| Fale conosco |
| Ajuda |
| Mapa do site |
![]() |
|
Crie seu grupo |
Ciro e Serra
travam uma briga entre si. O mais conveniente seria travarem uma luta
contra Lula ("A luta para ser o anti-Lula", 17 de julho). O senhor
Serra não tem nenhum argumento mais sólido contra Ciro Gomes.
Chamá-lo de "genérico do Collor"? "Novo Collor"? Senhor
Serra, o povo brasileiro não é tão bobo quanto parece.
O flagrante
descontrole emocional do senhor Ciro Gomes quando instado a pronunciar-se
sobre assuntos que não lhe são agradáveis é
algo preocupante e digno de reflexão. Afinal, agressões
do tipo "não é da sua conta" ou "vá provocar a vovozinha",
antes de caracterizar valentia ou desassombro, denotam falta de habilidade
para conviver com o contraditório. É esse o homem que se
quer representante de milhões de brasileiros nos fóruns
internacionais? Ciro Gomes
é o tempero que faltava para dar mais sabor às eleições.
É o candidato para quem não quer o radicalismo petista nem
o marasmo do governismo.
É
inegável o tamanho do problema da pirataria no Brasil e no mundo,
não só de produtos fonográficos como também
de outros gêneros, como o alimentício e o de medicamentos.
Não é fácil para nós, brasileiros, aceitar
a pecha de "piratas" (Amarelas, 17 de julho). Isso nos envergonha, revolta
e nos faz pensar. Por que o governo brasileiro não reage e acaba
com a pirataria? Só teria a lucrar com a arrecadação
de mais impostos.
Gostaria
de cumprimentar VEJA por sua reportagem "A gaveta mágica do dr.
Brindeiro" (17 de julho). É uma vergonha para nós capixabas
encarar que boa parte da corrupção que nos assola hoje é
o resultado claro do voto despreparado de nossa população. O povo capixaba
não merece tanta humilhação, e Brindeiro, tanta confiança.
O fato de
Reale Júnior ter sido o sétimo titular do Ministério
da Justiça apenas demonstra a incapacidade do atual governo federal
de agir de forma ética diante da corrupção e da criminalidade
que tomam conta de diversos setores dos governos estaduais, municipais
e federal. A posição "desce" deve ser reservada com destaque
para o senhor Geraldo Brindeiro e para o próprio presidente da
República, por se posicionarem contra a intervenção
no Espírito Santo, com o provável objetivo de evitar atritos
políticos.
As moças
bonitas sempre foram um "anexo" da política brasileira. Quando
não há conteúdo para apresentar ao povo é
preciso "fantasiar" a candidatura ("Arc e as moças bonitas na política",
17 de julho).
O sucesso
alcançado pelas irmãs Serena e Venus Williams mostra que
com garra, determinação e muito talento é possível
chegar ao estrelato. Parabéns às atletas pelas conquistas
e pelo exemplo de companheirismo. Afinal, mesmo sendo as maiores rivais
uma da outra, fazem da união seu maior troféu (Perfil, 17
de julho).
Há
três anos já sabíamos dos problemas acarretados pela
associação de estrógenos e progesterona e hoje já
usamos remédios de nova geração, que em muito reduzem
os efeitos colaterais. Para a mulher, o estrógeno é importante,
pois é responsável pelo fluxo sanguíneo cerebral,
pela utilização da glicose pelo cérebro, pelo tônus
colinérgico e remove as placas de beta amilóide que induzem
ao mal de Alzheimer. Sabemos também que mulheres sem útero
têm três vezes mais mal de Parkinson e de Alzheimer que as
com útero, e as que fazem reposição hormonal têm
50% menos Parkinson e Alzheimer que as que não o fazem. Durante
a reposição hormonal, elas precisam apenas se submeter a
exames preventivos a cada seis meses ("Alerta às mulheres", 17
de julho).
Leio VEJA
há 25 anos e mal pude acreditar na pouquíssima cobertura
dada à morte de Chico Xavier. Aposto que se ele tivesse um bumbum
lindo teria merecido até capa (Datas, 10 de julho).
Quem acatar
a idéia do "candidato virtual" Feliciano Brasileiro, apresentada
pelo senhor Stephen Kanitz, terá meu voto (Ponto de vista, 17 de
julho).
O texto
"Oito anos do Plano Real" (Em foco, 3 de julho) foi um dos melhores que
Gustavo Franco já escreveu. A parte em que cita o PT e seu "séquito
de barbudinhos zangados" e o deputado Delfim Netto como "porta-bandeira
honorário do Parque Jurássico" tem brilhantes definições.
Gustavo Franco ficou no lugar de Roberto Campos como grande economista
e polemista do Brasil. Parabéns pela inteligência, pelos
textos e pela coragem.
Li com atenção o artigo "O problema é o teatro" (10
de julho), no qual Diogo Mainardi expõe seus pensamentos estéticos
sobre o teatro e políticos sobre a iminente e temida
vitória do candidato do PT nas próximas eleições
presidenciais. Diante de seu justo pânico, eu gostaria de tranqüilizá-lo
detesto ver gente sofrendo , mas temo que o que vou dizer-lhe
perturbe ainda mais sua mente alvoroçada. Em primeiro lugar, cabe
observar que Lula é candidato apenas no Brasil e o Teatro do Oprimido
existe em mais de setenta países do mundo, trinta dos quais estão
catalogados em http://www.formaat.org/uk/yp/index.php.
Assim, por enquanto, não cabe ao candidato petista nenhuma culpa
pelo extraordinário desenvolvimento do TO, não só
nas atividades político-legislativas a que Mainardi se refere como
também nas psicoterapêuticas, sociais e pedagógicas,
em que é amplamente utilizado. O artigo do senhor Mainardi muito
nos anima, e, com ansiedade e entusiasmo, esperamos que se cumpra sua
profecia de que, caso Lula seja eleito, "o Brasil se transforme em um
gigantesco palco". Não para canastrões, como mostra seu
artigo, mas para que cidadãos livres possam, democraticamente,
recuperar seu legítimo direito à expressão teatral,
que todos praticamos na infância e que nos é depois escamoteado,
a fim de, por meio do teatro, manifestar seus desejos e inventar seu futuro.
|
|
|