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Gustavo
Poloni [e-mail:
hipertexto@abril.com.br]
O Leão
quer abocanhar a rede
Ilustração Wander Mendes
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O governo
americano vem estudando a possibilidade de taxar as transações
comerciais via internet. No começo de agosto, o governador do Estado
de Wyoming levou ao Congresso uma proposta para tributar as vendas feitas
pelos sites de comércio eletrônico nos Estados Unidos. Segundo
ele, o Fisco deixará de arrecadar algo em torno de 30 bilhões
de dólares sobre o faturamento das lojas virtuais até 2003.
O governo federal já taxa outras atividades feitas pela rede e
arrecada com isso 90 bilhões de dólares anuais. No Brasil,
a prefeitura de São Paulo lançou a idéia de mudar
as regras tributárias. A prefeita Marta Suplicy revogou uma lei
que isentava os sites de pagar o imposto sobre serviços (ISS).
Além disso, todos os sites registrados no município serão
obrigados a pagar impostos equivalentes a 5% do faturamento publicitário.
A medida, no entanto, ainda vai gerar muita resistência. A Abranet,
associação que representa os provedores, promete recorrer
da decisão. Vai propor que o imposto só seja cobrado a partir
do ano que vem.
Radicalismo
na rede
Claudio Rossi
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O Rio de Janeiro será palco de uma competição internacional
de esportes radicais. Batizado de X-Games, o campeonato desembarca
em terras cariocas em meados de setembro. Praticantes de skate, patins
in-line, alpinismo e ciclismo se encontrarão para mostrar suas
habilidades e, principalmente, coragem. Quem se interessar por esportes
que geram altas doses de adrenalina pode acessar o www.xgames.com,
site dos jogos.
Mal aprendeu
e já vai abusar
Francio de Holanda/
Folha Imagem
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A dublê de apresentadora e bailarina Carla Perez apareceu
num comercial na televisão, algum tempo atrás, para anunciar
um provedor de acesso à internet. Ela dizia que o provedor era
tão simples que até ela conseguiria fazer as operações
de acesso e uso. Pois não é que Carla Perez conseguiu domar
a internet? E agora vai aproveitar-se dela. A loira siliconada anunciou
na semana passada que está negociando com portais a transmissão
do parto de sua filha com o cantor Xanddy, já batizada de Camille
Vitória.
Cara de
um, focinho do outro
O portal
MSN (www.msn.com.br)
lançou recentemente o navegador MSN Explorer. Foi um sucesso.
Em dez dias, 100 000 pessoas copiaram o software. Os mais atentos, no
entanto, sentiram um aroma de plágio. O MSN Explorer lembra muito
o navegador 6.0 da AOL (www.aol.com.br).
A disposição e a cara dos ícones são semelhantes.
A empresa de Bill Gates diz que a cara do MSN Explorer é fruto
de uma longa pesquisa, da qual saíram mais de trinta modelos visuais
que serviram de base ao atual. A semelhança não passaria
de mera coincidência.
Os herdeiros
fazem a festa
O
Napster (www.napster.com)
está se preparando para voltar ao ar. Só que com uma diferença
importante: ele será pago. A mensalidade, algo em torno de 5 dólares,
não chega a ser uma obscenidade. Os defensores da música
gratuita, no entanto, ainda podem fazer a festa na rede. O programa Audiogalaxy
Satellite (www.audiogalaxy.com),
tido como herdeiro do Napster, já tem um bom arquivo de músicas
armazenadas. Já o KaZaA (www.kazaa.com)
oferece, além de MP3, documentos e filmes digitalizados. A festa
da música grátis continua.
Melhor
caminho. E sem trânsito!
Rogerio Montenegro
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Até bem pouco tempo atrás, as pessoas que consultavam a
melhor rota entre dois pontos em endereços da internet tinham de
cruzar os dedos para que não houvesse trânsito ao longo do
caminho. Isso mudou. O MapLink (www.maplink.com.br)
acaba de lançar um serviço inteligente de localização
de páginas. Ao bater os endereços de origem e destino, o
site traça o caminho usando ruas que não estejam congestionadas.
O serviço por enquanto está restrito a Rio de Janeiro, São
Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Campinas.
Bomba-relógio
Divulgação
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Agatha
Christie ganhou fama com seu manejo de crimes misteriosos. Agora,
ela volta às manchetes por um motivo inusitado. A livraria virtual
RosettaBooks (www.rosettabooks.com)
está lançando And Then There Were None, primeira
obra da escritora no mundo dos livros virtuais, por 1 dólar. Acontece
que o livro tem dia e hora para ser lido. Depois de baixado, ele desaparece
em dez horas. Sem mistério. Os editores esperam, com isso, minimizar
o número de cópias que se podem fazer da obra.
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AP/Ed Bailey
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Lançado em 1999, o robô Aibo se transformou em um inalcançável
objeto do desejo. O problema era encarar os mais de 1 500 dólares
cobrados por ele. Pois o cachorro cibernético da Sony ganhou
uma versão popular, o i-Cybie
(www.i-cybie.com).
Ele anda, late, deita, coça a orelha e reage a comando de
voz com ajuda de seus dezesseis motores e programas de inteligência
artificial. A grande vantagem em relação ao Aibo é
o preço. O novo animalzinho de estimação pode
ser levado por apenas 200 dólares.

A Sun
Power Systems acaba de lançar uma bateria movida a energia
solar para celulares da Nokia e da Motorola. Custa 50 dólares.
O mesmo sistema é usado pela Jade Mountain para abastecer
o walkman Soltronix, que sai por 40 dólares. Parece uma tendência
mundial. O instituto alemão Fraunhofer desenvolveu o protótipo
de um computador de mão que também utiliza energia
solar para carregar suas baterias. Em tempos de racionamento de
eletricidade, são badulaques que começam a fazer algum
sentido prático.

Música
no pé do ouvido
Marcelo Zocchio
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A Gravador.com.br (www.gravador.com.br)
está trazendo para o Brasil o e-Wear SV-SD05, tocador
de MP3 da Panasonic. Pelo menos na aparência, ele é
bem diferente de seus pares, uma vez que fica embutido no fone de
ouvido (foto). Para gravar as músicas, é preciso
retirar um cartão de memória de 64 MB encaixado abaixo
do fone e carregá-lo num equipamento que acompanha o produto.
O e-Wear tem capacidade para tocar até uma hora de música
e já está sendo vendido no Brasil por 1 800 reais.
O produto foi lançado durante a Fenasoft 2001.
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www.diganaoasdrogas.com.br
Sensação
de bem-estar, aumento da disposição, resistência
física e alucinações são alguns dos
efeitos do ecstasy, droga do momento entre os jovens. Essas e outras
informações a respeito do mundo dos entorpecentes
podem ser encontradas no Diga NÃO às Drogas.
Lá, o visitante recebe informações básicas
sobre a dependência química e seus sintomas. Para os
casos graves, o site lista o endereço de clínicas
especializadas no tratamento de viciados.
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Colaborou
Mariana Della Barba
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