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Guerras cotidianas
Claudio Rossi
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| Tomografia:
arma para detectar sinais de doenças antes que elas apareçam
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Como o ataque
terrorista aos Estados Unidos em setembro de 2001, a invasão americana
ao Iraque iniciada no mês passado vem merecendo de VEJA uma cobertura
com destaque e profundidade. Não podia ser de outra forma. Ambos
os eventos mudaram os rumos da história, forçando rearranjos
dramáticos na maneira como os países convivem entre si e
como interagem com a potência americana. As reportagens da revista
sobre o terrorismo, as ações para coibi-lo e a guerra no
Iraque procuram sempre situar o leitor de modo realista, abrangente e
crítico diante da nova ordem internacional.
Neste número,
a invasão militar ocidental ao país que foi dominado pelo
regime de Saddam Hussein continua ocupando um amplo espaço editorial.
Com toda a prevalência da guerra no noticiário, VEJA não
descuidou, porém, de continuar oferecendo aos leitores reportagens
de fundo sobre uma gama variada de assuntos relacionados ao cotidiano
de seus leitores.
A presente
edição da revista está particularmente rica. Uma
matéria especial sobre check-up mostra a espetacular evolução
da medicina preventiva nos grandes centros urbanos brasileiros. Novos
aparelhos permitem aos profissionais de saúde enxergar detalhes
tridimensionais dos órgãos internos e, assim, detectar sinais
de certas doenças graves numa fase em que elas ainda podem ser
debeladas sem seqüelas para o organismo. Outra reportagem analisa
o novo disco de Madonna, a ser lançado nesta semana, e repassa
os vinte anos de carreira da cantora americana, fenômeno da cultura
pop, que em número de álbuns vendidos só perde para
os Beatles e Elvis Presley. Uma terceira reportagem traz a divertida crônica
da convivência dos brasileiros com seus cães de estimação,
uma feliz e privilegiada população de 21 milhões
de animais com endereço fixo, coleira e ração no
prato. A matéria mostra que as lojas especializadas em artigos
para bichos domésticos já passam de 15.000
em todo o Brasil. Em algumas capitais já existem mais pet shops
do que farmácias. Boa leitura e feliz Páscoa!
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