Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 714 - 22 de agosto de 2001
Cartas

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
VEJA on-line
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Digite uma ou mais palavras:

Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Reportagens de capa 2000 | 2001
Entrevistas
2000 | 2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 
CLIQUE NOS TÍTULOS PARA LER AS
REPORTAGENS RELACIONADAS ÀS CARTAS

 

"Acredito muito que alguém um dia conseguirá a clonagem humana, mas espero que depois disso descubram a cura definitiva do câncer."
Bruno Ladorucki Meier
Joinville, SC

 

Clonagem humana

Sensacional a reportagem sobre clonagem humana. A ciência antes de avançar necessita de aperfeiçoamento. A clonagem em mamíferos irracionais ainda não é eficaz o suficiente a ponto de poder ser passada aos seres humanos, que são tão complexos ("O próximo!", 15 de agosto).
Bárbara Santana
babivilas@bol.com.br

A situação é dúbia. De um lado o homem quer dar uma de Deus, de outro a ciência está avançando rumo a novas pesquisas, remédios, melhoria da qualidade de vida. Aplausos ou vaias? Quem viver, verá.
Léo Gliksberg
depositoleo@uol.com.br

Iniciei a leitura da reportagem sobre clonagem humana com curiosidade. Ao concluir o texto, entretanto, a sensação era de angústia. As implicações éticas, morais e cristãs não estão sendo levadas em consideração por cientistas que se arvoram no papel de deuses, criadores de vida. Estimam friamente o número de fetos e bebês que serão descartados em sua corrida pelo pioneirismo da clonagem humana, como se esses fetos e bebês fossem apenas eventuais produtos defeituosos de uma linha de montagem.
Suzy Albuquerque

Maceió, AL

Quando Deus disse que o homem deveria crescer e se multiplicar, com certeza isso foi extensivo à inteligência humana. Parabéns aos doutores Antinori e Zavos pela ousada iniciativa de tentar transformar a humanidade para melhor, através da clonagem.
Rufino Almeida

Belém, PA

A clonagem de seres humanos ultrapassa os limites da irresponsabilidade. Da mesma forma como não é dado a ninguém o direito de tirar vidas humanas, sugere o bom senso que não temos o poder de criar a vida (material ou espiritual). Uma atitude desse tipo deveria, no mínimo, ouvir a opinião pública mundial. Parabéns ao Brasil, que ainda não permite esse tipo de "banalização" da vida e dos mais profundos valores humanos.
Wiliam Tabchoury
Piracicaba, SP

 

Jorge Amado

Encantadora a história de vida do escritor Jorge Amado, bem como sua obra. Apesar de ter lido poucos trabalhos de sua autoria, assisti a muitas adaptações de seus romances transmitidas pela televisão. Gostava muito de seu estilo popular e despojado de escrever, que de certa forma o caracterizou. Acho difícil que nas próximas décadas surja um escritor tão fiel às tradições nacionais e de tão grande simpatia. Digno do carinho e sucesso que tinha dos fãs e leitores ("Eternamente Amado, simplesmente Jorge", 15 de agosto).
Hugo Lins B. Coelho
Recife, PE

Ninguém pode negar a importância de Jorge Amado para a literatura brasileira. Ele soube descrever a alma de seu povo de maneira ímpar.
Carla Giffoni
Barra Mansa, RJ

No início dos anos 40, o falecido folclorista piracicabano João Chiarini casou-se com dona Tita, e Jorge Amado foi seu padrinho. Quando algumas pessoas estranharam o fato de os noivos não terem partido em seguida para a lua-de-mel, Chiarini respondeu: "O casamento vai ser para a vida toda, e Jorge Amado na minha casa é um acontecimento!"
Roberto Antonio Cêra
Piracicaba, SP

 

Luiz Felipe de Alencastro

Oportuno o ponto de vista de Luiz Felipe de Alencastro sobre teses de mestrado e doutorado que dormem arquivadas em diversas instituições sem objetivos. É pesquisando a História que encontraremos as raízes das mazelas econômicas, sociais e políticas da sociedade no presente (Ponto de vista, 15 de agosto).
F. G. Martins
fgmartins@uol.com.br

 

Arc

Arc, existem dois tipos de investidor: aquele que investe em um lugar para tirar o melhor proveito e aquele que investe para tornar o lugar melhor. Em qual dos dois tipos os marcianos se encaixam? Se for no primeiro, isso não os torna muito diferentes de nós, terráqueos, a não ser pelo fato de vocês terem três olhos, um par de anteninhas e serem verdes. Se for no segundo tipo, por que vocês não investem aqui na Terra, inclusive no Brasil, para que aqui seja um lugar tão bom quanto Marte?
Rogério de Araújo Granato
Campinas, SP

 

Diogo Mainardi

Diogo Mainardi está coberto de razão no artigo sobre os evangélicos. A falta de questionamento leva o ser humano e a sociedade à imbecilidade. Nada como artigos como esse para fazer a "turma" pensar. Aliás, é o objetivo que cabe a quem se dedica com competência ao que faz (Diogo Mainardi, 15 de agosto).
Marisa Mujica
marisamujica@enersulnet.com.br

O colunista Diogo Mainardi foi de grande lucidez. Todavia, é de bom alvitre salientar ainda que as igrejas evangélicas pentecostais servem de exemplo de democracia social e racial, ao possuir nos seus cargos eclesiásticos pessoas de todas as raças e classes. Não envergonha aos evangélicos o fato de sua membresia ser composta, em sua maioria, de pessoas pobres. Isso revela que a adesão de tais indivíduos representa protesto contra a sociedade hierarquizada e excludente em que vivem.
Carlos Cléber de Oliveira e Couto
Conceição do Coité, BA

Garotinho é o que surgiu de pior em toda a história da política brasileira. Uma mistura do que havia de negativo em Antonio Conselheiro, Getúlio Vargas e Maquiavel. Já em relação à Igreja Católica, concordo que esta errou excessiva e persistentemente em se imiscuir em assuntos e negócios de Estado e de governo, e até na vida sexual das pessoas.
João Diogenes Caldas Salviano
Recife, PE

 

Marta Suplicy

Quero manifestar minha indignação, como mulher, em relação à maneira como está sendo abordado pela imprensa, inclusive pela revista VEJA, o namoro da prefeita Marta Suplicy com Luis Favre. Por ser prefeita, ela não pode separar-se e ser feliz com outro homem?
Tânia Dian
Cachoeiro de Itapemirim, ES

Não acho nada de mais o fato de a prefeita paulistana encontrar um novo amor. Ela é maior e separada, tem todo o direito de ser feliz. Pena que seu ex-marido não entenda que o amor deles acabou.
Andréa do Nascimento M. Costa
a.nask@bol.com.br

 

Israel

O sangue que vem sendo derramado no Oriente Médio é o atestado da ignorância de radicais irracionais que vivem entre esses povos ("Licença para matar", 15 de agosto).
Sandro Rafael Bandeira
oadvogado@hotmail.com

 

Henry Kissinger

Excelente a entrevista com o ex-secretário de Estado Henry Kissinger. Sou estudante de relações internacionais, e entrevistas como essa nos servem de fonte de inspiração nesse complicado tema que é política externa (Amarelas, 15 de agosto).
Leonardo Wester dos S. Ribeiro
leowester28@yahoo.com

 

MTV

A MTV, com respeito e modernidade, está dando um show de cidadania com suas mensagens e seus programas. No último Fica Comigo, foi impressionante a naturalidade com que foi exposto um tema ainda tão delicado como a homossexualidade. Eu, como homossexual, senti-me gratificado por ter uma visibilidade tão saudável como a mostrada no programa ("Maior de idade, alma adolescente", 15 de agosto).
José Carlos Avelino de Andrade
Jaboatão dos Guararapes, PE

 

Casamento

Casada com um holandês e morando em Amsterdã há pouco mais de dez anos, estou de acordo com a reportagem em muitos pontos. Concordo que a adaptação, o choque cultural e a diferença climática são fatores difíceis. Mas vale a pena, nunca me arrependi de ter vindo, estou bastante satisfeita com meu marido, que ama e respeita minha cultura, e é menos machista que os brasileiros com os quais namorei ("O amor sem fronteira", 15 de agosto).
Graça Berger de Oliveira
Amsterdã, Holanda

 

Ensino público e particular

A universidade pública ainda é a grande fonte de formação dos melhores profissionais do mercado, fato comprovado pela existência de dezenas de anúncios de empregos ou estágios que exigem, como requisito mínimo, a formação em universidade pública. Fora isso, é lá que se encontram as pesquisas ("Será que vai sobrar vaga?", 15 de agosto).
Elisa Costa Cruz
Rio de Janeiro, RJ

É deplorável a atual relação aluno/vaga nas universidades públicas. É inadmissível que pessoas tenham vontade de estudar e sejam impedidas pelo número de vagas, principalmente num país como o nosso, que tanto necessita de graduados. O que estão fazendo com nossos impostos?
Efabio Peixoto Soares Lins
Natal, RN

 

Veja essa

A frase "O ideal para resolver o caso de Jader é a eutanásia", a mim atribuída (Veja essa, 15 de agosto), na verdade é de autoria do senador Roberto Requião, do PMDB do Paraná.
Senador Ney Suassuna
Brasília, DF

 

Auto-ajuda das estrelas

A Landmark Education e sua antecessora atuaram no Brasil entre 1984 e 1995, tendo realizado mais de trinta cursos para mais de 2.000 brasileiros ("Pague e seja feliz", 1º de agosto).
Maria Cecilia Pires
apta@dialdata.com.br


CORREÇÕES: O consumidor está pagando 33,33% a mais pelo rolo do papel higiênico, e não 25%, como foi publicado na seção Sobe e Desce (15 de agosto). A passista Paula entrou no Salgueiro em 1955, e não em 1995 (Datas, 15 de agosto). Na reportagem "Jogo da morte" (15 de agosto), os dois atletas citados morreram de insolação, e não de ataque cardíaco. O convite de casamento utilizado como moldura de ilustração na reportagem "O amor sem fronteira" (15 de agosto) é da empresa Art Invitte.






MAINARDI E O BARROCO

O colunista Diogo Mainardi, em seu artigo "Santos ridículos" (27 de junho), disse que o barroco brasileiro é artesanato e não arte. Até a semana passada ainda chegavam manifestações dos leitores e de entidades ligadas à cultura nacional comentando o texto. "O que Diogo Mainardi escreve é o óbvio: somos hoje a evolução temporal de uma sociedade bruta e ignorante. Não podemos esperar que encontremos traços refinados do barroco europeu em um país que aboliu a escravidão há pouco mais de 100 anos", escreveu Luis Gregório Dias, endossando o pensamento de Mainardi. Herrmann Schwartz concorda: "O barroco que reinou no século XVII não passou de um movimento cético, cheio de tensões, conflitos, dúvidas". Angelo Oswaldo de Araújo Santos, secretário de Estado da Cultura de Minas Gerais, não concorda com Mainardi, Schwartz e Dias: "Como cidadão e secretário de Estado venho registrar nossa indignação diante dessa manifestação patética de preconceito". A diretoria do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, presidido por Carlos Henrique Heck, também se pronunciou: "Se nossos escravos produziram arte 'obedecendo às ordens de seu senhor', o que fazia Miguel Ângelo em relação ao papa, que lhe encomendou as obras da Capela Sistina? Ou Bach, em face do margrave de Brandemburgo, quando compôs os concertos de mesmo nome?". Mário Augusto Zanforlin de Oliveira também defendeu as cores do barroco nacional: "Claro que o barroco brasileiro é menos rebuscado, menos trabalhado que o italiano, mas essa é a manifestação artística de nosso povo", conforma-se. Maria Rita Fontes perguntou: "Escravos não são artistas? Artesãos não fazem arte?".



É O BICHO!

A reportagem "Profissão: peão" (11 de julho), sobre a lei que regulamentou a profissão de peão de rodeio, incomodou as leitoras de VEJA. "Como se pode legalizar algo que deveria ser extinto?", perguntou Daniele Corrêa Alvarenga, de Niterói. "Esses senhores, que agora vêem sua profissão ser regulamentada, optaram por exercê-la, enquanto os animais não tiveram direito a escolha", criticou Vera Bertolucci, de São Paulo. Para a carioca Tânia Panaro, do Rio, é só olhar com mais atenção a fotografia que ilustra a reportagem para perceber que o cavalo tem uma espécie de cinto (sedenho) apertando sua genitália. "É isso que faz o animal corcovear num rodeio", comenta. Reportagens envolvendo bichos sempre sensibilizam os leitores. A morte de animais silvestres por soldados do Exército em treinamento no Estado de Goiás ("Bons de tiro", 13 de outubro de 1999) provocou uma enxurrada de cartas de protesto de crianças de uma pré-escola de São Paulo. "A revolução dos bichos" (18 de abril), que falou do gado de laboratório, dividiu opiniões. Uns disseram que na hora de comer um bife não faz diferença se o boi viveu livre ou confinado. Outros lembraram que os animais "sentem dor, medo, alegria e fome", como os homens. Ao ler a reportagem "Eles querem matar este leão" (9 de maio), caçadores defenderam seu esporte favorito como um meio eficiente de preservação pelo manejo racional das manadas. Defensores da fauna condenaram a caça com vigor. Os animais só levaram a pior na reportagem "Eles estão soltos", que mostrou cães da raça pit bull livres numa praia carioca. Feio, mau e assassino foram alguns dos adjetivos reservados pelos leitores ao marrento cachorro.

 

 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS