Edição 1 641 - 22/3/2000

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Esqueçam a nova moeda

Ricardo Stuckert
Lembra aquele plano de substituir as horrendas moedas de aço em circulação por modelos mais modernos, com metais coloridos? Pois é, tudo indica que está morrendo. Apenas 10% das moedas são novas. O dinheiro disponível para o projeto é tão curto que, no ritmo em que vai, a substituição termina em 2008. O presidente do Banco Central, Armínio Fraga, ainda espera que o Congresso aprove a dotação orçamentária para o programa. Os técnicos do governo já dão como certo que o projeto não é mais prioridade.

Consórcio de helicóptero

RogérioMontenegro
O empresário José Affonso Assumpção, dono da Líder Táxi Aéreo, quer faturar com o trânsito. Lançará um sistema de venda de helicópteros para grupos de empresários. É uma forma de consórcio. A Líder dá a cada um o direito de uso da aeronave durante parte do dia. O alvo são moradores de condomínios que precisam do aparelho, mas não dispõem de dinheiro para arcar sozinhos com despesas de manutenção.

Eu devolvo o dinheiro

Ana Araujo
O empresário e apresentador Silvio Santos adotou uma estratégia ousada na guerra pela audiência que trava contra a Rede Globo. Silvio Santos fechou um contrato com agências no qual ele informa aos anunciantes qual será o índice de audiência de seus programas. E avisa: caso o Ibope registre um número inferior ao anunciado, a emissora vai pagar a diferença. O SBT prevê um aumento de 30% no faturamento publicitário.

Os amigos torcem contra

Orlando Brito
Pessoas que integram o círculo de amizade de Fernando Collor estão na torcida para que o ex-presidente perca na Justiça o direito de se candidatar à prefeitura de São Paulo. Há uma pendência judicial alegando que Collor burlou a lei, pois não mora na capital pelo tempo mínimo exigido. Essas pessoas temem que, concorrendo às eleições, Collor protagonize um vexame nas urnas. O ex-presidente acha que, se disputar, vence.

Colaboraram Daniela Pinheiro e Tiago Oliveira