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Cartas
Terceiro mandato Parabenizo a revista pela reportagem
"A assombração do continuísmo" (16 de abril), sobre
a tentativa de um terceiro mandato do presidente Lula. Espero que a sociedade
mostre total reprovação a essa atitude, que contraria a
via democrática. A alternância no governo é extremamente salutar.
A população brasileira deve demonstrar essa maturidade eleitoral.
Se o PT quiser continuar administrando o Brasil, coloque um candidato capaz
de vencer os demais no pleito eleitoral. Não podemos deixar que atitudes
populistas, mesquinhas e feudais tirem o prestígio que a democracia
vem galgando. É mais honesto, digno e transparente. É o que
o povo brasileiro, há muito tempo, aguarda. Volta e meia reaparece o assunto
do envio ao Congresso Nacional, por aliados do presidente, de uma emenda constitucional
que permita seu terceiro mandato. As maneiras foram muito bem explicadas por VEJA.
O presidente, publicamente, afirma que não admite a hipótese.
Mas será que em conversas privadas, com seus aliados e aloprados, não
faz o contrário? Se assim não for, que aliados são esses
que não respeitam a vontade de seu líder? De uma pessoa que falou
horrores de Jader Barbalho e depois o elogiou e até beijou suas mãos,
durante um comício, pode-se esperar algum tipo de coerência,
de verdade, de sinceridade? O "Lulinha paz e amor" está se transformando,
cada dia mais, no "Lula toca o terror", aquele que não escolhe
os meios, desde que estes o façam atingir seus objetivos. Continuo
com medo e cada vez com menos esperança. Acredito
que os políticos que insistem tanto num terceiro mandato para o presidente
Lula o fazem por dois motivos: um deles, a continuidade de todas as benesses e
mordomias; o outro, o medo de que a oposição vença e revele
o que de mais podre aconteceu nestes anos de (des)governo do PT. Se o atual governo
reduzisse seu ministério, tornando-o enxuto e eficiente, nomeado por critérios
técnicos e pela capacidade de seus ocupantes, se tornasse a carga tributária
menor e mais justa, se voltasse suas atenções para a saúde
da população, sua segurança, para o aumento da qualidade
na educação, por um plano habitacional racional, que incluísse
saneamento básico e desenvolvimento urbano, tenho certeza de que todos
os brasileiros, fossem eles da oposição ou da situação,
iriam querer mais um mandato para o presidente. Só que, como a Constituição
não permite mais um, ele sairia carregado nos braços do povo
e seu sucessor assumiria com a dificílima tarefa de melhorar ainda
mais o que já estava ótimo. Que susto ao ver a capa da
edição 2 056 de VEJA! Que piada das boas! Será que
foi o pessoal do Casseta & Planeta ou "os indenizados" de
O Pasquim que a criaram? Ela está hilária, como a turma que
quer o terceiro mandato. "Se ele vier outra vez, que seja em 2226...!" Não
importa se é Lula, Serra ou Aécio. Não queremos terceiro
mandato. O país precisa adquirir sua maioridade política, e
não se esforçar para ser a mais nova republiqueta da América
do Sul.
Marco Antonio Villa O historiador Marco Antonio Villa
(Amarelas, 16 de abril) faz uma análise magistral sobre a conjuntura nacional
e internacional. Sem paixões, ele nos revela os meandros da nossa diplomacia
e suas implicações políticas. Parabéns pela escolha
do entrevistado. A
entrevista de Marco Antonio Villa é precisa e corajosa. Villa reage ao
silêncio de parte da "intelectualidade" e da Academia sobre Chávez
& cia. e, ainda, lembra que a América Latina tem uma história
e que não podemos (e muito menos devemos) ignorá-la quando analisamos
o presente principalmente se acreditamos na democracia. O
historiador Marco Antonio Villa disse o que precisava ser dito havia muito
tempo: que a política externa que vimos praticando está inteiramente
em desacordo com nossas tradições e certamente nos causará
graves danos. Meus cumprimentos ao entrevistado por suas idéias lúcidas
e pela clareza com que as expõe. Prestou, sem dúvida, um grande
serviço ao Brasil. Parabéns!
