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Edição
1 641 -22/3/2000
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Foi a glória, mais uma vez. No jantar beneficente em que todo ano dá um show, o prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, encarnou John Travolta com competência, terno branco e brilhantina. Foi aplaudidíssimo, inclusive por Hillary Clinton, sua adversária na disputa pelo Senado americano. Antes do show, os dois, em seu primeiro cara-a-cara como candidatos, sorriram amarelo e se cumprimentaram. Giuli que já compareceu ao mesmo jantar vestido de Fera (de A Bela e a Fera) e de Marilyn Monroe não perdeu a chance de cutucar a primeira-dama, que acaba de se mudar para Nova York: "Não sabia que nosso show estava atraindo até gente de fora da cidade."
Apenas bons amigos ou...?
Mais novo solteiro da praça, o apresentador Fausto Silva, 49 anos, diz que passou o Carnaval em Nova York na companhia de um amigo. E Flávia Barcellos, 33, a louraça que teria sido vista em sua companhia? "Eu estava descansando no interior da Bahia, na fazenda do meu namorado", jura a moça, que trabalha como recepcionista de restaurantes badalados em São Paulo e, de vez em quando, é chamada para apresentar alguns quadros no Domingão do Faustão. Pego de surpresa no meio do imbróglio, o tal namorado, João Carlos de Mendonça, um empresário paulista de 39 anos, confirma a história de Flávia e ameaça processar meio mundo por calúnia. Sobe uma estrela brasileira
Todo ano a revista Vanity Fair dá uma capa aos atores mais promissores de Hollywood. A última seleção tem duas estrangeiras. Uma é a espanhola Penélope Cruz. A outra, a meio brasileira Jordana Brewster, 19 anos, que acaba de rodar seu primeiro filme importante, Invisible Circus, ao lado de Cameron Diaz. "A revista apostou alto ao me escolher", reconhece Jordana, que é filha de uma ex-modelo carioca com um banqueiro americano e fala português sem sotaque. Seus planos agora são escolher um novo papel e ter mais tempo para namorar o gatíssimo ator Mark Wahlberg.
Só trabalho em Terra BrasilisDa cinzenta Cardiff, capital do País de Gales, para o verão do Rio de Janeiro. Um sonho, não? Não. Aos 14 anos, a soprano prodígio Charlotte Church, aquela que berra com Agnaldo Rayol na abertura de Terra Nostra, segue uma agenda militar no Brasil, onde veio lançar seu novo CD. Toda manhã enfrenta três horas de aulas, com um tutor. Tem de ir para a cama cedo. Passa longe de doces, refrigerantes e condimentos, para poupar a voz. Tudo fiscalizado em tempo integral pela sargentíssima mãe, Maria, que também cuida dos 6 milhões de dólares já acumulados na conta de Charlotte. "Eu controlo mesmo. Ela é uma criança", reforça mamãe.
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