Edição 1859 . 23 de junho de 2004

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Claudio de Moura Castro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Holofote

Felipe Patury

O TEATRINHO DO PL

Antonio Milena


Alguns parlamentares do PL andam dizendo por aí que o partido vai lançar uma candidatura própria à prefeitura de São Paulo. O nome escolhido seria o do deputado Luiz Antônio Medeiros. Tudo não passa de encenação. Medeiros nem pensa em ser candidato. O que o PL quer mesmo é mais dinheiro do governo federal. Já recebeu parte da mufunfa para construir estradas. O partido deve anunciar nesta semana quem terá seu apoio. O nome mais forte, claro, é o da prefeita Marta Suplicy.

 

TRADUTOR NAS HORAS VAGAS

Ana Araujo


O ministro da Defesa, José Viegas, está concluindo a tradução de O Tecido do Cosmos, do físico americano Brian Greene. É o 15º livro que verte para o português. O ministro também traduz do francês, do italiano e do espanhol. Seus temas prediletos são cosmologia e inteligência artificial. Com tanta experiência acumulada, Viegas certamente não ficará sem nada para fazer, caso seja mesmo defenestrado do ministério.

 

AFINAL, ELE DEVE OU NÃO?

Ana Araujo


O Banco Econômico recebeu um empréstimo do Proer, o programa oficial de ajuda aos bancos, quando quebrou, em 1995. Há seis meses, o Banco Central mandou uma carta ao ex-banqueiro Ângelo Calmon de Sá informando que a massa falida do Econômico tinha gerado recursos para pagar o débito e que o dinheiro havia sido recolhido aos cofres públicos. Há dois meses, no entanto, Calmon de Sá recebeu outra correspondência, dizendo que a dívida ainda existia. Surpreso, perguntou ao governo quanto deve. Não teve resposta.

 

ISSO É QUE É CONTROLAR O FUMO

Ed Ferreira/AE


A carga tributária sobre o fumo é tão alta que o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, costuma dizer que cigarro é imposto empacotado. É uma fonte de dinheiro tão abundante que ele mandou conectar as máquinas das indústrias aos computadores do Fisco. De seu terminal, Rachid já monitora uma das empresas com informações atualizadas a cada vinte minutos. Em 2005, acompanhará on-line a produção de todo o mercado. A medida ajudará a combater o contrabando de cigarros, um dos principais ralos do Leão.

 

Foto divulgação

 

Com reportagem de Camila Antunes e Juliana Linhares

 
 
 
 
topo voltar