BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
Publicidade
REVISTAS
VEJA
Edição 2083

22 de outubro de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao Leitor
Entrevista
Claudio de Moura Castro
Leitor
Millôr
Blogosfera
PANORAMA
Imagens da Semana
Holofote
SobeDesce
Conversa
Números
Datas
Radar
Veja Essa
 

Panorama
Datas

SEG|13|OUT|2008

Anunciado


Jessica Kourkounis/The New York Times
Krugman
Críticas a Bush e elogios à globalização

O vencedor do Prêmio Nobel de Economia, o americano Paul Krugman, de 55 anos. Professor da Universidade Princeton, ele ganhou popularidade por atacar furiosamente o governo do presidente George W. Bush em suas colunas no jornal The New York Times. Com esses artigos, tornou-se uma espécie de celebridade mundial do antiamericanismo. Três décadas atrás, no entanto, ele fez trabalhos extensos sobre o comércio internacional – motivo oficial para que recebesse a honraria. Krugman foi um teórico dos méritos e efeitos da globalização, ao explicar os mecanismos por meio dos quais, com o fim das barreiras comerciais, as empresas têm acesso a mercados maiores e conseguem se aproveitar de ganhos de escala. Nessa competição, explicou ele, certas empresas fecham as portas, enquanto as sobreviventes se tornam ainda mais competitivas e integradas em uma nova geografia industrial organizada em torno dos grandes mercados consumidores. Essa teoria explicaria a divisão entre áreas urbanas de alta tecnologia com renda mais alta e periferias menos desenvolvidas. Nem todos consideraram a premiação merecida. Segundo a revista The Economist, nenhuma de suas contribuições foi especialmente original. O nova-iorquino Krugman, doutor pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, teria apenas capturado idéias que já estavam no ar havia décadas. Isso lhe valerá 10 milhões de coroas suecas, o equivalente a 1,4 milhão de dólares. O Nobel de Economia é o caçula dos prêmios. Foi instituído em 1968 pela Real Academia das Ciências da Suécia. Das 62 personalidades que o receberam, 36 são americanas.

Morreram


Divulgação
Guillaume Depardieu
A morte precoce do filho de Gérard Depardieu, que teve uma juventude difícil até seu talento ser reconhecido

• O ator Guillaume Depardieu, talentoso e rebelde filho de Gérard Depardieu. Assombrado pela fama do pai, ele teve uma adolescência atribulada. Drogou-se, prostituiu-se e passou três meses na cadeia por dirigir embriagado. Ainda criança, apareceu como figurante nas produções estreladas por Gérard. Em 1991, espantou a crítica com uma brilhante interpretação do compositor Marin Marais, do barroco francês, em Todas as Manhãs do Mundo. Em 2003, teve a perna direita amputada em conseqüência de uma infecção contraída oito anos antes. Dois de seus filmes mais recentes, Versalhes e Na Guerra, foram lançados no último Festival de Cannes. Dia 13, aos 37 anos, de pneumonia, em Paris.

William Claxton, fotógrafo de cenas de jazz e de astros de Hollywood. São célebres seus retratos do trompetista Chet Baker e do ator Steve McQueen, ambos avessos a exposição. Fã de música, Claxton definia seu trabalho como jazz para os olhos. Essa sensibilidade lhe rendeu imagens antológicas de Frank Sinatra, Bob Dylan, Marilyn Monroe e Natalie Wood. Dia 11, aos 80 anos, de parada cardíaca, em Los Angeles.

O músico Neal Hefti, autor da trilha sonora da série de TV Batman. Hefti angariou fama compondo para a TV e o cinema a partir dos anos 60. Antes disso, como trompetista de jazz, integrou algumas das maiores big bands dos anos 40 e 50 e ajudou a definir o som da orquestra de Count Basie. Aos 85 anos, de causa indeterminada, em Toluca Lake, na Califórnia.



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |