Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 752 - 22 de maio de 2002
Artes e Espetáculos Cinema
 

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
 

Um Casamento à Indiana, de Mira Nair
Iris, com Judi Dench
O Último Tango em Paris
Desgraça em novela vende discos
Bial joga charme e recebe cantadas no Big Brother
Jorge Ben Jor acústico, em CD, DVD e na TV
Cores Proibidas, de Yukio Mishima
Ex-Libris, o vício da leitura
A História Ilustrada do Egito Antigo, de Paul Johnson


colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

VEJA na copa
Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Titular na reserva

A escritora Iris Murdoch
não merecia o filme Iris

Isabela Boscov

 
Playarte Pictures
Judi, como a romancista: o marido virou protagonista


Veja também
Trailer do filme
56K | 100K | 200K

Parece natural que Iris (Inglaterra/Estados Unidos, 2001), que estréia nesta sexta-feira no país, tenha esse nome. Para todos os efeitos, trata-se da história da romancista britânica Iris Murdoch, que morreu vítima do mal de Alzheimer em 1999. Indo e vindo sem parar entre a juventude e a velhice de Iris, o filme narra seu encontro e posterior vida em comum com John Bayley, um professor de literatura tímido e inexperiente – em nada parecido com os vários amantes com que a autora se envolveu –, que, por razões mal delineadas, seduz aquela mulher tão mundana. Os jovens Iris e John são interpretados por Kate Winslet e Hugh Bonneville. Velhos, cabem a Judi Dench e Jim Broadbent. À exceção de Bonneville, foram todos indicados para o Oscar, e Broadbent levou o prêmio de coadjuvante. São, de fato, excelentes atores. Mas não o bastante para ofuscar as falhas do roteiro. Além da excessiva justaposição entre presente e passado, o intrigante aqui é o fato de Iris não passar de uma "escada" para John – um eterno apaixonado, que não desiste da mulher nem quando a demência a isola num aflitivo mundo em desintegração. Explica-se: o filme se baseia em dois livros escritos por Bayley após a morte de Iris. Apaixonado ele podia ser, mas aproveitou a deixa para fazer aquilo de que nunca fora capaz quando sua metade mais célebre estava viva: transformá-la em coadjuvante.



   
canaldecompras
O que é canal de compras
CDs DVDs Vídeos
Saraiva.com.br
 
Livros
Saraiva.com.br
Livraria Nobel
 
Ingressos
Ingresso.com.br
 
   
  voltar
   
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS