Não
está escrito, mas vale no tribunal O
supervisor de RH Marcos Antonio Escorse, de 33 anos, e a atendente Kirlian Ferreira,
de 25, paulistas, se separaram em 2005. Por orientação do advogado,
optaram pela guarda compartilhada do filho Gabriel, de 5 anos. A guarda compartilhada
não existe como figura jurídica, mas é hoje aceita pelos
juízes porque os pais a solicitam. O garoto fica na casa da mãe
de segunda a sexta-feira e passa os fins de semana com o pai. Uma vez por mês,
o casal passeia junto com o filho. "É uma maneira de o Gabriel sentir que,
apesar de separados, ainda somos a família dele", diz Kirlian. |