Edição 1893 . 23 de fevereiro de 2005

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Guia

Futebol-arte no computador

Games de futebol estão cada vez mais sofisticados. Reproduzem não só o rosto dos jogadores verdadeiros, mas seu estilo de jogo. A inteligência artificial dos times controlados pelo computador também melhorou nas novas versões. Alguns ainda não estão à venda no Brasil.

 
Fifa Street (EA Sports)
Versão "peladeira" do Fifa 2005, permite jogar com craques de verdade em cenários como uma favela carioca
Plataformas: GameCube, Playstation 2, Xbox
40 dólares
World Tour Soccer (Sony)
Será lançado no próximo mês.
Inclui 19 000 jogadores e 28 estádios.
Plataforma: Playstation 2
Preço a ser divulgado
Winning Eleven 8 (Konami)
Considerado o game de futebol mais realista, inclui novos times
Plataformas: PC, Playstation 2, Xbox
40 dólares
Uefa Champions
League 2005 (EA Sports)
Reproduz 239 times da atual temporada européia. Como o Fifa 2005, traz lances e jogadores mais realistas
Plataforma: PC
100 reais

 

Gás natural de série

 
André Penner
O Astra movido a gás natural: mais caro

Diante da demanda crescente por carros movidos a gás natural – cujo quilômetro rodado pode custar até 70% menos do que num modelo a gasolina –, as fábricas começam a se movimentar para lançar no Brasil veículos prontos para rodar com esse combustível sem a necessidade de nenhuma adaptação. Em dezembro, a GM apresentou o Astra Multipower, um tricombustível capaz de rodar com GNV ou álcool e gasolina misturados. A Ford estuda importar o modelo Ranger movido a gás, fabricado na Argentina. Outras montadoras são cautelosas. "A demanda é crescente, mas o kit de conversão atende à necessidade atual", afirma Paulo Sergio Kakinoff, diretor de vendas e marketing da Volkswagen. O gás natural tem a desvantagem de roubar espaço no porta-malas, onde geralmente é instalado o tanque para esse combustível, e impor o gasto com equipamento de adaptação. O Astra Multipower custa 4 000 reais mais do que outras versões. Essa diferença se amortiza depois de uns 20 000 quilômetros com a economia obtida. Na Argentina, diversas montadoras oferecem carros de série movidos a gás.

 

 

 

A era dos rastreadores

Eriko Sugita/Reuters
GPS para cachorros disponível no Japão: 20 reais por mês


Aparelhos rastreadores ficaram tão menores e mais baratos que no Japão já equipam até cachorros. No Brasil, servem 400 000 carros de passeio e mais de 5 000 empresas que monitoram cargas. As opções aumentaram com o lançamento de aparelhos que podem ser carregados no bolso.

PARA PESSOAS

Uma empresa paranaense, em parceria com a alemã Siemens, está lançando um rastreador pessoal menor que um celular. Custará cerca de 750 reais, com manutenção de 100 reais por mês. Ele combina duas tecnologias: o GPS, para determinar a localização com a ajuda de satélites, e o celular, para transmitir essa informação a uma central. É acionado se o usuário sai de uma área predefinida. Também dá alertas quando deslocado numa velocidade acima da prevista, o que pode ser indicador de um seqüestro com automóvel. Tem ainda um botão de pânico. Um celular cadastrado recebe as coordenadas do aparelho, que podem ser monitoradas a qualquer momento pela internet.

 

PARA CARROS

Rastreadores que combinam GPS com sinal de celular dão a localização precisa, mas dependem da cobertura da rede de telefonia. Custam entre 2 000 e 3 000 reais e têm mensalidade de cerca de 100 reais. Outros modelos usam sinais de rádio para informar a posição. O sistema não funciona onde não há antenas. O equipamento custa cerca de 1 300 reais, com mensalidade de 45 a 90 reais.

 

PARA CAMINHÕES

Exige satélite para cobrir todo o país. A maioria dos clientes é de empresas, que pagam cerca de 11 000 reais para ter o serviço, mas já há 8 000 caminhoneiros que compraram o sistema por conta própria (cerca de 14 000 reais, em prestações), o que os ajuda a receber encomendas para transportar cargas.

 

 
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Editado por André Fontenelle. Colaboraram Eduardo Burckhardt, Letícia Sorg e Luís Perez

 
 
 
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