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Edição 2000

21 de março de 2007
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EDIÇÃO 1 381 | 1º/MAR/1995
Quando o mundo caiu na rede

Sim, houve um tempo em que ninguém tinha endereço de e-mail. Música? As canções vinham gravadas em discos transparentes chamados de CDs, lidos por sensores de laser. Algumas ainda vêm. Naquele tempo, o ano do Senhor de 1995, quando apenas 40 milhões de pessoas tinham acesso à internet, VEJA publicou uma capa dizendo que em breve o mundo todo cairia na rede. Chega quase a 1 bilhão o número de usuários da internet em todo o mundo. Telefone (Skype), televisão (Joost e Sling Media), filmes (Netflix), livros (E-connect) e a imprensa (www.veja.com.br) encontrariam na rede um novo e revolucionário meio.

 

 
OUT/94 | JUL/95

 

EDIÇÃO 1 413 | 10/OUT/1995
E Deus fez a mulher

Egberto Nogueira


A reportagem de capa destacava que uma em cada cinco famílias brasileiras já era chefiada por uma mulher. Produto sobretudo do divórcio, essa realidade se acentuaria a ponto de mudar o conceito de família. Nos Estados Unidos já há mais pessoas vivendo sozinhas ou apenas com os filhos do que coabitando com um parceiro.

 

 

 

EDIÇÃO 1 438 | 3/ABR/1996
O giro da globalização

Sherwin Crasto/Reuters


"Quem fica à margem desse novo giro do capitalismo está condenado ao atraso." Assim VEJA lidou, pela primeira vez numa capa, com os desafios do processo de globalização, termo então restrito aos meios acadêmicos. Temia-se a carnificina da economia emergente por empresas de nações ricas. Deu-se o inverso. Componentes eletrônicos chineses baixaram custos e elevaram a produtividade mundial. Serviços de call center europeus e americanos foram terceirizados para a Índia. O Brasil tem cada vez mais multinacionais. Os investimentos produtivos externos triplicaram, chegando a 1,2 trilhão de dólares por ano.

 

 

JUL/95 | ABR/96

 
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