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Veja essa "Está
um deus-nos-acuda aquilo lá em São Paulo. Um climão pesado.
Fiquei bem tensa, não via a hora de voltar para o Rio." Juliana
Paes, atriz, que prefere enfrentar as balas perdidas do Rio ao arrastão
do PCC paulista "O governo federal ofereceu toda
a ajuda necessária, mas o governo paulista preferiu negociar com os criminosos." Tarso
Genro, ministro das Relações
Institucionais do governo Lula "Esse homem
é um irresponsável, devemos cortar o diálogo da oposição
com o governo, com um homem que fala uma bobagem desse tamanho. Peço ao
presidente da República que o desminta ou o demita." Tasso
Jereissati, presidente do PSDB, irado com a fala de Tarso Genro "Antes
de dormir com Jean-Claude van Damme, me declaro lésbica." Jamie
Pressly, estrela do seriado Jack
& Jill, em entrevista à revista Maxim espanhola "Nunca
imaginei que mesmo dentuça e com um nariz torto chegaria tão longe." Caroline
Ribeiro, modelo em ascensão, capa da
revista Elle, especial Jeans, de
maio "O Delúbio comentou que havia
um déficit lá para cobrir, em torno de 40, 50 milhões de
dólares. Disse que precisava que isso fosse ajustado, saldado. E, de forma
muito clara, muito objetiva, perguntou se nós podíamos ajudá-lo,
porque era importante para ele." Carlos
Rodenburg, ex-sócio do Opportunity,
confirmando à Folha de S.Paulo
que quatro meses depois da eleição de Lula Delúbio
Soares, tesoureiro do PT, pediu-lhe dinheiro para o partido, conforme
foi publicado na última edição de VEJA "Sinto-me
constrangida com esse tsunami de sangue, e fico ainda mais quando penso que o
presidente Lula está na Áustria." Heloísa
Helena, senadora (PSOL-AL)
Mario Rodrigues
 | "Nós
temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa. A bolsa
da burguesia vai ter de ser aberta para sustentar a miséria social brasileira."
Cláudio Lembo (ou Lembrown?),
governador paulista, revelando que já encontrou o culpado pelos ataques,
atentados, incêndios e mortes atribuídos ao PCC |
| "Não foi feito acordo,
de maneira nenhuma. Não há nada do que se está falando fantasiosamente
de acordo." Claudio Lembo, governador paulista,
negando que o fim das rebeliões se deu depois de um acordo com os bandidos
"Como falar em acordo, se no domingo tinha dezenove
presos e hoje temos 113? Elizeu Eclair
Teixeira Borges, comandante-geral da Polícia
Militar de São Paulo "Não,
não houve acordo. A polícia foi para cima. Aqui não tem acordo." Marco
Antonio Desgualdo, delegado-geral da Polícia Civil do Estado de São
Paulo "Não se negocia com bandido." Godofredo
Bittencourt, diretor do Departamento de Investigações sobre
o Crime Organizado "Teve, teve (acordo), sim.
O banho de sol foi liberado na penitenciária de Iaras e a visita de advogados
também." Orlando Mota Júnior,
o "Macarrão", um dos líderes
do PCC, falando com um repórter da rádio Record de dentro da prisão,
por celular
Ricardo Stuckert/Presidência da República
 | "No
Brasil nós temos uma cultura disseminada na cabeça de todo mundo
de que todos são desonestos até prova em contrário."
Luiz Inácio Lula da Silva, presidente
da República, que fez carreira no sindicalismo e na oposição
chamando os adversários, "as elite" (sic), os parlamentares (300
picaretas) e até presidente da República (José Sarney)
de ladrão | | "Aqui
eu não fico." Marcos Willians Herbas
Camacho, o "Marcola", líder do PCC, ao chegar ao presídio de
Presidente Bernardes, onde está em regime disciplinar diferenciado "Eu
tenho muita dó desse moço, pois ele é vítima de uma
perseguição implacável por parte das autoridades aqui de
São Paulo. Esse moço não faz parte de facção
nenhuma. Eles estão transformando o Marcos num bicho." Maria
Cristina Rachado, advogada, defensora de Marcos Willians Herbas Camacho, 38
anos, o Marcola, líder do PCC, que comandou os ataques que resultaram em
mais de uma centena de mortes em São Paulo
Nilton Fukuda/AE
 | "Sou
feinho, mas bem arrumado, simpático e cheiroso. Somando tudo isso, fica
bonitinho." Ronaldinho Gaúcho, listando
seus atributos extrafutebolísticos | | Editado
por Julio Cesar de Barros e-mail: jbarros@abril.com.br
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