EDIÇÃO
1 302 | 25/AGO/1993 O avanço
da aids entre as mulheres
Marcia
Foleto/Ag. O Globo  |
O
anúncio de que a atriz Sandra Bréa havia contraído
aids motivou VEJA a iniciar a discussão sobre as mulheres como o novo grupo
de risco da doença. Nos últimos quinze anos, é entre elas
que a aids mais cresce em todo o mundo.
EDIÇÃO
1 310 | 20/OUT/1993 Entram em cena
os anões do Congresso
Edivaldo
Ferreira/Ag. O Globo  |
Com
reportagens iniciadas com as revelações feitas à revista
pelo ex-diretor da Comissão de Orçamento José Carlos Alves
dos Santos, VEJA mostrou como uma máfia instalada no Congresso manipulava
emendas para roubar. As coisas melhoraram muito, mas até hoje as emendas
são uma fonte de desmandos. Em torno delas, parlamentares, prefeitos e
empresários espertalhões ajeitam os números de modo que sobre
mais para o bolso deles do que para as obras.
MAR/93
| DEZ/93 |  |
EDIÇÃO
1 334 | 6/ABR/1994 A era FHC
José
Varella/AE  |
VEJA
registrou os primeiros movimentos do então ministro da Fazenda do governo
Itamar Franco no que culminaria com a primeira direção racional
de política econômica no Brasil em décadas. Fernando Henrique
Cardoso desindexou a economia brasileira, livrou o Brasil do vício
da "correção monetária" e abriu caminho para a estabilização,
cujos efeitos positivos são sentidos até hoje.
EDIÇÃO
1 338-A | 3/MAI/1994 A morte do primeiro
herói da globalização
Ayrton
Senna da Silva foi o primeiro herói
brasileiro da era da globalização. Ganhava dos europeus, americanos
e japoneses no jogo deles, a mais formidável combinação de
engenho mecânico-eletrônico com o cérebro e as emoções
humanas, conhecida como Fórmula 1. Senna morreu no cockpit de sua Williams,
estraçalhada na mais perigosa curva do circuito de Imola, na Itália.
Morreu em um domingo, como um toureiro cibernético. VEJA dedicou-lhe uma
revista especial com sessenta páginas. No dia seguinte, quando o Brasil
chorava seu herói tricampeão do mundo, 500 000 exemplares de VEJA
chegavam às bancas. JAN/94
| OUT/94 |  |
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