BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
Publicidade
REVISTAS
VEJA
Edição 2057

23 de abril de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
André Petry
Diogo Mainardi
Stephen Kanitz
Millôr
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Auto-retrato
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 

Gente


A deputada que saiu do frio

"Não há um pingo de verdade nessa história." Assim o presidente russo VLADIMIR PUTIN, 56 anos, acabou com o boato divulgado por um jornal de Moscou de que, acometido por um certo "efeito Sarkozy", teria se divorciado de sua mulher, Ludmila, 50, para se casar com a jovem deputada ALINA KABAIEVA, 24, campeã olímpica de ginástica rítmica, de corpo incrivelmente flexível e rosto de bonequinha exótica (mãe russa, pai tártaro). O boato não surgiu por acaso: há meses se comenta o encantamento do presidente por Alina, uma das Putinski krasotkie. Mas não é nada disso que estão pensando: a expressão designa as "certinhas de Putin", o grupo de belas atletas e bailarinas eleitas pelo partido dele nas eleições de março.

Reuters

 

Grávida no comando

Bernat Armangue/AP

De batinha, calça justa e salto alto, a nova ministra da Defesa da Espanha, CARME CHACON, 37, fez uma cara bem séria ao passar a tropa em revista e comandar: "Capitão, toque de corneta". Ela vai precisar de um bocado de seriedade, mas na Espanha pós-moderna não causa estranheza que o cargo seja ocupado por uma mulher, grávida de sete meses, proveniente da Catalunha – onde é forte o sentimento separatista – e pacifista declarada. Militante da igualdade entre os sexos, o primeiro-ministro José Luis Zapatero iniciou seu segundo mandato desempatando em favor do lado mais forte: oito homens e nove mulheres integram o novo gabinete. Carme já foi ministra da Habitação e se casou há pouco mais de um ano com Miguel Barroso, 56, ex-assessor de Zapatero.

 

 

Exposição em dose dupla

Senhoras acima de 60 anos, preparem seu coração: TONY CURTIS, galã até a ponta do cabelo, não tem mais cabelo. E já faz tempo, só que escondia o segredo, e as cicatrizes das plásticas, sob uma onipresente peruca. Agora, aos 82 anos, libertou-se – e assim, de careca aberta, compareceu à abertura de uma exposição de seus quadros (melhor nem pensar a que gênero pertencem) na loja Harrods, em Londres. A cadeira de rodas é resultado de uma grave pneumonia, que o deixou em coma há dois anos. Nascido Bernie Schwartz em 1925, o ator aposentado está no sexto casamento (diferença para ele: 45 anos) e continua desbocado: diz que está se recuperando, graças a exercícios, dieta saudável e "saliva de mulheres bonitas".

Eamonn Mccormack/Wireimage/Getty Images
 

 

Furador de fila

O maquiador americano MICHAEL TONELLO, 49 anos, descobriu como conseguir na hora a legendária bolsa Birkin, da Hermès, que teoricamente tem fila de espera de dois anos. Escreveu um livro inteirinho para contar como aplicava o truque – era só comprar outros produtos que as bolsas se materializavam. Da Flórida, ele falou a VEJA sobre a aventura que fascina os aficionados da moda:

Como começou seu comércio paralelo de Birkins? Eu vendia lenços Hermès no site de leilões e-Bay e criei uma clientela. Um dia, uma cliente desesperada me pediu a bolsa Birkin. Três meses depois, estava numa loja comprando lenços, lembrei do pedido e perguntei à vendedora se por acaso não tinha uma Birkin disponível. Ela foi lá dentro e voltou com uma bolsa. No dia seguinte, repeti a dose em outra loja. Tinha descoberto a fórmula secreta.

O lucro compensava?  Vendi todas as bolsas em no máximo dois dias. Nas mais simples, de couro ou lona, eu ganhava uns 2 000 dólares. Na de crocodilo, que custa 35 000 dólares, eu acrescentava 5 000 ou 10 000 dólares, dependendo da cor.

Por que parou? Ao longo de cinco anos, freqüentei lojas Hermès do mundo inteiro. A certa altura, alguém da sede da empresa em Paris percebeu que eu havia comprado centenas de Birkins e me mandou um fax dizendo que não me venderiam mais bolsas. Ainda tentei usar a tática uma vez, no ano passado, para atender uma antiga cliente que queria uma bolsa Kelly branca. Não funcionou.

O senhor já esteve no Brasil? Nunca. Aí não tem loja Hermès.

 

 

Os pulos dos gatos

Por que pessoas que são lindas usam lentes de contato para mudar a cor dos olhos? Para ficar mais lindas ainda. Diogo Almeida e Adriana Alves esverdearam os olhos de seus personagens na novela Duas Caras por sugestão do diretor Wolf Maya. A dançarina Adriana Bombom usa lentes para valorizar o tipão. Todos reclamam de desconforto, mas o efeito compensa.

 

Adriana Alves, 30, a Condessa de Duas Caras
Olhos: castanhos
Lentes: verdes ou azuis
O que acha: "No dia-a-dia não gosto de lentes. Mas na novela os olhos claros ajudam a compor a personagem"

Diogo Almeida, 23, o Rudolf de Duas Caras
Olhos: negros
Lentes: verdes
O que acha: "O resultado não é artificial. Mas minha namorada gosta mais dos meus olhos como são. E eu também"

Adriana Bombom, 34, dançarina
Olhos: castanhos
Lentes: cor de mel
O que acha: "As que eu uso combinam comigo. Mas acho muito brega uma pessoa com meu tom de pele usar lentes azuis ou verdes"

 

Editado por Lizia Bydlowski
Colaboraram Bel Moherdaui e Silvia Rogar

 



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |