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Cartas
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"Somente
uma revista com credibilidade e preocupada com a opinião
de seus milhões de leitores tem a coragem de editar duas
capas diferentes na mesma edição."
Dirceu F. Avila
Por
e-mail |
Capas
Parabéns
pela iniciativa da dupla capa de VEJA. Conceitualmente concordo
que a relação entre o leitor habitual e o esporádico
é diferente e que uma capa pode atrair mais que outra o comprador
por impulso. A pergunta é: qual das duas atrai mais? Ambas
são ótimas (Carta ao leitor, "Duas capas, a mesma
VEJA", 16 de julho).
Paulo Cesar Queiroz
Por e-mail
Para
mim não mudaria nada ter a capa de minha revista igual à
que circulou nas bancas. É como o lançamento de uma
coletânea de um artista de que gostamos muito. Temos todas
as músicas que o disco tem. Mas a foto do encarte da capa
não temos. Acho que me sinto meio assim. Resumindo: não
gostei.
Jonair Lopes, assinante
Por e-mail
Talvez
o ideal fosse o assinante ter sido brindado com uma capa dupla.
Daslan Melo Lima, assinante
Timbaúba, PE
Capa
"A atração pelo risco"
Sou
um desses aventureiros retratados na reportagem "A atração
pelo risco" (16 de julho). Durante a semana estou de gravata, respondendo
a e-mails, preparando apresentações, preocupado com
taxas, câmbio, normas, auditorias etc. Nos fins de semana
estou todo equipado para praticar enduro de moto, em trilhas na
Serra do Mar. Creio que o off-road é hoje o esporte radical
em maior ascendência. Aprofundar essa matéria, abrangendo
também a prática do off-road motorizado e a pé,
seria muito legal.
Daniel Jardim
Por e-mail
Todos
os esportes de aventura têm excelente margem de segurança,
que, quando respeitada, dá ao praticante total garantia.
Entendemos que a interação com a natureza proporcionada
pelas práticas esportivas de aventura é o elo que
une todos os "radicais" a seus esportes.
Claudio R. Consolo
Presidente ABP
www.abp.esp.br
São Paulo, SP
O
rapel é uma técnica utilizada em vários esportes
para a transposição de desníveis. Entre as
modalidades que usam o rapel, as mais conhecidas são o canyoning
(percorrer rios em gargantas e cachoeiras), a espeleologia (exploração
de cavernas) e a escalada (para retorno, após a ascensão).
Esses esportes utilizam também outras técnicas e são
praticados por pessoas com experiência, enquanto o rapel,
praticado isoladamente, é a atividade em que se concentra
o maior índice de acidentes.
Paulo Eduardo Padula
São Paulo, SP
Deve-se
separar as atividades do mergulho para que os leigos possam entender.
Mergulho autônomo (ar comprimido) amador recreacional: é
executado no mar dentro de suas limitações e regras
ditadas por um bom curso. Mergulho técnico: é executado
com outras misturas de gases, em altas profundidades (além
dos 40 metros), em cavernas, em água doce. Este, sim, tem
alto risco de acidentes e no Brasil é praticado por poucas
pessoas. O mergulho autônomo recreacional é tão
seguro que hoje já é realizado até por portadores
de limitação física.
Jorge Luiz Gonçalves
Jundiaí, SP
Creio
que é importante lembrar que existe risco em tudo o que fazemos
na vida. Sem dúvida nenhuma, o mergulho recreativo, turístico
e de lazer é muito mais seguro que andar à noite nas
grandes cidades de nosso país ou guiar nas estradas brasileiras.
Riscos existem, e em todo treinamento competente o mergulhador é
informado a esse respeito. O fator decisivo para minimizar riscos
depende do próprio mergulhador, da sua atitude e experiência.
As estatísticas comprovam que o risco na atividade do mergulho
recreativo é o mesmo que no boliche. A tabela comparativa
da US National Safety Council, Accidents Facts, 1991, aponta que
para 2,6 milhões de praticantes houve 1.044
lesões, atestando uma incidência de 0,04%. Assim sendo,
no quesito acidentes, fica o mergulho abaixo do basquete, do futebol,
do tênis e até mesmo da natação!
Roberto Trindade
Por e-mail
Li
a reportagem especial e gostaria de salientar que esses esportes
são altamente perigosos e danosos para os indivíduos
que os praticam. Tive a oportunidade de atender e operar pacientes
vítimas de traumatismo craniano e raquimedular após
acidentes causados por queda de pára-quedas e mesmo paraglide.
Os praticantes desses esportes ultra-radicais escondem as estatísticas
macabras por trás dos mesmos. É uma verdadeira tragédia
ver pessoas jovens e em plena fase produtiva da vida tetraplégicas
ou paraplégicas após um acidente dessa natureza.
Doutor Yvens Barbosa Fernandes
Neurocirurgião do Hospital das Clínicas de Campinas
Campinas, SP
Capa
"O Brasil apagou"
O
Brasil apagou mesmo. Para acender de novo com fogo, mas não
o de palha, o país precisa investir no crescimento já.
O governo combateu a inflação, mas trocou-a pela recessão.
Tem de tirar o país dessa inércia e falta de rumo,
combatendo o desemprego e a paralisia que se instalaram aqui já
há algum tempo ("O Brasil apagou", 16 de julho).
Jaime Luiz Leitão Rodrigues
Rio Claro, SP
As
opiniões e os comentários apresentados pelos especialistas
foram bem interessantes e pertinentes, mas uma coisa é certa:
quando se está na oposição, é sempre
muito fácil apresentar teorias, soluções mágicas
e críticas. Nosso estimado presidente Lula deve saber bem
o que é isso, pois já passou por essa fase e hoje
é ele quem está com o problema nas mãos. Aproveito
a oportunidade para observar com "meu olho clínico" de mulher
que a matéria somente contou com comentários de executivos,
professores e consultores do sexo masculino.
Marisa Quixadá
Fortaleza, CE
Embora
o agronegócio responda por 35% do PIB, cresça 4% ao
ano (nos últimos quatro anos) e gere superávit de
20 bilhões de dólares na balança comercial,
ou seja, é o verdadeiro "carregador de piano do Plano Real",
ele continua esquecido mesmo entre a elite intelectual do país.
Temos um país intrinsecamente diferente (altamente competitivo
para o agronegócio) e ainda insistimos em velhos conceitos
econômicos que preconizam o aumento da atividade industrial
(especificamente em bens de consumo duráveis e semiduráveis)
como principal parâmetro para análise do crescimento
econômico.
Wiliam Tabchoury
Piracicaba, SP
Somente
um índice publicado na semana anterior por esta revista demonstra
a necessidade de reconstruir o Brasil: "(...) 81% da população
reside nas cidades" (Cartas, 9 de julho). Isso dá uma idéia
de que o país seja altamente industrializado. Ao contrário,
a maior riqueza do Brasil, além do seu povo, é a própria
terra. O Brasil deve perseguir o objetivo de ser uma potência
agrícola. Quando o MST põe os miseráveis na
beira das estradas e exige terras, gostem os ruralistas ou não,
estão no caminho certo. Não discuto os métodos.
A agricultura sendo forte, todos os outros setores serão
fortes. Sem terra não se compra automóvel.
Imir Mulato
Ceggia, Itália
O governo
Lula é realmente um "espetáculo". Estamos no sétimo
mês de bizarrice. O carro-chefe é o programa assistencialista
Fome Zero, que até o momento é realmente um zero à
esquerda. Criação de uma infinidade de ministérios
com funções sobrepostas que têm servido tão-somente
para empregar "companheiros petistas", candidatos fracassados das
últimas eleições. Um discurso verdadeiramente
abilolado, desconectado da realidade, analfabeto, um festival de
besteirol que constrange os brasileiros que ainda acreditam em nosso
país. O Brasil virou programa de auditório para o
senhor Lula cometer suas gafes. O pior é que muitos brasileiros
gostam desse circo. A criatividade do governo não vai além
do zero. É o Governo Zero.
Francisco Filho
Maceió, AL
Se
somente Deus pode evitar que este país cresça, seria
melhor nosso presidente pedir uma audiência com Ele logo.
Rodrigo Paes Lima
Goiânia, GO
Previdência
A
reportagem "A reforma que virou novela" (16 de julho) é uma
aclamação ao bom senso! Minha indignação
vem de saber que quem mais defende a aplicabilidade do princípio
da isonomia é o Judiciário, mas com relação
aos direitos dos outros. Lula, não perca esta oportunidade
de fazer justiça. Juízes trabalham meio período
e têm dois meses de férias, enquanto educadores trabalham
três períodos e "sofrem" somente um mês de férias.
Fausto Almeida Santos
Goiânia, GO
Nos
EUA, a mencionada aposentadoria complementar tem uma vantagem: as
contribuições para o plano suplementar são
deduzidas do salário bruto (tax deferred account), reduzindo
assim o imposto de renda retido. O imposto só será
cobrado durante a aposentadoria, quando a renda é usualmente
menor e, portanto, se paga menos. Claro, vale para todos. Vai ser
assim no Brasil (terra da maravilhosa CPMF) também? Duvido!
Carlos Eduardo Souza Lopes
Cottage Grove, WI, EUA
Cidades
Está
impecável a reportagem "Brasil high-tech" (16 de julho),
sobre a revitalização do centro histórico da
capital pernambucana a partir do investimento na indústria
de software, fato intimamente atrelado à filosofia pragmática
fomentada por um centro de excelência do nosso sofrido Nordeste
no caso, a Universidade Federal de Pernambuco. Isso vem reforçar
o papel assumido por instituições de ensino superior
no que diz respeito à busca da superação das
distorções inter-regionais.
José Romero Araújo Cardoso
Mossoró, RN
Álvaro
Uribe
Eis
o que diz o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, sobre
a indústria do narcotráfico e do seqüestro: "Esse
mal precisa ser erradicado a tempo. É obrigatório
ter vontade política para derrotá-lo. Quando ela existe,
surgem todas as medidas que devem ser implementadas, leis mais duras,
mais investimentos, mais polícia" (Amarelas, 16 de julho).
Ora, por que nossos governantes não aceitam o conselho de
Uribe em vez de ficar vendo, de mãos atadas, o Brasil se
transformar numa Colômbia?
Val Oliveira
Curitiba, PR
Rio
2012
Sou
apaixonado pela minha querida cidade de São Paulo. Como bom
paulistano que sou, senti-me indignado com o tom provocativo de
certo político (Cesar Maia, prefeito do Rio de Janeiro)
ao mencionar a vitória referente à disputa pela cidade
candidata aos Jogos Olímpicos de 2012 (Datas, 16 de julho).
Será que ele conhece realmente São Paulo? Bem, creio
sinceramente que não. Mas aqui vai meu recado: que me perdoem
os ignorantes, mas São Paulo é fundamental!
Paulo Bittencourt
São Paulo, SP
Turismo
O
que não dá para entender é que, a cada "endurecida"
dos Estados Unidos, o Brasil também "endureça" com
os potenciais turistas americanos que ainda se atrevem a passar
pela verdadeira via-crúcis que é conseguir um visto
nos consulados brasileiros nos Estados Unidos ("Filas em dobro",
16 de julho). Somente cinco consulados brasileiros emitem visto
para os americanos e a última novidade é que, agora,
o turista em potencial também tem de comparecer pessoalmente
para uma entrevista. De outra forma, o infeliz precisa mandar o
passaporte pelo correio, confiar que o consulado não vai
perdê-lo e esperar de dez a trinta dias, dependendo do caso
(o critério muda sempre). Dessa forma, uma família
de quatro pessoas do interior de Utah, por exemplo, que queira vir
ao Brasil tem de pagar 400 dólares de taxa (o visto brasileiro
é o mais caro do mundo) mais passagem, hotel e seu precioso
tempo. É muito mais fácil e mais barato ir a qualquer
outro lugar do mundo que reconheça o turista americano como
um bom negócio. Dos 202 países do mundo (exceto os
Estados Unidos), 119 não exigem visto para os turistas americanos.
Pedro Fortes
Vice-presidente da Associação Brasileira de Hotéis
Por e-mail
Stephen
Kanitz
Os
artigos do professor Stephen Kanitz são como acepipes. Com
o tempero da fina ironia, ele nos traz de quinze em quinze dias
lições que deveriam introjetar-se no espírito
de todos. O artigo mais recente ("Somos de fato uma democracia?",
Ponto de vista, 16 de julho) é um primor, uma iguaria literária
a ser degustada bem devagar para o bom proveito de suas linhas...
e entrelinhas.
Vicente Portella
Vitória, ES
Diogo
Mainardi
Diogo
Mainardi fala da prostituição no Rio de Janeiro como
se São Paulo fosse um grande convento. Já que é
para fazer pornoturismo, é muito melhor em Copacabana, com
praia, sol, charme e sensualidade no ar (despoluído), do
que na "doce" Avenida Paulista ou no "charmoso Ibirapuera" ("O Rio
dos pornoturistas", 16 de julho).
Rogério Castro
Rio de Janeiro, RJ
Guia
Muito
importante a reportagem "Manipulação para o bem" (9
de julho), que abordou as vantagens dos medicamentos manipulados,
mostrando novas oportunidades ao consumidor. Porém, gostaríamos
de uma retificação. Existe, sim, à disposição
das farmácias de manipulação a tecnologia de
revestimento de comprimidos para liberação gradual
e prolongada do ativo dentro do organismo.
Cláudia Coral
Campinas, SP
Britney
Spears
Se
Britney diz que é virgem, formulam a imagem de santa. Se
diz não ser mais, dizem que ela está querendo ser
"rebelde". Não nego que haja, sim, marketing por trás
de tais declarações, mas os jornalistas fazem um estardalhaço
grande acerca disso ("Hímen e imagem", 16 de julho).
Gabriel Cury
Macaé, RJ
Cartas
Parabenizo
VEJA pela excelente matéria "O Palmeiras é o maior"
(16 de julho), sobre os campeões brasileiros de futebol.
Poucas vezes vi a imprensa do Brasil reconhecer títulos fora
do eixo RioSão Paulo. Viva o Cruzeiro, campeão
brasileiro de 1966!
Thiago Guimarães
Divinópolis, MG
CORREÇÕES:
O primeiro diretor-geral do programa Fantástico
foi João Lorêdo, e não Manoel Carlos ("Escrevo
sobre o que conheço", 9 de julho).
Na foto que ilustrou a nota "1
milhão de candidatos" (16 de julho) aparecem dois
integrantes da Polícia Militar Rodoviária do Estado
de São Paulo, e não da Polícia Rodoviária
Federal. O nome correto do praticante de bungee jumping
citado na reportagem "Prazer
e perigo" (16 de julho) é Leonardo Dauari Mitraud
Neves. No filme Os
Thornberrys (Veja Recomenda, 16 de julho), a filha
do meio (Eliza) fala com os animais e a filha mais velha (Debbie)
sonha com uma vida civilizada, e não o contrário.
O IDH do Programa das Nações Unidas
para o Desenvolvimento vai de 0,10 a 1 ("O
mundo revisto e corrigido", Ensaio, 16 de julho).
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A
CASTANHA DE CAJU É BOA
Fotos Giaume Jacques/Gustavo Arraes
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rraes
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| A
castanha de caju (à esq.) não
sofre as restrições da castanha-do-pará
(à dir.) |
O
presidente do Sindicaju, Antônio José de
Carvalho, escreveu para a redação de VEJA
corrigindo uma informação divulgada na
seção Sobe e desce (16 de julho). Tomando
por base notícia publicada na imprensa nacional,
a coluna conferiu um desce para a castanha de caju,
que estaria sofrendo restrição da União
Européia a sua importação por não
atender a exigências sanitárias. VEJA errou.
"O equívoco resultou da falta de conhecimento
do tradutor com relação ao assunto, pois
traduziu Brazil nuts como sendo castanha de caju,
quando na verdade essa expressão se refere à
castanha-do-pará", escreveu Carvalho. "A castanha
de caju é identificada em inglês como cashew
nuts. Contra esse fruto não existe nenhuma
restrição por parte da UE", esclareceu
Carvalho. "A castanha de caju brasileira, além
de não sofrer restrições internacionais,
goza de excelente reputação por sua qualidade,
pois nossas fábricas são as mais modernas
do mundo nesse tipo de atividade, contando com sistemas
de qualidade implantados, como Boas Práticas
de Fabricação (BPF), Análise de
Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC)
e ISO 9000. A castanha de caju é altamente benéfica
para o coração, por ser rica em gorduras
não-saturadas, elevando assim o HDL (colesterol
bom), e por não ter gorduras saturadas ou colesterol
ruim", informou o presidente da entidade.
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AS
DUAS CAPAS DE VEJA
O
leitor Edson Gomes da Silva discordou de que a edição
passada de VEJA foi a primeira a sair com duas capas
diferentes (16 de julho de 2003). "Vocês estão
enganados. Já houve uma edição
com capas diferentes", diz ele. Na verdade, Silva estava
se referindo à reportagem "À beira de
um ataque de nervos" (26 de fevereiro de 1997), que
tratava do stress na vida moderna. Mas, ao contrário
da revista da última semana, que trouxe capas
e reportagens diferentes ("O Brasil apagou", para assinantes,
e "A atração pelo risco", para venda em
bancas), a edição de 1997 continha capas
diferentes para uma mesma reportagem. Veja acima as
duas versões da capa de 1997.
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PREGOS
NA CABEÇA
A
capa da edição 1 809 de VEJA, que trouxe
a reportagem "A
mais comum das dores" (2 de julho), mexeu
com a sensibilidade de dezessete leitores. Para Valnoy
Pereira Paixão, da capital paulista, "em vez
daqueles terríveis pregos perfurando a cabeça
do sujeito, a ponto de provocar falta de ar no leitor,
poderiam ter colocado estrelinhas saindo da cabeça".
Elias Tinoco, de Vitória, Espírito Santo,
também não gostou: "Faltou sensibilidade.
Deveriam ter levado em consideração que
a imagem poderia causar péssima impressão
nas crianças". Na opinião de Raquel Jeber
Campos, de Belo Horizonte, não é bem assim:
"VEJA ilustrou de forma divertida nossas dores de cabeça".
A leitora Cristina Muxfeld Freire Stegani, de Curitiba,
lembrou que as dores de cabeça já tiveram
representação muito mais radical. "Após
ter engolido sua mulher, grávida, Zeus foi acometido
por uma terrível dor de cabeça. Para livrar-se
da agonia, ele ordenou a Hefesto que lhe abrisse o crânio
com um machado. Executada a operação,
saltou-lhe da cabeça, vestida e armada com lança
e égide, sua filha, a grande deusa Atena", escreveu
Cristina.
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