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Gente
Uma estrela se destaca na premiação
Cleomia Tavares/Babado
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| Luana, com Mansur, na hora H: à la
Instinto Selvagem |
Desde Machado de Assis não aconteciam coisas tão interessantes
na vetusta Academia Brasileira de Letras. Primeiro, a própria
presença de Luana Piovani, e ainda por cima com o
namorado, Ricardo Mansur, para receber o Prêmio Austregésilo
de Athayde (que, apesar do nome e local, nada tem a ver com acadêmicos)
como a melhor atriz de teatro. Segundo, e principalmente, a cruzada
de pernas à la Instinto Selvagem, revelando a ausência
de roupas íntimas em prol do bom caimento do vestido de cetim.
Flexível, o acadêmico Lêdo Ivo, 80 anos, considerou
o gesto "uma homenagem póstuma ao Austregésilo, grande
apreciador do sexo feminino".
A rainha pop adere a judaísmo de
butique
AFP
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| Madonna (mas pode me chamar de Esther) em
Israel: ortodoxos agitados |
Bem simplesinha, Esther aquela que se chamava Madonna
usou preto, boné xadrez e óculos de leitura
para celebrar o Ano-Novo judaico em plena Tel Aviv, junto com 2.000
alunos do rabino Philip Berg, uma espécie de padre Marcelo
Rossi da cabala, vertente mística do judaísmo. Em
cinco dias de visita, a cantora conseguiu desagradar a árabes
e judeus. Ortodoxos, como o rabino Avraham Ravitz, 70 anos, condenaram
seu, por assim dizer, arrivismo cabalístico: "É extremamente
inadequado". Líderes palestinos, como Michel Nasser, desancaram
a planejada visita à bíblica tumba de Raquel: "É
um símbolo do nosso sofrimento".
Japonês à brasileira
AP
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| Koizumi chora durante discurso em São
Paulo: fãs e simpatia |
Em visita ao Brasil, o primeiro-ministro do
Japão, Junichiro Koizumi, mostrou que não é
só seu cabelo (planejadamente) revolto que o faz diferir
de seus pares. Simpático, acessível e emotivo, ele
pediu para navegar pelo Rio Tietê (e foi sabiamente demovido
da idéia), fez o helicóptero pousar em um campo de
futebol para cumprimentar imigrantes japoneses no interior de São
Paulo e caiu no choro durante um discurso. Em Brasília, quis
conhecer o maratonista Vanderolei Cordeiro de Lima, a quem
pediu que reproduzisse o "aviãozinho" feito na reta final
da prova olímpica. Deixou caminho aberto para as aspirações
estratégicas do Japão e uma legião de
fãs apaixonadas na colônia.
Vão-se os quilos, fica a echarpe
Fotos Joedson Alves/AE
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| Ideli: aposta na redução de
estômago e pretendente em potencial |
No jogo da vida, como se sabe, não há
milagres ganha quem aceita riscos. Assentada nessa máxima,
a senadora petista Ideli Salvati virou a mesa em outubro
passado: com 52 anos, 1,56 metro de altura, 110 quilos e muitos
problemas de saúde, submeteu-se a uma cirurgia para redução
do estômago. Agora, 40 quilos a menos, colhe os trunfos do
novo visual, em que só as echarpes vistosas permanecem iguais.
Pretendentes? "Tem interesse na área, mas estou fazendo um
processo seletivo", informa Ideli, divorciada desde 1988 e louca
para encontrar um novo amor. Plástica? "Não fiz."
Ginástica? "Pouca. Eu era uma gorda durinha e virei uma magra
molinha."
Sucesso na carreira, briga em casa
AP
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| Isabeli, em Nova York: bela como nunca, e
chorando |
Quem viu a estonteante Isabeli Fontana brilhar nos vinte
desfiles que fez em Nova York, estampar a capa da Vogue americana
e alcançar o segundo lugar no ranking das maiores modelos
da atualidade imagina que tudo vai bem na vida da paranaense. Engano.
Separada do modelo Álvaro Jacomossi, ela pena o imbróglio
típico de ex-casal em pé de guerra: briga pelos bens
e pelo filho. Com uma agravante: há vinte dias Álvaro
pegou Zion, 1 ano, para passear e não devolveu. Ela deu queixa
na polícia. Ele prometeu entregar a criança. "Meu
advogado está cuidando disso", diz Isabeli, entre lágrimas.
Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui, Roberta Salomone e Sandra Brasil
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