Roqueiros
criativos
Fabio Motta/AE
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O Rock in Rio está no fim, mas as atrações
do festival poderão ser conferidas por algum tempo na Estação
VEJA, que mostra uma galeria de fotos dos shows e um acervo de
áudios e clipes das músicas das principais bandas.
O grande sucesso da Estação VEJA no Rock in Rio
é a promoção em que se que pergunta aos internautas
"O que você faria por um mundo melhor?". Os autores das
respostas mais criativas ganham CDs dos grupos convidados para
o evento. Quem quiser testar a criatividade pode participar deixando
sua resposta em VEJA on-line até as 22 horas deste domingo,
dia 21. Veja algumas respostas já premiadas:
"Pediria
a Deus, rezaria a Alá, a Jeová, a Buda;
ou
seja, conversaria com quem realmente pode ajudar."
Carlos
Eduardo Freitas Costa
Belo
Horizonte (MG)
"Arranjaria
patrocinador, um carro 4x4, espalharia faixas alusivas e viajaria
por muitos lugares anunciando um tempo melhor."
Andréa
Paixão Araújo
Fortaleza
(CE)
"Por
um mundo melhor, acreditaria até nas palavras do ex-juiz
Lalau!!!!"
Pedro
Angelo da Silva de Lima
Juquitiba
(SP)
"Trocaria
todos os outdoors atuais por lindas fotos de bebês sorridentes.
A inocência contagia e transforma trogloditas em anjos."
Rosane
Beatriz de Melo Salvador
Elói
Mendes (MG)
A vez das Amélias
As idéias da americana Laura Doyle, autora do livro The
Surrendered Wife (Mulheres Submissas), são analisadas
pela terapeuta de casais Lídia Aratangy, numa entrevista
à Rádio VEJA (a
reportagem sobre o livro).
A grande questão é: para o casamento dar certo,
a mulher precisa ser uma amélia, como defende a escritora?
Outro destaque da Rádio VEJA é a briga entre a fabricante
de aviões brasileira Embraer e a canadense Bombardier sobre
práticas de comércio internacional. Saiba o que
essa polêmica, também tratada em reportagem
desta edição, representa para o Brasil. As entrevistas
da Rádio VEJA podem ser ouvidas a qualquer momento no site
de VEJA on-line.
Sorte
de quem ler
A
versão multimídia da seção VEJA Recomenda
traz, nesta semana, o primeiro
capítulo do livro Sorte Sua, do
escritor americano Carl Hiaasen. "Com o perdão do trocadilho,
sorte mesmo é do leitor que pode encontrar nas bancas um
romance saboroso como esse", diz a crítica sobre a obra
publicada em VEJA da semana passada. A personagem principal é
JoLayne Lucks, jovem negra que divide um prêmio da loteria
com dois sujeitos truculentos e asquerosos, que vão atrás
dela para roubar o bilhete premiado. Hiaasen é um grande
observador da sociedade americana. Ele cria personagens e situações
impagáveis, abordando temas sociais, como o preconceito
racial.
A
polêmica do sigilo
O
fórum de VEJA on-line debateu com os internautas a
quebra do sigilo bancário de pessoas suspeitas de
sonegação de impostos. As opiniões confirmam
que a
questão está longe da unanimidade.
"Essa
lei serve apenas para meter a mão no dinheiro dos pobres,
que já pagam imposto até quando falam. O governo
sabe quem sonega, mas os ricos deste país vão continuar
sonegando."
Hermane Delgado
hermane@rn.gov.br
Natal (RN)
"É
um mal necessário para amenizar a sonegação.
Espero que o aumento da arrecadação seja revertido
para a sociedade brasileira."
Luiz Carlos Taques de Andrade
razaomt@uol.com.br
Cuiabá (MT)
"Suspeitos
de sonegação devem ter as contas averiguadas. É
assim na maioria dos países civilizados. Quem não
deve não teme."
André Nogueira
andréely@cpunet.com.br
Salvador (BA)
"Para
tudo neste país se dá um jeito. Se a fiscalização
aumenta, as formas de sonegação com um jeitinho
brasileiro também aumentam. Com a quebra do sigilo bancário
não será diferente."
Amauri Júnior
rybeyro@terra.com.br
Cariacica (ES)
Editado
por Nilson Vargas
(nvargas@vjlistas.veja.com.br)