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22 de agosto de 2007
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Aulas de circo fazem um bem...

Todo mundo que a viu cruzando os ares num trapézio achou merecida a vitória no Circo do Faustão. Quem não viu também, uma vez que a modelo paulista GIANNE ALBERTONI, 26 anos, tem todos os elementos para deixar o público torcendo a favor em quaisquer circunstâncias. O patrimônio natural que fez sua fama como modelo de biquínis e lingerie foi mais lapidado ainda nos dois meses de treinos diários na arte circense. "Estou muito melhor", avalia Gianne – a encantadora autocrítica pode ser conferida na revista VIP de setembro. Planos para o futuro? Uma carreira artística, claro: "Não tive nenhuma proposta ainda, mas estou superaberta".

Christian Gaul/VIP

 

Vai ter casório na Casa Branca

 
Kimberlee Hewitt/Reuters

Enfim uma notícia que vem da Casa Branca e não tem a ver com Iraque, explosão da bolha e outros horrores. A mais loira das filhas gêmeas de George W. e Laura Bush, JENNA, 25 anos, ficou noiva de HENRY HAGEN, 28. Para alívio do daddy, o rapaz é um republicano puro-sangue: filho de um ex-vice-governador de Virginia, fez estágio na Casa Branca e trabalhou na campanha pela reeleição de Bush, em 2004.

O namoro começou aí. Jenna já bebeu, já fumou, já foi flagrada dSuas vezes pela polícia. Circulou com um argentino de costeletas, Ramiro Gonzalez, em Buenos Aires, em dezembro. Na época, parecia que o namoro com Hagen tinha acabado. No livro que Jenna lança (sim, você leu certo) em setembro, Ana's Story, um dos agradecimentos vai para "meu paciente Henry".

 

Sim, sim, sim, ela se internou

Eles tentaram colocá-la na linha, ela disse não, não, não, mas agora capitulou: AMY WINEHOUSE, 23 anos, a garota-problema do rock inglês, usuária de substâncias legais e ilegais, bulímica e anoréxica, está em tratamento. Quer dizer, mais ou menos. Internada por causa de um "colapso nervoso" (tradução: overdose), Amy saiu do hospital direto para uma clínica de recuperação de viciados no interior da Inglaterra. Foi buscá-la dois dias depois o marido, Blake Fielder-Civil, 25 – também músico, também problema –, para "fazer uma tomografia" que virou dois dias de bebedeira num pub. Sessão encerrada, Amy cancelou todos os compromissos do mês "para cuidar da saúde" e voltou para a clínica.

 


O gostinho bom da chegada

Quem acha que ir mal numa prova ou não passar numa seleção de emprego é um problema terrível deveria conferir o espírito de luta dos participantes dos Jogos Parapan-Americanos, no Rio. A americana KATHRYN SULLIVAN, 27 anos, por exemplo, acabou em último lugar na prova feminina dos 100 metros rasos. E comemorou: "Poucas pessoas na minha condição se tornam atletas. Estou feliz por ter um objetivo e por ter concluído a prova". Única corredora sem as duas pernas, decorrência de problemas durante a gestação, Kathryn corre há apenas um ano e se diz bem acostumada às próteses de fibra de carbono, que usa o tempo todo. A foto abaixo fala mais do que tudo.

Ricardo Moraes/AFP


Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Mariliz Pereira Jorge e Suzana Villaverde

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