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Edição 1 774 - 23 de outubro de 2002
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TRABALHO

Trabalho mundo afora

Pontos de partida para encontrar
um emprego fora do país


Fotos Heudes Régis e Eduardo Pozella


Para profissionais qualificados, com diploma universitário, domínio de inglês e experiência, a melhor estratégia para obter um emprego no exterior é encaminhar à embaixada do país escolhido um pedido de permissão para trabalhar. Quem não dispõe de currículo vistoso pode tentar o inverso: achar o emprego e depois pedir autorização de trabalho ao país. Esse tipo de oportunidade surge em empresas interessadas em promover a diversidade internacional ou que têm dificuldade para preencher vagas com a mão-de-obra local. Elas intercedem para que o visto de trabalho seja concedido, quando há interesse. Nos sites abaixo é possível obter mais informações:

www.catho.com.br serviço para assinantes, ao custo de 40 reais por mês;
www.latpro.com vagas nas Américas, com pesquisa de empregos e cadastro gratuito de currículo;
www.latpro.com vagas nas Américas, com pesquisa de empregos e cadastro gratuito de currículo;
www.workusa.com.br distribui currículos no exterior, cobrando taxa a partir de 40 reais.

 

CARRO

Vença o medo de dirigir

O pânico na hora de fazer uma manobra
não pega apenas os motoristas iniciantes

Mesmo quem tem experiência ao volante não se esquece do tempo em que as pernas tremiam, as mãos ficavam úmidas e a boca secava na hora de dar marcha a ré num espaço apertado ou quando aparecia um sinal fechado na ladeira. Há motoristas que, mesmo depois de rodar bastante, ainda apresentam esses sintomas. Boa parte deles chega a desistir de dirigir. Segundo a psicóloga Neuza Corassa, autora do livro Vença o Medo de Dirigir (Editora Gente), pelo menos 10% dos motoristas precisam de ajuda para vencer a ansiedade ao volante – um problema que pode se transformar em fobia. "Normalmente, são pessoas que exigem muito de si mesmas e acabam desistindo de dirigir diante dos primeiros erros", explica. Confira algumas recomendações da especialista:

Treine direção pelo menos duas vezes por semana.

Para algumas pessoas, entrar no carro é mais difícil que o treino propriamente dito. Não invente desculpas.

Não peça ajuda ao companheiro, para evitar desentendimentos. É melhor recorrer a um profissional.

Quando o medo provoca taquicardia, tremedeira ou falta de ar, é hora de procurar um psicólogo.

Há técnicas de relaxamento para baixar o nível de noradrenalina e diminuir a sensação de pânico.

Veja também
Teste: Que tipo de motorista você é?
Trechos do livro Vença o Medo de Dirigir


 
 

FILHOS

Programa para baixinhos

Da danceteria ao teatro, como resolver se
os filhos podem ir aonde querem e como
levá-los a lugares que devem conhecer


Alexandre Tokitaka


O que fazer quando o filho pré-adolescente pede para ir ao show do grupo de rock mais badalado e malcomportado do momento? Mesmo recorrendo ao bom senso, sempre pairam muitas dúvidas sobre quais são as atividades indicadas para cada faixa etária. É difícil saber quais opções são inadequadas, assim como descobrir quais as melhores para o enriquecimento cultural dos futuros adultos. "Cultura é tudo aquilo que complementa a educação", define o psicólogo Haim Grünspun, professor de psiquiatria infantil da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. A orientação dos pedagogos e psicólogos é de que os pais não devem levar os filhos apenas aonde eles desejam ir. Também é preciso estimulá-los a freqüentar outros programas, que são fundamentais na formação e na aprendizagem. Além do shopping, da danceteria ou do show de rock, convém levar as crianças e os adolescentes de vez em quando para conhecer algumas formas de arte. Eles devem ir, por exemplo, ao teatro, a exposições de pintura e escultura e a concertos de música clássica. Uma boa saída é conciliar o tema do evento com algo que já interesse ao filho, como uma exposição de fotos sobre futebol, um espetáculo de balé ou um filme sobre um país exótico.

 


CORPO

As dores da academia

Lesões podem ser evitadas com postura adequada

Leo Feltran


Com a aproximação do verão, muita gente corre para as academias para tentar recuperar meses de relaxamento. O exagero e a pressa nos exercícios podem provocar dores e lesões. A queixa mais comum dos adeptos da malhação pesada, segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é a dor nas costas. Em seguida aparecem as dores nos ombros e punhos. Segundo Evelin Goldenberg, reumatologista do Hospital Israelita Albert Einstein e professora da Unifesp, a melhor forma de evitar as lesões que causam essas dores é começar devagar com os exercícios e cuidar da postura durante a malhação. Confira no fichário alguns cuidados necessários.



Veja também
Dos arquivos de VEJA
Reportagem de 30/5/2001: conselhos para os exagerados em exercícios físicos
Reportagem de 21/3/2001: a prática da atividade saudável

 

Editado por Cley Scholz. Colaboraram Fernanda Medeiros,
Tatiana Schibuola, Alessandro Giannini e Maurício Oliveira

 

   
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