Edição 1812 . 23 de julho de 2003

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Brasil
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Economia e Negócios
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Artes e Espetáculos
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
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Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
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Cartas

"Somente uma revista com credibilidade e preocupada com a opinião de seus milhões de leitores tem a coragem de editar duas capas diferentes na mesma edição."
Dirceu F. Avila
Por e-mail

Capas

Parabéns pela iniciativa da dupla capa de VEJA. Conceitualmente concordo que a relação entre o leitor habitual e o esporádico é diferente e que uma capa pode atrair mais que outra o comprador por impulso. A pergunta é: qual das duas atrai mais? Ambas são ótimas (Carta ao leitor, "Duas capas, a mesma VEJA", 16 de julho).
Paulo Cesar Queiroz
Por e-mail

Para mim não mudaria nada ter a capa de minha revista igual à que circulou nas bancas. É como o lançamento de uma coletânea de um artista de que gostamos muito. Temos todas as músicas que o disco tem. Mas a foto do encarte da capa não temos. Acho que me sinto meio assim. Resumindo: não gostei.
Jonair Lopes, assinante
Por e-mail

Talvez o ideal fosse o assinante ter sido brindado com uma capa dupla.
Daslan Melo Lima, assinante
Timbaúba, PE

 

Capa "A atração pelo risco"

Sou um desses aventureiros retratados na reportagem "A atração pelo risco" (16 de julho). Durante a semana estou de gravata, respondendo a e-mails, preparando apresentações, preocupado com taxas, câmbio, normas, auditorias etc. Nos fins de semana estou todo equipado para praticar enduro de moto, em trilhas na Serra do Mar. Creio que o off-road é hoje o esporte radical em maior ascendência. Aprofundar essa matéria, abrangendo também a prática do off-road motorizado e a pé, seria muito legal.
Daniel Jardim
Por e-mail

Todos os esportes de aventura têm excelente margem de segurança, que, quando respeitada, dá ao praticante total garantia. Entendemos que a interação com a natureza proporcionada pelas práticas esportivas de aventura é o elo que une todos os "radicais" a seus esportes.
Claudio R. Consolo
Presidente – ABP
www.abp.esp.br
São Paulo, SP

O rapel é uma técnica utilizada em vários esportes para a transposição de desníveis. Entre as modalidades que usam o rapel, as mais conhecidas são o canyoning (percorrer rios em gargantas e cachoeiras), a espeleologia (exploração de cavernas) e a escalada (para retorno, após a ascensão). Esses esportes utilizam também outras técnicas e são praticados por pessoas com experiência, enquanto o rapel, praticado isoladamente, é a atividade em que se concentra o maior índice de acidentes.
Paulo Eduardo Padula
São Paulo, SP

Deve-se separar as atividades do mergulho para que os leigos possam entender. Mergulho autônomo (ar comprimido) amador recreacional: é executado no mar dentro de suas limitações e regras ditadas por um bom curso. Mergulho técnico: é executado com outras misturas de gases, em altas profundidades (além dos 40 metros), em cavernas, em água doce. Este, sim, tem alto risco de acidentes e no Brasil é praticado por poucas pessoas. O mergulho autônomo recreacional é tão seguro que hoje já é realizado até por portadores de limitação física.
Jorge Luiz Gonçalves
Jundiaí, SP

Creio que é importante lembrar que existe risco em tudo o que fazemos na vida. Sem dúvida nenhuma, o mergulho recreativo, turístico e de lazer é muito mais seguro que andar à noite nas grandes cidades de nosso país ou guiar nas estradas brasileiras. Riscos existem, e em todo treinamento competente o mergulhador é informado a esse respeito. O fator decisivo para minimizar riscos depende do próprio mergulhador, da sua atitude e experiência. As estatísticas comprovam que o risco na atividade do mergulho recreativo é o mesmo que no boliche. A tabela comparativa da US National Safety Council, Accidents Facts, 1991, aponta que para 2,6 milhões de praticantes houve 1.044 lesões, atestando uma incidência de 0,04%. Assim sendo, no quesito acidentes, fica o mergulho abaixo do basquete, do futebol, do tênis e até mesmo da natação!
Roberto Trindade
Por e-mail

Li a reportagem especial e gostaria de salientar que esses esportes são altamente perigosos e danosos para os indivíduos que os praticam. Tive a oportunidade de atender e operar pacientes vítimas de traumatismo craniano e raquimedular após acidentes causados por queda de pára-quedas e mesmo paraglide. Os praticantes desses esportes ultra-radicais escondem as estatísticas macabras por trás dos mesmos. É uma verdadeira tragédia ver pessoas jovens e em plena fase produtiva da vida tetraplégicas ou paraplégicas após um acidente dessa natureza.
Doutor Yvens Barbosa Fernandes
Neurocirurgião do Hospital das Clínicas de Campinas
Campinas, SP

 

Capa "O Brasil apagou"

O Brasil apagou mesmo. Para acender de novo com fogo, mas não o de palha, o país precisa investir no crescimento já. O governo combateu a inflação, mas trocou-a pela recessão. Tem de tirar o país dessa inércia e falta de rumo, combatendo o desemprego e a paralisia que se instalaram aqui já há algum tempo ("O Brasil apagou", 16 de julho).
Jaime Luiz Leitão Rodrigues
Rio Claro, SP

As opiniões e os comentários apresentados pelos especialistas foram bem interessantes e pertinentes, mas uma coisa é certa: quando se está na oposição, é sempre muito fácil apresentar teorias, soluções mágicas e críticas. Nosso estimado presidente Lula deve saber bem o que é isso, pois já passou por essa fase e hoje é ele quem está com o problema nas mãos. Aproveito a oportunidade para observar com "meu olho clínico" de mulher que a matéria somente contou com comentários de executivos, professores e consultores do sexo masculino.
Marisa Quixadá
Fortaleza, CE

Embora o agronegócio responda por 35% do PIB, cresça 4% ao ano (nos últimos quatro anos) e gere superávit de 20 bilhões de dólares na balança comercial, ou seja, é o verdadeiro "carregador de piano do Plano Real", ele continua esquecido mesmo entre a elite intelectual do país. Temos um país intrinsecamente diferente (altamente competitivo para o agronegócio) e ainda insistimos em velhos conceitos econômicos que preconizam o aumento da atividade industrial (especificamente em bens de consumo duráveis e semiduráveis) como principal parâmetro para análise do crescimento econômico.
Wiliam Tabchoury
Piracicaba, SP

Somente um índice publicado na semana anterior por esta revista demonstra a necessidade de reconstruir o Brasil: "(...) 81% da população reside nas cidades" (Cartas, 9 de julho). Isso dá uma idéia de que o país seja altamente industrializado. Ao contrário, a maior riqueza do Brasil, além do seu povo, é a própria terra. O Brasil deve perseguir o objetivo de ser uma potência agrícola. Quando o MST põe os miseráveis na beira das estradas e exige terras, gostem os ruralistas ou não, estão no caminho certo. Não discuto os métodos. A agricultura sendo forte, todos os outros setores serão fortes. Sem terra não se compra automóvel.
Imir Mulato
Ceggia, Itália

O governo Lula é realmente um "espetáculo". Estamos no sétimo mês de bizarrice. O carro-chefe é o programa assistencialista Fome Zero, que até o momento é realmente um zero à esquerda. Criação de uma infinidade de ministérios com funções sobrepostas que têm servido tão-somente para empregar "companheiros petistas", candidatos fracassados das últimas eleições. Um discurso verdadeiramente abilolado, desconectado da realidade, analfabeto, um festival de besteirol que constrange os brasileiros que ainda acreditam em nosso país. O Brasil virou programa de auditório para o senhor Lula cometer suas gafes. O pior é que muitos brasileiros gostam desse circo. A criatividade do governo não vai além do zero. É o Governo Zero.
Francisco Filho
Maceió, AL

Se somente Deus pode evitar que este país cresça, seria melhor nosso presidente pedir uma audiência com Ele logo.
Rodrigo Paes Lima
Goiânia, GO

 

Previdência

A reportagem "A reforma que virou novela" (16 de julho) é uma aclamação ao bom senso! Minha indignação vem de saber que quem mais defende a aplicabilidade do princípio da isonomia é o Judiciário, mas com relação aos direitos dos outros. Lula, não perca esta oportunidade de fazer justiça. Juízes trabalham meio período e têm dois meses de férias, enquanto educadores trabalham três períodos e "sofrem" somente um mês de férias.
Fausto Almeida Santos
Goiânia, GO

Nos EUA, a mencionada aposentadoria complementar tem uma vantagem: as contribuições para o plano suplementar são deduzidas do salário bruto (tax deferred account), reduzindo assim o imposto de renda retido. O imposto só será cobrado durante a aposentadoria, quando a renda é usualmente menor e, portanto, se paga menos. Claro, vale para todos. Vai ser assim no Brasil (terra da maravilhosa CPMF) também? Duvido!
Carlos Eduardo Souza Lopes
Cottage Grove, WI, EUA

 

