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Home  »  Revistas  »  Edição 2153 / 24 de fevereiro de 2010


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Leitor

Assuntos mais comentados
José Roberto Arruda na prisão
Peso sob controle (capa)
Inchaço da máquina estatal federal
Marco Aurélio Garcia ataca TVs a cabo
FHC enfrenta o governo Lula


Peso sob controle

"Depois dessa reportagem, chego à conclusão de que não há fórmula secreta nem academia milagrosa. Tudo depende do esforço de cada pessoa que se propõe a perder peso, mas sempre acompanhada de algum profissional habilitado."
Walter Lemos Filho
Florianópolis, SC

Adorei a reportagem sobre o desafio da manutenção do peso após uma dieta ("Como perder e (atenção!) manter o peso", 17 de fevereiro)! De maneira clara e objetiva, ela deixou evidente que a receita é simples: esforço, disciplina e amor-próprio.
Paula Evelline Ferreira
Aquidauana, MS

Recomendo que se adote essa reportagem como um manual para pessoas interessadas no assunto. Ressalte-se que o efeito sanfona se mostrou mais prejudicial à saúde que o excesso moderado de peso mantido de forma continuada!
Carlos Eduardo Domene
Médico e professor livre-docente de cirurgia da Faculdade de Medicina da USP
São Paulo, SP

Tomada a decisão de emagrecer, a pessoa deve incorporar bons hábitos alimentares para o resto da vida: comer na hora certa, quando tiver fome "física" e não "psicológica", e praticar a mastigação, sentindo o gosto do alimento. Passei pela obesidade. Hoje, sou magro definitivamente.
Miguel Camilo Peres Filho
São Paulo, SP

Não há fórmulas mágicas. Temos de consumir menos calorias do que gastamos e, para isso, aumentar a atividade física e comer em menor quantidade.
Gisele Maria Giovinazzo
Nutricionista
São José do Rio Preto, SP

Miriam Fichtiner
Sob controle, com saúde
A psicóloga Daniela Horn Kruel, de 35 anos, lutou contra o "efeito sanfona" desde a adolescência. Fazia dietas, mas voltava a engordar por comer mal - e culpava o trabalho por isso. Há seis meses, mudou sua alimentação e mantém o peso. "Agora, cumpro meus compromissos sem me descuidar da forma nem da saúde", diz Daniela

 

Arruda na prisão

Finalmente! Esperamos que não seja apenas uma "folia de Carnaval" a prisão do governador José Roberto Arruda ("Sem cargo e na prisão", 17 de fevereiro) e que, quando voltarmos "ao normal", esse senhor não saia em liberdade. Estamos exaustos de políticos bandidos. Fazemos a lição de casa direito, enquanto eles roubam descaradamente.
Georgiana Arce
Rio de Janeiro, RJ

José Roberto Arruda, primeiro, meteu-se na fraude do painel de votação do Senado, e renunciou para não ser cassado. Ressurgiu como governador do Distrito Federal. Agora, lambuza-se de novo. Politicamente, ele está acabado.
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
Recife, PE

Para lavar a alma da população de Brasília, ainda falta acabar com a dispendiosa, corrupta e ineficiente Câmara Legislativa do Distrito Federal. A capital deve ser governada por pessoa idônea indicada pelo presidente da República. Milhões são roubados com a manutenção dessa casa legislativa e com a independência política do Distrito Federal. A paz e a tranquilidade reinavam na cidade. Saudade dos bons tempos de governos passados!
João Coelho Vítola
Brasília, DF

 

Inchaço da máquina federal

Parabenizo o jornalista Giuliano Guandalini pela reportagem "60 servidores novos por dia" (17 de fevereiro). Apesar de trabalhar há quatro anos como servidor público, já atuei na iniciativa privada e partilho das preocupações sobre elevação dos gastos públicos. São raras as matérias que observam que parte desses gastos se destina a remunerar cargos ocupados por apadrinhados políticos que assumem funções sem concurso. Pior do que gastar muito é gastar mal.
Marcus Vinicius Quintanilha Werner
Niterói, RJ

