Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 786 - 22 de janeiro de 2003
Cartas

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Claudio de Moura Castro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
VEJA on-line
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2003
Reportagens de capa
2000|01|02|03
Entrevistas
2000|01|02|03
Busca somente texto
96|97|98|99
2000
|01|02|03


Crie seu grupo




 

CLIQUE NOS TÍTULOS PARA LER AS
REPORTAGENS RELACIONADAS ÀS CARTAS

"Lula precisa controlar
os impulsos dos novos ministros. Senão, seu governo ficará marcado
como um dos mais divertidos dos últimos tempos."
Ana Carolina de Calmon e Munhoz
Bauru, SP

 

Factóides do governo Lula

Muito equilibrada, corajosa e coerente a reportagem ("O que é isso, companheiros?", 15 de janeiro) sobre o início do governo Lula. Infelizmente (e até mesmo para manter a tão vital imparcialidade jornalística), não deu para evitar frases como: "... produzindo um espetáculo em que se misturaram um toque de comédia, altas doses de amadorismo, muita afoiteza dos ministros novatos e vários factóides". O amadorismo, a afoiteza dos ministros novatos e o entusiasmo exagerado da equipe Lula podem colocar o Brasil numa situação, no mínimo, vergonhosa nos níveis nacional e internacional.
Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP

Certamente, como meta e direcionamento, o chamado programa Fome Zero é elogiável e merece apoio, mas como projeto prático "não passa de uma confusão de amadores", ao menos por enquanto. A nova e absoluta prioridade da administração federal, sob a batuta do presidente Lula da Silva, necessita de urgente conteúdo.
Leonel Pavan
Balneário Camboriú, SC

 

Fernanda Keller

É muito interessante observar que, quando chega aos 40 anos, a sociedade reverencia, aplaude e vangloria o homem, considerando-o belo com seus cabelos grisalhos, nível de sabedoria e autorizações expressas para viver a vida. Enquanto nós, mulheres, entramos na fase intermediária feias, velhas, preparando-nos para a menopausa. Parabéns a Fernanda Keller pela capacidade de perceber que a mulher de 40 anos é uma mulher sem temores: de ser feliz, fazer escolhas, ter análise crítica e lucidez (Amarelas, 15 de janeiro).
Kátia Queiróz
Salvador, BA

A entrevista com Fernanda Keller conseguiu ser tremendamente menos interessante e emocionante que um rodízio de chuchu.
Sonia Regina B. de Carvalho
São Paulo, SP

 

Carta do editor

Caro Roberto, gostei muito de seu artigo publicado na última página de VEJA ("Para enfrentar a difícil tarefa", Carta do editor, 8 de janeiro). Vamos esperar que Lula mude o que precisa ser mudado e consolide as boas realizações de Fernando Henrique nos últimos oito anos.
Rabino Henry I. Sobel
São Paulo, SP

 

Radar

Sobre a nota "Especialista em aposentadoria" (Radar, 15 de janeiro), esclareço que me aposentei em 1990, por tempo de serviço, como professor titular da Coppe/UFRJ. Prestei concurso público, em 1993, exercendo meu direito constitucional, e fui aprovado por uma banca formada por acadêmicos de conhecidas instituições do país. Não é cabível julgar ilegal ou aético um direito do cidadão, incluído na Constituição.
Luiz Pinguelli Rosa
Rio de Janeiro, RJ

 

Esporte em universidades

A revista VEJA esqueceu-se, na reportagem "Uma boa sacada" (8 de janeiro), de mencionar o Sistema COC de Ensino, antigo patrocinador de uma equipe de basquete no Brasil. A equipe tem o atual treinador da seleção brasileira, Lula Ferreira, e oito dos doze jogadores do time adulto estudam nas Faculdades COC. Esse time foi campeão paulista em 2001 e é o atual líder do campeonato, com 36 partidas invictas (contadas até 15/1/2003).
Marcos de Assis
Assessoria de imprensa
Ribeirão Preto, SP

 

CORREÇÕES: Na reportagem "O que é isso, companheiros?" (15 de janeiro), o sobrenome do bispo Mauro Morelli foi escrito de forma errada. O mandamento "Amai-vos uns aos outros" (João 13,34) foi escrito originalmente em grego, e não em hebraico ("Respeitai-vos uns aos outros", Ponto de vista, 8 de janeiro). A taxa básica de juros americana é de 1,25% ao ano, e não de 1,75%, como foi publicado na reportagem "A agenda encontrada" (15 de janeiro).

 

BRASIL BOM DE BRIDGE

Desde que viu a reportagem "O jogo mais caro do mundo" (13 de novembro), sobre o jogo de pólo, o leitor Federico Kladt, de São Paulo, ficou com uma idéia na cabeça: "Lembrei-me do meu esporte predileto: o bridge. Esse jogo, conhecido como xadrez de cartas, é bastante difundido no mundo inteiro, mas conta com apenas cerca de 1 000 praticantes no Brasil. O esporte já nos deu quatro títulos mundiais. Nossos jogadores são respeitados no cenário mundial, e dois deles estão entre os dez melhores do mundo", escreveu Kladt, que pede uma reportagem sobre o tema. VEJA tratou do assunto pela primeira vez em sua edição de 21 de maio de 1969, na reportagem "Pequeno mundo do bridge", sobre o campeonato mundial realizado no Rio de Janeiro. O assunto voltou a figurar algumas vezes em notas na revista. Os interessados no assunto podem saber mais pela internet, no site da Federação Paulista de Bridge (www.bridge.pro.br) e no da Federação Brasileira de Bridge (www.fbbridge.k8.com.br).



 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS