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Edição 1 803 - 21 de maio de 2003
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Arquivo 1997-2003
Reportagens de capa
2000|01|02|03
Entrevistas
2000|01|02|03


 
"José Luís Cutrale é um dos grandes alavancadores de
nossa grandeza nacional."

Julio César Santos
Nova York, EUA


O rei do suco de laranja

Na reportagem "O campeão mundial do suco de laranja" (14 de maio), VEJA mostrou ao Brasil o que moradores de Araraquara já sabiam. Deixou de citar, porém, que 35% do imposto que a cidade arrecada vem do grupo Cutrale. O Brasil precisa muito de empresários como José Cutrale para enfrentar a concorrência desleal cometida pelos políticos e empresários de outros países, que se acham os donos do mundo.
Henrique Kiko Nakada
Tochigi-ken, Utsunomiya-city, Japão

Sou fã da Cutrale desde que estive na Flórida, no ano passado. Há tempos venho colecionando informações gloriosas dessa empresa. E, como fã, não poderia deixar de visitar o terminal marítimo de exportação, que proporciona uma imagem linda – o suco de laranja jorrando para dentro de seus navios brancos. Obrigado, Cutrale, por sermos o maior do mundo.
Leonardo Dowsley
Maceió, AL

Os brasileiros estavam merecendo uma reportagem sobre empresários empreendedores, como a família Cutrale. Também deveriam lembrar outros empresários que saíram do nada e construíram fortunas. VEJA deveria dar continuidade a essa reportagem sobre os "reis" do país. Como sugestão, o rei do algodão – a família Maeda, de Ituverava, São Paulo. Parabéns pela matéria.
Yukio Hirano
Por e-mail

Deve ser motivo de orgulho para todos os brasileiros o excepcional desempenho de nossa lavoura e pecuária. Somos os maiorais da laranja, da soja e do café. Quero, no entanto, homenagear os pequenos e médios produtores, que, apesar das enormes dificuldades, são os verdadeiros responsáveis pelo arroz com feijão nosso de cada dia.
José Carlos Mascarenhas Senra
Belo Horizonte, MG

Reis da soja, do açúcar, do suco de laranja. Esses exemplos mostram que o Brasil ainda tem muito potencial a ser explorado na agricultura. Com tanta terra disponível, é inconcebível que apenas uns poucos tenham capacidade para fazê-la produzir eficazmente. Por paradoxal que pareça, enquanto há imensidões de solo agricultável, milhões de trabalhadores rurais perambulam pelo país, reunidos sob a capa do MST, em busca de um lugarzinho para plantar. Algo precisa ser feito. VEJA começou a fazer sua parte, ouvindo os três reis e mostrando como eles conseguiram chegar lá.
Antônio Roberto Szabunia
Joinville, SC

 

Salman Rushdie

Compartilho com o escritor anglo-indiano Salman Rushdie (Amarelas, 14 de maio) a opinião de que "a religião é um veneno em nosso sangue". Se nos guiássemos exclusivamente pela Igreja, hoje ainda estaríamos viajando de balsa e carros de boi, não teríamos a mínima idéia de nossa história como seres vivos nem de nossa evolução como seres humanos, estaríamos orando para curar cânceres e outras doenças que só foram controladas devido às mesmas pesquisas que a Igreja condenava alguns séculos atrás.
Rogério Souza Araújo
Brasília, DF

A afirmação de Salman Rushdie de que "a religião é um veneno em nosso sangue" vem apoiada por Bertrand Russell ("Todas as religiões são falsas e prejudiciais" – "Por que Não Sou Cristão") e pelos cientistas Yochelson e Samenow ("A religiosidade facilita o cometimento de crimes" – "The Criminal Personality").
Angelo R. Rabello
Por e-mail

 

Stephen Kanitz

Sinto-me uma voz dissidente em meio ao deserto. Há anos, em minhas publicações, combato o "xeroquismo" exacerbado no ensino universitário brasileiro, aliado ao uso de informações eletrônicas sem aprofundamento nem criticidade. Tudo isso agrava a tendência de horizontalização da leitura, comprometendo o processo de informação e conhecimento. Corremos, sim, como Kanitz alerta em "Sempre leia o original" (Ponto de vista, 14 de maio), o risco crescente de perder a visão integral dos temas e de abandonar o interesse por obras densas, básicas ou de conteúdo clássico, imprescindíveis à formação profissional, em qualquer área do conhecimento humano. Obras que estão, sim, perdidas no mundo mágico das bibliotecas!
Maria das Graças Targino
Teresina, PI

O verdadeiro mestre é aquele que incute nos alunos o desejo de aprender. Voltemos, portanto, às bibliotecas, às livrarias, aos originais. Em 1995, o país dispunha de 3.800 bibliotecas públicas. Durante a gestão FHC, o governo federal, por meio do programa Uma Biblioteca em Cada Município, criou 1.649 novas bibliotecas. Fica o registro.
Walter Feldman
Deputado federal (PSDB/SP)
Por e-mail

O hábito de pesquisar livros em biblioteca deveria, e deve, ser criado desde o primário. Somos um povo extremamente desprovido de leitura.
Leandro José Ferreira
Poço Fundo, MG

Meu filho de 11 anos já pegou livros na biblioteca; o de 5 já está lendo. Eu e minha esposa (professora) incentivamos muito os dois, pois sinto na pele a dificuldade de não ter lido muito. Aos 41 anos, tenho uma pilha de obras em casa, na fila para término de leitura. Esse artigo nos tocou e nos incentivou mais ainda.
Sérgio Monteiro Mazzola
Jundiaí, SP

 

Governo

Fico cada vez mais fascinado com os atos de Lula. Torço a cada dia para que seu governo dê certo. Já passou da hora de o povo brasileiro desfrutar as riquezas deste país maravilhoso ("Quase um discurso por dia", 14 de maio).
Leomar Rodrigues
Somerville, Massachusetts, EUA

A bela reportagem sobre os discursos de nosso presidente mostrou que Lula é um líder. Peleja com a palavra e emociona com o que diz, especialmente pelo tom autêntico e improvisado dos discursos e da trajetória pessoal de grandes desafios enfrentados. A frase que mais me agradou foi a que fala de ganhar no fim do jogo: Lula, na verdade, estava falando de si mesmo. É realmente feliz a matéria, que mostrou com muita justiça um político que inspira confiança pela palavra – isso, definitivamente, não é comum. Senti muita alegria ao ler VEJA.
Ariel Sullivan
Natal, RN

Lula tem-se tornado um craque na retórica (não sei se a dele). Suas palavras têm impressionado o povo. Mas é só isso. Eu pergunto: presidente, quando o senhor vai começar a governar? Chega de lero-lero.
José Roberto Gonçalves
Pindamonhangaba, SP

Lula está exercendo seu mandato com o lema de sempre: muita lábia e pouca ação. Tomara que ele permaneça assim até o fim e não ouse cumprir suas mirabolantes promessas de campanha.
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

 

Justiça

Parabéns a nosso presidente Lula pela indicação dos novos ministros do Supremo Tribunal Federal, principalmente a de Joaquim Benedito Barbosa Gomes, de origem humilde ("Enfim, um negro chega lá", 14 de maio).
João Batista Barroso
Ribeirão Preto, SP

Finalmente uma demonstração concreta de combate ao preconceito secular no Brasil, muito além das frases de efeito de FHC, que chegou a dizer que tinha "um pé na cozinha", mas nada de tangível fez, além de cortejar o voto da comunidade negra brasileira.
Luiz Silva
União Cívica Afro-Brasileira (Unicafro)
São Paulo, SP

 

Queens

Como moradora de Astoria, no Queens, senti-me extremamente orgulhosa ao ver minha vizinhança retratada nas páginas de VEJA ("Com vista para Manhattan", 14 de maio). Apesar da discriminação que o Queens sofreu, durante muito tempo, por todos os "manhattanites" (moradores de Manhattan), busquei o bairro como opção de aluguel mais barato (embora pague 1.300 dólares em um apartamento de dois quartos) e de tranqüilidade. Não é apenas a linha N que liga Manhattan ao Queens, mas também a V, a W, a R e a 7. E, na primeira foto, no canto superior esquerdo, o prédio é o Kauffman Studios Astoria, "considerado patrimônio histórico", que já serviu de estúdio para grandes produções, como as séries de TV Sopranos e Seinfeld.
Luciana Romanini Monteiro

Nova York, EUA

 

Ciência

Gostei muito da reportagem "Gênios e autistas?" (14 de maio), que trouxe ao conhecimento geral o que é a síndrome de Asperger, ainda tão pouco conhecida até mesmo pelos profissionais da área médica. É uma doença de difícil diagnóstico. Peregrinei por mais de duas dezenas de consultórios, entre pediatras, psicólogos e fonoaudiólogos, até descobrir o que acontecia com meu filho, que aos 3 anos de idade não falava uma palavra sequer, mas montava quebra-cabeças de quase 100 peças, aprendeu a desenhar sozinho utilizando o mouse do computador e, quando íamos ao supermercado, ficava arrumando as gôndolas, buscando simetria entre os produtos expostos nas prateleiras. Ainda hoje, aos 7 anos, costuma repetir frases sozinho, tem dificuldade para conversar e explicar como foi seu dia na escola, mas possui, por exemplo, uma capacidade excepcional de percepção espacial, a ponto de executar no computador tarefas complexas, como projetos tridimensionais com blocos de montar ou ainda utilizar simuladores de vôo com mais habilidade que muitos adultos.
Sidney Eduardo Cândido de Freitas
Brasília, DF

 

Amancio Ortega

Que lição nos dá o espanhol Amancio Ortega ("Mais rico que Benetton, Armani, Prada...", 14 de maio). Para ter sucesso e dinheiro nos dias de hoje, um empresário de moda não precisa dar entrevista nem usar gravata. As lojas Zara não são as mais chiques nem as mais caras. Longe disso. Mas Ortega é o maior de todos no mundo fashion. Que assim seja. Não só na moda, mas em todos os setores!
Osny Martins
Joinville, SC

 

Pousada

O hotel é uma empresa como outra qualquer e exige planejamento prévio. Não basta sonhar com uma bela pousada à beira-mar e pensar que os clientes chegarão a seu empreendimento por livre e espontânea vontade ("Abrir pousada? É uma fria", 14 de maio). Deve existir um planejamento de marketing eficiente, como também um esforço de vendas contínuo e atuante no mercado-alvo. Cabe aos profissionais responsáveis por esse trabalho ensinar a seus clientes que o investimento no segmento hoteleiro exige conhecimento técnico e comprometimento. Afinal, o futuro hoteleiro estará apenas modificando sua área de atuação em negócios. O negócio hotel, se planejado adequadamente, pode, além de surpreender em números, tornar-se um sonho lucrativo.
Barbara Moraes e Lilia Galvão
Florianópolis, SC

É um erro dizer que não se deve contar com lucro antes do quinto ano. Lucro pode ser obtido nos primeiros meses. O que deve ocorrer em no máximo cinco anos é o ponto de reversão, em que o saldo acumulado do faturamento se iguala ao investimento inicial, permitindo o total retorno do investimento em até doze anos. Ensinamos em nossos cursos que todos os negócios têm um nível de risco exatamente proporcional à qualidade do gerenciamento. Bem gerenciada, uma pousada é um negócio que une o útil ao agradável e atende a uma demanda crescente e irreversível tanto do mercado turístico no Brasil quanto da necessidade de mais empreendimentos capazes de gerar mais renda e mais empregos.
Roberto de Ávila Miranda e Roberto Lira Miranda
Por e-mail

 

Tribunais superiores

Em relação à nota "Tempo para julgar um processo", da coluna Holofote (14 de maio), cumpre-me dizer, em nome do Superior Tribunal Militar, que o fato de esta Corte receber e julgar "apenas" 1.000 processos por ano é motivo de orgulho e júbilo para a Justiça Militar da União. Esse número de processos é prova irrefutável do baixo índice de criminalidade em nossas Forças Armadas e, inequivocamente, sinal da eficácia dos julgados desta justiça especializada, ao cuidar da preservação da disciplina e da hierarquia na Marinha, no Exército e na Aeronáutica.
Carlos Eduardo Cezar de Andrade
Almirante-de-esquadra
Presidente do Superior Tribunal Militar
Brasília, DF

 

O "vírus" da malária

Em relação à reportagem "Uma epidemia globalizada" (7 de maio) e ao quadro "O 'vírus' da malária"(Cartas, 14 de maio), gostaria de esclarecer que existem dezenas de espécies de protozoários do gênero Plasmodium e, destas, quatro são infectantes para o homem: P. vivax, P. falciparum, P. malarie e P. ovale, e não somente três como foi citado no referido quadro. Gostaria de informar também que o transmissor da malária é a fêmea do mosquito Anopheles, e que a malária pode ser transmitida por meio de transfusões com sangue contaminado.
Aldo Zacarias Rosa Filho
São José do Rio Claro, MT

 

Diogo Mainardi

Brilhante a explicação de Diogo sobre o modo de governar de Lula. Realmente, o que temos visto até agora é pura publicidade. Como membro do Executivo sou testemunha de que o governo do PT conseguiu a façanha de "parar" o Brasil, sob o pretexto de novos programas assistencialistas, tais como o Fome Zero. Abandonaram-se os já existentes (Bolsa Escola, Peti etc.), que vinham funcionando muito bem. Cuidado, Lula, ninguém consegue enganar muita gente durante muito tempo.
Ana Maria Bueno da Silveira
Vice-prefeita Tucuruí, PA

 

Música

Fiquei surpreso com a tecnologia que está ao alcance dos leitores de VEJA. Como sou fã de Ney Matogrosso, segui a orientação da matéria "O preferido das coroas" (14 de maio): "Ouça o cantor em www.veja.com.br". Acessei de curioso e fiquei gratificado com as imagens e os sons do cantor à minha disposição. Parabéns. Claro, congratulações também ao cantor Ney Matogrosso pelo conjunto de sua obra. É bom saber que, nesse emaranhado de problemas em que se encontra nosso país, temos o privilégio de ver e ouvir um artista desse quilate.
José Carlos Lima
Goiânia, GO

 

CORREÇÕES: Na tabela da nota "Teste seu pulmão" (Guia, 7 de maio), a informação sobre o risco de 1% de contrair câncer no pulmão – relativa a homem de 50 anos que fuma vinte cigarros por dia desde os 15 – vale para o indivíduo que está deixando o vício. Caso continue a fumar, o risco sobe para 3%. O valor correto que a atriz e diretora de cinema Norma Bengell terá de devolver ao Tesouro por determinação do Tribunal de Contas da União, referente a recursos captados para a realização do filme O Guarani, é de 3,8 milhões de reais, como informou a seção Datas (14 de maio), e não 5,8 milhões (Sobe/Desce). Kurt Gödel, e não Göbel, é o nome correto do matemático citado na reportagem "Gênios e autistas?" (14 de maio). A empresa Riana, citada na nota "Economia de guerra" (Radar, 14 de maio), presta serviços de manutenção aos helicópteros da Rede Globo, mas pertence a outro grupo empresarial. A companhia manterá seu hangar no Aeroporto Santos Dumont.

 

 

O AIRBUS

No quadro "O impacto global da Sars", publicado na reportagem "Uma epidemia globalizada" (7 de maio), a foto de um Airbus A320 foi identificada como sendo de um Airbus A330. O leitor Ricardo Lopes Otero, de Londrina, no Paraná, notou e escreveu para alertar a redação. Veja algumas diferenças entre os modelos A320 e A330-200:

Os trens de pouso traseiros do modelo Airbus A320 têm duas rodas cada um; os do A330-200 têm quatro rodas cada um.

As turbinas do modelo Airbus A320 são menores que as do A330-200.

O "nariz" do Airbus A320 é visivelmente mais arredondado que o do A330-200.

O Airbus A330-200 tem 59 metros de comprimento, 60,30 metros de envergadura e 17,89 metros de altura; o A320 tem 37,57 metros de comprimento, 34,09 metros de envergadura e 11,76 metros de altura.

 

O HUDSON E O EAST

A reportagem "Com vista para Manhattan" (14 de maio) diz que o Queens é um bairro de Nova York separado da ilha de Manhattan pelo Rio Hudson. Jochen Mielke de Lima, que vive em Astoria, no Queens, escreveu: "O rio que separa Manhattan do Queens é o East River, e não o Hudson". Sergio Tuthill Stanicia, de São Paulo, acrescenta: "O Rio Hudson está do outro lado de Manhattan e separa a ilha do Estado de Nova Jersey".

 

RICARDO ERMÍRIO DE MORAES

Tendo lido matéria publicada pela revista VEJA na edição número 19, datada de 14 de maio de 2003, e sempre com o espírito esclarecedor relacionado com a verdade, anexo carta por si só auto-explicativa, no que tange à enorme contribuição do senhor Ricardo Ermírio de Moraes ao Grupo Fischer. O envio dessa carta ocorreu em setembro de 2002, quando o senhor Ricardo completou a implantação pioneira do projeto de desenvolvimento e transporte a granel de suco de laranja não concentrado NFC, mantendo a liderança tecnológica no setor. Sua decisão de deixar o Grupo Fischer foi decorrente de seu interesse em dedicar-se integralmente a projetos pessoais, além da busca da profissionalização do grupo. As demais informações veiculadas sobre a Citrosuco que se afastaram do espírito acima citado serão igualmente esclarecidas pelo presidente do grupo.
Maria do Rosário Fischer
Presidente do Conselho de Administração
Grupo Fischer
Rio de Janeiro, RJ

 

"Caro Ricardo,

Após receber sua carta formalizando o seu desligamento do Grupo Fischer, gostaria de aproveitar esta oportunidade para, em meu nome pessoal, em nome da família Fischer e em nome de todos os funcionários do grupo, lhe transmitir nossa enorme gratidão pela relevante contribuição que você nos deu durante os anos em que, como principal executivo, dirigiu nossas operações. Com seu inesgotável entusiasmo, sua incansável capacidade de trabalho e sua extraordinária visão, você soube enfrentar corajosamente os desafios que se apresentaram e redirecionou nossos negócios, estabelecendo novas estratégias que certamente estarão por muito tempo definindo os rumos que nos permitirão alcançar os objetivos de crescimento e sucesso contínuos. Você não só nos ajudou a indicar a direção a ser seguida como também soube, através da concretização de inúmeros projetos, assentar as bases sólidas sobre as quais continuaremos a construir nossa posição de liderança nos negócios em que participamos. A mesma satisfação que você teve em trabalhar conosco, tivemos nós em compartilhar com você as realizações desse período de rica convivência. Se por um lado é com pesar que sentimos sua saída, por outro é com alegria que sabemos que você estará executando seus projetos pessoais, que temos certeza serão atingidos plenamente pelo empenho e pela competência que você sempre demonstrou em todos os empreendimentos aos quais se dedicou. Nós também estaremos torcendo e vibrando com as suas realizações e sucesso. Estou certa de que a nossa gratidão, sentimentos e desejos acima são os mesmos que o nosso querido Carlos teria expressado a você. Com um forte e carinhoso abraço,
Maria do Rosário Fischer"



 
 
   
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