
estasemana
colunas
seções
arquivoVEJA
 |
 |
| (conteúdo
exclusivo para assinantes VEJA ou UOL) |
 |
Crie
seu grupo

|
|
TELEFÔNICA
ESPERANÇA
Paulo Jares
 |
Durante
mais de uma década, a Embratel comandou o sistema de telecomunicações
do Criança Esperança, campanha televisiva em que as doações
são feitas por um número especial de telefone. Neste ano,
o Unicef resolveu fazer uma concorrência para ver quem administraria
as ligações. Um pool liderado pela Telefônica, do
executivo Fernando Xavier, levou a melhor, com uma proposta imbatível.
As empresas vão absorver o custo de 700.000 reais da operação,
sem cobrar nada. A Telefônica incluirá a boa ação
em seus materiais de propaganda institucional.
TODO
MUNDO QUER
O PIVA
Marina Malheiros/AE
 |
À
medida que se aproximam as eleições, cresce o prestígio
do senador Pedro Piva. Recentemente, ele foi convidado pelo deputado
João Herrmann para ingressar no PPS, onde teria legenda garantida
para a disputa de 2002. Pouco antes, representantes do PFL o procuraram
com a mesma conversa. Se é difícil saber se ele vai sair
do PSDB, menos complicado é imaginar a razão de tais assédios.
Piva é um homem riquíssimo, dono de uma das maiores fábricas
de papel do país.
REDUÇÃO
NA
FROTA
Raul Junior
 |
Na
semana passada, o Bradesco anunciou nos jornais que irá leiloar
nos próximos dias dois jatinhos Citation e um helicóptero
Bell. As aeronaves serviam ao presidente Márcio Cypriano
e aos integrantes do conselho e da diretoria da empresa. A expectativa
é de arrecadar, no mínimo, 24,5 milhões de reais
com a operação. O Bradesco aproveitará também
para reduzir um pouco a frota e economizar na manutenção.
Os dois jatinhos não serão substituídos por modelos
novos.
SINAL DOS TEMPOS
Rogerio Montenegro
 |
Sem
o mesmo poder e prestígio de décadas passadas, os líderes
operários passaram a brigar por miudezas. No momento, o presidente
da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, fala em mover
uma ação por propaganda enganosa contra o Sindicato dos
Metalúrgicos do ABC. Como a entidade rival representa hoje somente
os metalúrgicos de São Bernardo, diz ele, deveria tirar
do logotipo o A e o C, de Santo André e São Caetano.
Editado
por Sérgio Ruiz Luz.
Colaboraram Guido Orgis, Lia Abbud
e Ricardo Mendonça
|
|
 |