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Guia Mais
pixels, menos reais Há três anos, uma câmera
fotográfica digital de boa qualidade custava 1 000 reais e tinha resolução
de 1 megapixel (ou seja, a imagem formada por 1 milhão de pontos coloridos).
Fazia ótimos retratos 3 por 4. Hoje, pelo mesmo preço, encontram-se
máquinas com resolução três vezes maior a opção
mais comum, devido ao custo-benefício. Mas aparelhos de 6 ou mais megapixels
também estão ficando mais baratos em alguns casos, a queda
de preço foi de 30% em apenas um ano e já são uma
alternativa a levar em conta na hora da compra. As vantagens são óbvias:
resolução maior significa cópias impressas de melhor qualidade.
Também é possível cortar uma foto, selecionando apenas a
parte que se deseja imprimir, com menor perda de resolução. Fotos
de 6 megapixels ocupam mais espaço no cartão de memória
o que obriga a comprar mais cartões e tomam mais tempo na operação
de transferência das imagens para o computador. Mas, como a tendência
é que os preços continuem a cair, é provável que em
breve a dúvida de muitos fotógrafos amadores não seja comprar
ou não uma câmera de maior resolução, e sim apenas
que marca escolher.
Fotos divulgação  | EASYSHARE
DX 7630 Kodak 6 megapixels Entre os efeitos que pode
dar às fotos, inclui tons de sépia e variações de
nitidez. Segundo o fabricante, as ampliações podem ter até
75 por 100 centímetros. 2 200 reais |
 | OPTIO
750Z Pentax 7 megapixels Tem uma função
que permite recortar as fotos na própria câmera, antes de transferi-las
para o computador, e outra que reduz o uso da memória. 4 050 reais
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 | C-60
ZOOM Olympus 6,1 megapixels Um processador de imagens
batizado de TruePic Turbo aumenta a velocidade na captura de imagens, útil
para seqüências em movimento. 2 700 reais |
 | COOLPIX
7600 Nikon 8 megapixels A função Slide
Show permite a exibição das fotos diretamente na TV. 3 240
reais |
 | FINEPIX
F10 Fujifilm 6,3 megapixels Oferece um sistema de
luz auxiliar que permite tirar fotos nítidas com baixa iluminação.
3 500 reais | 
Telas para viagem
Atemporada de exposições no Hemisfério
Norte cria boas alternativas para quem tiver oportunidade de viajar nos próximos
meses. Confira as principais mostras. Caravaggio
National Gallery, Londres (Inglaterra) Até 22 de maio. 40 reais
Apresenta óleos dos últimos anos do mestre italiano, como a
obra-prima Davi com a Cabeça de Golias. Poussin,
Watteau, Chardin, David... Franceses em Coleções Alemãs
Grand Palais, Paris (França) 20 de abril a 31 de julho. 35 reais
Obras dos séculos XVII e XVIII, do clássico Poussin ao pré-revolucionário
David. Retratos Religiosos de
Rembrandt National Gallery, Washington (EUA) Até 1º de maio.
Grátis Cristo, a Virgem Maria e os santos na visão do pintor
holandês do século XVII.
Leonardo, Michelangelo e o Renascimento em Florença National Gallery,
Ottawa (Canadá) 29 de maio a 5 de setembro. 35 reais Mais
de 100 pinturas, esculturas e desenhos do século XVI. Além dos mestres
do título da mostra, há obras de nomes como Rafael e Bronzino, a
maioria emprestada pela Galleria degli Uffizi, de Florença.
Basquiat Brooklyn Museum, Nova York (EUA) Até 5 de junho. 20
reais Criado no Brooklyn e morto em 1988, aos 27 anos, por overdose de
heroína, Jean-Michel Basquiat elevou a linguagem dos grafiteiros a arte
"de elite".
Como
tirar proveito do test-drive
Marco de Bari  |
O test-drive é decisivo em
70% das compras de carros novos, segundo os revendedores. A voltinha de 45 minutos
deve ser aproveitada ao máximo. Muitas concessionárias escolhem
o roteiro do teste, mas se ele não incluir diferentes terrenos (trechos
de cidade e estrada, pista de terra, ladeiras) pode-se pedir um percurso mais
variado. Quem fica indeciso entre dois veículos deve elaborar uma check-list
e atribuir notas a cada carro. A seguir, outras tarefas básicas de um bom
test-drive. CONFORTO Conferir
a facilidade para ajustar a posição do banco e do cinto, para ler
as informações do painel ou acessar luzes e limpador de pára-brisa.
Levar um amigo para testar o conforto dos passageiros. Verificar se o isolamento
acústico é bom, mesmo em alta velocidade.
SEGURANÇA Atentar para os "pontos cegos" do párabrisa
e dos retrovisores. Conferir a maciez da suspensão em pistas irregulares.
Dar rápidas arrancadas para testar o motor nas ultrapassagens.
BAGAGEM Avaliar o tamanho do porta-malas
é bom levar uma fita métrica e as medidas da maior valise
e a possibilidade de expandi-lo avançando os bancos.
APARÊNCIA Checar se o acabamento interno agrada e tem material
resistente e de boa qualidade. Conferir, ainda, se detalhes como tamanho do porta-luvas,
acendimento de luzes internas e posição da tomada para o carregador
de celular ou computador de mão são convenientes.
Editado por André Fontenelle.
Colaboraram Helena Fruet e Luís Perez |