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Cartas
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"É espantosa
a criatividade humana. Aqui deputados a usam em benefício
próprio. Steve Jobs a usa para ganhar dinheiro limpo
e beneficiar a humanidade."
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP
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iPhone
Realmente, Steve Jobs deu um
grande passo rumo ao desconhecido futuro da tecnologia! Esse aparelho
lançado traz inovações que facilitam a vida
de todos os usuários, resultando numa junção
perfeita de alta tecnologia com as necessidades diárias ("A
mágica e o mágico", 17 de janeiro)!
Flávio Vieira
Por e-mail
A Apple provou mais uma vez sua
competência. Impressionante a usabilidade do iPhone! Operadoras,
aprendam com a Cingular! Dificilmente o iPhone, mesmo sendo vendido
apenas sob um contrato de fidelidade de dois anos e no plano pós-pago,
não comerá uma grande e saborosa fatia do mercado
de telefonia móvel. Não tem como ser diferente, já
que no caso estão unidas as duas maiores empresas em desenvolvimento
nos EUA. Viva o iPhone! Viva a Cingular! E rezemos para que o Brasil
esteja entre os planos da Apple para a venda do seu novo "produto
revolucionário"!
Pedro G. Pavanato
Por e-mail
Senti-me triste e feliz ao mesmo
tempo quando li a reportagem sobre o iPhone e o poder da inovação.
Feliz por saber que existem empresas, ou melhor, pessoas que se
empenham, se dedicam e têm os recursos necessários
para a invenção daquilo que será nossa comodidade.
Triste ao constatar, mais uma vez, que o centro desse desenvolvimento
continua sendo um país que não é o meu.
Patrícia Lima Denipotti
Ribeirão Preto, SP
O grande diferencial dos Estados
Unidos está em inovar, criar e vender lifestyle e
sonhos que são os pontos mais altos da cadeia de valor de
qualquer negócio. Cada vez que alguém, em qualquer
parte do mundo, compra um sanduíche de uma rede de fast-food
americana ou um ingresso para ver um filme de Steven Spielberg,
na verdade está comprando o direito de viver o sonho americano
por uma ou duas horas.
Eduardo Chakarian
River Place, Cingapura
As tecnologias do Vale do Silício
nada têm a ver com mágica. Têm a ver com educação
de ponta, com professores muito bem remunerados (um professor titular
chega a ganhar 500.000 dólares por ano entre aulas, treinamento
e pesquisas) em universidades de primeira (na região temos
Stanford, CalTech, Universidade da Califórnia, USCB, entre
outras famosas), acesso à matéria-prima (adquirir
tecnologia na região é como fazer compras em hipermercado)
a preços acessíveis, mão-de-obra qualificada,
acesso ao capital de risco e, principalmente, instituições
sérias que protegem o investidor e seus investimentos.
Evanndro Paes dos Reis
Por e-mail
Primeiramente, cumprimentamos
a redação pela reportagem bem elaborada sobre o berço
da tecnologia, o Vale do Silício. Entretanto, a legenda da
foto publicada na página 67 atribui a frase "A rede é
o computador" à empresa Oracle, mas na verdade ela é
o slogan de nossa companhia nas últimas décadas. Desde
o início, em 1982, a visão propulsora da Sun é
"A rede é o computador", frase de um de seus diretores, John
Gage, que ficou conhecida como uma das mais famosas do setor.
André Echeverria
Diretor de marketing da
Sun Microsystems do Brasil
São Paulo, SP
Diogo Mainardi
Como sempre, Diogo Mainardi expressa
muito bem o sentimento dos leitores. Eu também venho dormindo
muito por causa de Lula. Dormindo, mudando de canal, abaixando o
volume da TV. Durmo e, nas noites mais saudosas, sonho com FHC ("O
Gandhi do Dormonid", 17 de janeiro).
Alexandre Puga
São Paulo, SP
Dormir... Isso é o que
muita gente tem feito, Diogo, principalmente em época de
eleição. Você pelo menos acordará daqui
a quatro anos, mas existem aqueles que nunca acordarão. Aliás,
já nasceram dormindo.
Alice Vieira Barros
Guanambi, BA
Não é você
quem deveria dormir, Diogo, e sim os brasileiros que deveriam acordar.
Olhar com olhos de quem vê e se livrar dessas peias. Falta
à sociedade acreditar em si, e não ficar eternamente
dependente desses programas assistencialistas. E esse PAC? Pura
veleidade. Os deputados, miríade corrupta. Lula, panacéia
do povão e opróbrio "das zelites" deste país.
Eduardo Faria de Oliveira Campos
Londrina, PR
Estou com o Diogo e não
abro. Afinal, onde estão nossos jovens universitários
com suas causas e seu grito de protesto? Talvez hibernando. E as
letras inteligentes dos compositores, os artigos dos não
alinhados, os artistas da contramão e da contracultura? Talvez
em coma. E os sindicalistas? Com licença, gente, vou voltar
para minha cama.
Edson Costa Pereira
São Paulo, SP
Armínio Fraga
Na entrevista da edição
1.991 ("Viciados em Estado", Amarelas, 17 de janeiro), o economista
Armínio Fraga cobra maior eficiência do Estado. Essa
eficiência não será obtida sem que seja feita
antes a revisão do pacto federativo, que elimine a duplicidade
de funções entre os entes da federação.
Não vejo sentido, por exemplo, na separação
entre rodovias estaduais e rodovias federais. É comum haver
um trecho de estrada boa e outro ruim, um de responsabilidade estadual
e outro de responsabilidade da área federal. Cada atividade
deve ser responsabilidade de apenas um ente da federação,
o que contribuirá para a redução de custos
e maior eficiência da máquina administrativa.
Ricardo Wagner Caetano
Soares
São Francisco, MG
Excelente a entrevista com Armínio
Fraga. Lúcida, sensata, ponderada e racional. Costumo dizer
que ele, juntamente com FHC, Eduardo Gianetti da Fonseca e Gustavo
Franco, é uma das mentes mais brilhantes deste país.
Na ciência econômica existe um "câncer" que é
a ideologia. Ela turva completamente a razão. Todos os economistas
do PT somados não dão meio Armínio. Aliás,
o melhor economista do PT é o médico Antonio Palocci.
Geraldo C. Carvalho Jr.
Economista
São Luís, MA
É uma pena que poucos brasileiros
tenham a visão de que a cultura do viver sob as asas do Estado
só leva o Brasil para trás. Acabo de chegar de um
mestrado em comércio internacional na Europa e tenho grande
experiência na área, mas lamento ver que o Brasil ainda
está longe de ser uma grande nação desenvolvida
e que sabe jogar no mercado internacional.
Candice Borges
Fortaleza, CE
Discordo que os brasileiros queiram
que o Estado resolva tudo. Sou uma brasileira que não consegue
fazer mais justamente porque o Estado atrapalha com o cultivo da
burocracia e a cobrança de impostos sem retorno.
Maria Fernanda Esteves Alves
Rio de Janeiro, RJ
Igreja Renascer
Se depois de terem visto a foto
do "apóstolo" algemado ao lado dos dólares que levou
ilegalmente para os Estados Unidos ("Dólar até na
Bíblia", 17 de janeiro) os adeptos da Igreja Renascer
ainda não acreditarem na desonestidade de seu líder,
é porque, além do dinheiro, eles entregaram algo muito
mais precioso: sua capacidade de discernir e raciocinar. Isso é
muito perigoso.
Waldete Cestari
Jaú, SP
Alguns bispos viram o sol Renascer
quadrado. Quem mandou não conhecer a Bíblia
e usá-la somente para guardar dinheiro? "Dai a Deus o que
é de Deus, a César o que é de César".
Misturaram tudo!
Ricardo Santoro
Brasília, DF
O velho Marx tinha razão
quando disse: "A religião é o ópio do povo".
Fiéis, no seu fundamentalismo bíblico, encobrem o
rosto com o véu do fanatismo e da alienação
e ainda acham que tudo não passa de uma tramóia. É
lamentável. O neopentecostalismo com a Teologia da Prosperidade
não venceu a desilusão do mundo pós-moderno,
onde ainda imperam poder, ganância e corrupção.
Celmo Antônio de Araújo
Goiânia, GO
Sou cristão e entendo que,
quanto mais gente evangelizando, melhor. Mas parece que a ganância
do homem está indo além e abusando da boa-fé,
da simplicidade, da esperança de melhorar de vida rapidamente
e até da ignorância do povo brasileiro. Não
é salutar que a atual situação perdure.
Macilene R. de Oliveira
Goiânia, GO
Núcleo ético
do Congresso
É confortável saber
que ainda dispomos de parlamentares que não se deixaram influenciar
pelo câncer que toma conta do Congresso Nacional. Parabéns
a VEJA por nos presentear com uma reportagem que alimenta nossas
esperanças de viver em um país decente, onde a ética
não faz parte somente do discurso de alguns, mas da realidade
de um país ("Eles prometem resistir", 17 de janeiro).
Cleverson Ribeiro Borges
São Francisco do Sul, SC
O "grupo dos 30" mostra que nem
tudo está perdido, que existe algo que ainda não apodreceu
no "reino da Dinamarca". Essa "iniciativa" do Ministério
Público de acusar o honrado deputado Raul Jungmann, anos
depois de ele ter deixado a pasta do Desenvolvimento Agrário,
obviamente foi armada pelos petistas que estão incrustados,
como cracas, em todas as partes, no MP inclusive.
Newton Castelo Branco de Brito Guerra
Teresina, PI
Câmara dos Deputados
A hipocrisia faz parte do cardápio
servido pelos deputados Aldo Rebelo e Arlindo Chinaglia na pizzaria
do Congresso Nacional. É triste perceber que nem a pressão
popular consegue tocar a consciência medíocre de boa
parte de nossos políticos. No entanto, o "É dando
que se recebe" desses politiqueiros não é uma "estratégia
franciscana". Para São Francisco de Assis é: doar
aos pobres e receber de Deus. Para esses deputados é: doar
ao ladrão e furtar aos irmãos ("Contra a sociedade",
17 de janeiro).
Padre Demetrius dos Santos Silva
Hortolândia, SP
Radar
Quero cumprimentar a revista
VEJA pela nota publicada sobre o fundo de pensão Aerus ("Auto-ajuda
no Aerus", Radar, 17 de janeiro). Gostaria de complementar que o
interventor Erno Brentano foi indicado pelo governo, e não
pelo grupo de aposentados Aerus. Não basta a precária
situação do fundo, do qual fazem parte cerca de 8.000
beneficiários, que em sua grande maioria estão prestes
a ficar sem seus vencimentos a partir de março de 2007? Os
pensionistas ainda são obrigados a bancar os saques mensais
de 29.000 reais, entre salário e deslocamento do senhor interventor.
Ivana Martins
Curitiba, PR
O senhor Erno Brentano, interventor
do Aerus, não pode estar recebendo aquele valor mencionado
de 29.000 reais. Será que a nação está
sabendo da agonia em que estão vivendo os pensionistas e
beneficiários desse fundo? São pessoas que contribuíram
por décadas para ter a complementação após
a aposentadoria. Além de deixarem de receber a complementação
a partir de março próximo, desde abril de 2006 já
estão recebendo a metade daquilo a que têm direito.
Teruyo Funaki
São Paulo, SP
Sem problemas, ninguém
confundirá saque com saquê. Há anos, bancos
japoneses, inclusive o Bradesco/UFJ, operam com opção
em inglês ou português. Creio que o Bradesco instalará
o áudio nas 600 máquinas, pois atualmente fazemos
a operação em silêncio com orientação
no visor em português ("A força dos dekasseguis", Radar,
17 de janeiro).
Miyoko Onishi
Nagoya, Japão
Kiss
Realmente, ao longo de sua trajetória,
o Kiss recorreu a espertas estratégias de marketing. Mas
esse não foi o único fator determinante do seu sucesso,
pois a banda sempre se manteve fiel à filosofia original
do rock, que é proporcionar diversão. O Kiss nos presenteia
com uma música energética e direta, sem excesso de
virtuosismo, mas nem por isso menos genial. Parabéns a Gene
Simmons, que sabe conduzir sua carreira, e à revista VEJA
por essa e outras excelentes matérias ("Roqueiro, empresário
e pai", 17 de janeiro). É isso aí, rock'n'roll é
festa, e a noite toda!
Marcelo de Oliveira
Barretos, SP
A reportagem nos dá um
pouco de esperança de que um dia a corrupção
neste país findará!
Tarso Holanda
Fortaleza, CE
Novela Páginas da Vida
O que mais me chama atenção
nesta novela não é a Nanda fantasminha camarada, mas
as caras e bocas da personagem Helena. Que a Regina Duarte me desculpe,
mas cada vez que ela fica mexendo a cabeça, inclinando-a
para um lado e para o outro, e ainda com aquela cabeleira toda e
os olhos arregalados, mais parece o meu cachorrinho poodle. Ainda
bem que temos a Lília Cabral e o Caruso para salvar o elenco
("Novela mal-assombrada", 17 de janeiro)!
Francisca Alessandra da Silva
São José dos Campos, SP
Novelas exportadas
Quero fazer um esclarecimento
a respeito da reportagem "Global, 'pero no tanto'" (6 de dezembro
de 2006), que diz que a Rede Globo começou a vender suas
novelas para o exterior em 1975. Na verdade, a emissora passou a
exportar seus renomados folhetins em 1973 com a primeira novela
colorida brasileira: O Bem-Amado, de Dias Gomes. A obra,
que foi vendida para o México, vai ganhar as telas do cinema
pelas mãos de Paula Lavigne, e Marco Nanini fará o
Odorico Paraguaçu, imortalizado na TV pelo saudoso Paulo
Gracindo.
Marcos Gagliasso
Presidente do Instituto Brasileiro
de Dramaturgia
Santos Dumont, MG
Mídia exterior
A Associação Brasileira
de Anunciantes (ABA) está perplexa com a reportagem "Limpeza,
afinal". Não foram apenas as empresas de outdoor que entraram
na Justiça contra a Lei Kassab, mas um amplo espectro de
organizações comerciais e industriais, bem como entidades
de vários setores empresariais. Diversas outras entidades,
como é o caso da ABA, não entraram na Justiça
até o momento, mas são contrárias à
referida lei. Estão trabalhando intensamente contra ela e
poderão empregar a via da demanda judicial, conforme o desenrolar
dos acontecimentos. Nenhum dos processos contra a prefeitura de
São Paulo foi julgado em seu mérito, razão
pela qual não há definição clara sobre
a constitucionalidade da referida legislação. Em todos
os exemplos de cidades citados na matéria (Paris, Roma, Nova
York e Londres) existe a convivência de ampla diversidade
de alternativas de mídia exterior e de sinalização
indicativa com o ambiente urbano, e nenhuma dessas cidades, nem
de longe, intentou impor uma legislação absurdamente
restritiva e contrária aos interesses das empresas
e até da população como a referida Lei
Kassab. É absolutamente impossível que aconteça
"a eliminação nas próximas semanas de todo
tipo de propaganda no espaço público...", pelos seguintes
fatores: existe proteção legal para que isso não
ocorra, e muitas outras demandas estarão entrando em juízo
à medida que direitos básicos das empresas forem sendo
agredidos pela prefeitura, que vem descumprindo determinação
da Justiça e já é alvo de ações
da Promotoria Pública por crime de desobediência. A
Lei Kassab colocou na ilegalidade acima de 1 milhão de itens
de mídia exterior e de sinalização comercial,
correspondentes a mais de 80% de tudo o que se vê na cidade,
e não existe a possibilidade física de essa remoção
acontecer nem em semanas, nem mesmo em meses. Também é
altamente improvável que a frase "quando a cidade estiver
completamente sem anúncios" venha a se tornar realidade,
porque a publicidade em mobiliário urbano permanece e, pelos
planos anunciados da prefeitura, será expandida na forma
de um constitucionalmente duvidoso "monopólio municipal".
Ricardo A. Bastos
Presidente da Associação Brasileira
de Anunciantes (ABA)
São Paulo, SP
Habib's
Sobre a reportagem "O Habib's
da construção" (17 de janeiro), eu gostaria de prestar
os seguintes esclarecimentos: os preços por nós praticados
são resultado de uma sofisticada política de fabricação
e comercialização, que envolve, entre outros fatores,
a verticalização de nossa produção
o Habib's possui fábricas próprias de massas, queijos
e sorvetes e estreitas parcerias com fornecedores de extrema
qualidade, além da contínua expansão da rede
(com 285 lojas, somos hoje a maior rede de fast-food árabe
do mundo). Graças a isso podemos, como em 2006, vender 600
milhões de esfihas e atender mais de 120 milhões de
clientes, e somente por isso conseguimos praticar essa agressiva
política de preços.
Rogério Campos
Diretor de marketing do Habib's
São Paulo, SP
Obelisco de Luxor
Li com prazer a retificação
no quadro "O obelisco de Luxor" (Cartas, 30 de dezembro de 2006).
Um aspecto dessa excelente correção me parece, no
entanto, merecer um aprofundamento. A oferta do obeslico teve por
objetivo agradecer à França pela ajuda militar e diplomática
ao Egito para acabar com a dominação turca. Foi em
grande parte graças à organização moderna
de seu Exército, formado à francesa pelo coronel de
Sève, que em junho e julho de 1832 o filho de Mehemet Ali,
Ibrahim, conquistou a Síria, colocando definitivamente um
fim à opressão turca. Não será sob a
quinta República que o governo francês renunciará
a um patrimônio de sua propriedade.
Maurice Véret
Paris, França
CORREÇÕES: O cateterismo para uma atriosseptostomia
não corrigiu a atrofia no ventrículo esquerdo do coração
de Diego; apenas criou comunicações interatriais ("Os
avanços da medicina fetal", Cartas, 17 de janeiro).
O jornalista Ethevaldo Siqueira esteve presente a 34
edições do Consumer Electronics Show 28 vezes
em Las Vegas e seis fora de lá ("A mágica e o mágico",
17 de janeiro).
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PAPAI NOEL DOS POBRES
Celso Junior/AE
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| Amarílio em Brasília
no dia da posse: fã do presidente Lula |
A frase "Viva Lula! O Papai Noel dos pobres", lida numa
placa em Brasília no dia da posse do presidente
Lula, foi citada na seção Veja essa (10
de janeiro) sem autoria. O professor de esperanto Amarílio
Carvalho, conhecido como o Papai Noel de Barra do Garças,
em Mato Grosso, reivindica a paternidade: "Dando vazão
à minha pequena dose de vaidade, ficaria muito
grato se fosse citado o nome do autor", pede ele. "Caracterizado
de Papai Noel, estive em Brasília em 1º
de janeiro, na solenidade de segunda posse do presidente
Lula, com a grande placa e a frase de minha autoria",
afirma Amarílio, que é grande fã
do presidente e não perde uma chance de ir a
Brasília homenageá-lo.
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CIDADE LIMPA
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| Matarazzo e Kassab: combate à
poluição visual |
A legenda da foto que aparece
no alto da reportagem "Limpeza, afinal" (17 de janeiro)
não identificou claramente os personagens nela
mostrados. De terno mais claro, à esquerda, estava
o secretário da Coordenação das
Subprefeituras de São Paulo, Andrea Matarazzo.
De terno azul, à direita do leitor, o prefeito
Gilberto Kassab.
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