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Edição 1 727 - 21 de novembro de 2001
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"O povo precisa ser capaz de entender a informação que recebe. Nesta reportagem, a revista VEJA fornece os fatos."
Ricardo Cavalheiro
New Haven, Connecticut, EUA

 

Roseana Sarney

Oportuna a capa de VEJA que mostra o vigor extraordinário da possível candidatura à Presidência da República da governadora Roseana Sarney ("A dama da sucessão", 14 de novembro). Gostaria, no entanto, de ressaltar que, independentemente de ser filha do Sarney, sua família ter um patrimônio considerável e ser proprietária de meios de comunicação, Roseana é uma excelente governadora.
Rebeca Brandão

São Luís, MA

Roseana Sarney não só mostra confiança e liderança como também quebra preconceitos ainda existentes contra o chamado "sexo frágil".
Jânio Cunha Lindoso
São Luís, MA

Excelente reportagem. Contudo, é desconfortante ver despontar nas pesquisas eleitorais políticos como Roseana, principalmente para nós, a minoria alfabetizada e esclarecida do Maranhão, que há muito tempo vivemos no atraso econômico e social, e que somos testemunhas de campanhas mentirosas e politiqueiras.
Rikene Fontenele
Açailândia, MA

Uma governadora que não manda em seu Estado (afinal, como a própria reportagem mostra, quem manda é o "primeiro-damo"), que tem um irmão que acha que o meio ambiente se resume a uma lagoa, um pai que deixou o país com uma inflação assombrosa e procedente de uma oligarquia que, novamente como insinua a reportagem, se mantém no poder devido aos votos do interior, onde é mais fácil "negociar" com os eleitores! É esta a opção que teremos? A situação está feia.
Elvis E. Wehrholdt
Curitiba, PR

É lindo o sorriso vitorioso da governadora Roseana na capa de VEJA. Lendo a reportagem, ao ver tantas provações de saúde por que ela passou, constata-se que o sorriso é a melhor arma daquele que quer ser vencedor, ultrapassar obstáculos em busca de uma meta, seja ela qual for.
Helena Dalvit Tentardini
Itajaí, SC

 

Edward Nicolae Luttwak

Li a reportagem de VEJA com o senhor Edward Nicolae Luttwak (Amarelas, 14 de novembro), cientista político e historiador nascido na Romênia e naturalizado americano, e percebi o óbvio: a arrogância dos americanos simplesmente não tem limites. O que quer esse cavalheiro é a reedição melhorada e globalizada da política americana do big stick.
Alberto Camelier

São Paulo, SP

Ao defender a Alca e a privatização, Edward Nicolae Luttwak prova por que é um estrategista americano.
Sérgio Bento
São Paulo, SP

O Brasil deve ser mesmo muito perigoso para os demais países do mundo. Ao menor sinal de conquista de prestígio internacional, logo vem um exército de doutores, mestres e diretores de institutos de pesquisas desfiando um amontoado de críticas e inverdades, com o fim específico de evitar que a auto-estima do brasileiro fique em alta.
Edson Luiz Volante
Apucarana, PR

 

Stephen Kanitz

Corajoso e de muita consistência o exemplo dado em "Você está despedido!", do administrador Stephen Kanitz. Certamente isso será levado em consideração por muitos empresários que detêm o destino de centenas de milhares de cidadãos brasileiros (Ponto de vista, 14 de novembro).
Anísio Bezerra Tocantins Neto
Goiânia, GO

 

Diogo Mainardi

Diogo Mainardi diz que torce pelo Brasil. Eu torço por Diogo Mainardi e para que ele desista da idéia de voltar para o Brasil. Torço ainda para que as águas oceânicas subam de uma vez e inundem Veneza, levando Diogo Mainardi junto. Seria uma pena pelo imenso patrimônio arquitetônico que é Veneza, mas, neste caso, os fins justificariam os meios ("Torço pelo Brasil", 14 de novembro).
Antonio Adrian Moreira Ivo
Salvador, BA

 

Maconha

Sou usuária assídua de maconha. Tenho uma filha adolescente, com 14 anos. Apesar de ter o dobro da idade dela, jamais poderia me ver sentada a seu lado apertando um baseado. Há pouco tempo ela soube do meu vício. Isso abalou profundamente nossa relação. A reportagem "Meu pai fuma maconha comigo" (14 de novembro) veio na hora certa para mim.
Sueli Carvalho Laist
Leibnitz, Áustria

Já tive o privilégio de trabalhar em boas escolas particulares de São Paulo que atendem a classe média. O que se tem é uma visão cada vez mais distorcida e "doente" do que é educar crianças e adolescentes para a liberdade. Confunde-se liberdade com desmando e falta de limites.
Sonia Vieira
São Paulo, SP

Acredito que a maior arma contra as drogas é a família e a melhor educação é o exemplo. O ambiente influencia diretamente a formação do caráter da pessoa.
Paulo Ricardo Lima de Oliveira
Guarulhos, SP

É um absurdo que pais participem de rodinha de maconha com os próprios filhos. Alguns pais não conseguem impor limites a seus filhos e acham, nesse ato, o melhor caminho para mostrar algum tipo de carinho, compreensão.
Fernando A. Magri Jr.
Americana, SP

 

Carga tributária

Parabéns pela reportagem "Fera faminta" (14 de novembro). Temos os mais altos impostos do mundo. Em troca, nosso governo social-democrata nos obriga a pagar segurança privada, plano de saúde privado, escolas e universidades privadas, pedágio em nossas estradas, a financiar nossas casas em bancos privados, além de todos os impostos indiretos.
Lucio Ernlund
Curitiba, PR

É irônico ver na mesma página de VEJA o secretário da Receita Federal dizer que se a sociedade quer menos impostos deve apontar de onde cortar gastos e empresários relatarem como fazem para sonegar impostos. Ou seja, é muito mais fácil tomar o dinheiro dos assalariados que combater a sonegação.
Marcelo Melero Piceli
São Paulo, SP

O Brasil precisa de menos impostos para produzir mais, gerar mais emprego, mais consumo, melhor qualidade de vida e, automaticamente, maior arrecadação.
Anselmo Carlos Loureiro
João Pessoa, PB

 

Boi gordo

Muito esclarecedora a reportagem de VEJA "O golpe do boi gordo" (14 de novembro), que mostra a figura que é o senhor Paulo Roberto de Andrade e descerra sua máscara. Como podem as autoridades dar cobertura e licença para que pessoas com esse passado possam lograr a tão sofrida sociedade brasileira?
João Batista de O. Lopes Paulino
São Bernardo do Campo, SP

 

Roberto Pompeu de Toledo

Em seu ensaio publicado em 14 de novembro, o articulista faz referência ao patriotismo de Mrs. Zenowich. Entre o lado positivo e o outro, conforme sua análise, fico com o primeiro. Na comparação com o brasileiro, aliás corretíssima, quando diz que por aqui pátria é um time de futebol, faltou acrescentar que o patriotismo é mais de empolgação que de respeito. Atentemos para a postura dos atletas, seguida por 99,99% da platéia, no momento da execução do Hino Nacional Brasileiro. Em vez de colocarem a mão espalmada contra o peito, como deveriam ter aprendido na escola, cruzam os braços sobre as costas. Triste espetáculo para o mundo inteiro assistir.
Jorge Araújo de Lima
Belém, PA

 

Telefonia

Sobre a nota "Eterna insatisfação" (Radar, 14 de novembro), esclareço que a Anatel em momento algum pretendeu, pretende nem mesmo admite "afrouxar as metas que as companhias telefônicas estavam obrigadas por lei a atingir desde que foram privatizadas". Tais metas estão inscritas nos contratos de concessão, não serão modificadas, e as empresas sabem que não há na Anatel nenhuma possibilidade de considerar uma reavaliação do assunto. Ao contrário, algumas empresas estão antecipando as obrigações – metas – previstas nos contratos para dezembro de 2003, o que lhes possibilitará obter licenças para outros serviços e atuar em outras regiões a partir de janeiro de 2002.
Renato Navarro Guerreiro
Presidente da Anatel
Brasília, DF

 

Hipertexto

O Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco, em referência à nota "Testados e aprovados" (Hipertexto, 14 de novembro), esclarece que não aceita a mudança de endereço pelo seu site por questões de segurança. Procura evitar, com isso, que o endereço de seus usuários sejam alterados por pessoas não autorizadas, que poderão fazer mau uso desse expediente.
Laedson Bezerra
Diretor-geral
Recife, PE

 

 

NOSSA SENHORA DO GUGU


A reportagem "Gugu, Gugu..." (24 de outubro) falou do "vidente" Eurípedes Antonio Batista Pinto, que, no programa Domingo Legal, entregou uma carta ao apresentador Gugu Liberato, enviada, conforme garantiu, por ninguém menos que Nossa Senhora de Nazaré. Os leitores não engoliram. "Simplesmente inadmissível o que Gugu vem fazendo para conseguir alguns pontinhos a mais no Ibope", escreveu Lauro Brisola, de Tatuí, São Paulo. Raquel Jeber Campos, de Belo Horizonte, acha que, "se Nossa Senhora tivesse de mandar algum recado, certamente não seria através do Domingo Legal ou do Domingão do Faustão". Para Gustavo B.H., de São Lourenço do Sul, "o Brasil é realmente uma terra pródiga. Além de Deus ser brasileiro, as celebridades possuem canal de acesso direto às mais diversas entidades. Xuxa se comunica com duendes, Baby do Brasil girou no ventre de Deus depois de um longo bate-papo, Elba foi chipada, Tiazinha tenta provar a existência de ETs e, agora, para completar, Gugu se corresponde com Nossa Senhora". Em São Paulo, Marta Rodrigues Teixeira imagina que "Nossa Senhora de Nazaré, ao tomar conhecimento do assunto, sacou seu notebook e enviou um e-mail com o seguinte conteúdo: Senhor Jesus, se algum dia voltar à Terra, o Senhor correrá o risco de ser crucificado novamente, só que desta vez em horário nobre, numa emissora de TV, para garantir Ibope".

 

VEJA E O LOBISTA

Na sexta-feira 9 de novembro, a jornalista Eliana Simonetti, editora de Economia de VEJA, procurou a direção da revista para informar sobre seu relacionamento com o lobista Alexandre Paes dos Santos, de Brasília, de quem seria amiga e ex-namorada. Nessa conversa, a revista não foi notificada da existência de nenhum vínculo financeiro entre ambos. Na segunda-feira, por meio da redação do jornal Correio Braziliense, VEJA tomou conhecimento de que Alexandre Paes dos Santos fornecera a título de empréstimo perto de 40 000 reais a Eliana, informação que o jornal colhera com a própria jornalista. A partir daí, VEJA entendeu que se configurava uma situação de conflito de interesses e se decidiu por seu desligamento.



 
 
   
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