PUBLICIDADE

Home  »  Revistas  »  Edição 2131 / 23 de setembro de 2009


Índice    Seções    Panorama    Brasil    Economia    Geral    Guia    Artes e Espetáculos    ver capa

Leitor

Assuntos mais comentados
Edição especial Amazônia – 19
Trapaça de Nelsinho Piquet – 17
O mundo pós-crise (capa) – 14
Criminalidade na Bahia – 13
Forças Armadas equipadas – 12

 

O mundo pós-crise

"Que bons ventos levem essa crise para bem longe para que finalmente possamos respirar outros ares com força, fé e otimismo rumo a novos desafios e ao tão desejado progresso."
Iolanda Souza Santos Manso Dias
Salvador, BA

Tim Chong/Reuters
Liberdade vigiada
Raghuram Rajan, Professor de finanças da Universidade de Chicago: "Parece inevitável alterar as regras de funcionamento e fiscalização dos mercados financeiros. Mas é errado pensar em mais regulação. Precisamos, sim, de um marco que seja mais eficiente e não desestimule a criatividade."

 

Mais uma vez VEJA brilha ao retratar de forma didática os caminhos a percorrer nesta nova era econômica da humanidade ("O mundo pós-crise – Como usar", 16 de setembro).
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

Se não fossem os incentivos fiscais, as aberturas de crédito, com juros mais baixos, feitas pelos bancos públicos, o nosso país estaria numa enorme recessão; tudo não passou mesmo de uma marolinha. De minha parte, nem marolinha eu vi. Aliás, aproveitei a onda que fizeram – apavorando os bobos –— e comprei uma tralha de pesca toda nova, inclusive um motor de popa de 40 HP. E vou, outra vez, pescar no Pantanal. Muito obrigado, Lula!
Vicente de Paulo Rodrigues de Arruda
Quirinópolis, GO

Falar sobre dinheiro parece simples. Afinal, tudo gira em torno dele, é o que usamos para comprar as coisas que queremos e de que precisamos. Somos pagos por nossos empregos e usamos esse dinheiro para pagar as contas, comprar comida e nos divertir. Lionel Trilling, crítico literário, já dizia: "Nós inventamos o dinheiro e o usamos, porém não podemos entender suas leis ou controlar suas ações. Ele tem vida própria".
Valdomiro Nenevê
São José dos Pinhais, PR

Não há dúvida de que as instituições são fruto das ideias, ou seja, da cultura de seus criadores, como prova o Tratado de Tordesilhas, que dividiu as terras descobertas e a descobrir, a leste para Portugal e a oeste para a Espanha em relação ao meridiano. Com isso, criou-se um estado totalitário antes das nações que deram origem à América Latina, que herdaram essa característica perversa em sua cultura. Os Estados Unidos salvaram-se, com suas terras livres, para que ali germinasse uma nação antes de um estado, o que fez toda a diferença nas suas instituições capitalistas.
Paulo Cesar Alves Fernandes
Florianópolis, SC

É certo que está nascendo um novo mundo pós-crise. Mais certo ainda é que ele não vai viver por muito tempo, se continuarmos destruindo, irremediavelmente, o meio ambiente.
Abel Pires Rodrigues
Rio de Janeiro, RJ

 

Edição especial Amazônia

VEJA está de parabéns pelo especial Amazônia (setembro de 2009). As reportagens foram claras, objetivas e coerentes. Por um lado, podemos analisar quanto nosso Brasil é rico; por outro, fico indignado ao ver o desrespeito de algumas pessoas. A edição proporcionou ao leitor uma "aventura" sem tamanho.
Jaciano Souza da Silva
Guaxupé, MG

Agradeço a VEJA pela excelente edição especial sobre a Amazônia. Apenas com conhecimento e educação conseguiremos salvar o último reduto de biodiversidade tropical do planeta e ao mesmo tempo minimizar os efeitos devastadores do aquecimento global sobre nossa civilização. Levar alternativas sustentáveis para alguns milhões de brasileiros custará bem menos do que reparar os danos decorrentes da extinção de toda a floresta. Somente o impacto negativo pela perda do ciclo de chuvas no cinturão verde do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil cobre todo o investimento de preservação da floresta tropical.
Fernando von Zuben
Monte Mor, SP

A edição especial desnuda aos olhos do Brasil a verdadeira realidade da região. É uma pena que, em um país onde poucos sabem ler ou gostam de fazê-lo, tal trabalho desenvolvido pela equipe de VEJA não se transforme em um alerta para o futuro.
Alberto Rostand Lanverly
Maceió, AL

Parabéns à nossa revista por mais uma goleada de competência na reportagem sobre a Amazônia. Pela primeira vez, uma publicação revela que não basta salvar as árvores da floresta, mas também a sua população de 27 milhões de pessoas que os ecochatos acusam de destruidores da floresta. Acho que a Amazônia ganhou quando foi habitada pelos seus atuais moradores, pois se o fosse pelos ecochatos sulistas já teria sido completamente destruída, como aconteceu com a Mata Atlântica. O que a Amazônia precisa é de investimentos alternativos que substituam o desmatamento, um dos únicos meios de subsistência para os heróis da floresta.
José Heimar de Lacerda
Belém, PA

 

Criminalidade na Bahia

Parabéns pela reportagem "Triste Bahia" (16 de setembro). Realmente, o estado da Bahia, que escolhi para viver com minha esposa, está hoje totalmente abandonado. Faltam políticas agressivas nas áreas de educação, saúde, segurança, saneamento. Sou otimista, mas penso que, se a inércia do atual governo continuar, a bela e alegre Bahia vai ficar feia e triste. 
Celson Ferreira
Lauro de Freitas, BA

Excelente a reportagem "Triste Bahia"! Finalmente foi revelada a situação vexatória por que passa a polícia baiana. Sou policial civil há onze anos e até hoje não recebi nem uma arma nem algemas para trabalhar. Isso mesmo! Onze anos e o governo estadual nem sequer me entregou os instrumentos básicos do trabalho policial. Faço parte de uma equipe de plantão de uma delegacia com mais seis policiais, e só podemos contar com duas pistolas para esse trabalho. E, após o plantão, temos de repassá-las para as outras equipes. Em uma delegacia com cerca de setenta policiais, só 25 possuem armamento e pouquíssima munição. Como podemos garantir a segurança e uma prestação de serviço decente à população sem viaturas, combustível, armamento e até sem papel e caneta para fazer os inquéritos? É extremamente frustrante querer trabalhar e não conseguir, por não dispor dos meios materiais básicos para fazê-lo, e ver a população sofrer devido a isso.
Paulo Jackson Martins Oliveira
Ilhéus, BA

 

Forças Armadas

A atitude do presidente Lula com relação aos caças franceses é própria de um governante autoritário e arbitrário que, imprudentemente, passa por cima das instâncias legais e técnicas para resolver um problema de tamanha relevância e onerosidade para a nação. A opção pela compra dos caças da França tem objetivo certo: a promessa de defender o assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, que os Estados Unidos jamais prometeriam. Se consumado o acordo, ganharia a França, vendendo seus caças, e perderia o Brasil, pois os donos da ONU não tomariam conhecimento da inócua promessa do presidente francês ("São dois pra lá, dois pra cá", 16 de setembro).
Elizio Nilo Caliman
Brasília, DF

Em vez de gastar uma fortuna em compra de equipamentos bélicos (jatos e submarinos), o governo Lula deveria se preocupar com uma guerra mais real, que é a violência urbana. Esse "nosso" dinheiro dos impostos teria de ser usado na educação, em escolas de horário integral, para retirar das ruas nossos jovens e crianças.
José Maria R. Machado
Vila Velha, ES

Será que a França não pode incluir uma guilhotina no pacote de aviões de combate que o Brasil vai comprar? Ela poderia ser montada na Esplanada, em Brasília, e teria muita serventia.
Manuel Rodrigues dos Santos
Curitiba, PR

 

J.R. Guzzo

Faço minhas as palavras do senhor J.R. Guz-zo quando, no artigo "No quarto escuro" (16 de setembro), diz que existem muitos políticos, incluindo o nosso "presidente", que deveriam recorrer a ajuda psicológica especializada. Somente assim poderíamos saber o que os leva a tomar decisões e promover atos tão absurdos, com arrogância e prepotência típicas daqueles que se acham "donos da verdade". Esquecem-se de que não "são políticos", e sim "estão políticos", pelo simples fato de que foi o nosso voto que os colocou ali.
Gisele Maria Giovinazzo
São José do Rio Preto, SP

 

Sucessão presidencial

Gostei muito de ver que a sucessão "goela abaixo" não será assim tão fácil como os petistas sonham ("Candidatura em estado de alerta", 16 de setembro). E fiquei surpreendentemente intrigada com a lista dos possíveis presidenciáveis. Dos nomes cogitados, três são mulheres. Pela primeira vez na história do país, temos mais mulheres pré-candidatas a um cargo político do que homens. Gostaria muito de acreditar em sinais de mudança dos tempos!
Fabiana Rodrigues
Por e-mail

 

Nelsinho Piquet

Infelizmente, Nelson Piquet ajudou seu próprio filho, Nelsinho, a enterrar sua carreira no automobilismo. Péssimo exemplo para o esporte mundial ("A deseducação de Nelsinho", 16 de setembro).
Mônica Delfraro David
Campinas, SP

É prematuro avaliar que a carreira de Nelsinho "crash" Piquet está encerrada. Talvez só no restrito circo da Fórmula 1. Nelsinho é um jovem ambicioso, de boa aparência, com projeção social, sabe como ninguém atender aos pedidos de um chefe prepotente e dominador e tem princípios de conduta flexíveis. No Brasil, certamente faria uma ótima carreira política.
Maria Terezinha Santellano
Porto Alegre, RS

 

Carta ao Leitor

Li na Carta ao Leitor "A construção da credibilidade" (16 de setembro) que VEJA é a terceira marca mais lembrada na pesquisa Top Brands. Isso quando a publicação completa 41 anos de existência. Apesar de minhas ressalvas quanto à proposta editorial de VEJA, enviesada por certo ranço conservador e sectário na análise dos fatos, reconheço que tudo aquilo que é publicado em suas páginas repercute de maneira extraordinária no país. De furos sobre escândalos políticos, passando por reportagens especiais, a matérias de utilidade pública, VEJA sempre se mostrou importante para a história da sociedade e da imprensa brasileira. Para o bem e para o mal, a revista tem relevância na formação da opinião pública. Tanto é verdade que eu me tornei assinante de VEJA neste ano. Porque, certa ou errada, ler a VEJA é fundamental.
Cristiano Monteiro Martinez
Irati, PR

Assinante de VEJA há muito tempo, fico extremamente orgulhosa de ter participado  "diretamente" dessa fantástica revista nestes anos todos e cumprimento toda a sua equipe, pois credibilidade não se ganha, conquista-se.
Dazilia Maria A. Ribeiro
Vitória, ES

 

EDIÇÃO DA SEMANA
ACERVO DIGITAL
PUBLICIDADE
OFERTAS



Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados