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Edição 2000

21 de março de 2007
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Peter Pan: no tempo em que a Disney tinha humor traquinas

Peter Pan (Estados Unidos, 1953. Disney) – A história do garoto que não quer crescer já era um clássico quando Walt Disney adaptou a peça do inglês James M. Barrie. Ainda assim, o desenho multiplicou de forma exponencial a popularidade do personagem. Razões: a animação dos estúdios vivia um de seus auges em meados da década de 50 e o filme tem um senso de humor traquinas e irresistível, sem nenhum parentesco com a melosidade que, dali a não muito tempo, viria a marcar as produções da Disney. Não à toa, ele era um dos preferidos de seu próprio criador. Como em todas as edições que a Disney coloca à venda por tempo limitado, esta é um capricho só, da remasterização aos extras, que incluem uma curiosa entrevista com Walt.


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Monumento soviético: o projeto da limpeza racial


Homo Sapiens 1900
(Suécia, 1998. Versátil) – Menos de uma década depois de se debruçar sobre a relação entre o horror nazista e as veleidades artísticas de Adolf Hitler, no excelente Arquitetura da Destruição, o documentarista sueco Peter Cohen abordou, aqui, outro tema complexo: o das origens e propagação da eugenia – ou a ideologia, travestida em "ciência", da limpeza racial. Cohen mostra quanto a eugenia foi popular nos Estados Unidos e na Suécia do início do século XX, traduzindo-se em programas estatais de esterilização de "indesejáveis" e de eliminação de crianças defeituosas. A febre, claro, atingiria seu auge na Alemanha nazista. Mas Cohen demonstra que ela era também a inspiração para os ideais de "pureza" e "saúde" da União Soviética.


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Idiocracy: o futuro pertence aos mais burros


Idiocracy
(Estados Unidos, 2006. Fox) – A premissa é o supra-sumo da incorreção política: quanto mais baixo o Q.I. do indivíduo, mais alegremente ele se reproduz, sem pensar nas conseqüências. Logicamente, portanto, no futuro a humanidade não será mais inteligente, e sim de uma burrice crassa. É o que Joe (Luke Wilson) descobre ao ser descongelado, em 2505. Antes um zé-mané, ele é agora o sujeito mais brilhante do planeta, onde todos têm nome de produtos, as plantações são regadas com Gatorade e ninguém consegue concatenar sujeito e predicado. Dirigido por Matt Judge, o criador de Beavis e Butt-head, o filme passou voando pelos cinemas americanos e nem estreou nos brasileiros. Prova de que o futuro vislumbrado por Judge não está assim tão distante.

 

LIVROS

No País dos Homens, de Hisham Matar (tradução de Rubens Figueiredo; Companhia das Letras; 258 páginas; 41 reais) – Nascido em Nova York e radicado em Londres, o escritor de ascendência líbia Hisham Matar é filho de um prisioneiro político da ditadura de Muamar Kadafi – ou, pelo menos, Matar supõe que o pai ainda esteja preso, já que não tem notícias dele desde 1995. Finalista do prêmio Man Booker, No País dos Homens, romance de estréia do autor, tem evidentes traços autobiográficos. Suleiman, o narrador da história, é um menino que vive em Trípoli e cujo pai se envolve perigosamente na oposição à ditadura líbia. A opressão do governo Kadafi, com seus enforcamentos públicos de dissidentes, ganha um retrato poderoso na visão infantil do protagonista. Leia trecho.

Roteiro da Poesia Brasileira – Arcadismo, Parnasianismo, Simbolismo (Global; 160 páginas; 26 reais cada volume) – Não será exagero dizer que as antologias cumprem um papel civilizador, selecionando o essencial de cada época ou escola literária para o leitor comum. Com direção editorial da escritora Edla van Steen, a coleção Roteiro da Poesia Brasileira pretende compor um painel amplo do verso brasileiro. Serão quinze volumes, cada um organizado por um especialista, que abarcarão dos poetas do Brasil colônia aos que estão em atividade no Brasil de hoje. Dos anos 1930 em diante, o recorte se torna mais específico, com um livro por década. Os três primeiros volumes estão chegando às livrarias. São dedicados ao arcadismo, ao parnasianismo e ao simbolismo. Leia trecho.

 

Liane Neves
Moacyr Scliar: memórias literárias

O Texto, ou: a Vida, de Moacyr Scliar (Bertrand Brasil; 272 páginas; 39 reais) – Um dos mais prolíficos e criativos autores brasileiros, o escritor gaúcho Moacyr Scliar completa 70 anos nesta sexta-feira. Cativante mistura de autobiografia, ensaio e antologia, O Texto, ou: a Vida é o livro perfeito para marcar esse aniversário. Scliar discorre sobre sua infância no bairro judaico do Bom Fim, em Porto Alegre, sua formação como médico, sua relação com a cultura judaica. Esses e outros temas são ilustrados por contos, crônicas e excertos de romances como O Centauro no Jardim. Também há curiosidades, como uma redação escrita quando Scliar tinha 12 anos. Com este livro, o aniversariante oferece ao leitor uma visão mais íntima de seu ofício de escritor.

 

DISCO

 

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Joss Stone: um salto de trinta anos

Introducing Joss Stone, Joss Stone (EMI) – Soul Sessions e Mind, Body & Soul, os discos anteriores da cantora, eram calcados na música negra da década de 70. No novo CD, ela dá um salto de trinta anos no tempo e vai ao encontro dos padrões do soul contemporâneo. Um dos responsáveis pela mudança foi Raphael Saadiq, produtor do disco, que já trabalhou com artistas como D'Angelo e Earth Wind & Fire. Ele incorporou batidas eletrônicas às canções e recrutou rappers do primeiro escalão para apimentá-las. Saadiq, porém, não descaracterizou o estilo vocal de Joss – que aparece em toda a sua plenitude na faixa Tell Me About It. Outra presença forte é a da cantora Lauryn Hill. Ela "duela" com Joss em Music, a melhor música do CD.

 

Fontes: São Paulo: Cultura, Fnac, Laselva, Livraria da Vila, Nobel, Saraiva; Campinas: Fnac; Rio: Argumento, Fnac, Laselva, Saraiva; Porto Alegre: Cultura, Livrarias Porto, Saraiva; Brasília: Cultura, Fnac, Laselva, Saraiva; Recife: Cultura, Laselva, Saraiva; Natal: Laselva; Florianópolis: Livrarias Catarinense; Goiânia: Saraiva; Fortaleza: Laselva; Curitiba: Fnac, Livrarias Curitiba, Saraiva; Londrina: Livrarias Porto; Belo Horizonte: Leitura; Maceió: Laselva; Vitória: Leitura; internet: Cultura, Laselva, Nobel, Saraiva, Submarino.

 

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