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Gente
Não parece, mas é
Reuters
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| Jennifer: única não modelo no Pirelli 2006
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Linda e irreconhecível (seu mais famoso
atributo mal aparece e está classudíssima, tudo o
que não é na vida real), a cantora e, vá lá,
atriz Jennifer Lopez é capa e recheio do calendário
Pirelli 2006. Fotografada na Riviera Francesa, Jennifer, 36 anos,
em versão razoavelmente convincente das divas hollywoodianas
dos anos 50, ilustra a capa, janeiro e fevereiro. É a única
não modelo na folhinha de 2 milhões de dólares
que a empresa não vende, só dá de presente
a seletos felizardos. Entre outras beldades de botar fogo na borracharia,
fazem pose no calendário Gisele Bündchen e Natalia Vodianova;
Kate Moss pré-inferno astral também enfeita os meses
de julho e agosto.
Com galácticos ninguém
pode
Paulo Pinto/AE
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| Ana e Roberto Carlos, em festa em 2004: a
amizade rendeu |
Separado, sem namorada fixa, o
jogador Roberto Carlos, 32 anos, anda torcendo pela seleção
sobre-45. Depois de "conhecer melhor" a cantora Fafá de Belém,
49 anos, quando a seleção jogou no Pará em
outubro, trocou uns passes com a apresentadora Ana Maria Braga,
56, em noitada recente em Madri. Ana, que estava em Lisboa, voou
com amigos, num jatinho providenciado pelo jogador, para assistir
de camarote a um jogo do Real Madri; depois, foi jantar com Roberto
Carlos e uma turma de galácticos, entre eles Ronaldo, Robinho
e Beckham, enturmadíssimo com os brasileiros. Houve animado
e explícito bate-bola e a noite acabou na casa do craque.
Segundo tempo à vista? Ela desconversa: "Roberto Carlos é
um verdadeiro cavalheiro e um grande amigo". Ele, cavalheirescamente,
não tem "nada a declarar".
Agora, em versão para
criança
Divulgação
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| Cléo-patra: especial para outro público |
O que dura mais: a maldição
das pirâmides ou o olho comprido dos tios? Cléo
Pires, 23 anos, está disposta a desafiar ambos. Depois
de deixar os coroas babando em América, a atriz muda
de público e participa de um dos quatro episódios
do especial infantil Clara e o Chuveiro do Tempo, que a Globo
exibe a partir de 18 de dezembro (o capítulo com ela vai
ao ar no dia 25). No especial, que conta a história de uma
menina às voltas com a máquina do tempo inventada
pelo avô, Cléo será Cleópatra
sim, a rainha egípcia, trazida sem querer para a época
atual. Physique du rôle é o que não falta.
Ruivinha à grega
Otávio Dias de Oliveira
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| Marina: dançando e falando grego em Santorini
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Pelo menos um dom a atriz Marina Ruy Barbosa, 10 anos, herdou
do tataravô, ele próprio, o Águia de Haia: a
facilidade para aprender coisas novas. Com apenas nove aulas de
grego e sete de dança folclórica do país, saiu-se
muito bem interpretando, em plena Santorini, a graciosa Sabina,
filha de um casal brasileiro que toca um restaurante numa ilha grega
(atenção, é novela, não adianta clamar
por verossimilhança) em Belíssima. "Teve gente
que não acreditou quando eu disse que era brasileira", conta
Marina, ruiva por obra "lá de trás" na família
de origem italiana (a mãe é loira; o pai, moreno).
Com três novelas e um filme no currículo, ela sempre
quis ser atriz. "Quando eu era pequenininha, queria desmontar a
TV e entrar nela", conta.
Vida de princesa, nunca mais
AFP
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Issei Kato/Reuters
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| Sayako, na despedida e com Kuroda:
uma infeliz a menos |
Embrulhada em doze espetaculares
camadas de quimono, privilégio da família imperial,
a princesa Sayako, 36 anos, filha do imperador Akihito, disse
adeus ao título e ao palácio. Depois, de comportados
vestido branco e colar de pérolas, casou-se com Yoshiki
Kuroda, 40, funcionário público e plebeu, e foi
morar num apartamento alugado de um quarto (com o dote equivalente
a mais de 1 milhão de dólares, o casal comprou outro
maior, em construção). É pouco provável,
no entanto, que a ex-princesa tenha saudade das mordomias palacianas
apesar da "sorte quase inimaginável" de nascer onde
nasceu, sentiu-se muitas vezes "solitária" e "cheia de inquietude",
revelou no dia do seu aniversário, em abril. Com a confissão,
Sayako se juntou ao coro de mulheres infelizes com o rigor massacrante
da casa imperial japonesa sua mãe, Michiko, passou
meses sem conseguir falar por causa de stress; a cunhada, Masako,
pressionada para produzir um herdeiro (só tem uma filha),
entrou em depressão e raramente aparece em público.
A senhora Kuroda, pelo jeito, livrou-se de boa.
Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Ronaldo Soares
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