Holofote

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 

IGREJA E SOCIALISMO

Ana Araújo


Um calhamaço de 700 páginas se destaca em meio à mesa do procurador da República Luiz Francisco de Souza. A papelada, no entanto, não é nenhum dossiê sobre o caso do TRT de São Paulo. Trata-se de um livro que Francisco vem escrevendo há dez anos. A obra terá o provável título de O Sangue dos Miseráveis e vai reunir as considerações do procurador sobre duas de suas maiores paixões: a Igreja e o socialismo. Por enquanto, nenhuma editora se interessou.

 

PEDIDOS NO PAPEL

Sergio Dutti


Até os inimigos do presidente Fernando Henrique Cardoso admitem que ele tem um poder de sedução irresistível. Em apenas cinco minutos de conversa, ele é capaz de deixar seus interlocutores fascinados. O deputado federal Inocêncio Oliveira era um que se deixava levar pelo charme de FHC. Toda vez que ia pedir algo ao presidente, ficava encantado com a conversa e esquecia o que ia dizer. Para resolver esse problema, Inocêncio desenvolveu uma nova técnica: agora anota todos os pedidos num papelzinho.

 

ATÉ ATRÁS DAS GRADES

Nem preso Hildebrando Pascoal deixa de criar problemas. Recentemente, o ex-deputado do Acre recebeu mais um inquérito para sua coleção. Desta vez, por desacato à autoridade. O homem da serra elétrica ofendeu um policial federal chamando-o insistentemente de "safado" e "bandido". A explosão de raiva foi motivada por uma coincidência: o agente era o mesmo que foi buscar Hildebrando em sua casa para depor à CPI do Narcotráfico.

 

A MODA DA SANDY

Oscar Cabral


Depois de fazer sucesso nas rádios e na televisão, a cantora Sandy parte para um novo projeto: uma grife de roupas. Empresários da ninfeta sertaneja estão fechando contrato com uma grande rede de lojas para lançar a marca Sandy. A idéia é criar várias coleções inspiradas no vestuário da jovem artista. As roupas com a etiqueta Sandy terão de passar pelo crivo da menina, que pode aprovar ou não. As cifras são segredo de Estado, mas fala-se num contrato de 2 milhões de reais.

 

Editado por Maurício Lima. Colaboraram João Luiz Guimarães e Juliana Lopes

 


 

Copyright 2000
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Recife | Guias Regionais
Edições Especiais | Site Olímpico | Especiais on-line
Arquivos | Downloads | Próxima VEJA | Fale conosco