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Edição 1 714 - 22 de agosto de 2001
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Bom para elas

Um novo remédio promete diminuir o
risco da terapia de reposição hormonal

Anna Paula Buchalla

A embalagem na forma de calendário do Activelle: menos estrógeno no dia-a-dia

Até o fim deste mês, chegará às farmácias do país um novo medicamento para a terapia de reposição hormonal, método mais utilizado para acabar com os desconfortos da menopausa. O Activelle, nome comercial do produto, é tão efetivo quanto os remédios tradicionais no tratamento dos problemas enfrentados pelas mulheres nessa fase da vida. Mas traz uma vantagem, segundo seu fabricante: diminuiria a probabilidade de as pacientes desenvolverem câncer de mama durante o tratamento. Isso porque ele tem a metade da dose de estrógeno presente nos outros medicamentos. Explica-se: o hormônio pode detonar um tumor maligno. O risco está na base da polêmica sobre se vale a pena indicar a reposição hormonal às pacientes. Os partidários desse tipo de terapia acreditam que o perigo é mínimo e largamente compensado pelos benefícios trazidos pela ingestão do hormônio. Além de proteger contra as doenças do coração e a osteoporose, o estrógeno, combinado à progesterona, elimina as ondas de calor, as dores de cabeça, a diminuição da libido, o ressecamento vaginal, a insônia e a depressão. Todos aqueles sintomas, enfim, que afligem as mulheres na menopausa (e, por extensão, os maridos delas). A reposição hormonal, dizem seus defensores, só deve ser evitada por quem já teve câncer ou apresenta uma forte tendência familiar à doença.

Desde que se descobriu, na década de 60, que o tratamento é eficaz, ele evoluiu muito na sua apresentação. Hoje, pode ser feito por meio de comprimidos, adesivos, injeções, implantes ou géis. Vendido em pastilhas, o Activelle foi aprovado no ano passado pelo FDA, órgão que controla a comercialização de alimentos e remédios nos Estados Unidos. Sua embalagem tem a forma de calendário, o que ajuda a lembrar que, para fazer efeito, deve ser tomado diariamente, sem interrupções. Garantir o consumo contínuo dos medicamentos de reposição hormonal é uma preocupação tanto dos médicos como dos laboratórios. Metade das brasileiras que começam a fazer a terapia a abandona em menos de seis meses.

 
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