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Sala de aula virtual
VEJA
on-line inaugura nesta semana uma nova área inteiramente dedicada
à educação. O objetivo é ajudar os estudantes,
que normalmente consultam os arquivos da revista como fonte de pesquisa
para trabalhos escolares, e também os professores, que semanalmente
terão à disposição um plano de aula preparado
pela equipe de VEJA na Sala de Aula, publicação que
usa as reportagens de VEJA como material de referência pedagógica.
Nessa nova área virtual, os textos publicados na revista sobre
o assunto estão organizados por temas: pré-escola, ensino
fundamental e médio, universidade, língua estrangeira e
outros. Todos trarão uma seleção de links úteis
relacionados ao objeto de que se trata. Outro destaque é a seção
com os assuntos mais procurados pelos leitores, como Aids, globalização
e desmatamento, organizados pela ordem cronológica de publicação
na revista. As dúvidas e os erros de português mais comuns
também serão discutidos em uma seção orientada
pela chefe da revisão de VEJA Clara Baldrati. Além disso,
o novo site oferece um guia com 190 endereços na internet sobre
educação, um fórum de debates, enquete e links para
as revistas da Editora Abril relacionadas ao tema Guia do Estudante,
Recreio, Nova Escola. Por fim, os internautas ganharão, a partir
da próxima semana, a seção "Conversa educada", que
trará entrevistas com alguns dos principais especialistas do país
no assunto pesquisado. O endereço é: www.vejaeducacao.com.br
Tempos
de escuridão
Frederic Jean
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Na semana passada, VEJA on-line promoveu um fórum de debates sobre
os apagões anunciados pelo governo para economizar energia. De
Manaus (foto ao lado), o internauta Wilsomar Abreu contou o que
aconteceu na capital amazonense entre 1997 e 1998, período em que
os moradores tiveram de enfrentar um longo racionamento de energia.
"A
sensação que tínhamos era de ódio, revolta
e impotência. Aqui, eram realizados dois cortes de três horas
por dia. O problema era que os apagões nunca obedeciam a uma rotina.
Num dia, a luz era desligada às 6 da manhã e voltava às
9. Depois era desligada novamente às 18 e voltava às 21,
Aí, desligavam novamente. Era impossível se planejar e saber
quando ia faltar luz. Houve um número absurdo de aparelhos eletrônicos
queimados. Não podíamos comprar muita comida para deixar
na geladeira. Determinados tipos de alimentos perecíveis acabavam
sempre na lixeira. Leite e iogurte, nem pensar!"
Wilsomar Abreu
wilson_abreu@uol.com.br
Manaus (AM)
Editado
por Kátia Perin
(katia@vjlistas.veja.com.br)
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