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Gente demais Sérgio Besserman, economista, ex-presidente do IBGE: "Quando se torna mais amplo o acesso à educação, à cultura e ao conhecimento, as populações passam a crescer em ritmo menor e até a decrescer" |
O aumento das penas aplicáveis aos delitos de corrupção
é há muito tempo discutido e reivindicado. Não é
como se o presidente da República tivesse somente agora descoberto um
caminho para a salvação do Brasil. Mesmo porque, como ele mesmo
admitiu, esse projeto não operará milagre algum ("Antes tarde
que nunca", 16 de dezembro). O intrigante dessa história toda é
que só o mensalão do Democratas foi capaz de estimular o Poder
Executivo a elaborar tal proposição. Interessante porque não
faz muito tempo, quando estourou o mensalão do PT, do Palácio
do Planalto se ouviam os grilos cantar, de tanto silêncio.
Bruna Azevedo de Castro
Londrina, PR
Era só o que faltava, o sujo falando do mal lavado. A ministra
Dilma Rousseff achou estarrecedoras as imagens do "eficiente" governador
do DF, José Roberto Arruda, e sua turma embolsando dinheiro "caído
do céu" e pediu imediatas e severas punições para
os gatunos envolvidos. E sobre a quadrilha de mensaleiros do PT, o que ela opinou
quando eclodiu a roubalheira? É essa que está querendo se eleger
para o Planalto e está sendo empurrada pelo Lula para ser presidente
da República? Ora, vejam!
Antônio Araújo da Silva
Belém, PA
Em razão de reportagem "Vocação multipartidária"
(16 de dezembro), envolvendo meu nome, venho esclarecer o seguinte: 1) nego
veementemente o meu envolvimento em quaisquer irregularidades, administrativas
ou financeiras, em obras que tenham a participação da Eletronorte,
incluindo as de construção das eclusas associadas à Hidrelétrica
de Tucuruí; 2) tais obras são de responsabilidade do Ministério
dos Transportes/Dnit, tocadas pela Eletronorte desde 2007 por meio de convênio.
Estão totalmente de acordo com os cronogramas físico e financeiro
estabelecidos, não havendo nenhuma irregularidade ou investigação
em andamento que sejam de nosso conhecimento; 3) desconheço completamente
o teor do relatório sobre a operação denominada Castelo
de Areia. Tomei conhecimento do assunto pela imprensa, sendo que em nenhum momento
fui informado pela Polícia Federal, pelo Ministério Público
Federal ou por outra instituição acerca de tal "documento"
ou "suspeita". Desde já me coloco à inteira disposição
dos órgãos de fiscalização para quaisquer esclarecimentos.
Adhemar Palocci
Diretor de Planejamento e Engenharia da Eletronorte
Brasília, DF
Numa busca incessante pelo fim descontrolado da corrupção,
almejo todos os dias que nossos representantes políticos percebam quanto
nos decepcionam. Como nem tudo pode ser feito do jeito que desejamos, temo pelo
Brasil, onde, por mais que sejam mostradas as catástrofes políticas,
nada acontece ("Capital da chantagem", 16 de dezembro).
Tatyanna Brasileiro
Campina Grande, PB
Como fui citado na reportagem "Capital da chantagem"
(16 de dezembro) como tendo viajado para a Itália, levado pelo senhor
Paulo Roxo - e esse fato, além de inverídico, pode me trazer
danos, pois é claramente contrário aos meus princípios
e minha conduta política, sempre pautados pela ética e pela moralidade
pública -, quero fazer os seguintes esclarecimentos, já que,
mesmo tendo conversado por mais de meia hora com um conceituado jornalista repórter
da revista, minhas informações não foram publicadas: a)
a viagem à Itália foi planejada por mim e por minha mulher no
fim do ano passado. Portanto, não fui ao exterior a convite do senhor
Paulo Roxo, a quem só conheci no dia da viagem; b) tenho todos os extratos
bancários e de cartão de crédito comprovando que paguei
as minhas despesas com hotéis, restaurantes, compras etc. Aliás,
antes de a reportagem ser fechada, disponibilizei toda a documentação
para VEJA; c) as passagens foram emitidas com milhagens da TAM. Com isso, espero
ter esclarecido os fatos. Em outras oportunidades, gostaria de ser ouvido pela
revista, que continua merecendo o meu respeito, principalmente quando houver
qualquer tipo de afirmação envolvendo o meu nome.
Antônio Carlos Magalhães Neto
Deputado federal (DEM-BA)
Brasília, DF
Em relação à reportagem "Capital da
chantagem", publicada na última edição da revista
VEJA, gostaria de esclarecer que em momento algum sofri qualquer tipo de ameaça
por parte do governador Arruda, desligado recentemente do Democratas. Sobre
a viagem relatada na publicação, todas as despesas que fiz na
Itália no último Carnaval foram pagas com os meus próprios
recursos. Os extratos de cartão de crédito comprovando as despesas
continuam à disposição de VEJA.
Rodrigo Maia
Deputado federal e presidente nacional do Democratas
Brasília, DF
Sou um exemplo da eficácia dos Alcoólicos Anônimos
(AA): duas internações em hospitais de ponta, em São Paulo,
com médicos estrelados, muito dinheiro gasto, nenhum resultado. Quando
já estava sem esperança e vontade de viver, procurei um grupo
de AA, como última alternativa: muitas mãos me foram estendidas
e me acolheram. Estou sóbria há pouco mais de quatro anos e consegui
de volta a confiança perdida, o equilíbrio emocional e o amor
próprio. Só não consegui regularizar ainda minha conta
bancária, pois paguei muito dinheiro a psiquiatras, que pouco ou nada
entendem de alcoolismo ("É preciso dar mais do que doze passos",
16 de dezembro).
C.T.S.
São Paulo, SP
A Região Nordeste do Brasil, que sempre apresenta performances
desanimadoras quanto ao Índice de Desenvolvimento Humano, surpreende
com a liderança nacional no consumo de uísque ("A Escócia
brasileira", 16 de dezembro).
Jair Gomes Coelho
Vassouras, RJ
Sobre a frase dita por Lula, na seção Veja Essa
(16 de dezembro): nunca antes na história deste país houve um
presidente tão despreparado para o cargo como agora. A expressão
utilizada pode até ser engraçada, mas não cabe ao ocupante
do maior cargo político de um país utilizá-la em público,
menos ainda em palanque. Por favor, alguém ensine a esse senhor que para
ocupar o cargo é preciso ter postura e educação. Cada povo
tem o representante que merece.
Luciano Tavares Montenegro
Recife, PE
Senhor presidente, eu não acho o Brasil engraçado;
eu acho o Brasil uma coisa trágica. O povo está numa m... por
causa de vocês. Há vezes em que dá vontade de rasgar o passaporte
brasileiro e pedir um da Comunidade Europeia. Para tirar o país da m...
basta colocar para trabalhar todos os que, conquistando um cargo público,
só vão lá para comer a merenda e planejar golpes.
Rosete Roizenblit Rubin
Rio de Janeiro, RJ
Com essa frase, o presidente prova, mais uma vez, que continua
fazendo na vida pública o mesmo que ele faz na privada.
Fábio de Oliveira Bento
Mairiporã, SP
Coprêmese. Foi isso o que aconteceu com o meu presidente
da República. Infelizmente...
Antonio C. Clausen
Caçador, SC
O derretimento da Dilma (segundo turno: Serra teria 51 pontos
e Dilma, 25), de acordo com o que informa Diogo Mainardi, basea-do em dado colhido
da última pesquisa do Ibope, foi a melhor coisa que li no fim de uma
semana em que tivemos até presidente da República desrespeitando
a liturgia do cargo (mais uma vez) e falando palavrão na TV. Muito obrigada,
Diogo. Fui dormir feliz ("Eu e o urso canibal", 16 de dezembro).
Maria Dulce de Souza Almeida Prado
Caraguatatuba, SP
Foi com grande emoção que, dezessete dias após
perder minha querida gata Filomena, li a reportagem "Por que nós
os amamos" (16 de dezembro). Essa pequena dama da raça frajolinha
recolhida nas ruas aos 4 meses de idade fez parte de nossa família por
treze anos e sempre nos tratou com amor e afeto e, claro, com alguns arranhões
quando passávamos do limite que todo felino impõe em suas brincadeiras.
A Filó agradece lá do alto do céu dos felinos essa homenagem
de VEJA.
Fany Maria Granata Delalibera
Santo André, SP
Tenho duas gatas. Certamente, os bichanos têm personalidade
própria. Gatos não são de ninguém, não têm
dono. Têm funcionários!
Regina Stella Barco Inácio
Por e-mail
Muito oportuna a reportagem "Sujinho e saudável"
(16 de dezembro). Acrescentaria que o sistema imunológico e os sistemas
nervoso e endócrino são integrados, compartilhando os mesmos mediadores
químicos. É sabido que, quanto maiores e mais estreitas as relações
do indivíduo com o meio externo, principalmente nos primeiros anos de
vida, maiores as possibilidades de um sistema imunológico competente.
O mesmo parece acontecer com o emocional: quanto maior o círculo de convivência
da criança, maiores as chances de aprendizado social. O ser humano é
um ente da natureza. Convive harmonicamente com pelo menos 30 trilhões
de bactérias de 200 espécies em seu corpo, fruto de um equilíbrio
mediado pela imunidade do indivíduo. Ao se excluir (física ou
psicologicamente), cria condições para as doenças. Essa
exclusão pode ser proporcionada por ambientes muito limpos e estéreis,
educação e costumes malsãos, e também pelo
uso repetido e indevido de antibióticos em tenra idade. As doenças
alérgicas como a rinite e a asma parecem prevalecer mais nas crianças
tratadas com excesso de zelo.
Gilmar Domingues Cardoso
Médico alergologista
Por e-mail
Muito interessante e oportuna a reportagem "Papai não
é mamãe" (9 de dezembro). Sou recém-casado e somente
agora, ao lado de minha querida esposa, Aline, pude comprovar quão pesados
e difíceis são os serviços domésticos, ainda mais
quando se tem filhos. Entre uma "lavada de louça" e uma "estendida
de roupa", já estou me preparando física e psicologicamente
para poder oferecer à minha mulher todo o apoio de que ela precisará
quando tivermos nossos filhos. Parabéns pela reportagem e obrigado pelas
dicas.
Antonio Carlos Ferreira de Caldas
Ribeirão Preto, SP
Parabéns pela reportagem "Nota vermelha" (16
de dezembro), que avalia o desempenho do novo Enem. Mas o pior ainda está
por vir: os milhares de estudantes estão nas mãos de cerca de
2 000 professores, das mais diversas qualificações, que
foram convocados às pressas para fazer a correção das redações.
Essa tarefa demandaria muito treinamento e critérios muito bem definidos.
Não dá mesmo para acreditar no resultado desse certame. Pobres
feras!
Vicente Santos
Recife, PE
Quero cumprimentar a equipe pelo VEJA Meus Livros (www.veja.com/meus-livros
- "Leitura em rede", 16 de dezembro). A iniciativa vem ao encontro
de um anteprojeto que escrevi para um processo seletivo de uma vaga no doutorado
em ciência da informação da UFRJ. Nele defendo a ideia de
que as redes sociais no ciberespaço podem mediar a divulgação
científica por permitir que seus usuários troquem informações
nas comunidades virtuais. Com certeza, VEJA Meus Livros tem relação
com meu estudo. Em caso de aprovação no processo, dedicarei um
espaço na tese para falar sobre essa iniciativa.
Marcio Gonçalves
Por e-mail
Esplêndida a reportagem sobre o acervo on-line do grande
maestro Tom Jobim ("Os tons do mestre", 9 de dezembro). E eu, que
estou tão longe, tenho a oportunidade de relembrar o grande músico.
Gustavus Adolfus
Birmingham, Inglaterra
Correções: ao contrário do que consta da nota "Negócio (quase) fechado" (Radar, 16 de dezembro), a Gradiente entrou na Justiça com plano de recuperação extrajudicial, e não com um pedido de recuperação judicial, como estava escrito. Na reportagem "Uma nova revolução verde" (16 de dezembro), no trecho que fala da produtividade do milho por hectare, os números corretos são 10 000 quilos nos Estados Unidos, 3 800 quilos no Brasil e 1 700 quilos na África Subsaariana. O empresário Romildo Ribeiro Soares (RR Soares) é missionário, e não bispo, como informou a nota "Show da fé em horário menos nobre" (Holofote, 16 de dezembro).