Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 752 - 22 de maio de 2002
VEJA na Copa 2002

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

VEJA na copa
Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 
© 1999 Fifa TM


Os clubes que irão ao Mundial

Na última quarta, ao vencer por 2 a 1 os alemães do Bayer Leverkusen, os espanhóis do Real Madrid ficaram com o título da Copa dos Campeões da Europa. O gol do título foi marcado por Zinedine Zidane, estrela da seleção francesa, depois de um cruzamento do lateral Roberto Carlos, titular da equipe de Luiz Felipe Scolari. Lúcio, zagueiro do Bayer, marcou o gol alemão. Juntos, os elencos de Real e Bayer têm 22 jogadores que irão disputar o Mundial por diferentes seleções. O Bayer, além dos onze titulares, conta com um reserva com passaporte carimbado para a Copa da Coréia e Japão. O quadro mostra quais são os clubes com maior número de atletas no Mundial, considerando as convocações anunciadas até a semana passada.

 

A escola da Ferrari

A exemplo da Fórmula 1, com a "ultrapassagem" de Michael Schumacher sobre Rubens Barrichello, a Copa do Mundo já teve suas marmeladas, como a que ocorreu no jogo de compadres Alemanha Ocidental 1 x Áustria 0, resultado que classificou ambas as seleções, pelo saldo de gols, e eliminou a Argélia, em 1982. No Mundial de 1954, o Brasil não sabia que, pelo regulamento, o empate com a Iugoslávia servia para os dois times, e jogou buscando a vitória ­ enquanto os adversários faziam sinal com as mãos de que o placar era bom. Outra vergonha aconteceu em 1974, quando a Alemanha Ocidental não se importou de perder para a Alemanha Oriental. Com isso, escapou de pegar a seleção brasileira na segunda fase ­ e foi campeã mundial.

 

Fique de olho no cigano das Copas

Reuters


Na semana passada, o governo e a federação de futebol da China fizeram a maior rasgação de seda em torno do técnico iugoslavo Bora Milutinovic. Responsável pela primeira classificação dos chineses para um Mundial, ele foi homenageado com uma estátua de bronze. Bora é especialista em missões difíceis. Aos 57 anos, disputará sua quinta Copa, sempre com uma equipe diferente. Ele já comandou os times do México, Costa Rica, Estados Unidos e Nigéria, mantendo uma escrita: todos avançaram para a segunda fase do torneio, as oitavas-de-final. Como a China está no grupo do Brasil, é bom tomar cuidado com o cigano Bora.

 

Campeonato do sexo

Enquanto o time brasileiro vive um regime linha-dura, outras seleções adotaram uma política mais liberal em relação ao tema sexo durante a Copa. Alguns jogadores ingleses levarão suas mulheres ao Japão, caso de Beckham, que não largou da ex-spice girl Victoria Adams nem nos Emirados Árabes, onde a equipe iniciou os preparativos. A Itália vai liberar as saídas dos atletas na segunda fase do Mundial. Na Polônia, não haverá nenhum tipo de restrição. "Sexo no lugar certo e na hora certa não faz mal algum", diz o técnico Jerzy Engel.


Editado por Carlos Maranhão e Sérgio Ruiz

 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS