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Edição 1 752 - 22 de maio de 2002
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Aula de Egito

Obra de historiador inglês
disseca o país dos faraós

Marcelo Marthe


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Trechos do livro

O Egito está na moda. Nos últimos tempos, exposições de relíquias arqueológicas dos tempos dos faraós atraíram multidões a museus em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nas livrarias, porém, o leitor brasileiro até agora dispôs de escassas opções para se aprofundar no assunto – há apenas obras defasadas ou caros livros de fotografia. Essa lacuna acaba de ser preenchida por História Ilustrada do Egito Antigo (tradução de Alberto Pucheu; Ediouro; 400 páginas; 43,80 reais), do jornalista e historiador inglês Paul Johnson. O autor é um ensaísta de mão-cheia, que consegue sintetizar em livros relativamente curtos, que combinam rigor teórico e linguagem acessível, temas tão complexos quanto a trajetória do cristianismo ou a história dos Estados Unidos ao longo dos séculos. Neste lançamento, Johnson explica por que o Egito pode ser considerado o primeiro Estado-nação do mundo e mostra como surgiu e cresceu o fascínio por suas relíquias no Ocidente. Irônico e provocador, Johnson critica os historiadores que ajudaram a fixar mitos equivocados sobre o país – a começar pelo grego Heródoto – e expõe muitas curiosidades. Um exemplo macabro: na Europa medieval, lembra o autor, havia o hábito de usar restos de corpos egípcios embalsamados como remédio. Centenas de tumbas foram saqueadas para que os nobres da época pudessem esfregar em seus ferimentos a caríssima "múmia em pó".

   
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