Edição 1859 . 23 de junho de 2004

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Claudio de Moura Castro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Guia

Economia no telefone

Pequenas mudanças de hábito – como ligar para o telefone fixo do parente antes de tentar o celular, por exemplo – podem redundar em economia significativa na conta mensal. Veja outras recomendações que ajudam a poupar.

É possível comparar os preços de DDD e DDI das operadoras no site da Agência Nacional de Telecomunicações (www.anatel.gov.br).

Muita gente esquece os horários em que as ligações locais, em telefone fixo, só custam um pulso, independentemente do tempo de conversa: da 0h às 6h da manhã em dias úteis, depois das 14h aos sábados e o dia todo nos domingos e feriados nacionais. Quem usa internet com conexão discada deve preferir esses horários e evitar conectar-se várias vezes – cada conexão custará um pulso a mais.

Tome muito cuidado com os planos de tarifas das operadoras. A maioria só vale a pena se o usuário faz ligações interurbanas ou internacionais com muita freqüência e para os mesmos lugares. Examine detalhes como os descontos em horário comercial.

As operadoras de celular Claro e TIM oferecem um serviço gratuito de envio de torpedos via internet. Uma mensagem poupa uma ligação.

Ligar de um celular pós-pago para outro celular (pré ou pós-pago) pode sair mais barato que ligar de um fixo para um celular. Consulte os preços.

Novas operadoras oferecem tarifas atraentes para conquistar mercado. Mas, antes de topar uma promoção de prazo curto, verifique se, encerrada a promoção, o que era barato não ficará caro.

Desconfie de promoções que oferecem prêmios, como milhas para viajar. Em algumas, a ligação é mais cara que o normal e o usuário acaba pagando pela promoção.

Cartões telefônicos podem ser vantajosos para pessoas que viajam bastante e fazem ligações curtas em horário comercial. A tarifa, cobrada somente após o sétimo segundo, é a mesma em qualquer horário.

Se sua internet for de banda larga, instale um software de voz e peça aos amigos com quem mais conversa que façam o mesmo.

 

Consertar ou trocar

Quando um equipamento doméstico começa a apresentar seguidos defeitos, nunca é fácil decidir a hora certa de trocar. Antes de tudo, leia o manual – a solução pode estar lá. Se isso não resolver, ligue para uma assistência especializada: muitos defeitos são resolvidos com uma única explicação por telefone. Ainda não deu certo? Procure uma loja que faça orçamento gratuito. Um cálculo ajuda: se o valor que você gastou em consertos no último ano equivale à metade do preço de um novo, é hora da troca. "Checar se os aparelhos novos consomem menos energia deve pesar na decisão", aconselha o engenheiro Ângelo Zanini, especializado em informática.

 

Na executiva sem pagar mais

 
Ingo Wagner/Lufthansa
Classe executiva da Lufthansa: upgrade é possível

Hotéis e companhias aéreas não costumam admitir, mas há diversas maneiras de obter uma acomodação superior pagando pouco ou nada a mais – mudar da classe econômica para a executiva ou dormir em um quarto mais confortável, por exemplo.

Entre nos programas de fidelidade. As pessoas não sabem que, assim como as companhias aéreas, grandes redes hoteleiras oferecem prêmios a clientes com muitos pernoites em seus hotéis mundo afora.

"Chorar" não custa nada. Quem ocupa cargo importante pode deixar o cartão de visita discretamente sobre o balcão do hotel, junto com um pedido gentil. O mesmo pode valer para não pagar um pequeno excesso de bagagem.

Embarcar tarde pode render um upgrade, já que as companhias jogam com o overbooking para evitar prejuízos com passageiros que não comparecem. Elas acabam oferecendo um assento na classe superior aos últimos – e às vezes até aos que chegam cedo, se a superlotação da classe econômica já está prevista. Mas isso exige jogar com a sorte.

Em hotéis, nos períodos de superlotação e na baixa temporada, é possível negociar, na chegada, um quarto melhor praticamente pela mesma diária. "Um upgrade custa aproximadamente 100 reais. Mas, se o quarto estiver vazio, sempre é possível negociar", afirma Luis Perillo, gerente-residente do Hilton Morumbi, em São Paulo. A rede costuma premiar os clientes fiéis.

Editado por André Fontenelle. Colaborou Luís Perez


 


EXCLUSIVO ON-LINE
Mais informações


Editado por André Fontenelle. Colaborou Luís Perez
 
 
 
topo voltar