Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 761 - 24 de julho de 2002
Cartas

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
VEJA on-line
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Literatura brasileira
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 
"Com o horário eleitoral e o amadurecimento das campanhas, o segundo turno tende a ser disputado por Serra e Ciro, e não pela esquerda."
Eduardo Sabedotti Breda
Curitiba, PR

Eleições

Ciro e Serra travam uma briga entre si. O mais conveniente seria travarem uma luta contra Lula ("A luta para ser o anti-Lula", 17 de julho).
Hélder Fernandes
Ipatinga, MG

O senhor Serra não tem nenhum argumento mais sólido contra Ciro Gomes. Chamá-lo de "genérico do Collor"? "Novo Collor"? Senhor Serra, o povo brasileiro não é tão bobo quanto parece.
Carlos Eduardo Correia
Newark, Nova Jersey, EUA

O flagrante descontrole emocional do senhor Ciro Gomes quando instado a pronunciar-se sobre assuntos que não lhe são agradáveis é algo preocupante e digno de reflexão. Afinal, agressões do tipo "não é da sua conta" ou "vá provocar a vovozinha", antes de caracterizar valentia ou desassombro, denotam falta de habilidade para conviver com o contraditório. É esse o homem que se quer representante de milhões de brasileiros nos fóruns internacionais?
José Nilton
Mariano Saraiva

Fortaleza, CE

Ciro Gomes é o tempero que faltava para dar mais sabor às eleições. É o candidato para quem não quer o radicalismo petista nem o marasmo do governismo.
Rosamara Pereira dos Santos
Campinas, SP

 

Jay Berman

É inegável o tamanho do problema da pirataria no Brasil e no mundo, não só de produtos fonográficos como também de outros gêneros, como o alimentício e o de medicamentos. Não é fácil para nós, brasileiros, aceitar a pecha de "piratas" (Amarelas, 17 de julho). Isso nos envergonha, revolta e nos faz pensar. Por que o governo brasileiro não reage e acaba com a pirataria? Só teria a lucrar com a arrecadação de mais impostos.
Alberto Camelier
São Paulo, SP

 

Justiça

Gostaria de cumprimentar VEJA por sua reportagem "A gaveta mágica do dr. Brindeiro" (17 de julho). É uma vergonha para nós capixabas encarar que boa parte da corrupção que nos assola hoje é o resultado claro do voto despreparado de nossa população.
Suellen de Lima Matiazzi

Vitória, ES

O povo capixaba não merece tanta humilhação, e Brindeiro, tanta confiança.
Adriano Carolo Borges
Jerônimo Monteiro, ES

 

Desce

O fato de Reale Júnior ter sido o sétimo titular do Ministério da Justiça apenas demonstra a incapacidade do atual governo federal de agir de forma ética diante da corrupção e da criminalidade que tomam conta de diversos setores dos governos estaduais, municipais e federal. A posição "desce" deve ser reservada com destaque para o senhor Geraldo Brindeiro e para o próprio presidente da República, por se posicionarem contra a intervenção no Espírito Santo, com o provável objetivo de evitar atritos políticos.
Haroldo Werneck

Manaus, AM

 

Arc

As moças bonitas sempre foram um "anexo" da política brasileira. Quando não há conteúdo para apresentar ao povo é preciso "fantasiar" a candidatura ("Arc e as moças bonitas na política", 17 de julho).
Ricardo Oliveira Rosa
São Leopoldo, RS

 

Irmãs Williams

O sucesso alcançado pelas irmãs Serena e Venus Williams mostra que com garra, determinação e muito talento é possível chegar ao estrelato. Parabéns às atletas pelas conquistas e pelo exemplo de companheirismo. Afinal, mesmo sendo as maiores rivais uma da outra, fazem da união seu maior troféu (Perfil, 17 de julho).
Val Oliveira
Curitiba, PR

 

Saúde

Há três anos já sabíamos dos problemas acarretados pela associação de estrógenos e progesterona e hoje já usamos remédios de nova geração, que em muito reduzem os efeitos colaterais. Para a mulher, o estrógeno é importante, pois é responsável pelo fluxo sanguíneo cerebral, pela utilização da glicose pelo cérebro, pelo tônus colinérgico e remove as placas de beta amilóide que induzem ao mal de Alzheimer. Sabemos também que mulheres sem útero têm três vezes mais mal de Parkinson e de Alzheimer que as com útero, e as que fazem reposição hormonal têm 50% menos Parkinson e Alzheimer que as que não o fazem. Durante a reposição hormonal, elas precisam apenas se submeter a exames preventivos a cada seis meses ("Alerta às mulheres", 17 de julho).
Doutor César de Souza Lima Colaneri
São Paulo, SP

 

Chico Xavier

Leio VEJA há 25 anos e mal pude acreditar na pouquíssima cobertura dada à morte de Chico Xavier. Aposto que se ele tivesse um bumbum lindo teria merecido até capa (Datas, 10 de julho).
Philippe Rosset
Scarsdale, Nova York, EUA

 

Stephen Kanitz

Quem acatar a idéia do "candidato virtual" Feliciano Brasileiro, apresentada pelo senhor Stephen Kanitz, terá meu voto (Ponto de vista, 17 de julho).
Ricardo de Souza Vieira
São Paulo, SP

 

Gustavo Franco

O texto "Oito anos do Plano Real" (Em foco, 3 de julho) foi um dos melhores que Gustavo Franco já escreveu. A parte em que cita o PT e seu "séquito de barbudinhos zangados" e o deputado Delfim Netto como "porta-bandeira honorário do Parque Jurássico" tem brilhantes definições. Gustavo Franco ficou no lugar de Roberto Campos como grande economista e polemista do Brasil. Parabéns pela inteligência, pelos textos e pela coragem.
Geraldo Cunha Carvalho Junior
São Paulo, SP

 

Diogo Mainardi

Li com atenção o artigo "O problema é o teatro" (10 de julho), no qual Diogo Mainardi expõe seus pensamentos estéticos – sobre o teatro – e políticos sobre a iminente e temida vitória do candidato do PT nas próximas eleições presidenciais. Diante de seu justo pânico, eu gostaria de tranqüilizá-lo – detesto ver gente sofrendo –, mas temo que o que vou dizer-lhe perturbe ainda mais sua mente alvoroçada. Em primeiro lugar, cabe observar que Lula é candidato apenas no Brasil e o Teatro do Oprimido existe em mais de setenta países do mundo, trinta dos quais estão catalogados em http://www.formaat.org/uk/yp/index.php. Assim, por enquanto, não cabe ao candidato petista nenhuma culpa pelo extraordinário desenvolvimento do TO, não só nas atividades político-legislativas a que Mainardi se refere como também nas psicoterapêuticas, sociais e pedagógicas, em que é amplamente utilizado. O artigo do senhor Mainardi muito nos anima, e, com ansiedade e entusiasmo, esperamos que se cumpra sua profecia de que, caso Lula seja eleito, "o Brasil se transforme em um gigantesco palco". Não para canastrões, como mostra seu artigo, mas para que cidadãos livres possam, democraticamente, recuperar seu legítimo direito à expressão teatral, que todos praticamos na infância e que nos é depois escamoteado, a fim de, por meio do teatro, manifestar seus desejos e inventar seu futuro.
Augusto Boal
augustoboal@alternex.com.br

 

 

LIBERDADE DE IMPRENSA

Em discurso feito na última quinta-feira, durante a sessão comemorativa dos 52 anos da Federação Peruana de Jornalistas, Mario Lorenzi disse: "Nosso dever é fazer com que a liberdade de imprensa não seja usada para que a democracia e os valores que a compõem sofram limitações e ofensas. Em resumo, lutar pela vida, contra a prepotência, seja qual for sua essência. Não temos o direito de ter medo". A preocupação do jornalista peruano tem justificativa. No exercício da atividade, os profissionais de imprensa têm sido vítimas freqüentes da intolerância e da violência. Segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas, CPJ, com sede em Nova York, 389 profissionais foram mortos em ação na última década. Sessenta deles só na Argélia. Os mortos em fogo cruzado somaram 62, enquanto 298 foram assassinados em represália a seu trabalho. Neste ano já foram registradas oito mortes, e dez outras estão sob investigação.

 

COLISÃO NAS ALTURAS


Na reportagem "Um caso em 200 milhões de vôos" (10 de julho) duas medidas foram usadas para mostrar o local exato do choque de dois aviões na Europa. No texto consta que a colisão ocorreu a 11 500 metros de "altitude". O desenho que ilustra a reportagem fala em "altura" de 11 500 metros. O leitor Sinezio Rozolen, da capital paulista, explicou a diferença: "Altura é a distância vertical entre a superfície da Terra e um corpo situado acima dela. Altitude é a distância vertical medida a partir do nível do mar". O choque entre o Tupolev 154 e o Boeing 757 aconteceu a 11 500 metros de altitude. Veja no gráfico a diferença entre as duas medidas.



 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS