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Edição 1 727 - 21 de novembro de 2001
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Corpos sarados, prêmio gordo

Até a semana passada, esses eram os nove
participantes que ainda estavam na disputa
por 300 000 reais. Eles fazem gênero diante
das câmaras – mas também começam
a revelar suas estratégias e fraquezas

 
Fotos Antonio Milena
ALEXANDRE FROTA
O EGOCÊNTRICO
Está quase sempre sem camisa, para mostrar o corpão. Ele acha que tem cérebro suficiente para manipular os outros participantes
NÚBIA ÓLIVE
A CALCULISTA
Tenta manipular as outras mulheres com um discurso de quem é dona da verdade
MATEUS CARRIERI
O DISCRETO

O ex-peladão de revista gay investe na estratégia de se fingir de morto para seguir na disputa
PATRÍCIA COELHO
A INOCENTE
A cantora ganhou o apelido de "Barrichello", por ser sempre a última a entender as armações em curso
MARI ALEXANDRE
A CHORONA
Só pensa no tal de Vavá. Resta saber se as lágrimas que ela derrama pelo namorado pagodeiro não são apenas parte do script
NANA GOUVÊA
A DESINIBIDA

Classificada de "oferecida" e "vulgar", ela radicalizou. Nunca cobre mais que 20% do corpo. Apesar disso, mostra alguma insegurança
TAIGUARA
O DISSIMULADO
Posa de tímido para ganhar a simpatia do público. Aos poucos está mostrando que não é nada bobo
BÁRBARA PAZ
A CARENTE
Moderninha e meio ingênua, paquera Supla, mas corre o risco de descobrir que seu príncipe é um sapo
SUPLA
O DOCE REBELDE
A simpatia peculiar do eterno adolescente pode garantir-lhe um lugar entre os finalistas

 

Com reportagem de Marcelo Marthe

 
Veja também
Capas de 2001
Capas de 2000

 

 

   
 
   
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