Edição 1910 . 22 de junho de 2005

Índice
Stephen Kanitz
Millôr
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
Auto-retrato
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 
Mensalão o quê, ô meu!? Mensalama!

Váryas

Não espalha, não, mas, ignorante por ignorante, eu prefiro o Severino.

Esse governo é um barco a três. Um olha prum lado, outro rema pro outro. Sem patrão.

Como dizia o cara do PL, recebendo o Mensalão: "Com o meu passado, aceito qualquer presente".

O Mensalão não tem mãe. O Pai é o Pai da Pátria.

É dando que se recebe. Mas, por segurança, certas moças e certos políticos cobram adiantado.

Lição para corruptores – quem recebe nunca fica satisfeito. Quem não recebe, também.

O Mensalão pega de galho. É contagioso. E transgênico.

Todo governo é um ato de depravação.

 
 
 
 
topo voltar