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"Antes
de se envolver em qualquer cirurgia, a escolha do profissional
é
extremamente importante, e saber como seu organismo reagirá
é fundamental."
Ana
Carolina
São
Paulo, SP |
Cirurgia
plástica
Excelente.
Esta é a palavra certa para definir a reportagem sobre
cirurgia plástica. Clara, completa e esclarecedora ("Brasil,
império do bisturi", 17 de janeiro).
Ana
Lúcia
analumo@uol.com.br
Parabéns
pela excelente e oportuna reportagem sobre a cirurgia plástica
no país. Ficou faltando a nova geração dos
cirurgiões plásticos, que vem realizando um trabalho
destacado no mercado.
Norberto
Busto
models@modelsfashion.com.br
Fiquei espantado com essa habilidade de transformar coisas horríveis
e medonhas em algo mais ou menos apresentável aos olhos
do povo. Que continuem assim.
Rubens
Dias Júnior
rubjunior@bol.com.br
A
busca do padrão de beleza imposto pela mídia faz
as pessoas correr riscos e passar por cima de uma vida saudável,
que é obtida com uma alimentação balanceada,
exercícios e paz consigo mesmo.
José
Ewerton Santos Filho
Salvador,
BA
É
de extrema importância para nossa especialidade e para a
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica o apoio que nos
vem sendo dado tanto pela imprensa brasileira quanto pela internacional.
Podemos considerá-lo como um dos importantes fatores que
têm ajudado na projeção de nossa cirurgia
plástica dentro e fora do país. Com relação
à reportagem "Brasil, império do bisturi", gostaria
de informar que o código de ética médica
proíbe que os profissionais da área de saúde
divulguem valores de consulta ou cirurgia, bem como nome de pacientes
por eles tratados ou operados. Além disso, noto que a reportagem
sugere a existência de um suposto ranking de médicos,
dando aos leigos a impressão de que não existem
outros profissionais com qualificação correspondente.
Luiz
Carlos Garcia
Presidente
da Sociedade Brasileira
de Cirurgia Plástica
São
Paulo, SP
Nota
da redação: VEJA não publicou
ranking de médicos, apenas listou alguns exemplos de cirurgiões
plásticos altamente qualificados. Quanto à publicação
dos nomes dos pacientes e dos valores de consulta e cirurgia,
os dados são fruto de apuração da revista,
que se responsabiliza inteiramente por sua divulgação.
Arc
Arc, marciano. Tudo bem com você? Comigo tudo bem, apesar
de eu ter Aids. Descobri há treze anos, estou com 35. Ganho
um salário mínimo de aposentadoria, ninguém
me dá emprego. Quem sabe em Marte eu consiga, você
pode me ajudar? Posso ser digitador, motorista, cavalheiro de
companhia. Também gosto de cozinhar, alguma coisa deve
ter para fazer em Marte. Aqui no Brasil é difícil
encontrar um empresário que tenha a coragem de me contratar,
para que eu me torne mais digno, para que minha auto-estima melhore.
Eu quero mesmo é trabalhar.
Flávio
flavionatael@globo.com
Marcelo Yuka
Lamento muito a fatalidade ocorrida com Marcelo Yuka, baterista
e letrista do grupo O Rappa. Lamento, também, a observação
feita por ele, com relação ao salário de
150 reais como causador da criminalidade no país. O número
de filhos cabe a cada casal planejar, e o governo não pode
ser responsabilizado por isso (Amarelas, 17 de janeiro).
Vicente
Barros
vfarias@vircom.com.br
Já
senti na pele a violência quando perdi meu filho de 29 anos,
executado com seis tiros na periferia de São Paulo. Sou
profissional da saúde e fiquei constrangido ao saber como
alguns colegas, até alcoolizados, tratam os pacientes.
Trabalho em um grande hospital particular da capital e lá
não os tratamos como números.
Vicente
Dalvison Pinto de Souza
vdalvison@aol.com
Diogo
Mainardi
Com parcela em atraso, eu estava para cancelar minha assinatura
de VEJA, mas, ao ler o hilário texto de Diogo Mainardi
"É duro ser bebê brasileiro" (17 de janeiro), regularizei
rapidamente a assinatura da revista. Eu não me perdoaria
jamais se viesse a perder um texto tão maravilhoso.
José
Balan Filho
Curitiba,
PR
Veja essa
O fato de o senhor Marco Antonio Villa ser contra ou a favor das
idéias do presidente João Goulart não vem
ao caso. O que assusta é ver um indivíduo que se
intitula "historiador" dar uma demonstração pública
tão chocante de ignorância, despreparo para sua profissão,
desconhecimento total de um dos períodos mais importantes
da história do país (Veja essa, 17 de janeiro).
João
Vicente Goulart
rosa@indep.org.br
Na seção Veja essa (10 de janeiro) atribuiu-se a
mim frase que nunca pronunciei. Na reportagem "Mordaça
de novo" (10 de janeiro), os valores recebidos por minhas empresas
são muito superiores aos números efetivamente ocorridos.
Luiz
Estevão de Oliveira Neto
Brasília,
DF
Pit bulls
Concordo plenamente que não se deve levar nenhuma raça
de cão à praia, primeiro por questão de higiene
e sa&uaa. Até certos seres humanos
que não têm asseio deveriam ficar longe das praias.
Concordo que nenhum cão deva ficar solto em lugar algum.
Falando no caso específico do pit bull, sou criadora da
raça e acho que realmente eles não devem ficar soltos,
pois são cães de caça e têm um instinto
muito forte de atacar outro animal (principalmente se for macho).
E, por se tratar de um cão muito forte, pode ferir alguém
que se encontre em seu caminho. O pit bull pode atacar ou tros
animais, mas pessoas só se elas o maltratarem ou fizerem
algum movimento que o assuste.
Fabiane Braga Martins Barbosa
e Heitor
Duperron
São
Paulo, SP
Prisão especial
Muito oportuna a discussão sobre a prisão especial.
Por que o juiz Nestor do Nascimento, já condenado pela
fraude no INSS, cumpre pena em prisão especial? Esse benefício
não é apenas durante a espera do julgamento? Ele
já foi condenado, portanto deveria cumprir pena em penitenciária
comum ("Até preso, rico leva vantagem", 17 de janeiro).
Lindsley
Daibert
Belo Horizonte,
MG
Trabalho
Absolutamente lamentável conviver com situações
de desmandos e corrupções com o dinheiro público,
como mostra a reportagem enfocando desvios de recursos que deveriam
ser destinados à formação do trabalhador.
Em Goiás, graças aos recursos destinados pelo governo
federal, por intermédio do Ministério do Trabalho,
estamos implementando e ampliando ações de formação
dos trabalhadores goianos. Trabalhamos com entidades conceituadas
e de credibilidade e temos fiscalizado com rigor a aplicação
dos recursos destinados ao Estado. No biênio 1999/2000,
92.000 trabalhadores goianos foram
qualificados ou requalificados, outros 17.000
iniciam na próxima semana o aprimoramento em vários
cursos, todos gratuitos. Os investimentos nesse segmento somaram
8,3 milhões de reais ("A casa de mãe Joana", 10
de janeiro).
Honor
Cruvinel
Secretário
de Estado de
Cidadania e Trabalho
Goiânia,
GO
Queremos
manifestar nossa severa crítica à forma com que
VEJA se refere a nossa instituição. O Cenap (tratado
como "um tal de...") é uma instituição séria,
respeitada, com notória atuação na sociedade,
e vem desenvolvendo desde 1999 um projeto com recursos do FAT
na área de capacitação em informática.
Os fiscais do Ministério do Trabalho visitaram uma das
salas de curso, no quarto dia do início do treinamento,
e constataram que ainda não havia sido distribuído
o material didático. Denunciaram o fato à Secretaria
de Planejamento do Estado de Pernambuco, que solicitou explicações.
O Cenap respondeu à secretaria, explicando que a ausência
naquele dia do material didático devia-se ao fato de ter
sido adotado o procedimento de só distribuir apostilas
no quinto dia do curso, pois algumas pessoas se inscreviam, pegavam
a apostila e não compareciam mais. Os documentos de defesa
foram apresentados e ficou comprovado que não havia irregularidades.
Todo o material didático previsto no projeto já
havia sido produzido e foi distribuído normalmente. Informações
completas sobre o projeto e seu desenvolvimento podem ser encontradas
no site do Cenap (www.cenap.org.br),
na parte de informações institucionais.
Mônica
Alves de Oliveira e
Luiz
Carlos de Araújo Filho
Centro
Nordestino de Animação
Popular
Recife,
PE
CORREÇÃO: O arquiteto Gilberto Belleza
é o presidente da seção de São Paulo
do Instituto de Arquitetos do Brasil (Guia, 17 de janeiro).
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Não
foi por falta de aviso
Alguns
leitores de VEJA que viram o tumulto na apresentação
de Carlinhos Brown no Rock in Rio escreveram para a redação
lamentando a reação do público. Liciane
Korenjak Alvarenga disse em e-mail à revista que
foi um "show de horror com um dos maiores gênios da
música brasileira". Renato Bernardo considerou a
reação do público "deprimente e injusta".
Patricia Caldeira, do Guarujá, São Paulo,
não gosta da música nem do estilo artístico
de Brown, mas elogiou "o profissionalismo, a grandeza e
a superioridade com que ele administrou e contornou a situação".
A confusão era esperada. Na reportagem "Gororoba
sonora à moda carioca" (10 de janeiro), VEJA alertou:
"A gororoba de gêneros (...) talvez pudesse ter sido
um pouco atenuada. No mínimo, por uma questão
de segurança. Nas edições anteriores,
a mistura de tendências (...) causou curtos-circuitos.
Por exemplo: artistas pop que dividiram a noite com bandas
de rock pesado em 1985 e no Rock in Rio 2, em 1991, acabaram
sendo alvejados por punhados de lama e latinhas de cerveja.
(...) É bom não facilitar quando a equação
é composta de jovens com os hormônios em ebulição,
rios de cerveja (...), quilos e quilos de certas substâncias
proibidas (repassadas por baixo do pano) e gostos musicais
conflitantes". Como se vê, o que era previsível
não foi prevenido. O próprio Brown fez questão
de cantar no dia das bandas mais cultuadas pela juventude
roqueira. Deu no que deu.
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