EDIÇÃO
1 381 | 1º/MAR/1995 Quando o mundo
caiu na rede
Sim, houve um tempo em
que ninguém tinha endereço de e-mail. Música? As canções
vinham gravadas em discos transparentes chamados de CDs, lidos por sensores de
laser. Algumas ainda vêm. Naquele tempo, o ano do Senhor de 1995, quando
apenas 40 milhões de pessoas tinham acesso à internet, VEJA publicou
uma capa dizendo que em breve o mundo todo cairia na rede. Chega quase a 1 bilhão
o número de usuários da internet em todo o mundo. Telefone (Skype),
televisão (Joost e Sling Media), filmes (Netflix), livros (E-connect) e
a imprensa (www.veja.com.br) encontrariam na rede um novo e revolucionário
meio.
OUT/94
| JUL/95
EDIÇÃO
1 413 | 10/OUT/1995 E Deus fez a mulher
Egberto
Nogueira
A
reportagem de capa destacava que uma em cada cinco famílias brasileiras
já era chefiada por uma mulher. Produto sobretudo do divórcio, essa
realidade se acentuaria a ponto de mudar o conceito de família. Nos Estados
Unidos já há mais pessoas vivendo sozinhas ou apenas com os filhos
do que coabitando com um parceiro.
EDIÇÃO
1 438 | 3/ABR/1996 O giro da globalização
Sherwin
Crasto/Reuters
"Quem
fica à margem desse novo giro do capitalismo está condenado ao atraso."
Assim VEJA lidou, pela primeira vez numa capa, com os desafios do processo de
globalização, termo então restrito aos meios acadêmicos.
Temia-se a carnificina da economia emergente por empresas de nações
ricas. Deu-se o inverso. Componentes eletrônicos chineses baixaram custos
e elevaram a produtividade mundial. Serviços de call center europeus e
americanos foram terceirizados para a Índia. O Brasil tem cada vez mais
multinacionais. Os investimentos produtivos externos triplicaram, chegando a 1,2
trilhão de dólares por ano.