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Edição 1 701 - 23 de maio de 2001
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Belo salto, dona prefeita


Itamar Miranda/AE
Marta em ação: havia uma fenda no meio do caminho


Fotógrafo de um lado, poça d'água de outro, uma pessoa pulando o obstáculo... Nessas horas, sempre baixa um Cartier- Bresson rápido. Fica mais interessante se a pessoa é mulher, prefeita de São Paulo e está usando saia-envelope, aquele tipo sem costura de um lado, que abre, abre, abre... Em visita a uma favela paulistana, Marta Suplicy enfrentou com galhardia o teste da poça d'água (na verdade, um córrego-esgoto, pois essa realidade nem Cartier-Bresson embeleza). Fora o sapato de salto um tanto enlameado, a elegância da prefeita sobreviveu ao resto do dia.

 

 

De gala e de tatuagem


AP
Isabelle: elogio a Bach na própria pele


Com tantas beldades decotadas fazendo de tudo para aparecer para as câmaras dos fotógrafos no Festival de Cannes, a quarentona Isabelle Huppert apelou para a originalidade: mandou escrever em costas e braços a frase "Deus deve agradecer a Bach porque Bach é a prova da existência de Deus". Com isso, a atriz francesa fez um tipo cabeça e ainda promoveu seu novo filme, A Professora de Piano, uma história sobre mulher obcecada por sexo e pornografia que se mutila com uma lâmina de barbear e, bom, melhor poupar os detalhes. Será que Isabelle também deve agradecer a Bach por ser a prova da sobrevivência a roteiros pavorosos?

 

 

 

Um neném para cá, outro para lá

Divulgação
Justus e Eliana: falta separar secadores

Cada qual já terminou um relacionamento com grande tititi (ela, com Luciano Huck; ele, com Adriane Galisteu). Agora, o namoro-arrumadinho da apresentadora Eliana e do publicitário Roberto Justus acabou com tanta discrição que, ironicamente, acionou os boatódromos da praça. No domingo 13, o casal selou a separação, depois de um ano e nove meses de "neném" para cá, "neném" para lá, removendo as alianças de noivado trocadas em novembro. A iniciativa, sabe-se, foi dela. Falta ainda separar escovas de dente, secadores de cabelo, essas coisas. "Nenhum dos dois tirou os objetos pessoais da casa do outro", conta uma amiga dela.

 

Amor em Itapororoca

No filme A Praia coisas terríveis acontecem com Leonardo DiCaprio num paradisíaco lugar longe da civilização. Na realidade, o ator americano curtiu à beça seus primeiros dias de praia no Brasil. Levado pela namorada, a modelo Gisele Bündchen, ele conheceu as delícias de Itapororoca, em Trancoso, no sul da Bahia. Na casa cedida pelo empresário Nizan Guanaes, os pombinhos curtiram a cama elástica na sala, em clima de amor total. Ele pescou, experimentou feijão e, de mais perigoso, foi introduzido nas artes do capeta, o bombástico drinque local. "Leo quer voltar", conta Mônica Monteiro, assessora da modelo, que também estava lá. Ocasião não faltará: Gisele ganhou de presente do anfitrião um terreno vizinho.

 

Tchau, tchau, Daniel

Para felicidade geral da nação feminina (o.k., de outros setores também), as famigeradas fotos em que o sertanejo Daniel aparece fazendo propaganda de uma marca de cuecas vão sair de cena. Disposta a "sofisticar" a campanha, a empresa contratou o anti-Daniel: o modelo holandês Mark Vanderloo, 33 anos, 1,89 metro, um colírio para os olhos. As fotos, que estarão em cartazes, pontos de ônibus e páginas de revistas, foram feitas em Nova York, onde Mark mora. "O mais engraçado foi ficar de cueca no alto de um prédio, mas acho que ninguém viu", diverte-se Mark, recém-separado da modelo espanhola Esther Cañadas.

 

O filho que não é filho

Até o ano passado, Daniel Rocha, 29 anos, achava que era filho do cineasta Glauber Rocha e que vinha dele sua veia artística: estudou cinema em Cuba e já teve um curta premiado. Apesar de Glauber constar como pai na certidão de nascimento e agir como tal até morrer, quando ele tinha 9 anos, Daniel cedeu à desconfiança da avó Lucia e fez um teste de DNA. O resultado foi uma coisa dos velhos tempos do cinema novo: o pai verdadeiro é Rogério Duarte, amigo de Glauber e namorado da mãe de Daniel antes do romance dela com o cineasta. Mesmo assim, Daniel mantém o sobrenome. "Considero Glauber meu pai, e ele morreu achando que eu fosse seu filho", diz, sem traumas.

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Aida Veiga e Bel Moherdaui


 
 
   
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