra é a vergonha de demonstrar esse medo. Mais sobre o assunto no site (http://www. dentistasemmedo.kit.net).
Doutora Marly da Silva Rodrigues, cirurgiã-dentista
São Paulo, SP

O custo dessa aparelhagem para o cirurgião-dentista, e conseqüentemente para o cliente, com certeza é bastante elevado e não condiz com a realidade da maioria dos brasileiros. Felizmente, nós, profissionais da saúde bucal, podemos proporcionar à população tratamentos de altíssima qualidade graças a essas "geringonças" e ao alto nível da odontologia brasileira. Nesse caso, o cliente deveria amar o dentista, e não odiá-lo.
Karina Monney Peixoto Ferrão de Azevedo, cirurgiã-dentista
São Paulo, SP

 

Diogo Mainardi

A coluna de Diogo Mainardi ("Petista à força", 17 de setembro) traz um esclarecimento valioso para quem se entrega aos duvidosos métodos de conversão. E remete os leitores para o dilema: o "dízimo petista" provoca esses estragos compulsórios. E quais não serão os danos das doações de campanhas políticas, geradoras de influências administrativas, corrupção pública e impunidade de seus agentes?
Espedito Tavares
Natal, RN

Diogo Mainardi é essencial. Com percepção e sarcasmo paquidérmico, leva-nos a refletir sobre fatos ridículos, que transformam nosso cotidiano num circo. Provoca, ao mesmo tempo, indignação e risos. Às vezes, gargalhadas histéricas.
Allan Robert Paula de Jesus
Piacenza, Itália

Na edição 1 814, Diogo Mainardi realizou em sua coluna ("Estou com os paraplégicos", 6 de agosto) um excelente relato comparativo do desempenho das atletas paraolímpicas Ádria Santos e Roseane Ferreira dos Santos em Sydney em relação ao dos atletas olímpicos. Sua coluna sem dúvida foi grande aliada para divulgar o desporto paraolímpico.
Gisliene Hesse
Coordenadora de comunicação do CPB
comunicacao@cpb.org.br

 

Gugu e PCC

Além do PCC – Primeiro Comando da Capital –, existe no Brasil outra facção não tão divulgada como a referida, mas nem por isso menos prejudicial. É o PCA – Primeiro Comando da Audiência ("Domingo ilegal", 17 de setembro)!
Patrick Gleber
Cajazeiras, PB

 

Roberto Pompeu de Toledo

O 11 de setembro, durante quase toda a história moderna, é lembrado por acontecimentos desastrosos, mas aqui, no Brasil, ele tem um gostinho muito especial: o nascimento de uma super-revista, a nº 1 do Brasil. Esse, sim, é o melhor dos motivos para nós, brasileiros, recordarmos com grande satisfação (Ensaio "O outro 11 de setembro", 17 de outubro).
Vitor Oliveira Ferri
Cariacica, E.S.

 

Stephen Kanitz

O brilhante Stephen Kanitz nos brinda com um artigo inteligente e, ao mesmo tempo, um alerta ao mundo ("O perigo dos '6 Sigma'", Ponto de vista, 17 de setembro). Estamos literalmente em cima de um barril de pólvora, que a qualquer momento pode explodir, dizimando por completo a espécie humana. Só Deus pode segurar o ímpeto doentio provocado por um fanatismo tão grande.
Antonio Néres
Dourados, MS

 

Os 35 anos de VEJA

Por acompanhar com precisão e argúcia os fatos que moveram as coisas de nosso país e de parte do mundo, numa rica trajetória de 35 anos de história, sejam destinados a VEJA os mais efusivos aplausos.
Ivonilson Magalhães, professor e escritor
Criciúma, SC

Senhor Roberto Civita, receba os cumprimentos da diretoria da Aplub pela passagem do aniversário de fundação da revista VEJA, extensivo a sua equipe, com votos de sucesso crescente.
Luiz Ernesto Both
Diretor-presidente
Porto Alegre, RS

 

CORREÇÕES: Antonio Carlos Magalhães é senador (PFL-BA), e não deputado federal, como informou a coluna Veja essa (17 de setembro). Diferentemente do que foi publicado na seção Datas (17 de setembro), a jogadora Leila foi parceira de Sandra Pires quando começou a jogar vôlei de praia. Mônica Rodrigues foi sua última parceira. O nome da organização citada pelo leitor Nabil Sayegh nesta seção (pág. 27) é Haganah, e não Havanag, como foi grafado.

 
No rastro da gata

A nota "Mostrando o jogo" (Gente, 10 de setembro) informou que Milene Domingues, mulher do craque Ronaldo, do Real Madrid e da seleção brasileira, em breve mostraria nas páginas da revista VIP "o rastro de duas patinhas" tatuadas logo acima de sua perna esquerda. Atento, o leitor Almir Esquárcio, de Belo Horizonte (MG), percebeu que a trilha ia além: "um olhar aguçado identifica três patinhas". Errou, mas está na pista certa. Quem comprar a edição de outubro da revista (nas bancas nesta quarta-feira) poderá confirmar que são quatro, e não três ou duas, as patinhas tatuadas.

 

 
Livros mais vendidos

O leitor Kassius Marcel Gratão Fonseca, 16 anos de idade, de Votuporanga, no interior de São Paulo, pergunta: "Quais são os livros que ficaram mais tempo no ranking dos mais vendidos de VEJA?". A coluna Os Mais Vendidos surgiu há trinta anos, mas somente a partir do primeiro semestre de 2000 ela passou a ser publicada semanalmente com os atuais critérios e fontes de informação. Hoje, a redação recebe o relatório de vendas de 43 livrarias das catorze capitais mais populosas do país. Veja a lista dos livros que ficaram mais semanas entre os mais vendidos nesse período:

 
 
 
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