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| Cartas
 | "VEJA
nos provou que com um pouco de dedicação e atenção
podemos buscar a longevidade com saúde." Marcelo
Finkler Marau, RS |
Longevidade Verdade.
Velhice não se improvisa. Ela é resultado de como encaramos nossa
maturidade. Não temos certeza das limitações que o futuro
nos reserva. Mas está em nossas mãos fazer tudo para minimizar os
efeitos negativos do envelhecimento e aproveitar as vantagens da vida longa e
saudável ("Viver mais e melhor", 15 de setembro). Eliane Pellegrino
Veloso Psicóloga Belo Horizonte, MG O
organismo humano passa por um processo cíclico de mudança, caracterizado
por um ritmo de degeneração e morte, recomposição
e vida. Não somos máquinas humanas que declinam até a morte.
Somos mais que a soma de nossos órgãos. Por isso, é urgente
a reforma de pensamento sobre o envelhecimento, abordando o aspecto do tempo como
totalidade, existência e possibilidade do ser. Pedro Paulo Monteiro
Mestre em gerontologia www.pedropaulomonteiro.com
O homem, além de "se enxergar como o pináculo da criação",
como bem coloca o articulista, tenta realmente esquecer que pertence ao reino
animal e ao ciclo vital que rege a natureza. Seria catastrófico para a
natureza e os recursos de nosso planeta se por acaso conseguíssemos desarmar
ou reprogramar nosso ciclo vital para evitar a morte. Viver com saúde até
a velhice terminal é desejável e viável, agora subverter
a ordem das leis naturais é prepotente e infantil. Ricardo Fernando
Arrais Endocrinologista pediátrico e professor universitário Natal,
RN É impressionante a capacidade
da jornalista Thereza Venturoli de traduzir pesquisas de ponta para um vocabulário
acessível a todos. Felizmente, os estudos na área da endocrinologia
e dos distúrbios do metabolismo têm progredido no sentido de prevenir
e tratar doenças crônicas como o diabetes, a aterosclerose, a osteoporose
e até mesmo a obesidade. Graças a esses avanços científicos
que beneficiam toda a humanidade, a endocrinologia/metabologia é a especialidade
que ganhou o maior número de prêmios Nobel até o momento. Valéria
Guimarães Presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia
e Metabologia Brasília, DF
Millôr Fico com a impressão
de que Millôr nunca se afastou de VEJA e de que VEJA jamais abdicou da inteligência
irreverente do Millôr. É uma retomada, tal como ele escreveu na edição
passada. O escritor vem dar continuidade ao que jamais teria sido interrompido,
já que estou falando da perspicácia de Millôr e do que VEJA
representa no mundo da inteligência da imprensa brasileira. Sinvaldo
do Nascimento Souza Rio de Janeiro, RJ Sou
leitor de VEJA desde o primeiro número. Com isso, pude acompanhar a brilhante
passagem de Millôr por suas páginas e agora me rejubilo com seu retorno.
Sem querer desmerecer os demais humoristas, Millôr é único.
Havia tempos eu achava que fazia falta uma seção de humor na revista,
mas agora ela ficou completa, pois nos trouxe o que temos de melhor. Celso
Antônio Rossi celsorossi@uol.com.br
Quero cumprimentar VEJA pela brilhante contratação de Millôr.
Foi uma grande surpresa para mim, que cresci lendo Millôr nas páginas
de VEJA. O que me atraía, no primeiro momento, eram as ilustrações
(ainda me lembro de uma ilustração do Prometeu acorrentado). Se
faltava um motivo para renovar a assinatura de VEJA, agora não falta mais.
Parabéns, VEJA; seja bem-vindo, Millôr. Aparecido Corrêa
dos Santos São Bernardo do Campo, SP
Sou professora universitária e na sexta-feira usei em minha aula um texto
de Millôr Fernandes. No domingo, abrindo VEJA, reencontro o grande autor.
Na verdade, essa sintonia demonstra que, para leitores como eu, ele nunca se foi.
Parabéns, VEJA, pelo novo craque nesse grande time. Lígia
A. Cortez da Rocha Ribeirão Preto, SP
Radar Sobre a nota "Excluído
ou incluído?" (Radar, 15 de setembro), esclareço que percebo uma
única aposentadoria pública, a de consultor jurídico do Ministério
da Justiça, cargo em que fui cassado pelo golpe militar de 1964. O senhor
Antonio Carlos Magalhães, citado por V.Sa. como fonte da informação
da nota, não merece crédito. O Brasil sabe disso. A mentira contida
na citada nota tem a marca desse coronelismo decadente, servil e sempre oportunista,
que, por força de trapaça, chantagem ou bajulação,
buscou "incluir-se" em todos os governos dos últimos cinqüenta anos
da República. Waldir Pires Ministro de Estado do Controle
e da Transparência Brasília, DF Claudio
de Moura Castro
Tenho 67 anos e duas eleições para votar obrigatoriamente. Nelas
vou anular o meu voto. Só votarei, e com muito prazer, em Claudio de Moura
Castro, quando ele se candidatar para executar seu plano de governo transcrito
no Ponto de vista "Se eu fosse ditador..." (15 de setembro). João
Elberto Ferreira Porto Alegre, RS
Diogo Mainardi
Poucas vezes concordei tanto com o Diogo Mainardi ("Drauzio é de morte",
15 de setembro). Aliás, em matéria de política, eu sempre
discordo. A vida é muito mais complexa do que Drauzio Varella demonstra.
Ouvir passarinhos cantando e dar valor a coisas simples é mediocridade.
Temos de curtir a vida intensamente. Arriscar a todo momento. Senão, o
tempo passa, e não fizemos absolutamente nada. André
Sol Rocha Mendes Belo Horizonte, MG
Veja essa
Meias frases, assim como meias verdades, podem levar a uma desinformação
inteira. Na seção de frases da semana (Veja essa, 15 de setembro),
VEJA reproduz pela metade o primeiro parágrafo da carta que enviei à
direção do jornal New York Times, contestando matéria
de seu correspondente no Brasil. Como a frase foi cortada por reticências,
a revista permitiu-se fazer o gracejo de que eu teria sugerido que "o Ministério
do Trabalho não faz parte do governo Lula". Por isso, solicito a publicação
da frase inteira para evitar dúvidas: "O plano não é do presidente
Lula. Trata-se de um projeto de lei elaborado pelo Ministério do Trabalho,
atendendo a uma antiga reivindicação dessa categoria profissional,
em conjunto com representantes da Federação Nacional dos Jornalistas
e dos sindicatos estaduais, encaminhado por exigências legais pelo governo
federal ao Congresso Nacional". Tivesse VEJA publicado a frase inteira, os leitores
da revista saberiam que o governo não tem interesse próprio na matéria,
não teve a iniciativa de elaborar o projeto de lei, mas apenas atendeu
a uma reivindicação da categoria profissional feita por dirigentes
eleitos pelos jornalistas, em audiência pública, no Palácio
do Planalto, no último mês de abril. Ricardo Kotscho Secretário
de Imprensa e Divulgação da Presidência da República Brasília,
DF
Cartas
O suposto "jornalista" Jorge Reis da Costa, vulgo "Kajuru", conhecido delinqüente
verbal contumaz, atual língua-de-aluguel de candidato a vereador em Goiânia
e habitual fugitivo de oficiais de Justiça, perguntou neste espaço
"por que não cumpro meu expediente diário no Detran" (Cartas, 15
de setembro). Fazer o que lá, se no órgão não trabalho
desde os anos 90? Tão habituado à agressão pela agressão
e pelo obsessivo culto à mentira que não se deu conta de usar um
princípio elementar do jornalismo: a checagem. Ora, a mesma matéria
de VEJA de Ricardo Valladares é clara: estou comissionado na Assembléia
Legislativa, conforme o público Diário Oficial. Esse tradicional
facínora interestadual da palavra não se emenda mesmo! Milton
Neves São Paulo, SP
Radar
Em sua edição 1 871, a seção Radar escreve: "Na noite
de quarta-feira, no restaurante Piantella, em Brasília, era péssimo
o clima entre o candidato petista a prefeito do Rio de Janeiro, Jorge Bittar,
e o supertesoureiro do PT, Delúbio Soares". Não é verdade.
Quero esclarecer que há mais de dois anos não vou ao restaurante
Piantella, não estive em Brasília na data citada nem tive discussão
alguma com o companheiro Jorge Bittar. Delúbio
Soares Tesoureiro da Executiva Nacional do PT Brasília, DF
CORREÇÕES: Na matéria
"Práticas e simpáticas" (Guia, 15 de setembro), o nome da marca
de malas de viagem Samsonite foi grafado de forma incorreta. • O filme
Birth estreou no Festival de Veneza, não em Cannes (Veja essa, 15
de setembro). 
Uma capa inspirada em Escher
 | | A
capa de VEJA (no alto da página, à esq.) e a gravura Rind,
de M.C. Escher: inspiração |
Os
leitores Orlando Moura, de Belém, Ana Amorim, de Salvador, e Alberto Ferreira,
do Rio, notaram a semelhança da capa de VEJA (15 de setembro) com gravuras
do holandês Maurits Cornelis Escher (1898-1972). A idéia de Escher,
que inspirou a capa de VEJA, de uso recorrente nas artes gráficas, aparece
nas gravuras Rind (1955) e Bond of Union (1956). "É uma imagem
forte, que já foi usada em várias publicações, inclusive
na revista americana Newsweek", diz Carlos Neri, diretor de arte de VEJA.
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