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Edição 1992 . 24 de janeiro de 2007

Índice
Millôr
Stephen Kanitz
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Auto-retrato
Gente
Veja essa
VEJA.com
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

 

"É espantosa a criatividade humana. Aqui deputados a usam em benefício próprio. Steve Jobs a usa para ganhar dinheiro limpo e beneficiar a humanidade."
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

iPhone

Realmente, Steve Jobs deu um grande passo rumo ao desconhecido futuro da tecnologia! Esse aparelho lançado traz inovações que facilitam a vida de todos os usuários, resultando numa junção perfeita de alta tecnologia com as necessidades diárias ("A mágica e o mágico", 17 de janeiro)!
Flávio Vieira
Por e-mail

A Apple provou mais uma vez sua competência. Impressionante a usabilidade do iPhone! Operadoras, aprendam com a Cingular! Dificilmente o iPhone, mesmo sendo vendido apenas sob um contrato de fidelidade de dois anos e no plano pós-pago, não comerá uma grande e saborosa fatia do mercado de telefonia móvel. Não tem como ser diferente, já que no caso estão unidas as duas maiores empresas em desenvolvimento nos EUA. Viva o iPhone! Viva a Cingular! E rezemos para que o Brasil esteja entre os planos da Apple para a venda do seu novo "produto revolucionário"!
Pedro G. Pavanato
Por e-mail

Senti-me triste e feliz ao mesmo tempo quando li a reportagem sobre o iPhone e o poder da inovação. Feliz por saber que existem empresas, ou melhor, pessoas que se empenham, se dedicam e têm os recursos necessários para a invenção daquilo que será nossa comodidade. Triste ao constatar, mais uma vez, que o centro desse desenvolvimento continua sendo um país que não é o meu.
Patrícia Lima Denipotti
Ribeirão Preto, SP

O grande diferencial dos Estados Unidos está em inovar, criar e vender lifestyle e sonhos que são os pontos mais altos da cadeia de valor de qualquer negócio. Cada vez que alguém, em qualquer parte do mundo, compra um sanduíche de uma rede de fast-food americana ou um ingresso para ver um filme de Steven Spielberg, na verdade está comprando o direito de viver o sonho americano por uma ou duas horas.
Eduardo Chakarian
River Place, Cingapura

As tecnologias do Vale do Silício nada têm a ver com mágica. Têm a ver com educação de ponta, com professores muito bem remunerados (um professor titular chega a ganhar 500.000 dólares por ano entre aulas, treinamento e pesquisas) em universidades de primeira (na região temos Stanford, CalTech, Universidade da Califórnia, USCB, entre outras famosas), acesso à matéria-prima (adquirir tecnologia na região é como fazer compras em hipermercado) a preços acessíveis, mão-de-obra qualificada, acesso ao capital de risco e, principalmente, instituições sérias que protegem o investidor e seus investimentos.
Evanndro Paes dos Reis
Por e-mail

Primeiramente, cumprimentamos a redação pela reportagem bem elaborada sobre o berço da tecnologia, o Vale do Silício. Entretanto, a legenda da foto publicada na página 67 atribui a frase "A rede é o computador" à empresa Oracle, mas na verdade ela é o slogan de nossa companhia nas últimas décadas. Desde o início, em 1982, a visão propulsora da Sun é "A rede é o computador", frase de um de seus diretores, John Gage, que ficou conhecida como uma das mais famosas do setor.
André Echeverria
Diretor de marketing da Sun Microsystems do Brasil
São Paulo, SP

 

Diogo Mainardi

Como sempre, Diogo Mainardi expressa muito bem o sentimento dos leitores. Eu também venho dormindo muito por causa de Lula. Dormindo, mudando de canal, abaixando o volume da TV. Durmo e, nas noites mais saudosas, sonho com FHC ("O Gandhi do Dormonid", 17 de janeiro).
Alexandre Puga
São Paulo, SP

Dormir... Isso é o que muita gente tem feito, Diogo, principalmente em época de eleição. Você pelo menos acordará daqui a quatro anos, mas existem aqueles que nunca acordarão. Aliás, já nasceram dormindo.
Alice Vieira Barros
Guanambi, BA

Não é você quem deveria dormir, Diogo, e sim os brasileiros que deveriam acordar. Olhar com olhos de quem vê e se livrar dessas peias. Falta à sociedade acreditar em si, e não ficar eternamente dependente desses programas assistencialistas. E esse PAC? Pura veleidade. Os deputados, miríade corrupta. Lula, panacéia do povão e opróbrio "das zelites" deste país.
Eduardo Faria de Oliveira Campos
Londrina, PR

Estou com o Diogo e não abro. Afinal, onde estão nossos jovens universitários com suas causas e seu grito de protesto? Talvez hibernando. E as letras inteligentes dos compositores, os artigos dos não alinhados, os artistas da contramão e da contracultura? Talvez em coma. E os sindicalistas? Com licença, gente, vou voltar para minha cama.
Edson Costa Pereira
São Paulo, SP

 

Armínio Fraga

Na entrevista da edição 1.991 ("Viciados em Estado", Amarelas, 17 de janeiro), o economista Armínio Fraga cobra maior eficiência do Estado. Essa eficiência não será obtida sem que seja feita antes a revisão do pacto federativo, que elimine a duplicidade de funções entre os entes da federação. Não vejo sentido, por exemplo, na separação entre rodovias estaduais e rodovias federais. É comum haver um trecho de estrada boa e outro ruim, um de responsabilidade estadual e outro de responsabilidade da área federal. Cada atividade deve ser responsabilidade de apenas um ente da federação, o que contribuirá para a redução de custos e maior eficiência da máquina administrativa.
Ricardo Wagner Caetano Soares
São Francisco, MG

Excelente a entrevista com Armínio Fraga. Lúcida, sensata, ponderada e racional. Costumo dizer que ele, juntamente com FHC, Eduardo Gianetti da Fonseca e Gustavo Franco, é uma das mentes mais brilhantes deste país. Na ciência econômica existe um "câncer" que é a ideologia. Ela turva completamente a razão. Todos os economistas do PT somados não dão meio Armínio. Aliás, o melhor economista do PT é o médico Antonio Palocci.
Geraldo C. Carvalho Jr.
Economista
São Luís, MA

É uma pena que poucos brasileiros tenham a visão de que a cultura do viver sob as asas do Estado só leva o Brasil para trás. Acabo de chegar de um mestrado em comércio internacional na Europa e tenho grande experiência na área, mas lamento ver que o Brasil ainda está longe de ser uma grande nação desenvolvida e que sabe jogar no mercado internacional.
Candice Borges
Fortaleza, CE

Discordo que os brasileiros queiram que o Estado resolva tudo. Sou uma brasileira que não consegue fazer mais justamente porque o Estado atrapalha com o cultivo da burocracia e a cobrança de impostos sem retorno.
Maria Fernanda Esteves Alves
Rio de Janeiro, RJ

 

Igreja Renascer

Se depois de terem visto a foto do "apóstolo" algemado ao lado dos dólares que levou ilegalmente para os Estados Unidos ("Dólar até na Bíblia", 17 de janeiro) os adeptos da Igreja Renascer ainda não acreditarem na desonestidade de seu líder, é porque, além do dinheiro, eles entregaram algo muito mais precioso: sua capacidade de discernir e raciocinar. Isso é muito perigoso.
Waldete Cestari
Jaú, SP

Alguns bispos viram o sol Renascer quadrado. Quem mandou não conhecer a Bíblia e usá-la somente para guardar dinheiro? "Dai a Deus o que é de Deus, a César o que é de César". Misturaram tudo!
Ricardo Santoro
Brasília, DF

O velho Marx tinha razão quando disse: "A religião é o ópio do povo". Fiéis, no seu fundamentalismo bíblico, encobrem o rosto com o véu do fanatismo e da alienação e ainda acham que tudo não passa de uma tramóia. É lamentável. O neopentecostalismo com a Teologia da Prosperidade não venceu a desilusão do mundo pós-moderno, onde ainda imperam poder, ganância e corrupção.
Celmo Antônio de Araújo
Goiânia, GO