Cidades

Está impecável a reportagem "Brasil high-tech" (16 de julho), sobre a revitalização do centro histórico da capital pernambucana a partir do investimento na indústria de software, fato intimamente atrelado à filosofia pragmática fomentada por um centro de excelência do nosso sofrido Nordeste – no caso, a Universidade Federal de Pernambuco. Isso vem reforçar o papel assumido por instituições de ensino superior no que diz respeito à busca da superação das distorções inter-regionais.
José Romero Araújo Cardoso
Mossoró, RN

 

Álvaro Uribe

Eis o que diz o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, sobre a indústria do narcotráfico e do seqüestro: "Esse mal precisa ser erradicado a tempo. É obrigatório ter vontade política para derrotá-lo. Quando ela existe, surgem todas as medidas que devem ser implementadas, leis mais duras, mais investimentos, mais polícia" (Amarelas, 16 de julho). Ora, por que nossos governantes não aceitam o conselho de Uribe em vez de ficar vendo, de mãos atadas, o Brasil se transformar numa Colômbia?
Val Oliveira
Curitiba, PR

 

Rio 2012

Sou apaixonado pela minha querida cidade de São Paulo. Como bom paulistano que sou, senti-me indignado com o tom provocativo de certo político (Cesar Maia, prefeito do Rio de Janeiro) ao mencionar a vitória referente à disputa pela cidade candidata aos Jogos Olímpicos de 2012 (Datas, 16 de julho). Será que ele conhece realmente São Paulo? Bem, creio sinceramente que não. Mas aqui vai meu recado: que me perdoem os ignorantes, mas São Paulo é fundamental!
Paulo Bittencourt
São Paulo, SP

 

Turismo

O que não dá para entender é que, a cada "endurecida" dos Estados Unidos, o Brasil também "endureça" com os potenciais turistas americanos que ainda se atrevem a passar pela verdadeira via-crúcis que é conseguir um visto nos consulados brasileiros nos Estados Unidos ("Filas em dobro", 16 de julho). Somente cinco consulados brasileiros emitem visto para os americanos e a última novidade é que, agora, o turista em potencial também tem de comparecer pessoalmente para uma entrevista. De outra forma, o infeliz precisa mandar o passaporte pelo correio, confiar que o consulado não vai perdê-lo e esperar de dez a trinta dias, dependendo do caso (o critério muda sempre). Dessa forma, uma família de quatro pessoas do interior de Utah, por exemplo, que queira vir ao Brasil tem de pagar 400 dólares de taxa (o visto brasileiro é o mais caro do mundo) mais passagem, hotel e seu precioso tempo. É muito mais fácil e mais barato ir a qualquer outro lugar do mundo que reconheça o turista americano como um bom negócio. Dos 202 países do mundo (exceto os Estados Unidos), 119 não exigem visto para os turistas americanos.
Pedro Fortes
Vice-presidente da Associação Brasileira de Hotéis
Por e-mail

 

Stephen Kanitz

Os artigos do professor Stephen Kanitz são como acepipes. Com o tempero da fina ironia, ele nos traz de quinze em quinze dias lições que deveriam introjetar-se no espírito de todos. O artigo mais recente ("Somos de fato uma democracia?", Ponto de vista, 16 de julho) é um primor, uma iguaria literária a ser degustada bem devagar para o bom proveito de suas linhas... e entrelinhas.
Vicente Portella
Vitória, ES

 

Diogo Mainardi

Diogo Mainardi fala da prostituição no Rio de Janeiro como se São Paulo fosse um grande convento. Já que é para fazer pornoturismo, é muito melhor em Copacabana, com praia, sol, charme e sensualidade no ar (despoluído), do que na "doce" Avenida Paulista ou no "charmoso Ibirapuera" ("O Rio dos pornoturistas", 16 de julho).
Rogério Castro
Rio de Janeiro, RJ

 

Guia

Muito importante a reportagem "Manipulação para o bem" (9 de julho), que abordou as vantagens dos medicamentos manipulados, mostrando novas oportunidades ao consumidor. Porém, gostaríamos de uma retificação. Existe, sim, à disposição das farmácias de manipulação a tecnologia de revestimento de comprimidos para liberação gradual e prolongada do ativo dentro do organismo.
Cláudia Coral
Campinas, SP

 

Britney Spears

Se Britney diz que é virgem, formulam a imagem de santa. Se diz não ser mais, dizem que ela está querendo ser "rebelde". Não nego que haja, sim, marketing por trás de tais declarações, mas os jornalistas fazem um estardalhaço grande acerca disso ("Hímen e imagem", 16 de julho).
Gabriel Cury
Macaé, RJ

 

Cartas

Parabenizo VEJA pela excelente matéria "O Palmeiras é o maior" (16 de julho), sobre os campeões brasileiros de futebol. Poucas vezes vi a imprensa do Brasil reconhecer títulos fora do eixo Rio–São Paulo. Viva o Cruzeiro, campeão brasileiro de 1966!
Thiago Guimarães
Divinópolis, MG

CORREÇÕES: O primeiro diretor-geral do programa Fantástico foi João Lorêdo, e não Manoel Carlos ("Escrevo sobre o que conheço", 9 de julho). Na foto que ilustrou a nota "1 milhão de candidatos" (16 de julho) aparecem dois integrantes da Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo, e não da Polícia Rodoviária Federal. O nome correto do praticante de bungee jumping citado na reportagem "Prazer e perigo" (16 de julho) é Leonardo Dauari Mitraud Neves. No filme Os Thornberrys (Veja Recomenda, 16 de julho), a filha do meio (Eliza) fala com os animais e a filha mais velha (Debbie) sonha com uma vida civilizada, e não o contrário. O IDH do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento vai de 0,10 a 1 ("O mundo revisto e corrigido", Ensaio, 16 de julho).

 

A CASTANHA DE CAJU É BOA


Fotos Giaume Jacques/Gustavo Arraes
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A castanha de caju (à esq.) não sofre as restrições da castanha-do-pará (à dir.)

O presidente do Sindicaju, Antônio José de Carvalho, escreveu para a redação de VEJA corrigindo uma informação divulgada na seção Sobe e desce (16 de julho). Tomando por base notícia publicada na imprensa nacional, a coluna conferiu um desce para a castanha de caju, que estaria sofrendo restrição da União Européia a sua importação por não atender a exigências sanitárias. VEJA errou. "O equívoco resultou da falta de conhecimento do tradutor com relação ao assunto, pois traduziu Brazil nuts como sendo castanha de caju, quando na verdade essa expressão se refere à castanha-do-pará", escreveu Carvalho. "A castanha de caju é identificada em inglês como cashew nuts. Contra esse fruto não existe nenhuma restrição por parte da UE", esclareceu Carvalho. "A castanha de caju brasileira, além de não sofrer restrições internacionais, goza de excelente reputação por sua qualidade, pois nossas fábricas são as mais modernas do mundo nesse tipo de atividade, contando com sistemas de qualidade implantados, como Boas Práticas de Fabricação (BPF), Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) e ISO 9000. A castanha de caju é altamente benéfica para o coração, por ser rica em gorduras não-saturadas, elevando assim o HDL (colesterol bom), e por não ter gorduras saturadas ou colesterol ruim", informou o presidente da entidade.

 

 

AS DUAS CAPAS DE VEJA


O leitor Edson Gomes da Silva discordou de que a edição passada de VEJA foi a primeira a sair com duas capas diferentes (16 de julho de 2003). "Vocês estão enganados. Já houve uma edição com capas diferentes", diz ele. Na verdade, Silva estava se referindo à reportagem "À beira de um ataque de nervos" (26 de fevereiro de 1997), que tratava do stress na vida moderna. Mas, ao contrário da revista da última semana, que trouxe capas e reportagens diferentes ("O Brasil apagou", para assinantes, e "A atração pelo risco", para venda em bancas), a edição de 1997 continha capas diferentes para uma mesma reportagem. Veja acima as duas versões da capa de 1997.

 

PREGOS NA CABEÇA


A capa da edição 1 809 de VEJA, que trouxe a reportagem "A mais comum das dores" (2 de julho), mexeu com a sensibilidade de dezessete leitores. Para Valnoy Pereira Paixão, da capital paulista, "em vez daqueles terríveis pregos perfurando a cabeça do sujeito, a ponto de provocar falta de ar no leitor, poderiam ter colocado estrelinhas saindo da cabeça". Elias Tinoco, de Vitória, Espírito Santo, também não gostou: "Faltou sensibilidade. Deveriam ter levado em consideração que a imagem poderia causar péssima impressão nas crianças". Na opinião de Raquel Jeber Campos, de Belo Horizonte, não é bem assim: "VEJA ilustrou de forma divertida nossas dores de cabeça". A leitora Cristina Muxfeld Freire Stegani, de Curitiba, lembrou que as dores de cabeça já tiveram representação muito mais radical. "Após ter engolido sua mulher, grávida, Zeus foi acometido por uma terrível dor de cabeça. Para livrar-se da agonia, ele ordenou a Hefesto que lhe abrisse o crânio com um machado. Executada a operação, saltou-lhe da cabeça, vestida e armada com lança e égide, sua filha, a grande deusa Atena", escreveu Cristina.

 
 
 
 
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