COMÉRCIO
VIRTUAL AINDA NÃO DECOLOU
Raul Junior
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A possibilidade de vender produtos pela internet animou muitos empresários.
Seria uma forma de contornar a intermediação das lojas.
Infelizmente, o modelo não funcionou em alguns setores. Tome-se
o caso das bicicletas. Na semana passada, o empresário Edson
Vaz Musa, dono da Caloi, fez o balanço das vendas do Natal.
Os números mostram que, no fim do ano passado, foram comercializadas
nas lojas 190.000 bicicletas. Já pela
internet, negociaram-se só 130 unidades do produto.
ARMAS
COLORIDAS PARA OS AMERICANOS
Sylvio Sirangelo
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Em fevereiro, a cidade de Las Vegas irá sediar a 2002 Shot Show,
a maior feira de armamentos do mundo, com 1.400
expositores. O mercado americano é tão grande que os fabricantes
aproveitam o evento para tentar emplacar novidades de todos os tipos.
A brasileira Taurus, do empresário Carlos Murgel, usará
a ocasião para vender um revólver colorido. Ele custa 600
reais e tem versões nas tonalidades azul, dourado e cinza.
SÓ
ALGUMAS CHEGAM AO PODER
Ana Araujo
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Uma pesquisa do Instituto Ethos mostra que a igualdade entre os sexos
no mercado de trabalho está longe de ser alcançada. Segundo
o estudo, as mulheres ocupam apenas 6% dos cargos de chefia das 500 maiores
empresas brasileiras. Uma das exceções é a ex-ministra
da Administração Cláudia Costin. Na última
semana, ela assumiu o cargo de CEO da companhia Promon Intelligens, um
dos braços de um grande grupo nacional da área de telecomunicações.
A
BELA DIMINUI O RITMO
Quando estourou no mundo da moda, Gisele Bündchen trabalhava
num ritmo alucinante. Chegou a fazer 300 desfiles por ano. Agora, graças
à fortuna que acumulou na carreira, pode dar-se ao luxo de diminuir
o ritmo. Até o fim do ano, ela pretende exibir-se em apenas cinco
ocasiões nas passarelas. Um dos eventos que a modelo não
abre mão de participar é o da Dolce & Gabbana, em Milão,
grife que a projetou internacionalmente.
Editado
por Sérgio Ruiz Luz.
Colaboraram Amauri Segalla, Ricardo
Mendonça e Sheila Grecco
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