Edição 1897 . 23 de março de 2005

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Guia

Mais pixels, menos reais

Há três anos, uma câmera fotográfica digital de boa qualidade custava 1 000 reais e tinha resolução de 1 megapixel (ou seja, a imagem formada por 1 milhão de pontos coloridos). Fazia ótimos retratos 3 por 4. Hoje, pelo mesmo preço, encontram-se máquinas com resolução três vezes maior – a opção mais comum, devido ao custo-benefício. Mas aparelhos de 6 ou mais megapixels também estão ficando mais baratos – em alguns casos, a queda de preço foi de 30% em apenas um ano – e já são uma alternativa a levar em conta na hora da compra. As vantagens são óbvias: resolução maior significa cópias impressas de melhor qualidade. Também é possível cortar uma foto, selecionando apenas a parte que se deseja imprimir, com menor perda de resolução. Fotos de 6 megapixels ocupam mais espaço no cartão de memória – o que obriga a comprar mais cartões – e tomam mais tempo na operação de transferência das imagens para o computador. Mas, como a tendência é que os preços continuem a cair, é provável que em breve a dúvida de muitos fotógrafos amadores não seja comprar ou não uma câmera de maior resolução, e sim apenas que marca escolher.


Fotos divulgação
EASYSHARE DX 7630
Kodak
6 megapixels
Entre os efeitos que pode dar às fotos, inclui tons de sépia e variações de nitidez. Segundo o fabricante, as ampliações podem ter até 75 por 100 centímetros.
2 200 reais

OPTIO 750Z
Pentax
7 megapixels
Tem uma função que permite recortar as fotos na própria câmera, antes de transferi-las para o computador, e outra que reduz o uso da memória.
4 050 reais

C-60 ZOOM
Olympus
6,1 megapixels
Um processador de imagens batizado de TruePic Turbo aumenta a velocidade na captura de imagens, útil para seqüências em movimento.
2 700 reais

COOLPIX 7600
Nikon
8 megapixels
A função Slide Show permite a exibição das fotos diretamente na TV.
3 240 reais

FINEPIX F10
Fujifilm
6,3 megapixels
Oferece um sistema de luz auxiliar que permite tirar fotos nítidas com baixa iluminação.
3 500 reais

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Telas para viagem

Atemporada de exposições no Hemisfério Norte cria boas alternativas para quem tiver oportunidade de viajar nos próximos meses. Confira as principais mostras.

Caravaggio
National Gallery, Londres (Inglaterra)
Até 22 de maio. 40 reais
Apresenta óleos dos últimos anos do mestre italiano, como a obra-prima Davi com a Cabeça de Golias.

Poussin, Watteau, Chardin, David...
Franceses em Coleções Alemãs Grand Palais, Paris (França)
20 de abril a 31 de julho. 35 reais
Obras dos séculos XVII e XVIII, do clássico Poussin ao pré-revolucionário David.

Retratos Religiosos de Rembrandt
National Gallery, Washington (EUA)
Até 1º de maio. Grátis
Cristo, a Virgem Maria e os santos na visão do pintor holandês do século XVII.

Leonardo, Michelangelo e o Renascimento em Florença
National Gallery, Ottawa (Canadá)
29 de maio a 5 de setembro.
35 reais
Mais de 100 pinturas, esculturas e desenhos do século XVI. Além dos mestres do título da mostra, há obras de nomes como Rafael e Bronzino, a maioria emprestada pela Galleria degli Uffizi, de Florença.

Basquiat
Brooklyn Museum, Nova York (EUA)
Até 5 de junho. 20 reais
Criado no Brooklyn e morto em 1988, aos 27 anos, por overdose de heroína, Jean-Michel Basquiat elevou a linguagem dos grafiteiros a arte "de elite".

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Outras exposições na Europa e na América do Norte

 

Como tirar proveito do test-drive

Marco de Bari

O test-drive é decisivo em 70% das compras de carros novos, segundo os revendedores. A voltinha de 45 minutos deve ser aproveitada ao máximo. Muitas concessionárias escolhem o roteiro do teste, mas se ele não incluir diferentes terrenos (trechos de cidade e estrada, pista de terra, ladeiras) pode-se pedir um percurso mais variado. Quem fica indeciso entre dois veículos deve elaborar uma check-list e atribuir notas a cada carro. A seguir, outras tarefas básicas de um bom test-drive.

CONFORTO
Conferir a facilidade para ajustar a posição do banco e do cinto, para ler as informações do painel ou acessar luzes e limpador de pára-brisa. Levar um amigo para testar o conforto dos passageiros. Verificar se o isolamento acústico é bom, mesmo em alta velocidade.

SEGURANÇA
Atentar para os "pontos cegos" do párabrisa e dos retrovisores. Conferir a maciez da suspensão em pistas irregulares. Dar rápidas arrancadas para testar o motor nas ultrapassagens.

BAGAGEM
Avaliar o tamanho do porta-malas – é bom levar uma fita métrica e as medidas da maior valise – e a possibilidade de expandi-lo avançando os bancos.

APARÊNCIA
Checar se o acabamento interno agrada e tem material resistente e de boa qualidade. Conferir, ainda, se detalhes como tamanho do porta-luvas, acendimento de luzes internas e posição da tomada para o carregador de celular ou computador de mão são convenientes.

 

Editado por André Fontenelle.
Colaboraram Helena Fruet e Luís Perez

 
 
 
 
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