Todo mundo que a
viu cruzando os ares num trapézio achou merecida
a vitória no Circo do Faustão. Quem não
viu também, uma vez que a modelo paulista GIANNE
ALBERTONI, 26 anos, tem todos os elementos para
deixar o público torcendo a favor em quaisquer
circunstâncias. O patrimônio natural que
fez sua fama como modelo de biquínis e lingerie
foi mais lapidado ainda nos dois meses de treinos diários
na arte circense. "Estou muito melhor", avalia Gianne
a encantadora autocrítica pode ser conferida
na revista VIP de setembro. Planos para o futuro?
Uma carreira artística, claro: "Não tive
nenhuma proposta ainda, mas estou superaberta".
Christian Gaul/VIP
Vai ter casório
na Casa Branca
Kimberlee Hewitt/Reuters
Enfim
uma notícia que vem da Casa Branca e não tem
a ver com Iraque, explosão da bolha e outros horrores.
A mais loira das filhas gêmeas de George W. e Laura
Bush, JENNA, 25 anos, ficou noiva de HENRY HAGEN,
28. Para alívio do daddy, o rapaz é um
republicano puro-sangue: filho de um ex-vice-governador de
Virginia, fez estágio na Casa Branca e trabalhou na
campanha pela reeleição de Bush, em 2004.
O namoro começou
aí. Jenna já bebeu, já fumou, já
foi flagrada dSuas vezes pela polícia. Circulou com
um argentino de costeletas, Ramiro Gonzalez, em Buenos Aires,
em dezembro. Na época, parecia que o namoro com Hagen
tinha acabado. No livro que Jenna lança (sim, você
leu certo) em setembro, Ana's Story, um dos agradecimentos
vai para "meu paciente Henry".
Sim, sim, sim, ela
se internou
Eles tentaram colocá-la
na linha, ela disse não, não, não, mas
agora capitulou: AMY WINEHOUSE, 23 anos, a garota-problema
do rock inglês, usuária de substâncias
legais e ilegais, bulímica e anoréxica, está
em tratamento. Quer dizer, mais ou menos. Internada por causa
de um "colapso nervoso" (tradução: overdose),
Amy saiu do hospital direto para uma clínica de recuperação
de viciados no interior da Inglaterra. Foi buscá-la
dois dias depois o marido, Blake Fielder-Civil, 25
também músico, também problema ,
para "fazer uma tomografia" que virou dois dias de bebedeira
num pub. Sessão encerrada, Amy cancelou todos os compromissos
do mês "para cuidar da saúde" e voltou para a
clínica.
O gostinho bom da chegada
Quem acha
que ir mal numa prova ou não passar numa seleção
de emprego é um problema terrível deveria
conferir o espírito de luta dos participantes
dos Jogos Parapan-Americanos, no Rio. A americana KATHRYN
SULLIVAN, 27 anos, por exemplo, acabou em último
lugar na prova feminina dos 100 metros rasos. E comemorou:
"Poucas pessoas na minha condição se tornam
atletas. Estou feliz por ter um objetivo e por ter concluído
a prova". Única corredora sem as duas pernas,
decorrência de problemas durante a gestação,
Kathryn corre há apenas um ano e se diz bem acostumada
às próteses de fibra de carbono, que usa
o tempo todo. A foto abaixo fala mais do que tudo.
Ricardo Moraes/AFP
Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Mariliz Pereira Jorge e Suzana Villaverde