Sou cristão e entendo que, quanto mais gente evangelizando, melhor. Mas parece que a ganância do homem está indo além e abusando da boa-fé, da simplicidade, da esperança de melhorar de vida rapidamente e até da ignorância do povo brasileiro. Não é salutar que a atual situação perdure.
Macilene R. de Oliveira
Goiânia, GO

 

Núcleo ético do Congresso

É confortável saber que ainda dispomos de parlamentares que não se deixaram influenciar pelo câncer que toma conta do Congresso Nacional. Parabéns a VEJA por nos presentear com uma reportagem que alimenta nossas esperanças de viver em um país decente, onde a ética não faz parte somente do discurso de alguns, mas da realidade de um país ("Eles prometem resistir", 17 de janeiro).
Cleverson Ribeiro Borges
São Francisco do Sul, SC

O "grupo dos 30" mostra que nem tudo está perdido, que existe algo que ainda não apodreceu no "reino da Dinamarca". Essa "iniciativa" do Ministério Público de acusar o honrado deputado Raul Jungmann, anos depois de ele ter deixado a pasta do Desenvolvimento Agrário, obviamente foi armada pelos petistas que estão incrustados, como cracas, em todas as partes, no MP inclusive.
Newton Castelo Branco de Brito Guerra

Teresina, PI

 

Câmara dos Deputados

A hipocrisia faz parte do cardápio servido pelos deputados Aldo Rebelo e Arlindo Chinaglia na pizzaria do Congresso Nacional. É triste perceber que nem a pressão popular consegue tocar a consciência medíocre de boa parte de nossos políticos. No entanto, o "É dando que se recebe" desses politiqueiros não é uma "estratégia franciscana". Para São Francisco de Assis é: doar aos pobres e receber de Deus. Para esses deputados é: doar ao ladrão e furtar aos irmãos ("Contra a sociedade", 17 de janeiro).
Padre Demetrius dos Santos Silva
Hortolândia, SP

 

Radar

Quero cumprimentar a revista VEJA pela nota publicada sobre o fundo de pensão Aerus ("Auto-ajuda no Aerus", Radar, 17 de janeiro). Gostaria de complementar que o interventor Erno Brentano foi indicado pelo governo, e não pelo grupo de aposentados Aerus. Não basta a precária situação do fundo, do qual fazem parte cerca de 8.000 beneficiários, que em sua grande maioria estão prestes a ficar sem seus vencimentos a partir de março de 2007? Os pensionistas ainda são obrigados a bancar os saques mensais de 29.000 reais, entre salário e deslocamento do senhor interventor.
Ivana Martins
Curitiba, PR

O senhor Erno Brentano, interventor do Aerus, não pode estar recebendo aquele valor mencionado de 29.000 reais. Será que a nação está sabendo da agonia em que estão vivendo os pensionistas e beneficiários desse fundo? São pessoas que contribuíram por décadas para ter a complementação após a aposentadoria. Além de deixarem de receber a complementação a partir de março próximo, desde abril de 2006 já estão recebendo a metade daquilo a que têm direito.
Teruyo Funaki

São Paulo, SP

Sem problemas, ninguém confundirá saque com saquê. Há anos, bancos japoneses, inclusive o Bradesco/UFJ, operam com opção em inglês ou português. Creio que o Bradesco instalará o áudio nas 600 máquinas, pois atualmente fazemos a operação em silêncio com orientação no visor em português ("A força dos dekasseguis", Radar, 17 de janeiro).
Miyoko Onishi
Nagoya, Japão

 

Kiss

Realmente, ao longo de sua trajetória, o Kiss recorreu a espertas estratégias de marketing. Mas esse não foi o único fator determinante do seu sucesso, pois a banda sempre se manteve fiel à filosofia original do rock, que é proporcionar diversão. O Kiss nos presenteia com uma música energética e direta, sem excesso de virtuosismo, mas nem por isso menos genial. Parabéns a Gene Simmons, que sabe conduzir sua carreira, e à revista VEJA por essa e outras excelentes matérias ("Roqueiro, empresário e pai", 17 de janeiro). É isso aí, rock'n'roll é festa, e a noite toda!
Marcelo de Oliveira
Barretos, SP

A reportagem nos dá um pouco de esperança de que um dia a corrupção neste país findará!
Tarso Holanda
Fortaleza, CE

 

Novela Páginas da Vida

O que mais me chama atenção nesta novela não é a Nanda fantasminha camarada, mas as caras e bocas da personagem Helena. Que a Regina Duarte me desculpe, mas cada vez que ela fica mexendo a cabeça, inclinando-a para um lado e para o outro, e ainda com aquela cabeleira toda e os olhos arregalados, mais parece o meu cachorrinho poodle. Ainda bem que temos a Lília Cabral e o Caruso para salvar o elenco ("Novela mal-assombrada", 17 de janeiro)!
Francisca Alessandra da Silva
São José dos Campos, SP

 

Novelas exportadas

Quero fazer um esclarecimento a respeito da reportagem "Global, 'pero no tanto'" (6 de dezembro de 2006), que diz que a Rede Globo começou a vender suas novelas para o exterior em 1975. Na verdade, a emissora passou a exportar seus renomados folhetins em 1973 com a primeira novela colorida brasileira: O Bem-Amado, de Dias Gomes. A obra, que foi vendida para o México, vai ganhar as telas do cinema pelas mãos de Paula Lavigne, e Marco Nanini fará o Odorico Paraguaçu, imortalizado na TV pelo saudoso Paulo Gracindo.
Marcos Gagliasso
Presidente do Instituto Brasileiro de Dramaturgia
Santos Dumont, MG

 

Mídia exterior

A Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) está perplexa com a reportagem "Limpeza, afinal". Não foram apenas as empresas de outdoor que entraram na Justiça contra a Lei Kassab, mas um amplo espectro de organizações comerciais e industriais, bem como entidades de vários setores empresariais. Diversas outras entidades, como é o caso da ABA, não entraram na Justiça até o momento, mas são contrárias à referida lei. Estão trabalhando intensamente contra ela e poderão empregar a via da demanda judicial, conforme o desenrolar dos acontecimentos. Nenhum dos processos contra a prefeitura de São Paulo foi julgado em seu mérito, razão pela qual não há definição clara sobre a constitucionalidade da referida legislação. Em todos os exemplos de cidades citados na matéria (Paris, Roma, Nova York e Londres) existe a convivência de ampla diversidade de alternativas de mídia exterior e de sinalização indicativa com o ambiente urbano, e nenhuma dessas cidades, nem de longe, intentou impor uma legislação absurdamente restritiva e contrária aos interesses das empresas – e até da população – como a referida Lei Kassab. É absolutamente impossível que aconteça "a eliminação nas próximas semanas de todo tipo de propaganda no espaço público...", pelos seguintes fatores: existe proteção legal para que isso não ocorra, e muitas outras demandas estarão entrando em juízo à medida que direitos básicos das empresas forem sendo agredidos pela prefeitura, que vem descumprindo determinação da Justiça e já é alvo de ações da Promotoria Pública por crime de desobediência. A Lei Kassab colocou na ilegalidade acima de 1 milhão de itens de mídia exterior e de sinalização comercial, correspondentes a mais de 80% de tudo o que se vê na cidade, e não existe a possibilidade física de essa remoção acontecer nem em semanas, nem mesmo em meses. Também é altamente improvável que a frase "quando a cidade estiver completamente sem anúncios" venha a se tornar realidade, porque a publicidade em mobiliário urbano permanece e, pelos planos anunciados da prefeitura, será expandida na forma de um constitucionalmente duvidoso "monopólio municipal".
Ricardo A. Bastos
Presidente da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA)
São Paulo, SP

 

Habib's

Sobre a reportagem "O Habib's da construção" (17 de janeiro), eu gostaria de prestar os seguintes esclarecimentos: os preços por nós praticados são resultado de uma sofisticada política de fabricação e comercialização, que envolve, entre outros fatores, a verticalização de nossa produção – o Habib's possui fábricas próprias de massas, queijos e sorvetes – e estreitas parcerias com fornecedores de extrema qualidade, além da contínua expansão da rede (com 285 lojas, somos hoje a maior rede de fast-food árabe do mundo). Graças a isso podemos, como em 2006, vender 600 milhões de esfihas e atender mais de 120 milhões de clientes, e somente por isso conseguimos praticar essa agressiva política de preços.
Rogério Campos

Diretor de marketing do Habib's
São Paulo, SP

 

Obelisco de Luxor

Li com prazer a retificação no quadro "O obelisco de Luxor" (Cartas, 30 de dezembro de 2006). Um aspecto dessa excelente correção me parece, no entanto, merecer um aprofundamento. A oferta do obeslico teve por objetivo agradecer à França pela ajuda militar e diplomática ao Egito para acabar com a dominação turca. Foi em grande parte graças à organização moderna de seu Exército, formado à francesa pelo coronel de Sève, que em junho e julho de 1832 o filho de Mehemet Ali, Ibrahim, conquistou a Síria, colocando definitivamente um fim à opressão turca. Não será sob a quinta República que o governo francês renunciará a um patrimônio de sua propriedade.
Maurice Véret
Paris, França


CORREÇÕES: O cateterismo para uma atriosseptostomia não corrigiu a atrofia no ventrículo esquerdo do coração de Diego; apenas criou comunicações interatriais ("Os avanços da medicina fetal", Cartas, 17 de janeiro). O jornalista Ethevaldo Siqueira esteve presente a 34 edições do Consumer Electronics Show – 28 vezes em Las Vegas e seis fora de lá ("A mágica e o mágico", 17 de janeiro).

 

 

PAPAI NOEL DOS POBRES

Celso Junior/AE
Amarílio em Brasília no dia da posse: fã do presidente Lula


A frase "Viva Lula! O Papai Noel dos pobres", lida numa placa em Brasília no dia da posse do presidente Lula, foi citada na seção Veja essa (10 de janeiro) sem autoria. O professor de esperanto Amarílio Carvalho, conhecido como o Papai Noel de Barra do Garças, em Mato Grosso, reivindica a paternidade: "Dando vazão à minha pequena dose de vaidade, ficaria muito grato se fosse citado o nome do autor", pede ele. "Caracterizado de Papai Noel, estive em Brasília em 1º de janeiro, na solenidade de segunda posse do presidente Lula, com a grande placa e a frase de minha autoria", afirma Amarílio, que é grande fã do presidente e não perde uma chance de ir a Brasília homenageá-lo.



CIDADE LIMPA

Matarazzo e Kassab: combate à poluição visual

A legenda da foto que aparece no alto da reportagem "Limpeza, afinal" (17 de janeiro) não identificou claramente os personagens nela mostrados. De terno mais claro, à esquerda, estava o secretário da Coordenação das Subprefeituras de São Paulo, Andrea Matarazzo. De terno azul, à direita do leitor, o prefeito Gilberto Kassab.

 

 



MONTANHAS-RUSSAS

O leitor Felipe Akira Medeiros Sugano, de 15 anos, do município de Guararapes, em São Paulo, escreveu para VEJA questionando a informação publicada no especial O Melhor do Brasil de que a Montezum, a montanha-russa do parque Hopi Hari, seria a quinta maior do mundo, entre as construídas de madeira. Na verdade, o Roller Coaster DataBase, que reúne informações sobre todas as montanhas-russas existentes, faz rankings de acordo com a altura, a extensão, a velocidade e o tamanho de queda do brinquedo. No ranking das montanhas-russas de madeira, a Montezum aparece como a nona mais veloz do mundo e é a que possui a décima maior queda (42,4 metros). Com 50 metros de altura em seu ponto mais alto, ela também é a quinta mais alta do planeta. Porém, esse dado não foi computado no perfil da Montezum no Roller Coaster DataBase. A direção do Hopi Hari afirma que entrará em contato com os organizadores do site para registrar essa informação. Veja o ranking das cinco montanhas-russas de madeira mais altas do mundo:


Foto Andre Penner

 
 
 
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