Há oito anos o cotidiano de
meninas cada vez mais jovens que buscavam as passarelas como caminho para a fama
mereceu pela primeira vez uma capa de VEJA. As quatro citadas como mais promissoras
são hoje presença garantida no circuito fashion: Isabeli Fontana,
Mariana Weickert, Fabiana Semprebom e Katarina Scola. Meses depois, Gisele
Bündchen, que já brilhava no circuito da moda, foi retratada em
outra capa de VEJA. A modelo, que ganhava então 175 000 reais por campanha,
hoje cobra 2,5 milhões de dólares.
JUN/99
| MAR/00
EDIÇÃO 1 632
| 19/JAN/2000 Brava economia
nova
Stuart
Ramson/AP
Algo
ocorria no capitalismo mundial. A America Online (AOL), empresa
virtual que nunca dera lucro em seus poucos anos de vida, anunciou a compra da
Time Warner, tradicional conglomerado de mídia dos Estados Unidos.
Assim registrou a capa de VEJA: "O mouse que ruge da nova economia engoliu o leão
da economia tradicional e antecipou o futuro". Foi um presságio não
apenas da convergência de tecnologias, mas também da necessidade
de escala. VEJA registrou o aspecto brasileiro do fenômeno das empresas
gigantes numa capa de 1999, quando Brahma e Antarctica se fundiram para formar
a AmBev. Associada depois à fabricante Interbrew, de origem belga, a AmBev
já é a maior cervejaria do planeta em valor de mercado.