A
era dos rastreadores
Eriko
Sugita/Reuters
 | | GPS
para cachorros disponível no Japão: 20 reais por mês |
Aparelhos
rastreadores ficaram tão menores e mais baratos que no Japão já
equipam até cachorros. No Brasil, servem 400 000 carros de passeio e mais
de 5 000 empresas que monitoram cargas. As opções aumentaram com
o lançamento de aparelhos que podem ser carregados no bolso.
•
PARA PESSOAS Uma empresa paranaense, em
parceria com a alemã Siemens, está lançando um rastreador
pessoal menor que um celular. Custará cerca de 750 reais, com manutenção
de 100 reais por mês. Ele combina duas tecnologias: o GPS, para determinar
a localização com a ajuda de satélites, e o celular, para
transmitir essa informação a uma central. É acionado se o
usuário sai de uma área predefinida. Também dá alertas
quando deslocado numa velocidade acima da prevista, o que pode ser indicador de
um seqüestro com automóvel. Tem ainda um botão de pânico.
Um celular cadastrado recebe as coordenadas do aparelho, que podem ser monitoradas
a qualquer momento pela internet. • PARA
CARROS Rastreadores que combinam GPS com sinal
de celular dão a localização precisa, mas dependem da cobertura
da rede de telefonia. Custam entre 2 000 e 3 000 reais e têm mensalidade
de cerca de 100 reais. Outros modelos usam sinais de rádio para informar
a posição. O sistema não funciona onde não há
antenas. O equipamento custa cerca de 1 300 reais, com mensalidade de 45 a 90
reais. •
PARA CAMINHÕES Exige satélite
para cobrir todo o país. A maioria dos clientes é de empresas, que
pagam cerca de 11 000 reais para ter o serviço, mas já há
8 000 caminhoneiros que compraram o sistema por conta própria (cerca de
14 000 reais, em prestações), o que os ajuda a receber encomendas
para transportar cargas. |