Sou um servidor público e um daqueles contratados no governo Lula. Considerei ótima a reportagem sobre o inchaço da máquina federal. No Brasil, a contratação de servidores tem ocorrido, na maioria das vezes, sem se ter em mente o princípio da eficiência no serviço público.
Fábio Mendes dos Santos
Braço do Norte, SC

A fórmula de multiplicar cargos públicos, aumentar o salário mínimo além da inflação, apostar no assistencialismo e cobrar a conta de quem trabalha com impostos escorchantes é perfeita para ganhar eleição, perpetuar a pobreza e o privilégio em um país de eleitores semianalfabetos. Até quando?
Vinícius Montgomery
Itajubá, MG

 

Marco Aurélio Garcia ataca TVs a cabo

Utilizando-me da mesma, porém deselegante, expressão de Marco Aurélio Garcia, prefiro o "esterco cultural" da TV por assinatura ao "esterco ideológico" desse pseudoideólogo fóssil do período cretáceo.
Sandro Aquino Rodrigues
Arapiraca, AL

Marco Aurélio Garcia não gosta da TV a cabo porque, ao contrário dele, ela se renova, se atualiza e mostra um mundo cada vez mais distante da cartilha ideológica que ele prega. Se pudesse, Garcia faria como o companheiro Hugo Chávez e a tiraria do ar. Também tiraria qualquer cena que achasse inapropriada, ainda que verdadeira, como seu famoso "top top" no acidente do avião da TAM. Não é o "esterco cultural" que incomoda o pessoal do PT, é a informação.
Marcus de Medeiros Matsushita
Marília, SP

 

FHC enfrenta o governo Lula

Fernando Henrique Cardoso fez bem em responder aos ataques de que tem sido alvo desferidos pelo PT e por Lula ("A tempestade FHC", 17 de fevereiro). FHC jamais faltou ao respeito com Lula, mas o contrário é regra. Sem citar o nome do ex-presidente, como é próprio dos covardes e espertalhões, Lula não perde a oportunidade de ser grosseiro, injusto e mentiroso, mordendo a mão de quem o apoiou e fez a transição de governo mais democrática de que se tem notícia. O sonho de Lula era ser maior que Fernando Henrique Cardoso. Não é, e jamais o será.
Maria Cristina da Rocha Azevedo
Florianópolis, SC

Com lucidez e autoridade, FHC ressurgiu para colocar os pingos nos is. Não é amá-lo ou odiá-lo, é concordar com antecipação com o que a história imprimirá.
Maria Aparecida de Castro Barbo
Goiânia, GO

 

Maílson da Nóbrega

A propósito do artigo "Estado forte" (10 de fevereiro), de Maílson da Nóbrega, podemos afirmar, sem margem de erro, que o "estado forte" que dona Dilma e seus pares sonham é aquele completamente aparelhado e que permita ao PT permanecer no poder ad infinitum.
José Balan Filho
Curitiba, PR

A crise demandou maiores gastos públicos, mas espero que o estado forte de Lula e Dilma não seja rodar as impressoras de dinheiro para sustentar a máquina.
Joaquim Bomfim
Belo Horizonte, MG

 

Nick Hornby

Excelente a entrevista com o escritor Nick Hornby (Entrevista, 17 de fevereiro). Sempre tive curiosidade de ler os seus livros, mas nunca o fiz. Apenas assisti aos filmes baseados em suas obras, como Um Grande Garoto e Alta Fidelidade. Tive a oportunidade de assistir também ao filme Educação.
Nathalia Bianco Louro
São Paulo, SP

Viver a Vida

Sou formada em comunicação social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e estudei cinema e teatro em Londres. Meus trabalhos (o método Lupa – O Ator Consciente e o livro Um Romance para Ler de uma Só Vez) estão à disposição caso desejem conhecer melhor o conteúdo que criticaram ("Minutos de sabedoria", 17 de fevereiro).
Patricia Carvalho-Oliveira
Rio de Janeiro, RJ

Como fisioterapeuta especialista em reabilitação neurológica, busco muito mais do que "fazer massagens em tetraplégicos", sendo a massoterapia uma das muitas técnicas de abordagem aos pacientes, atualmente pouco utilizada por fisioterapeutas competentes. A profissão de fisioterapeuta existe desde 1969 e é regulamentada. Lutamos desde então para distinguir nossa atuação na reabilitação do paciente da profissão de massagista, não menos importante, porém com outros conceitos e abordagens. A correta interpretação de cada uma não denigre a atuação das profissões, apenas pontua melhor os conhecimentos e todos os esforços de profissionais da fisioterapia em busca de conhecimento e atualizações sobre as técnicas de reabilitação e recuperação do movimento e da qualidade de vida das pessoas com deficiência.
Rebeca de Barros Santos
Fisioterapeuta
São Paulo, SP

Como jornalista e noveleira de plantão, gostaria de lembrar que o autor Manoel Carlos merece crédito por ter a coragem de colocar no horário nobre um assunto que a maior parte das pessoas teme ou insiste em ignorar: como vivem, namoram e, principalmente, sobrevivem neste país ainda com pouca informação e preparo os cerca de 30 milhões de pessoas com deficiência. Manoel Carlos encarou isso e deu voz a esses cidadãos com a delicadeza e a maestria que lhe são peculiares. Se isso parece autoajuda, que mal há? A novela é um desafio para atores e público. Não é leve, mas emociona, faz pensar e vai além dos limites confortáveis da dramaturgia que conhecemos. Aplausos a Manoel Carlos por dar voz, imagem e presença à imensa nação brasileira das pessoas com deficiência!
Claudia Matarazzo
São Paulo, SP

Gente

A atriz Megan Fox ("Braquidáctila, e daí?", Gente, 17 de fevereiro) não é portadora de braquidactilia (braqui = curto, dactilus = dedo). Pela foto publicada em VEJA, os dedos dela possuem comprimento normal. O que eles apresentam é um alargamento de suas extremidades, o que chamamos de "dedos em baqueta de tambor".
Thomaz Rafael Gollop
Professor livre-docente em genética médica pela Universidade de São Paulo
São Paulo, SP

Irã

Mais uma vez, o Brasil passa vergonha e não percebe. É o único país a apoiar as insanidades atômicas iranianas ("O ataque das formigas atômicas", 17 de fevereiro). Nossos governantes não têm ideia de que o Brasil é igual àquele grandão bobo da escola; todos batem nele, mas, querendo fazer parte da turma, ele não revida e ainda oferece a outra face.
Fernando Carlos Cruz
Indaiatuba, SP

Cachaça

O que justifica uma cachaça custar o mesmo ou mais que um uísque escocês, igualmente envelhecido, com toda a complexidade envolvida em sua fabricação? Quem paga esses preços quer é aparecer.
Agnaldo Batista Silva
Divinópolis, MG

Seja artesanal, seja industrial, a cachaça conquistou seu espaço como a bebida nacional. Vamos valorizar o que o Brasil tem de melhor, com orgulho!
Patricia Medrado
Diretora de marketing da Cachaça Salinas
Belo Horizonte, MG

Veja Essa

É um verdadeiro atestado de incompetência o deprimente e constrangedor pedido de "apagar as lâmpadas" (Veja Essa, 17 de fevereiro) feito pelo autointitulado grande líder bolivariano Hugo Chávez, impondo um racionamento de energia a seu país, o quinto maior produtor de petróleo do mundo. E ele ainda quer dominar a América Latina!
Ludinei Picelli
Londrina, PR

Acredito que teria dado certo se eu tivesse encontrado Roberto Carlos, porque, além de ficar arrepiada quando ele canta, eu também adoro sorvete (Veja Essa, 17 de fevereiro).
Maria Sydnea de Castro
Pirassununga, SP

Famosos no mercado de luxo carioca

Esse é o tipo de apagão que todo brasileiro gostaria de ter ("O apagão do luxo", 17 de fevereiro). Andares inteiros de hotéis só para eles e exigências cada vez maiores. Os chamados pop stars descobriram o Brasil, mais propriamente o Rio de Janeiro. Estão sempre por aqui, impulsionados pelo clima do Rio, por suas belezas naturais e pela boa vontade do povo com o trânsito fechado para a passagem de comitivas cinematográficas e com o uso de aparato policial pago pelos altos impostos dos contribuintes.
Alessandro Alisson
Belo Horizonte, MG

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP; Fax: (11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

 

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