A entrevista do historiador Marco Antonio Villa traz luz, bom senso, equilíbrio
e, acima de tudo, ensinamentos sobre qual deverá ser o papel do Brasil
no contexto das relações com a América Latina e com o mundo,
do ponto de vista de seu interesse como nação. O servilismo de eventuais
dirigentes brasileiros a certos modismos ideológicos de ocasião
desmerece a nossa tradição em política externa e presta grande
desserviço aos interesses brasileiros, especialmente num mundo que se globaliza
com rapidez e que exige, para uma melhor convivência e integração,
regras claras, permanentes e confiáveis. O amadorismo e a improvisação
em política externa não têm espaço no mundo da globalização.
Estamos perdendo tempo.
Bolsa-ditadura Com
tristeza e indignação li a reportagem "O preço de um
ideal" (16 de abril). A espúria e amoral comissão de anistia
mais uma vez perpetua um assalto à nação. Dar uma aposentadoria
de 4.300 reais a Ziraldo e Jaguar, além de mais de 1 milhão como
"ressarcimento" por perdas que nunca aconteceram, é mais um tapa
na cara do trabalhador. Está na antologia do Pasquim, em uma entrevista
feita há alguns anos, a confissão de que "pediu demissão
do Banco do Brasil por ganhar dez vezes mais no Pasquim". Na mesma
antologia, na entrevista de Ziraldo, este diz que "o Pasquim faliu
porque ganhavam muito dinheiro, mas todos os sócios gastavam sem se preocupar
com as despesas". Entre outros exemplos conta que "mantinham a suíte
presidencial num motel cinco-estrelas, à disposição do jornal,
durante todo o ano". Eles nunca perderam emprego. Toda comissão que
se preze é composta de diversas tendências. Essa não. É
composta apenas de petistas e de outros tais, nomeados pelo comissário
Tarso Genro. Realmente,
decência é algo que não passa pela cabeça de muitos
pseudo-intelectuais brasileiros. Parabéns, César e Cid Benjamim
e Raimundo Pereira, por mostrarem dignidade e bom senso com as causas públicas.
Quanto a Ziraldo e Jaguar, nossos pêsames. Parabéns pela
reportagem! Meu amoroso abraço ao cidadão César Benjamin
e a sua íntegra família. Até que enfim leio algo que
me faz sentir orgulho de ser brasileira, e cheia de esperança, porque
afinal ética e moral nunca caíram de moda.
Dossiê dos gastos corporativos Estou com medo da Justiça
brasileira e das injustiças que ela pode causar aos brasileiros. A
conduta do ministro Tarso Genro põe em xeque a credibilidade do Ministério
da Justiça. Quando se manipula o estado de direito e não se o preserva, o
que é obrigação do ministro da Justiça, instala-se
o estarrecedor medo de um poder que era para nos dar tranqüilidade ("Fazer
dossiê não é crime?", 16 de abril).
Caso Isabella Quando
penso que, para se livrar do corpo desfalecido de Isabella, o criminoso a jogou
com vida... Meu Deus, quanta monstruosidade e egoísmo numa pessoa só!
Sim, egoísmo para se livrar rápido, antes de ser pego em flagrante
e apodrecer na cadeia. Creio que, em breve, apodrecerá assim mesmo ("Isabella
continua a morrer", 16 de abril)! É tudo tão estranho
no caso da linda Isabella. Não vejo emoção nos seus familiares
pai, mãe, madrasta, avôs, tios... Vejo, sim, muita frieza
e desapego diante da uma tragédia dessa magnitude. O pai e a madrasta em
nenhum momento pediram à polícia, através da imprensa, que
achasse o(s) culpado(s). Eu pergunto: quem vai chorar por Isabella? O Brasil está
chorando, mas os familiares não.
Educação Bastante
oportuna a reportagem "Fogueira ideológica" (16 de abril), que
comprova a tese de que está cada vez mais difícil ser estudante
no Brasil, onde alunos (tanto nas escolas como nas faculdades) simplesmente xerocam
fragmentos dos conteúdos ministrados em sala de aula, especialmente para
as provas, fazem os exames, são aprovados e até se formam tendo
aprendido uma pequena porcentagem das disciplinas das ementas. Mas o pior veio
recentemente, com a queima de livros feita por sindicalistas da área docente
insatisfeitos com as mudanças curriculares das escolas da rede pública
de São Paulo. Eles, que deveriam servir de exemplo para nossos estudantes,
com esse ato fizeram uma brincadeira de muito mau gosto. Triste que eu, cidadão
e vereador de São Paulo, tenha de presenciar a ação da Apeoesp
queimando livros em praça pública. Esse é o sindicalismo
da CUT, que nesse caso apenas expressou seu velho egoísmo corporativista,
além de nos recordar a triste memória do nazismo queimando livros.
Rigor, ética, compromisso com o controle social, responsabilização
de todos não permeiam a ação desses, que têm tão
pouco a oferecer para nossas crianças e jovens. Como Midas às avessas,
o PT expõe seu atraso em todos os setores onde toca. O que aconteceu na praça
pública da cidade de São Paulo é bem simbólico.
A triste situação de menosprezo quando se fala
em educação faz do Brasil um país regressista.
A educação brasileira foi alicerçada em
muros, e não em pontes. A sombra da indiferença
acomodou muitos professores, maculou seu comportamento e roubou
suas virtudes. Ética e moral docente tornaram-se essências
reguladas pelo monstro da preocupação política
e não colorem mais as horas cotidianas. Não há
mais preocupação com a formação
do aluno, e sim com a mesquinhez política. Uma pena.
Cartas A queima de livros
a que se refere a reportagem "Fogueira ideológica"
foi um ato isolado em assembléias que transcorrem de
forma pacífica e ordeira. A incineração
do material não partiu da direção da Apeoesp.
A direção do sindicato não tem controle
sobre atitudes de indivíduos ou grupos que, em praça
pública, se disponham a manifestar-se de outras formas
que não aquelas por nós definidas.
Dossiê dos gastos corporativos 2 Sobre a reportagem
"Fazer dossiê não é crime?" (16
de abril), ao Ministério da Justiça cumpre esclarecer
que não existe na legislação penal brasileira
previsão de crime sobre produção de dossiê.
Isso no âmbito penal, o que não significa que a
apuração não possa ocorrer em outra esfera.
O ministro Tarso Genro observou o que prevê a lei. Não
impediu ou limitou a atuação da Polícia
Federal, corretamente convocada para investigar a responsabilidade
pela divulgação do documento. À PF cabe
restringir-se à apuração de fatos criminosos,
e não de infrações de outra natureza.
Lya Luft Lya Luft é
uma mestra na arte de escrever. Quase sempre compartilho de
suas opiniões. Porém, ao ler o artigo "Diagnóstico:
Alzheimer" (Ponto de vista, 16 de abril), senti como se
ela estivesse falando sobre a situação que eu
e minha família vivenciamos. Passamos hoje exatamente
por essa situação com meu pai. Passamos pela dor
de ter de interná-lo em uma clínica, de nos sentirmos
incapazes de cuidar de um parente. Sentimos as dificuldades
das sucessivas internações por pneumonia e a total
falta de consciência do que ocorre com uma pessoa que
sempre foi o chefe da família, que sempre deu a palavra
final e hoje não sabe sequer dizer uma palavra qualquer.
Nós que vivemos essa situação em família
achamos que somos os únicos a ter tal problema; na verdade,
trata-se de um conflito doloroso experimentado por um grande
número de famílias. É bom saber que não
estamos sozinhos nessa dura jornada. Sensibilizante o texto
da conceituada Lya Luft ao escrever sobre a doença de
Alzheimer. Identifiquei-me totalmente com o texto, pois durante
treze anos convivi com uma portadora desse mal minha
mãe. Assim como a escritora declara, quem sofre junto
e até mais são os familiares. É preciso
bastante consciência e sensibilidade para entender a doença.
Nós, os cuidadores eu e meu pai , tivemos
de mudar nossa rotina, aprender a ser tolerantes. Num ambiente
de compreensão, bastante atenção e
carinho, ela sobreviveu treze anos. É muito difícil,
depois de um dia de trabalho, chegar em casa e ver o familiar
naquele estado, sem nada poder fazer. A cada dia que passa,
os sintomas se alteram, os sentidos, as percepções,
gradativamente, vão se degenerando. Parabéns a
Lya Luft por transpor para palavras essas sensações
que muitos de nós já vivemos. Minha mãe também
morreu de Alzheimer, em agosto passado. Foram momentos difíceis,
e só quem passa por eles sabe a que me refiro. O que
me conforta é que, antes de ir para o hospital e falecer,
ela me disse que estava doente, que eu cuidava bem dela e que
me amava. Suas últimas palavras deram tranqüilidade
à minha consciência e paz de espírito para
continuar a viver.
Roberto Pompeu de Toledo Excelente o ensaio
"A vida após a vida" (16 de abril). A luta
pela liberação de pesquisas com células-tronco
embrionárias transcende os atributos da Igreja Católica.
Antes de tudo, é uma questão de solidariedade
e de piedade. O lúcido ensaio
de Roberto Pompeu de Toledo chegou em boa hora, no exato momento
em que o STF se prepara para uma histórica decisão.
O texto desse grande ensaísta, defensor das pesquisas
com células-tronco, além de irretocável,
foi providencial, devolvendo a esperança de cura aos
portadores de doenças degenerativas do cérebro.
Ao não defender uma vida digna para os doentes que podem
se beneficiar dos avanços da ciência, a Igreja
Católica simplesmente deixa de lado a misericórdia
pedra fundamental do Evangelho de Cristo.
Diogo Mainardi Fiz o que você
sugeriu no artigo "É Créu neles! É
Créu nelas!" (16 de abril). Relembrei todos os petistas
que fizeram parte dos inúmeros e inúteis ministérios
do governo Lula. Senti-me bem melhor e com menos raiva, menos
desanimada e frustrada ao concordar com você, Diogo.
"Afinal, um dia isso também vai passar", com
certeza! Lula foi o primeiro
e será o último presidente eleito pelo PT. Sempre
soube disso, mas não encontrava palavras para definir
o fato com tanta clareza, brevidade e lucidez. De 1989 até
2006, votei em Lula, jamais no PT; mas já sentia que
algo se rompera, e Diogo descreveu e esclareceu esse sentimento
e o ritual lulista. Nunca mais se repetirá. Créu
nele também!
Demografia VEJA se destaca em
mais uma de suas reportagens, "O planeta urbano" (16
de abril). A observação que a revista fez foi
nítida: de um lado, as megalópoles ricas, exuberantes
em suas formas e organizações; de outro, o crescimento
desordenado das zonas urbanas emergentes, castigadas pelas inúmeras
favelas que realçam ainda mais a paisagem desgastante
de um mundo empobrecido.
J.R. Guzzo Parabenizo J.R. Guzzo
pelo artigo "Anos dourados?" (16 de abril). Ele joga
mais lenha na polêmica questão do trânsito
nas grandes cidades. O autor diz que o problema é
de São Paulo e do Rio, mas não do Brasil, afirmação
da qual discordo. O trânsito já é um grande
transtorno nas maiores cidades do país. Salvador, Recife
e Belo Horizonte já padecem com enormes engarrafamentos
diários. A solução, como se provou, não
é aumentar o número ou o tamanho das vias, mas
melhorar o transporte coletivo, seja ele rodoviário,
metroviário, ferroviário ou hidroviário.
Outra opção é a construção
de estacionamentos periféricos no centro das cidades.
Seria preciso construir vários deles e também
induzir as pessoas a usá-los com a implantação,
por exemplo, do pedágio urbano. Isso já foi cogitado
em São Paulo. Mas quem comprou seu carro em suaves sessenta,
setenta, oitenta ou noventa prestações e trabalha
no centro vai querer deixá-lo em casa? Enfim, como diz
o autor, só com a conscientização de que
a redução do uso do carro é do interesse
de todos teremos o problema solucionado ou veremos, pelo menos,
uma luz no fim do túnel.
Tecnologia A reportagem "O
tato do mundo virtual" (16 de abril), sobre a técnica
haptics, demonstra para onde vai a tecnologia. Quando um "espertinho"
adaptar essa tecnologia para o sexo virtual, teremos a quarta
onda da internet, pois envolverá as pessoas do mundo
de forma avassaladora, destruindo conceitos enraizados
entre os quais dogmas religiosos.
Photoshop Parabéns pela
excelente reportagem sobre a falsidade de imagens gerada pelo
Photoshop ("Plástica digital", 16 de abril).
Mas para nós, da área de saúde, infelizmente
a "picaretagem" é antiga. Hoje, nos Estados
Unidos, qualquer revista científica séria ou qualquer
congresso científico de renome exige um documento assinado
do autor/palestrante garantindo que o que ele vai apresentar
não foi manipulado digitalmente para mostrar o "sucesso"
de novas técnicas. Enquanto isso, num país da
América Latina... A respeito da utilização
do Photoshop como recurso para dar retoques em fotos de artistas,
tenho algo a acrescentar. Quando se trata desse tipo de manipulação,
o uso do software hoje é indispensável, sim. Não
só por sua praticidade, mas por se tratar de uma tendência
de comunicação visual praticamente padronizada.
No entanto, saber que o programa serve como auxiliador, e não
como transformador, é fundamental.
Gente Na seção
Gente da edição 2.056 ("Rebelião no
mundo das misses", 16 de abril), vi a foto da simpaticíssima
Chloe Marshall, que certamente teria meu voto caso eu fosse
jurado em tal concurso. Mulher com perna de mesa, como a das
modelos, não é sexy. Ela, sim, tem "substância".
Agora, desculpem-me, mas dizer que, com 1,77 metro e aquela
foto por testemunha, ela pesa apenas 80 quilos... VEJA foi muito
generosa. Eu troco de nome se a Chloe não bater, por
baixo, nos 100 quilos. Ô inglesinha
ajeitada, essa candidata a miss Inglaterra! Só o biquíni
deveria ser brasileiro! Tenho 1,82 metro e 120 quilos.
Música Fiquei muito feliz
com a reportagem "O longo adeus de Aznavour" (16 de
abril), sobre a turnê de Charles Aznavour pelo Brasil,
e, ao mesmo tempo, triste com a idéia do fim de sua belíssima
carreira. Tenho 38 anos e sempre fui apaixonada pelas chansons
francesas e principalmente pelos grandes ícones citados
na matéria. Talvez eu seja uma das poucas herdeiras desse
estilo musical, que encantou a geração dos meus
pais mas ainda me seduz nos dias de hoje. Ah, sou baiana. É
uma pena que Salvador não esteja no roteiro da turnê
de Aznavour.
Veja essa A revista VEJA, além
do seu papel de informar, criticar e proporcionar conhecimento
em diversas áreas, tem seu lado humorístico
afora o Millôr. Ri muito ao ler, na seção
Veja essa (16 de abril), a transcrição das palavras
de Rita Lee durante um show que fez gripada: "Estou com
a gripe Dilma Rousseff. Exige um dossiê de remédios".
Dizem que a risada é o melhor remédio que
existe. Obrigada à espirituosa cantora e à revista
por nos proporcionar momentos de descontração
em meio a tantos transtornos por que o nosso país está
passando.
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