BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2035

21 de novembro de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Lya Luft
Millôr
André Petry
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Datas
Auto-retrato
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

VEJA Recomenda

 

CINEMA

Divulgação
Brody, Schwartzman e Wilson em Viagem a Darjeeling: um cineasta se recupera


Viagem a Darjeeling
(The Darjeeling Limited, Estados Unidos, 2007. Estréia nesta sexta-feira no país) – O cineasta americano Wes Anderson começou muito bem (Três É Demais), ficou ainda melhor (Os Excêntricos Tenenbaums) e daí decaiu vertiginosamente (A Vida Marinha com Steve Zissou). Agora, ele não apenas se recupera, como encerra a longa jornada rumo ao próprio umbigo em que vinha desde o início da carreira. Em Viagem a Darjeeling, ele pela primeira vez olha para o mundo além dos estreitos limites habitados pela classe alta e intelectualizada americana, acompanhando três irmãos (Owen Wilson, Adrien Brody e Jason Schwartzman) que tomam um trem na Índia para se reconectar espiritualmente uns aos outros – com resultados a princípio desanimadores, já que desde o funeral do pai, um ano antes, eles não se falam, e depois tendendo a melhoras expressivas, quando são expulsos do trem por mau comportamento. Anderson aproveita bem os coadjuvantes indianos e contempla o país com olhos que são, naturalmente, os de um turista. Mas um turista curioso e cheio de empatia. Um detalhe meio supérfluo, mas ao qual vale a pena prestar atenção: o uso que o diretor faz das câmeras lentas, lindas de morrer. Veja cenas.

A Noiva Perfeita (Prête-Moi Ta Main, França, 2006. Desde quinta-feira em cartaz) – Luis tem 43 anos, uma mãe viúva e cinco irmãs que o paparicam até não mais poder – isso até o dia em que elas se cansam e entram em campanha para arrumar uma mulher que case com ele e passe a lavar e passar sua roupa. Luis bola então um plano supostamente genial: arrumar uma namorada perfeita, da qual sua família se enamore, e então ser tragicamente largado por ela no altar. E pronto, ninguém mais terá coragem de falar em casamento perto dele. O plano, porém, dá certo demais, e aí terá de ser alterado para dar errado – quando dará errado demais. O argumento engenhoso é valorizado pelo par central, formado pelo ótimo Alain Chabat e pela charmosa Charlotte Gainsbourg.

 

LIVROS

Granta em Português 1 – Os Melhores Jovens Escritores Norte-Americanos (vários tradutores; Objetiva/Alfaguara; 404 páginas; 47,90 reais) – Fundada em 1889 na Inglaterra, a Granta é hoje uma das mais prestigiosas revistas literárias do mundo. Publicadas de dez em dez anos, suas coletâneas dos "melhores escritores jovens" têm revelado autores de peso – a lista britânica de 1983, por exemplo, incluía Ian McEwan e Salman Rushdie. Em seu primeiro número no Brasil, a Granta traz textos dos 21 melhores escritores jovens dos Estados Unidos. Jonathan Safran Foer, Nicole Krauss e Daniel Alarcón já tiveram livros publicados por aqui, mas a maioria é de autores ainda desconhecidos no país. Nos próximos números, a revista começa a incluir também textos de autores brasileiros. Leia trecho.

David Levenson/Getty Images
Karen: uma visão moderna da Bíblia 

A Bíblia – Uma Biografia, de Karen Armstrong (tradução de Maria Luíza X. de A. Borges; Jorge Zahar; 276 páginas; 39,90 reais) – Ex-freira católica, a inglesa Karen Armstrong é hoje uma renomada historiadora da religião, autora de livros como Uma História de Deus e Maomé. Neste A Bíblia – parte da excelente coleção Livros que Mudaram o Mundo –, ela revisa não apenas a história da redação das escrituras, mas também o modo como elas foram interpretadas ao longo dos tempos, da Antiguidade aos dias seculares de hoje. Como nos livros anteriores, Karen ensina que a Bíblia não deve ser lida de forma estreita e literal, como fazem os fundamentalistas, mas como uma fonte de inspiração e de busca de sentido. Leia trecho.

 

DISCOS

Divulgação
Ana: voz encorpada e bom repertório  

Amor e Caos, Ana Cañas (Sony/BMG) – Antes de lançar este primeiro CD, a cantora já era objeto de culto. Ela interpretava standards do jazz e da MPB no bar de um hotel de São Paulo, onde encantou freqüentadores famosos como Caetano Veloso e Chico Buarque com sua voz encorpada e versátil. Amor e Caos sabiamente evita transportar o repertório do bar para o disco (o que poderia transformá-la numa Emmerson Nogueira de saias). Ana preferiu trabalhar com o produtor Alexandre Fontanetti, que sabe tudo de blues e de rock. Ela gravou sete canções de sua autoria e três regravações de faixas menos conhecidas de Veloso, Jorge Mautner e Bob Dylan. Ana ainda precisa calibrar sua veia de compositora, mas mostra talento para o pop em faixas como A Ana e Cadê Você.

Divulgação
Plant, com Alison Krauss: não, ele não sabe só uivar 

Raising Sand, Robert Plant e Alison Krauss (Universal) – Ex-vocalista do Led Zeppelin, Robert Plant foi sempre um incansável pesquisador musical. Nas últimas três décadas, estudou ritmos da Índia e do Oriente Médio e flertou com a música eletrônica. Este novo disco é uma saborosa viagem pelo bluegrass, gênero musical que contribuiu para a criação do rock’n’roll. Plant e Alison Krauss, uma das cantoras mais celebradas da música caipira americana, duetam em treze composições. O repertório alterna criações de Gene Clark, ex-vocalista do grupo The Byrds e um dos papas do country-rock, com outras de Tom Waits e do próprio Plant. Quem está acostumado com os uivos do cantor no Zeppelin vai se surpreender – e se apaixonar – com a doce interpretação do roqueiro em faixas como Killing the Blues e Please Read the Letter.

 

 

 

Fontes: Belém: Laselva; Belo Horizonte: Laselva, Leitura; Brasília: Cultura, Laselva, Leitura, Saraiva; Campinas: Laselva; Campo Grande: Leitura; Curitiba: Laselva, Livrarias Curitiba, Saraiva; Florianópolis: Laselva, Livrarias Catarinense; Fortaleza: Laselva; Foz do Iguaçu: Laselva; Goiânia: Leitura, Saraiva; Londrina: Livrarias Porto; Maceió: Laselva; Manaus: Laselva; Natal: Laselva; Navegantes: Laselva; Porto Alegre: Cultura, Livrarias Porto, Saraiva; Porto Seguro: Laselva; Recife: Cultura, Laselva, Saraiva; Rio de Janeiro: Argumento, Laselva, Saraiva, Travessa; São Paulo: Cultura, Laselva, Livraria da Vila, Saraiva; Teresina: Laselva; Vitória: Laselva, Leitura; internet: Cultura, Laselva, Leitura, Saraiva, Submarino.

 




  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |